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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Pokémon Go é mesmo um jogo do Diabo? O que pode acontecer com quem caça pokémons?

O jogo do Pokémon, é um aplicativo que mal estreou aqui no Brasil e já conta com uma "legião" de seguidores ou caçadores de personagens que confunde quem joga, o virtual com a realidade.



Na internet se fala muita coisa sobre essa febre que se espalhou rapidamente por todo mundo.

Alguns líderes cristãos estão advertindo em redes sociais e em suas igrejas de que o JOGO POKÉMON GO seria uma armadilha do Diabo para alienar os jogadores distraindo-se e sendo levados a qualquer lugar para capturar "demônios virtuais". O pastor Fadi Faraj é ferrenio em afirmar ser coisa do demônio.

Já os céticos discordam e afirmam que não passa de um simples jogo inofensivo, e que entretém seus jogadores para capturar os personagens. seria uma diversão como "caçar tesouros".

Mas até onde vai o grau de saudável e o do nocivo? Até que ponto esse jogo que virou uma febre universal, pode influenciar no comportamento e no humor dos caçadores de pokémons? Seria mesmo um instrumento do inimigo para "prender" seus participantes e manipula-los? ou a turma do "deixa disso" está certa em dizer que não tem mal algum nesse aplicativo?

Entre polêmicas e controvérsias, o certo é que vários acontecimentos bizarros têm acontecido ligado à brincadeira do pokémon go.

Não só no Brasil, como em todo o mundo, foram registrados vários casos de roubos de celulares e atropelamentos durante a caçada de Pokémons. mas tem casos de mortes também:

Uma criança de 9 anos morreu afogada ao tentar capturar pokémons na região litorânea do Rio grande do Sul, segundo seu amigo sobrevivente. clik aqui pra ver.

Em Belo Horizonte MG, um homem teria morrido depois de ter caido do 16º andar. antes de cair estaria jogando o pokémon go. clik aqui pra ver.

Na Guatemala, um jovem foi assassinado enquanto jogava o game. veja aqui.

Uma jovem de 22 anos Australiana morreu atropelada enquanto jogava. mais informações aqui.


Desde que foi lançado, o aplicativo está sendo responsabilizado por diversos acontecimentos escabrosos e bizarros em todo o mundo.

Segue abaixo alguns vídeos sobre o tão polêmico aplicativo:











sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Estado Islâmico faz ameaças aos fundadores do Twitter e do Facebook

Eles reclamam do fechamento de contas e grupos administrados que promovem o terrorismo nas redes sociais


Em um novo vídeo divulgado pelo Estado Islâmico eles prometem atacar os fundadores das redes sociais Twitter e Facebook. Isso porque as empresas resolveram bloquear conteúdo terrorista nas redes sociais.

No vídeo que ameaça Jack Dorsey, do Twitter, e Mark Zuckerberg, do Facebook, o EI promete tomar dez contas para cada uma que for bloqueada por divulgar o terrorismo.

“Se vocês fecharem uma conta, nós tomaremos dez em troca e logo seus nomes serão apagados, após deletarmos seus sites, se Alá quiser”, diz trecho da ameaça.

Durante o vídeo as imagens dos dois executivos aparecem perfuradas com balas e os terroristas ainda afirmam ter o controle de mais de 10.000 contas e 150 grupos no Facebook, além de 5.000 perfis no Twitter.


Na primeira semana de fevereiro o Twitter anunciou a suspenção de 125.000 contas relacionadas ao terrorista desde meados de 2015.

A empresa já está ciente das ameaças, mas afirmou que não irá se pronunciar sobre este vídeo porque as ameaças são frequentes. “Acontece o tempo todo”, disse um porta-voz do Twitter.

Em março do ano passado a empresa de Dorsey já havia sido ameaça pelo EI. Na época os terroristas disseram que a guerra virtual se tornaria real, isso porque a empresa faz questão de fechar as contas dos terroristas no microblog.

Em janeiro deste ano diversos empresários de tecnologia se reuniram com o governo americano para discutir formas de combate ao terrorismo on-line. Entre eles estavam os executivos do Twitter, Facebook, Apple, Microsoft, além de Michael Rogers, diretor da Agência de Segurança Nacional, e James Comey, diretor do FBI.


Com informações Veja / Gospel Prime

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Meninas Britânicas Estupradas por Gangues Muçulmanas em "Escala Industrial"


Sete membros de uma gangue que abusa sexualmente de crianças de Oxford que foram considerados culpados em 2013 (no sentido horário a partir da 1ª foto à esquerda): Assad Hussain, Zeeshan Ahmed, Kamar Jamil, Bassam Karrar, Mohammed Karrar, Akhtar Dogar e Anjum Dogar. Eles foram sentenciados em 2013 a uma pena conjunta de 95 anos de prisão por estupro, tortura e sequestro de meninas britânicas sendo algumas de apenas 11 anos.


"Nos intervalos entre os estupros, que por vezes duravam dias, os homens de Oxford mantinham as meninas sob vigilância de modo que não pudessem escapar. Além de serem estupradas em diversos locais de Oxford, algumas delas eram levadas a outras cidades e bairros como Londres e Bournemouth com o mesmo propósito". — Oxfordshire Serious Case Review (Avaliação de Casos Graves de Oxfordshire).

"Cheguei à delegacia de polícia às 2h30, toda ensanguentada, calças ensopadas até os órgãos genitais. Eles fizeram pouco caso, me considerando safada, inconveniente". — Testemunho da vítima, Oxfordshire Serious Case Review.

"Fiz queixa de um homem que me sequestrou de um orfanato. Ele foi preso, solto e me sequestrou novamente". — Testemunho da vítima, Oxfordshire Serious Case Review.

"A polícia se recusa a fornecer os endereços para que possamos trazê-la de volta para casa". — Testemunho do pai da vítima, Oxfordshire Serious Case Review.

"Ela era menor, mas nos informaram que isso não era da conta deles". — Testemunho do pai da vítima, Oxfordshire Serious Case Review.
O relatório não incrimina nem responsabiliza ninguém. Ele culpa a falta de providências por "falta de conhecimento" e "falhas organizacionais".

As autoridades locais por toda a Grã-Bretanha gastam um "considerável esforço intelectual" para encontrar as razões para não realizar investigações públicas compulsórias na questão do abuso de crianças por receio de "repercussões negativas". — The Telegraph.

Nos termos dos novos planos, professores, assistentes sociais, polícia e autoridades eleitas serão obrigados a tomarem providências quando houver alguma suspeita de abuso de crianças, sujeitos a penas de cinco anos de prisão no caso de descumprimento da lei.

"A não tomada de providências, sistêmica, tem sido ignorada através do silêncio, o desleixo em série recompensado com promoções e delatores afastados. Por que as coisas irão mudar agora, após os acontecimentos"? — Simon Kent, comentarista britânico.

Acredita-se que cerca de 400 meninas britânicas, algumas com apenas onze anos de idade, foram sexualmente exploradas por gangues de estupradores muçulmanos em Oxfordshire nos últimos 15 anos, de acordo com um arrepiante relatório que acaba de ser divulgado. Ele acusa autoridades locais de ignorar, repetidamente, casos de estupro devido a uma "cultura de negação".

