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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Internautas criticam Globo por cenas picantes em série do Fantástico: “Fim dos Tempos”; Confira


No último domingo, o programa Fantástico estreou a série de dramaturgia “Eu Que Amo Tanto” – baseada em fatos reais -, que conta a história de mulheres que se apaixonaram de forma obsessiva e se prestaram a tomar iniciativas questionáveis.

A produção da TV Globo mostrou no primeiro episódio, a história de Leididai, “uma moça tímida que se apaixona pelo presidiário Zé Osmarino” e que “nas visitas ao amado, na prisão, ela encontra sua liberdade”.

No entanto, o que o resumo da emissora não mostrava eram as cenas picantes, nudez, sexo e violência doméstica levadas ao ar antes das 22h, em um programa de classificação livre.

Nas redes sociais, internautas indignados com a postura da emissora criticaram tanto o horário quanto o conteúdo da série de dramaturgia. “Qual o objetivo do Fantástico de fazer uma série dessa meu Deus? Ficar humilhando mulher?”, questionou uma usuária do Twitter.

A identificação do Fantástico como “programa de família” ao longo das últimas décadas foi questionada por outra internauta: “Meu Deus gente, que isso no Fantástico, isso não é programa de família não?”.

O episódio de estreia, com a atriz Mariana Ximenes no papel da protagonista, foi considerado por uma internauta como pior que baixaria: “Meu Deus que p#####a é essa no Fantástico? O fim dos tempos está próximo”, resumiu. Alguns usuários do microblog usaram as publicações do próprio Fantástico no Twitter para protestar: “Bem forte para o horário, né Globo? Mas o que vocês entendem de família né? Nada!”, disparou um rapaz, que foi acompanhado por outro no teor das críticas à série veiculada pela emissora no programa dominical: “Tirem as crianças da sala quando começar o Fantástico”, sugeriu.

Com informações do:  Gospel +

Crescimento do uso de redes sociais pelos crentes aumenta risco de heresias

O uso inadequado das redes sociais tem fortes indícios de ligações com o declínio estatístico na frequência às igrejas, segundo estudo.


Um estudo recentemente publicado confirma o perigo de que muita gente já desconfiava, mas ao qual faltava fundamentação: o uso inadequado das redes sociais acompanha o declínio estatístico na frequência às igrejas. O cientista Allen Downey, da Olin College de Engenharia da Computação, em Massachussets (EUA), encontrou fortes indícios de que a queda na filiação religiosa tem ligações com o aumento do uso da internet e, particularmente, de ferramentas como Facebook e Twitter, que não só tomam tempo excessivo das pessoas como as expõem a uma série de informações, conceitos e comportamentos prejudiciais à fé cristã. "O aumento do uso da rede mundial nas últimas duas décadas causou grande impacto na filiação religiosa", defende o pesquisador. Ele traçou paralelos entre a importância crescente das redes sociais no cotidiano das pessoas e a sua expressão de fé – e a correlação entre uma e outra ficou clara – em alguns cruzamentos de dados, o absenteísmo à igreja, entre usuários cristãos ativos de redes sociais, beira os trinta por cento. "É fácil imaginar que uma pessoa que foi educada em uma determinada religião possa se afastar dela, mas a proporção atual foge das tendências ao longo da história", conclui Downey.

Isso é apenas uma ponta do iceberg. Desde que as redes sociais entraram no ar para valer – a maior delas, o Facebook, acaba de completar dez anos e já contabiliza 1,2 bilhão de usuários –, seu uso, para todos os fins, só faz crescer. Pesquisa da Intel mostrou que os brasileiros são os que mais discutem religião na internet móvel e nas redes sociais. Tamanha multiplicidade de possibilidades tem tornado possíveis mudanças em diferentes aspectos relacionados à vida humana – inclusive, claro, a fé e a espiritualidade. "Já se pode falar em uma 'religiosidade cibernética', formato para expressão da fé surgida com o avanço da internet e das novas tecnologias", aponta a jornalista e doutora em Comunicação Social Magali do Nascimento Cunha, membro da Igreja Metodista e professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Metodista de São Paulo. Para ela, no ambiente virtual, isso significa uma nova dimensão no controle do sagrado e da doutrina, prerrogativa secularmente consolidada nas mãos da instituição religiosa e do líder espiritual. "Basta ter uma conta sem custo nas mais populares redes sociais digitais, como Facebook ou Twitter, e o espaço está garantido para a livre manifestação".

Nessa FaceChurch sem templo e sem púlpito, prossegue Magali, as tradições teológicas passaram a ser relativizadas, bem como a autoridade dos líderes clássicos. "Questionamentos são feitos a todo tempo, doutrinas e posturas teológicas contrários às perspectivas denominacionais são pregadas". Já é possível encontrar, por exemplo, comunidades virtuais como a Igreja Evangélica Virtual Deus Todo-poderoso, que oferece serviços como pedido de oração e aconselhamento. Entre os católicos, qualquer fiel já pode realizar o sacramento da confissão ou acender velas virtuais nas páginas do Face, e que procura algo mais moderninho – para dizer o mínimo – pode acessar a