A escala dos abusos em Oxfordshire, município no sudeste da Inglaterra, espelha casos chocantes da mesma natureza de exploração sexual de meninas britânicas brancas por gangues em Bristol, Derby, Rochdale, Rotherham e Telford, implica que não se trata de um problema isolado e sim endêmico.

As 133 páginas do Serious Case Review (Avaliação de Casos Graves, SCR em inglês) foram publicadas em 3 de março, no mesmo dia em que o Primeiro Ministro Britânico David Cameron convocou a assim chamada Reunião de Cúpula sobre Abusos de Downing Street, na qual revelou uma série de medidas destinadas a julgar mais criminosos e fazer justiça.

O relatório que revela que há "fundamentação para se acreditar" que 373 meninas foram exploradas sexualmente por gangues em Oxfordshire desde 2004, tem como base o relato de seis meninas às autoridades. As meninas foram as vítimas no julgamento "Operação Bullfinch", no qual sete muçulmanos foram considerados culpados em maio de 2013 por sequestro e estupro de meninas entre os anos de 2004 e 2012.

De acordo com a SCR, entre 2005 e 2010, as seis meninas foram registradas 500 vezes como desaparecidas, sendo que na metade dessas vezes elas estavam sob os cuidados de agências oficiais de proteção a criança, mas as autoridades nunca se preocuparam em investigar.

Na Parte 2, o relatório inclui trechos do discurso de abertura da acusação no julgamento com o objetivo de "focar a mente" no sofrimento que as meninas tiveram que suportar. Os homens "obrigavam as meninas a tomarem bebidas alcoólicas, faziam com que elas ingerissem drogas como maconha, cocaína, craque e por vezes heroína. As meninas ficaram viciadas a determinadas drogas e se sentiam incapazes de viver sem elas. Isso fazia com que se tornassem ainda mais dependentes daqueles homens".

O relato continua:

"vira e mexe os homens também faziam uso de extrema violência física e sexual contra as meninas ameaçando-as, caso tentassem fugir, com sérios danos contra elas e/ou suas famílias.

"os réus levavam as meninas para outros lugares, normalmente hotéis, pensões ou moradias vazias para que outros homens fizessem sexo com elas, em muitos casos em grupos, por dinheiro pago a eles, não às meninas.

"A maioria dos homens envolvidos no abuso sexual das jovens meninas, o faziam durante muitos anos. Qualquer um deles era muito mais velho do que qualquer uma das meninas, com uma idade para saberem exatamente o que estavam fazendo, o mal que estavam causando às meninas, o fato delas estarem sofrendo e que a atividade que exerciam era ilegal e muitas vezes depravada. Em suma, a conduta deles era intencional e persistente. Muitos dos atos sexuais cometidos contra as meninas eram muito graves quanto à depravação. As meninas eram obrigadas a ingerir tal quantidade de drogas que mal sabiam o que estava acontecendo. A bem da verdade elas disseram que era a única maneira de lidar com o que estava acontecendo.

"O abuso sexual variava de estupro vaginal, anal e oral e também envolvia o uso de diversos objetos como facas, cutelos, bastões de basebol e brinquedos eróticos. O abuso sexual também era, em muitos casos, acompanhado de condutas humilhantes e degradantes como mordidas, arranhões, bem como urinar em cima delas, asfixiá-las e amarrá-las. Elas também apanhavam e eram queimadas. Esse tipo de comportamento sexual era, não raramente, cometido por grupos de homens e por vezes duravam dias a fio.

"Os locais para onde as meninas eram levadas eram normalmente casas particulares e pensões em Oxford. Algumas das casas particulares pareciam estar vazias, usadas somente para fins de abuso. Os homens que vinham para pagar para o sexo com as meninas não eram sempre de Oxford, muitos vinham de longe como Bradford, Leeds, Londres e Slough. Ao que tudo indica, eles vinham exclusivamente para abusar de meninas jovens, com hora marcada através dos homens que as mantinham em cativeiro em Oxford.

"Nos intervalos entre os estupros, que por vezes duravam dias, os homens de Oxford mantinham as meninas sob vigilância de modo que não pudessem escapar. Além de serem estupradas em diversos locais de Oxford, algumas delas eram levadas a outras cidades e bairros como Londres e Bournemouth com o mesmo propósito".

A Parte 3 do SCR mostra como as autoridades locais poderiam ter acabado com o abuso já em 2005, mas não o fizeram porque se recusaram a levar a sério as queixas das meninas. O relatório dispõe de dezenas de comentários das meninas feitos durante as entrevistas, como por exemplo:

"cheguei à delegacia de polícia às 2h30, toda ensanguentada, calças ensopadas até os órgãos genitais. Eles fizeram pouco caso, me considerando safada, inconveniente".

"Por que alguém de 13 anos iria inventar uma história dessas"?
"O assistente social só queria ouvir o que o "assistente social" queria ouvir, de modo que não havia necessidade de se fazer coisa alguma....".

"A polícia nunca me perguntou porque, apenas me levaram para casa".

"Eu achei que se eu contasse aos policiais o que realmente estava acontecendo eles não acreditariam em mim e eles não os prenderiam e então... eles não fizeram nada e isso me fez pensar que nada podia ser feito".

"Fiz queixa de um homem que me sequestrou de um orfanato. Ele foi preso, solto e me sequestrou novamente".

"Tanto o conselho de Oxford quanto outro conselho discutiram a meu respeito para que eu evitasse tomar providências. Não foi culpa minha eu ter sido estuprada".

"A assistência social lavou as mãos, a opção é sua, foi o que disseram".

"Uma WPC (policial feminina) me encontrou bêbada com homens. Eu disse que eu estava bem e ela foi embora me deixando ali com eles. Naquela noite eu fui estuprada".

A SCR também mostra que os pais estavam exasperados pela falta de interesse mostrado pela polícia e assistentes sociais, que não raramente culpavam as meninas pela situação em que elas se encontravam. Alguns comentários dos pais:

"a polícia não irá atrás de ninguém a não ser que haja uma razão muito forte para tanto"

"Ninguém pensou em nós, como seria se fosse com a filha deles"

"A polícia se recusa em fornecer os endereços para que possamos trazê-la de volta para casa".

"Ela era menor, mas nos informaram que isso não era da conta deles".

"Eu tentei falar com a assistência social sobre as provas, mas eles não estavam interessados. Era óbvio que se tratava de alguma coisa relacionada com sexo".

"Anos importantes da vida dela foram roubados, ela deveria estar em algum clube para jovens, andando de skate ou em uma festa de formatura, tudo isso lhe foi roubado por causa deles: dos criminosos e da polícia/assistentes sociais por não fazerem nada quando ficaram cientes do que estava acontecendo".

"Tudo está na minha cabeça o tempo todo, o que aconteceu com meu "bebê" e o que eu fiz porque eu não estava entendendo o que estava acontecendo comigo. Eles sabiam o que estava acontecendo com ela e não me disseram".

"Por que eles deixaram tudo isso continuar acontecendo durante a longa investigação"?

"Ninguém conversou conosco sobre como lidar com os responsáveis".

"Os policiais disseram que ela não parecia estar correndo perigo, eles disseram que ela estava feliz por estar lá e se recusaram a dizer onde ela se encontrava".

"Passar a mão na cabeça dela e levá-la ao MacDonald's foi a solução encontrada pelo assistente social".

"Um supervisor disse (antes de se entender que se tratava de exploração) ela é malandra, e gosta de ser assim".

"(Após um roubo ter sido investigado onde uma menina estava com homens mais velhos) o que interessava para a polícia era o roubo e não uma menina de 13 anos com homens mais velhos".

"Em reuniões entre várias agências não havia registros/minutas e nunca havia pautas".

"O orfanato não me informou quando ela desapareceu".

"Eu fiquei desesperada por nunca conseguir obter uma resposta adequada que estava diante de nós que não nos culpasse ou envergonhasse".

E ainda assim o relatório não incrimina nem responsabiliza ninguém. Ele culpa a falta de providências por "falta de conhecimento" e "falhas organizacionais". O relatório conclui:

"o Serious Case Review (SCR) não tem provas de negligência profissional deliberada ou má conduta por parte das agências, mas havia, de tempos em tempos, uma preocupante falta de curiosidade e acompanhamento, além disso, muitas coisas deveriam ser trabalhadas de maneira bem diferente e melhor. Há poucos indícios que o entendimento local sobre a exploração sexual de crianças (CSE em inglês) ou como tratar desse problema uma vez identificado, tenha sido consideravelmente diferente de outras regiões do país.

"Superficialmente muitas das ilustrações descritas no relatório podem ser vistas como falta de aptidão profissional, falta de interesse ou inércia. Elas se tornam mais compreensíveis quando colocadas no contexto do conhecimento e dos processos naquele momento e lugar, dificuldades práticas em torno das evidências e, uma mentalidade profissional que não conseguia captar que a capacidade da vítima de dizer "não" estava totalmente corroída.

"O problema como um todo foi não perceber a natureza do abuso, o aliciamento, o rapto de casa, a falta de consentimento, a incapacidade de fugir e o pavoroso horror pelo qual as meninas estavam passando, mas de ver tudo isso como algo que estava sendo feito voluntariamente. Alguma coisa que as meninas fizeram ao invés de alguma coisa feita a elas".

De acordo com o Telegraph as autoridades locais por toda a Grã-Bretanha gastam um "considerável esforço intelectual" para encontrar as razões para não realizar investigações públicas compulsórias na questão do abuso de crianças por receio de "repercussões negativas".

Uma investigação citada pelo jornal constatou mais de 30 ocorrências em que as autoridades locais se recusaram a conduzir uma Serious Case Review, obrigatória por lei sempre que uma criança é gravemente ferida após um abuso. Quando as investigações já eram conduzidas, em muitos casos os relatórios falharam ao não examinar como o "medo, abuso, timidez, cegueira deliberada e otimismo exagerado" levaram os assistentes sociais a tomarem decisões erradas.

Discursando em uma reunião de cúpula sobre exploração infantil em 3 de março o Primeiro Ministro Cameron afirmou que os assistentes sociais britânicos necessitam de uma "dose gigantesca de bom senso". Ao ler um trecho do relatório ele declarou:
"não é necessário nenhum treinamento em exploração sexual infantil para saber que tem alguma coisa errada quando uma criança de 12 anos vai para a cama com um homem de 25 ou que volta para casa bêbada, machucada, meio despida e ensanguentada por ter se encontrado com "amigos".

Cameron acrescenta:

"acredito ser muito importante darmos um passo para trás e reconhecermos a natureza horrorosa do que está acontecendo em nosso país. Meninas jovens, e elas são jovens, sendo abusadas mais e mais vezes, em escala industrial, estupradas, passando de um bando de criminosos para outro bando de criminosos. E durante todo o tempo em que isso estava acontecendo, tantas organizações e tantas pessoas vendo tudo. Isso sem falar que nós realmente temos que nos comprometer que isso acabe já, que nunca mais aconteça e que nós reconheçamos que abuso é o que realmente é".

Segundo os novos planos anunciados na reunião de cúpula, o governo procurará estender o crime de "negligência deliberada", recentemente instituída, para proteger idosos em casas de repouso para também proteger crianças de predadores sexuais. Serão necessários professores, assistentes sociais, polícia e autoridades eleitas para tomarem providências quando houver alguma suspeita de abuso de crianças, sujeitos a penas de cinco anos de prisão no caso de descumprimento da lei. A nova lei será aplicada em todos os níveis burocráticos, do mais baixo ao médio até o nível mais alto de gerentes seniores e diretores.

Alguns observadores duvidam da eficácia do plano de Cameron. Em um entrevista concedida à Sky News, o Ministro do Parlamento do Partido Conservador Tim Loughton, ex-parlamentar Sub-secretário de Estado para Crianças e Famílias, declarou o seguinte sobre o relatório de Oxfordshire:

"uma preocupante falta de curiosidade é uma forma demais benevolente de dizer clara incompetência e negligência que passou por várias agências no departamento de serviços às crianças, nas assistentes sociais e na polícia de Oxfordshire".

Loughton acrescentou que na nova lei, "negligência deliberada" será extremamente difícil de provar. Promotores públicos terão que mostrar que as autoridades estavam "proativamente impedindo que as pessoas apresentassem alegações" e que havia "uma conspiração de acobertamento ou silêncio".

O comentarista britânico Simon Kent também está pessimista. Ele escreve:

"é fato que professores, conselheiros, polícia, equipes e assistentes sociais do Serviço Nacional de Saúde (NHS em inglês) na Inglaterra e País de Gales fracassaram categoricamente em proteger crianças pequenas de predadores sexuais durante toda uma geração.

"A não tomada de providências, sistêmica, tem sido ignorada através do silêncio, o desleixo em série recompensado com promoções e delatores afastados. Por que as coisas irão mudar agora, após os acontecimentos?

"Anos irão passar até que as intenções de David Cameron sejam totalmente implementadas. Até lá o abuso irá continuar, para a eterna vergonha daqueles que têm o poder, mas não o vigor ou a coragem ideológica para acabar com isso".

Kent conclui: "ineficaz e tardio. Isso não é o bastante".

Soeren Kern é colaborador sênior do Gatestone Institute sediado em Nova Iorque. Ele também é colaborador sênior do European Politics do Grupo de Estudios Estratégicos / Strategic Studies Group sediado em Madri. Siga-o no Facebook e no Twitter.

Traduzido por Joseph Skilnik do artigo do Instituto Gatestone: Original em inglês: British Girls Raped by Muslim Gangs on "Industrial Scale"

Fonte: Instituto Gatestone

Divulgação: www.juliosevero.com

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Silas Malafaia choca com imagens fortes e afirma: “Nem gays ou negros, quem mais sofre violência são os cristãos”; Assista

O pastor Silas Malafaia publicou um vídeo com imagens chocantes do assassinato de cristãos pelos terroristas do Estado Islâmico para alertar os fiéis da perseguição que acontece contra os seguidores de Jesus ao redor do mundo.


No vídeo, Malafaia critica duramente a postura da presidente Dilma Rousseff (PT), que há dois anos discursou na Organização das Nações Unidas (ONU) e disse que existia no mundo um preconceito contra os muçulmanos.

“Em 2012, a presidente Dilma esteve na abertura da [Assembleia Geral] da ONU e na ocasião ela dá uma palavra dizendo que no mundo existe uma ‘islamobofobia’. Eu quero dizer que a presidente está um bocado, ou estava e continua um bocado equivocada. Desde aquela época, no mundo não tem um ‘islamofobia’. Tem sim, uma contrariedade com o radicalismo islâmico, não com as pessoas que tem a fé no islamismo. ‘Islamofobia’ não tem no mundo”, opina o pastor.

Na sequência, Malafaia reproduz dados sobre a perseguição religiosa contra cristãos no mundo: “Em 2013, foram assassinados no mundo, 115 mil cristãos por causa da sua fé. Nenhum grupo social [sofreu perseguição como os cristãos]. Não tem homossexuais, negros, ninguém. O grupo social que teve o maior índice de violência contra eles foram os cristãos. Repito: 115 mil cristãos assassinados no mundo em 2013 pela sua fé”.

O pastor também comentou o discurso da presidente na Assembleia Geral da ONU este ano e, novamente, a criticou por não mencionar a perseguição contra cristãos nos demais países: “90% da nossa nação é cristã. A presidente Dilma esteve agora em 2014 na ONU. Em 2012, ela falou e defendeu o pessoal da fé islâmica. Em 2014 [no seu discurso] não tem uma palavra para falar da ‘cristofobia’ que é real e verdadeira no mundo. Não tem uma palavra da presidente da nação onde 90% dos brasileiros são cristãos”, lamenta Malafaia.

“Mas aí vem o pior: ela tem uma fala ambígua. Numa entrevista com jornalistas ela diz que [com] os terroristas do Estado Islâmico não deve haver confrontação, e sim diálogo. Gente, deixa eu falar uma coisa pra vocês: o Estado Islâmico não é uma nação. É um grupo terrorista dos mais cruéis que assassina cristãos na Síria e no Iraque, cometendo genocídio, tanto é que as nações do mundo, numa coalizão, querem combatê-los. Com terrorista assassino não tem diálogo, tem enfrentamento. Lamento a omissão da fala da presidente Dilma com os assassinatos em massa de cristãos em 2013”, dispara o pastor.

Em sua conclusão, após mostrar cenas fortíssimas do assassinato de cristãos em países onde os radicais islâmicos atuam, Silas Malafaia protesta contra a candidatura de Dilma à reeleição: “Essa mulher, nem pra ganhar para síndico de prédio merece, que dirá para presidente da nação onde 90% da população é cristã. Isso é uma afronta, uma vergonha. Onde é que estão os líderes evangélicos e católicos?”, questiona.

Assista ao desabafo do pastor Silas Malafaia:




Atualização: O vídeo foi retirado do ar por PTistas, segundo o Pastor Silas Malafaia em seu Twitter. Segundo ele o PT “quer esconder os terroristas assassinos de cristãos que Dilma quer dialogar”.

O Gospel+ conseguiu uma cópia do vídeo original do Pastor Silas Malafaia censurado no Youtube. Assista aqui:

Com informações do: Gospel Mais

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Três freiras italianas estupradas e assassinadas no Burundi


Três idosas freiras italianas foram estupradas e brutalmente assassinadas no domingo e nesta segunda-feira em um convento de Kamenge, na periferia de Bujumbura, provocando horror na Itália e no Burundi.

"O assassino degolou no domingo duas freiras, a irmã Lúcia, de 75 anos, e a irmã Olga, de 83 anos, antes de atacar outra com golpes de pedra no rosto", declarou à AFP o vice-diretor-geral da polícia do Burundi, o general Godefroid Bizimana.

"O corpo de uma terceira religiosa decapitada foi encontrada às 3h00 da manhã desta segunda-feira no mesmo convento", acrescentou.

De acordo com o porta-voz da polícia do Burundi, o coronel Helmegilde Harimenshi, as três freiras foram estupradas.

Membros da Congregação das Irmãs de Maria, ramo feminino da ordem dos Xaverianos - do jesuíta São Francisco Xavier -, vivem no convento da paróquia católica Guido Maria Conforti de Kamenge, ao norte de Bujumbura.

Em Roma, as autoridades confirmaram a morte das três irmãs, bem como a identidade das duas primeiras.

De acordo com a diocese de Parma (Itália), as duas primeiras vítimas foram mortas durante uma tentativa de assalto liderada por "uma pessoa desequilibrada". Mas a polícia do Burundi assegurou que o assassino não roubou nada do local.

O padre Mario Pulcini, sacerdote italiano instalado em Kamenge, explicou que a terceira vítima, a irmã Bernadette Boggia, de 79 anos, o telefonou em torno da meia-noite, pois havia ouvido barulhos no convento.

Depois de ouvir gritos às 2h00, ele encontrou o corpo da irmã Bernadette em seu quarto, "deitado em uma poça de sangue, com a cabeça decapitada (...) e seu rosto com sinais de espancamento," continuou.

"Os criminosos haviam abusado dela como tinham violado as outras duas irmãs mais cedo", explicou o padre. "Como podem fazer isso a uma irmã de 80 anos?"
Duas outras freiras, uma ruandesa e outra congolesa, também dormiam no convento, mas não ouviram nada, segundo o padre.

A polícia identificou um jovem como o suspeito dos dois primeiros assassinatos e investigam as circunstâncias exatas do terceiro.

O Papa Francisco expressou seus sentimentos em uma mensagem ao bispo Evariste Ngonagoye, arcebispo de Bujumbura.

Ele elogiou as "fieis e dedicadas religiosas" e expressou "sua proximidade com a sua comunidade religiosa e às famílias das vítimas".
O ministro das Relações Exteriores italiano, Federica Mogherini, já havia expressado em comunicado sua "grande dor". "Mais uma vez assistimos ao sacrifício de pessoas que, de um compromisso total, passaram suas vidas a aliviar muito sofrimento que ainda paira sobre o continente zfricano", acrescentou.

"O Governo do Burundi está consternado com tal barbárie", declarou por sua vez o vice-presidente Prosper Bazombanza Burundi, que prometeu esclarecer o crime o mais rápido possível.

Três guardas da paróquia estão sendo interrogados, segundo Harimenshi.
O Burundi, pequeno país africano dos Grandes Lagos tem sua história marcada pela violência étnica, e acaba de sair de uma guerra civil em 2006.

Fonte: Yahoo

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Jogadores da Nigéria fazem campanha por meninas cristãs sequestradas

Jogadores da Nigéria fazem campanha por meninas cristãs sequestradas


Na última segunda-feira (16) a seleção da Nigéria estreou na Copa do Mundo jogando contra o Irã, o jogo terminou 0×0. Os jogadores em campo representando o povo nigeriano participam do mundial enquanto o país vive uma situação de terror.

Desde abril mais de 270 meninas encontram-se sequestradas por muçulmanos extremistas que fazem parte do grupo Boko Haram, responsável pela morte de milhares de nigerianos desde 2010.

O país está em estado de alerta por conta dos ataques com motivações extremistas que dividem o país. A Nigéria é formada por 49,3% de cristãos e 48,8% de muçulmanos.

O Boko Haram quer incluir a sharia no país, a lei radical islâmica, e para isso tem se empenhado em forçar a fuga de cristãos atacando igrejas e bairros de maioria cristã. Estima-se que o número de mortos nesses ataques passe de 12 mil.

O jogador Onazi é o volante da seleção da Nigéria. Como cristão, o atleta usou o Twitter para participar da campanha que pede a devolução das crianças posando com um cartaz que dizia “tragam de volta nossas meninas”.

“Eu quero todos vocês mostrando ao mundo fotos com ‘Tragam de volta nossas meninas’ escrito em seus cartazes. Como podemos trazer nossas crianças de volta? Como podemos integrar nossas irmãs quando elas voltarem? Como podemos evitar novos problemas?”, escreveu Onazi.

A maioria dos jogadores da Nigéria é cristã, mas há atletas muçulmanos como o atacante Musa. Apesar das diferenças religiosas, os atletas mostram que é possível vencer a diferença e se tratar com respeito e amizade.

“No futebol não há religião. É por isso que eu amo o futebol. Você precisa trabalhar junto com as outras pessoas como um time”, disse Musa que é filho de uma cristã.

Informações: cpad news

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Pornografia gera divórcios de cristãos, sendo a principal razão das separações, diz cineasta

Cineastas cristãos avaliam que a epidemia pornográfica é um mal maior que as pessoas pensam
 
Pornografia
(Foto: Reprodução)
Símbolo contra a pornografia
Ao lançar um DVD que analisa e critica o conteúdo pornográfico na internet, cineastas cristãos apontam que a "epidemia" da pornografia é um mal muito maior do que as pessoas pensam, ao destacá-la como o principal fator para contribuir com divórcios entre cristãos.

Dedicados em orientar sobre a forma ideal de lidar com relacionamentos, os cineastas se dedicam a um programa de ensino sobre a pureza sexual, em parte como uma resposta às estatísticas que mostram que boa parte de pastores e homens cristãos confessaram consumir pornografia ao menos uma vez por semana.

Ao avaliar a situação, Jeremy Wiles, um dos diretores, ressalta que "as estatísticas chocantes" mudaram sua maneira de encarar a situação, chegando a conclusão de que deveria ir mais a fundo, para sanar o problema antes que seja tarde. "Nós podemos ser a geração que muda a estatística", resume.

Para combater a pornografia, os cineastas tem a determinação de outros grupos que também encaram os efeitos nocivos da pornografia como um forte perigo, como disse Heath Lambert, diretor executivo da Associação de Conselheiros Bíblicos Certificados nos EUA, que chamou a pornografia de "maior crise moral na igreja de hoje".

Lambert constata que o perigo está no lado oculto do consumo da pornografia, quando as pessoas acessam o conteúdo impróprio sem ninguém saber, se afundando no vício do pecado. "Eu acho que é uma espécie de pecado que o apodrece na escuridão. E assim, na camada de trevas, onde se pensa que ninguém tem que saber, é onde se causa o estrago", reflete.

A série de DVDs Conqueror Series (Série Conquistar, em tradução livre) está sendo organizada pelo pastor Dr. Ted Roberts, que aconselhou homens sobre pornografia por mais de trinta anos. Roberts explica que o DVD servirá "para dar aos homens um plano de batalha para a pureza".

A série traz entrevistas com líderes de igreja e cientistas do cérebro, que investem na proposta de que para tratar a pornografia não se deve pensar em mudança de comportamento, mas em uma "transformação do coração", tendo como base princípios baseados na Bíblia.


Informações do: the christian Post


sexta-feira, 30 de maio de 2014

Incêndio danifica gruta onde Jesus nasceu em Belém

O papa Francisco visitou o local dois dias antes durante sua viagem pela Terra Santa


A visita do Papa Francisco a Israel causou algumas manifestações e uma igreja foi incendiada no Monte Sião, um pouco antes do representante católico deixar a cidade, isso na segunda-feira (26).

Na madrugada da terça-feira outro ponto de peregrinação para os cristãos pegou fogo. Dessa vez as autoridades acreditam em incêndio acidental afirmando que uma lâmpada de óleo caiu no chão e pegou fogo no interior da Gruta da Natividade, que fica em Belém.

O papa esteve na Gruta no domingo, em seu segundo dia na Terra Santa. Belém foi a segunda cidade visitada pelo Papa durante a viagem que durou três dias, na cidade, que pertence à Cisjordânia, o líder católico falou em paz e combinou um encontro com o presidente palestino Mahmoud Abbas e com o presidente israelense Shimon Peres.

Gruta da Natividade

O incidente na gruta acabou chamuscando uma pintura mural, mas logo foi controlado.

Com informações Folha / gospel prime

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Atualização do caso dos cristãos assassinados em Malatya

O dia 18 de abril desse ano foi a data do sétimo aniversário dos assassinatos dos cristãos Necati Aydin, Ugur Yuksel e Tilmann Geske em Malatya, na Turquia. Neste dia, centenas de fiéis turcos participaram dos cultos em memória, realizados nos túmulos de Ugur em Elazig e Tilmann, em Malatya

A imprensa esteve no local registrando o fato, e um parente de Ugur aceitou um Novo Testamento como presente. Aconteceram consequências significativas após os assassinatos e os cristãos turcos expressaram seus agradecimentos pelas mudanças de atitude em relação a eles em particular, com uma redução acentuada da inimizade contra eles e uma maior aceitação dentro da sociedade turca.

O porta-voz de imprensa da Associação de Igrejas Protestantes da Turquia, Soner Tufan, fez uma declaração reafirmando o desconforto que a comunidade cristã turca sente em relação ao longo julgamento ainda sem veredito e sobre o fato dos cinco homens presos na cena do crime terem sido libertados após uma mudança na lei.

A declaração mostrou ainda que a justiça não parece ter sido feita. Lembre-se que os cinco acusados foram libertados em março após uma mudança legal que reduziu o período máximo de detenção durante um julgamento de dez para cinco anos. Quatro dos réus estão com uma braçadeira eletrônica, e o outro deve se comunicar com a justiça diariamente ligando do telefone de sua casa. Após as alterações legais, um novo juiz e júri foram nomeados, e a próxima audiência está prevista para junho.

Apesar das frustrações com o processo judicial e a tristeza associada à morte dos três cristãos, houve uma atmosfera alegre na abertura de uma igreja em Malatya em sequência aos cultos memoriais. Os moradores locais se misturaram aos cristãos na abertura formal da igreja.

Pedidos de oração

Ore para que as famílias e os amigos dos cristãos assassinados tenham paz e reconheçam a presença de Jesus, especialmente no processo de julgamento.


Peça pela comunidade cristã em Malatya, para que continue sendo testemunha fiel.


Interceda pelo juiz e o júri recém-nomeados, para que eles entendam as complexidades do caso e ajam com justiça.


Clame para que todos aqueles que ajudaram ou perpetraram o assassinato tenham uma profunda convicção do erro que cometeram, e busquem o perdão de Jesus.


Fonte: Middle East Concern / Portas Abertas

domingo, 27 de abril de 2014

Cantora pop encarna diabo em vídeo e quer ser divindade para seus fãs

Vídeo de Sheesus traz Lilly Allen na versão feminina de Jesus

Vídeo de Sheesus traz Lilly Allen 
na versão feminina de Jesus


Cantora encarna diabo em vídeo e quer ser divindade para seus fãs

Mensagens subliminares não são novidade em clipes de música. Letras com trocadilhos e duplo sentido também não. Para quem não fala inglês talvez muito disso não importe.

Contudo, a cantora pop inglesa Lilly Allen está chamando atenção da mídia com sua nova música justamente por isso. Na terça-feira (22), Allen lançou o vídeo da música “Sheezus”, que dá nome ao seu próximo disco. Trata-se de um trocadilho com a palavra (she) e Jesus, ou seja, um “Jesus mulher”.

Para alguns, a letra mostra apenas a insatisfação da cantora de ter de concorrer num mercado tão povoado de estrelas como Rihanna, Katy Perry, Beyoncé e Lady Gaga. Todas elas mencionadas na letra da canção, onde Allen diz que veio para assumir o primeiro lugar em popularidade.

Não é à toa que a letra da canção diz “Ficar em segundo não é o bastante para as divas”. Contudo, não é apenas uma provocação a outras cantoras. O lançamento mundial do álbum ‘Sheezus’ deve ocorrer dia 2 de maio e a música em breve deve estar em todas as paradas (e rádios) do mundo.

Em entrevistas anteriores, Lily havia explicado que a opção pelo nome Sheezus seria para marcar sua tentativa de ser “uma nova divindade da música pop”.

Com efeitos de animação um tanto toscos para os dias de hoje, a cantora se mostra meio neon, meio alienígena (Avatar), ora com olhos de cobra, ora com chifres… Perto dos dois minutos e 45 segundos do vídeo, sua imagem se assemelha muito a imagem popular de Satanás. Além disso, uma cruz invertida é projetada em sua testa durante alguns segundos.

Quando analisada de perto, é possível ver que a letra tem várias referências a questões espirituais: “Ficar em segundo não é o bastante para as divas/ Me dê a coroa, vadia/Eu quero ser Sheezus (Jesus mulher)/ Seja legal comigo, e eu posso te fazer meu discípulo/ Estou entediada de novo, saia por aí e diga/ Aos seus amigos para se juntarem à nós/Se entreguem para mim, eu sou a sua líder/ Me deixe ser a Deusa”. Some-se a isso o fato de ela ter posto um jesus crucificado e mumificado em vídeo anterior (Air Baloon).

Curiosamente, em 2011 a mesma Lilly Allen falava em como havia se convertido, largado as drogas que frequentava uma igreja cristã na Inglaterra.

Por uma estranha coincidência, o novo vídeo de Allen é lançado no mesmo mês que o clipe da música “G.U.Y”, da cantora americana Lady Gaga, cuja letra faz invocações pagãs e apresenta imagens com fortes referências sexuais. Perto da metade, aos 2 minutos, Gaga aparece “ressuscitando” Jesus. Seu sangue é colhido para uma espécie de clonagem que produzirá centenas de cópias biológicas deles no final do vídeo.


Assista (o conteúdo pode ser considerado ofensivo):




Fonte: Gospel Prime

domingo, 5 de janeiro de 2014

Bebê leva 90 tesouradas da mãe, após morder seu seio


O caso que será apresentado agora, nos mostra um verdadeiro ato de crueldade, realizado pela própria mãe, no livro de Mateus 24:12, E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará.

O bebê de apenas 8 meses de idade, sobrevive após ter recebido 90 tesouradas, onde 95% no rosto.

O bebê foi encontrado pelo tio, no quintal de casa, todo coberto de sangue.

Esse tipo de noticia nos comove e nos alerta de que o fim do mundo estar próximo, e aguarde a volta de Jesus Cristo



Com informações do: A volta de Jesus Cristo

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Marisa Lobo critica Amor & Sexo da Rede Globo por exibir corpos nus

Concorrente Record trabalhou o tema no informativo Domingo Espetacular


A psicóloga cristã Marisa Lobo utiliza as redes sociais para espalhar uma campanha contra o nu feminino e masculino exibido pelo programa Amor & Sexo da Rede Globo no dia 3 de outubro. A atração é comandada pela modelo e apresentadora gaúcha Fernanda Lima, de 36 anos, e, na ocasião, discutiu a vergonha que muitas pessoas sentem ao se despir e como isso pode afetar as relações sexuais.

A líder religiosa, que defende a família, postou os seguintes comentários no microblog Twitter no domingo (13): “Foi horrível as cenas dos PELADOS que a @rede_globo mostrou no dia 03/10. Foi um desrespeito a população. Parabéns @tvrecord por denunciar [...] A @rede_globo está perdendo o respeito a população Brasileira. É uma TV aberta e foi nojento #VergonhaAlheia”. E ainda completou: “No programa AMOR E SEXO onde a @rede_globo mostrou o NÚ FRONTAL, houve atentado ao pudor. É o tal desespero por AUDIÊNCIA [...] politicamente incorreto, desrespeito”.

A concorrente midiática, Rede Record, exibiu no informativo Domingo Espetacular uma reportagem sobre o assunto, abordando as consequências legais da exposição dos corpos na TV Globo e comparando a repercussão do caso com o trabalho do cirurgião plástico Robert Rey, conhecido como Doutor Hollywood.

O tema divide opiniões: “Assiste quem quer, E mais fica pelado quem quiser também! Não gosta não assiste!” afirmou Dalberto Silva Junior; “Não vejo no nu uma apelação, o sexo ao vivo sim, que não é esse caso”, refletiu Jonathan Lima; já Helena Rabelo considerou “Reflete a podridão e decadência desse lixo chamada rede globo. Apelação vulgar, pobre e sem sentido”.

Na página do Facebook da Marisa Lobo, o assunto foi curtido por mais de 200 pessoas, compartilhado por 150 internautas e recebeu mais de 150 comentários em cerca de 12 horas, segundo dados coletados nesta segunda-feira (14).

No mesmo dia, Otaviano Costa, marido da atriz Flávia Alessandra, foi ao palco do Amor & Sexo, fez um striptease, ficou um tempo de tanguinha e também esteve absolutamente nu. 

Com informações do Christian Post

terça-feira, 23 de abril de 2013

Abandonada, idosa comeu até grama para sobreviver, dizem vizinhos

Enteada deve ser ouvida nos próximos dias; pena pode chegar a 4 anos.




Uma mulher de 93 anos aguarda vaga em um abrigo para idosos desde a última semana, quando foi encontrada suja e com fome em frente ao barraco onde morava em Sobradinho II, no Distrito Federal. Vizinhos dizem que ela foi abandonada pela enteada e que, sem comida, chegou a comer grama para se alimentar. O caso é investigado pela Polícia Civil.

A mulher foi socorrida por militares na quarta-feira, depois que moradores da AR 17 denunciaram que ela passou a ficar na porta de casa reclamando da falta de cuidados. Um deles, que não quis se identificar, contou que a enteada da mulher se mudou com o marido há dois meses e só voltava à residência nos dias em que a idosa recebia o valor referente à aposentadoria.

"É pouquinho, mas acho que já seria suficiente para ela levar uma vida digna longe disso tudo. Os filhos da outra lá vivem vindo aqui para atormentá-la, até mesmo agredir. A gente se cansou de vê-la sofrendo, ver ela passando por isso tudo no fim da vida, e chamamos polícia e bombeiros nós mesmos", conta.

Os policiais levaram a mulher para o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). Lá, uma psicóloga afirmou que já conhecia a história dela e que não era a primeira vez que a idosa ia para o local por maus tratos.

O caso foi registrado na 35ª Delegacia de Polícia, que já identificou a enteada da vítima. A mulher, de 60 anos, mora na Vila Dnox, em Sobradinho, e tem sete filhos. Ela deve ser ouvida nos próximos dias. Se comprovado que houve maus tratos e abandono de incapaz, ela pode pegar até quatro anos de prisão.

A ocorrência deve ainda ser encaminhada ao Ministério Público, segundo a polícia. A Secretaria de Direitos Humanos informou que a idosa vai ficar em uma Unidade de Acolhimento para Mulheres até haver vaga em um asilo.

FONTE: G1 / MN

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

DENÚNCIA - Virgindade de meninas indígenas custa somente R$ 20 no Amazonas

SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA/BRASIL - No Brasil, enquanto a brasileira Catarina Migliorini, de 20 anos, residente no Estado de Santa Catarina, Sul do Brasil, leiloou sua virgindade pela Internet e conseguiu faturar R$1,5 Milhão, pago por um japonês de 53 anos, na região do Amazonas, extremo Norte do País, a virgindade de uma menina custa apenas R$20,00, segundo a jornalista Kátia Brasil.

Ela diz que, no município amazonense de São Gabriel da Cachoeira, na fronteira do Brasil com a Colômbia, um homem branco compra a virgindade de uma menina indígena com aparelho de celular, R$ 20, peça de roupa de marca e até com uma caixa de bombons.

A pedido das mães das vítimas, a Polícia Civil apura o caso há um ano. No entanto, como nenhum suspeito foi preso até agora, a Polícia Federal entrou na investigação no mês passado.

Doze meninas já prestaram depoimento. Elas relataram aos policiais que foram exploradas sexualmente e indicaram nove homens como os autores do crime.

Entre eles há empresários do comércio local, um ex-vereador, dois militares do Exército e um motorista.

As vítimas são garotas das etnias tariana, uanana, tucano e baré que vivem na periferia de São Gabriel da Cachoeira, que tem 90% da população (cerca de 38 mil pessoas) formada por índios.

Entre as meninas exploradas, há as que foram ameaçadas pelos suspeitos. Algumas foram obrigadas a se mudar para casas de familiares, na esperança de ficarem seguras.

A reportagem conversou com cinco dessas meninas e, para cada uma delas, criou iniciais fictícias para dificultar a identificação na cidade.

M., de 12 anos, conta que "vendeu" a virgindade para um ex-vereador. O acerto, afirma a menina, ocorreu por meio de uma prima dela, que também é adolescente. "Ele me levou para o quarto e tirou minha roupa. Foi a primeira vez, fiquei triste."

A menina conta que o homem é casado e tem filhos. "Ele me deu R$ 20 e disse para eu não contar a ninguém."

P., de 14 anos, afirma que esteve duas vezes com um comerciante. "Ele me obrigou. Depois me deu um celular."

Já L., de 12 anos, diz que ela e outras meninas ganharam chocolates, dinheiro e roupas de marca em troca da virgindade. "Na primeira vez fui obrigada, ele me deu R$ 30 e uma caixa com chocolates."

DEZ ANOS

Outra garota, X., de 15 anos, disse que presenciou encontros de sete homens com meninas de até dez anos.

"Eu vi meninas passando aquela situação, ficando com as coxas doloridas. Eles sempre dão dinheiro em troca disso (da virgindade)."

P. aceitou depor na PF porque recebeu ameaças de um dos suspeitos. "Ele falou que, se continuasse denunciando, eu iria junto com ele para a cadeia. Estou com medo, ele fez isso com muitas meninas menores", afirma.

Familiares e conselheiros tutelares que defendem as adolescentes também são ameaçados. "Eles avisaram: se abrirem a boca a gente vai mandar matar", diz a mãe de uma menina de 12 anos.

Exploração sexual de índias é denunciada desde 2008

A situação das meninas indígenas exploradas sexualmente é conhecida como um caso de impunidade na isolada São Gabriel da Cachoeira (AM), na fronteira do Brasil com a Colômbia.

Na Polícia Civil, três inquéritos foram abertos, mas nenhum dos nove suspeitos foi preso nem indiciado. O delegado titular da cidade, Normando da Barbosa, afirma que pediu a prisão de um suspeito, mas ele fugiu da cidade. Os demais nunca prestaram depoimento.

Os crimes de estupro de vulnerável e exploração sexual têm penas previstas de quatro a dez anos de reclusão. A irmã Giustina Zanato, 63, presidente do Conselho Municipal de Defesa da Criança e do Adolescente, diz que os casos são denunciados desde 2008.

"Fomos procurar a Justiça. Lá disseram que deveríamos ficar quietinhos no nosso lugar, que isso acontecia todos os dias", afirma Giustina.

Promotora de Justiça de São Gabriel, Christina Dolzany diz que ouviu depoimentos de dez meninas. "É uma coisa animalesca e triste, algumas delas relatam que perderam a virgindade nessa situação de exploração."

Algumas meninas, segundo Christina, já estão recebendo assistência psicológica. O procurador federal Júlio José Araújo Junior, que atua no direito indígena, determinou a abertura de inquérito.

"A investigação pela PF se deve muito pela insatisfação da sociedade com as investigações que não andaram [na Polícia Civil]. Os acusados são pessoas que têm certo poder dentro da cidade, o que intimida qualquer tipo de denúncia", disse o procurador.

O delegado titular em São Gabriel atribui a morosidade da investigação à dificuldade de encontrar as garotas. "Passamos 30 dias para localizar quatro meninas. Apenas uma delas fez o exame de corpo de delito para comprovar a conjunção carnal. Assim fica difícil, elas mesmo dificultam."

CABEÇA DE CACHORRO

São Gabriel da Cachoeira fica no Alto Rio Negro, região rica em minérios que abriga a maior população indígena no Brasil. São 22 etnias, daí 90% da população ser formada por índios, incluindo o prefeito e o vice-prefeito do município.

A região, também conhecida como Cabeça do Cachorro, é estratégica para as Forças Armadas do Brasil, pois é alvo do tráfico de drogas e de incursões de guerrilheiros.

Em muitas aldeias não há escolas e opções de sustento o que leva as famílias à cidade. Lá, encontram a exclusão. Os brancos formam a elite, em sua maioria funcionários públicos e militares. Os índios sobrevivem com ajuda de programas sociais e moram em casebres de chão de terra batida e sem água encanada.

O alcoolismo e o suicídio entre eles são o maior drama social local.

ANTONIO CARLOS LACERDA é correspondente internacional do PRAVDA.RU no Brasil.

Com informações do  PRAVDA.RU no Brasil

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Em protesto, Governadora pede castração de estupradores de jovem na Índia

A Índia permanece comovida pelo caso de estupro, há 15 dias




A governadora do estado indiano de Tamil Nadu, J.Jayalalithaa, pediu nesta terça-feira a castração dos agressores sexuais após a morte no sábado da jovem cuja violação revoltou a população da Índia.

"Vamos pedir que a lei tenha emendas e passe a permitir a castração química dos estupradores", disse Jayalalithaa em comunicado, no qual também propôs o início de um mecanismo de julgamentos rápidos para esse tipo de crime.

Nesse sentido, a chefe do governo regional se mostrou partidária de que "se revisem os casos de assédio sexual que continuam pendentes nos tribunais, para que se acelerem os processos e se faça justiça o mais rápido possível".

A declaração de Jayalalithaa acontece depois que a imprensa local publicou ontem que o Partido do Congresso, de situação, estuda a aprovação de uma lei que permita a castração dos violadores em determinados casos.

A Índia permanece comovida pelo caso de estupro, há 15 dias, de uma jovem por seis homens quando voltava para casa em um ônibus do qual os agressores a jogaram em movimento, o que a deixou em estado grave.

Após ser operada várias vezes em Nova Délhi, a jovem, de 23 anos, foi transferida a um hospital de Cingapura, onde morreu.

O fato gerou uma onda de indignação sem precedentes na Índia, onde nas últimas duas semanas houve muitas manifestações de protesto contra a falta de ação policial em defesa de mulheres que sofrem assédio sexual.

Com informações do Meio Norte

sábado, 29 de dezembro de 2012

Biblioteca Virtual sobre Tráfico Humano

Dentro de nossa visão de denunciar e promover a informação e discussão pública sobre o Tráfico de Pessoas, um dos crimes mais negligenciados pelos governos e órgãos competentes, no Brasil e no mundo, criamos no site Scribd uma pasta reunindo materiais gratuitos (livros, relatórios, estudos, etc.) sobre o tema do Tráfico Humano. Reunimos materiais em três línguas: português, espanhol e inglês. Você pode fazer o download dos documentos, ou lê-los online.

Acesse a Biblioteca Tráfico Humano: http://pt.scribd.com/collections/3928801/Biblioteca-Trafico-Humano


Com informações do: Cidadania Evangélica

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Jornalista denuncia: Brasil tem o maior escândalo de direitos humanos do mundo

Após produzir documentário ganhador de prêmio na TV, repórter e escritor retorna ao Brasil em defesa da vida dos índios de tribos isoladas.


O jornalista australiano Paul Raffaele presente na audiência pública na Comissão de Direitos Humanos no dia 29 de novembro, na quinta-feira. Ele manifestou repúdio com o que chama de tolerância do governo brasileiro à prática do infanticídio em tribos isoladas.
Por duas semanas o jornalista e escritor premiado esteve no sudoeste da Amazônia gravando documentário para uma TV da Austrália. Conheceu de perto os índios da etnia Suruwahá, uma tribo que a exemplo de outras, também pratica o assassinato de recém-nascidos.
Há 50 anos Raffaele visita tribos isoladas em dezenas de países, mas enfatiza que ainda não havia se deparado com nada parecido com o que encontrou no Brasil. Ele discorda da política da FUNAI – Fundação Nacional de Assistência ao Índio - e do governo brasileiro em manter as tribos indígenas isoladas da civilização. Dessa forma, ele entende que o Brasil concorda e aprova essa, que é uma das piores violações dos direitos humanos do mundo.
Paul também aponta que a FUNAI e governantes negam que exista infanticídio nos dias de hoje; informação que ele contesta com veemência, uma vez que testemunhou esse costume sendo aceito, incentivado e praticado especialmente entre os Suruwahá.
O senador Magno Malta, quem requereu a audiência, apóia o princípio que a cultura é sempre menor que a vida, e que toda defesa à mote é injustificável.
Membros do ministério público, do Conselho Nacional de Justiça e parlamentares vendo a grandeza e gravidade do assunto afirmaram que, debates irão acontecer dentro de seus respectivos órgãos, para o desenvolvimento de projetos e politicas que possam levar cidadania a tribos indígenas isoladas.
Nós da redação lembramos que artigos publicados na internet e revistas impressas fizeram, tempos atrás declarações difamatórias e desqualificativas do trabalho da JOCUM, chegando até mesmo a classificar a presença nas tribos indígenas dos missionários de “nefasta”. E ainda, o absurdo de associar o infanticídio entre os Suruwahá e a missão JOCUM, conhecida e respeitada há décadas no Brasil e internacionalmente por seus esforços voluntários na esfera da evangelização urbana e transcultural. É sabido que a prática em abandonar na floresta, enterrar vivas ou envenenar as crianças nascidas deficientes, gêmeas e mesmo filhas de mães solteiras, faz parte da tradição cultural não só da tribo Suruwahá, mas de várias outras etnias.
A JOCUM esteve entre os índios justamente pra combater essa violação, mas acabou sendo proibida de atuar sob a alegação de interferência cultural indevida. Os mesmos veículos de notícia, tempo após a verdadeira expulsão dos missionários divulgaram tendenciosamente que com a saída da JOCUM (Jovens com Uma Missão), suicídio e mortes haviam cessado. Para quem conhece o trabalho desta missão e o contexto real da atuação da FUNAI na causa indígena, sabe que só pode existir interesses políticos por esse desserviço. Paul Raffaele, ouvido com exclusividade por nossa reportagem declarou que, “os índios gostam e pedem a volta dos missionários, para que ouçam mais sobre o amor de Deus e o evangelho, mas os funcionários da FUNAI, dizem que não, que eles (missionários) devem sair. Paul concluiu perguntando: -” Afinal, quem são os verdadeiros caciques; os índios ou funcionários da FUNAI?

Confira no vídeo abaixo a declaração completa de Raffaele.


Lista das 10 postagens mais populares desde à criação do Blog

Pegue uma Bíblia e descubra Como ir para o Céu

O plano de Deus para a sua salvação

Primeiro você precisa saber:

1) Boas obras não salvam (Efésios 2:8,9 / João 14:6 / Tito 3:4-7)

2) Todos pecaram inclusive você (Rom 3:23)

3) E por isso todos estão indo para a morte eterna (o Inferno) (Rom 6:23)

4) Mas Deus nos amou tanto que enviou Jesus Cristo para nos salvar (João 3:16 / João 14:6 / Romanos 5:8 / Lucas 5:32)

E assim se você...

1) ... se arrepender e confessar que é pecador, (2 Cor 7:10 / 1 Jo 1:9)

2) ... crer que Jesus é o Filho de Deus (Rom 10:9)

3) ... e pedir a Ele: “Jesus me perdoa, me salva!” (Rom 10:13 / Lucas 23:33-43)

Então você será salvo!

1) Todos os seus pecados serão perdoados e lavados pelo sangue de Jesus (I João 1:7 / Marcos 1:40-42)

2) Você terá vida eterna no céu com Deus (João 3:16 / João 14:2-6)

3) A salvação não se perde jamais (João 10:27-30)

“Eis aqui agora o dia da salvação” (2 Cor 6:2)

Ninguém sabe quanto tempo vai viver, não adie a maior decisão que você tem a tomar na vida. Converse com Deus em uma oração simples, se arrependa, confesse, creia e clame “Jesus me perdoa, me salva, me lava, me transforma!” E assim você poderá ter absoluta certeza da salvação.

Fonte: Editora Elim – www.editoraelim.com.br – (21) 2415-7923

FOLHETO: ESTA FOI A SUA VIDA!

VOCÊ TEM UM TEMPINHO PARA VER?

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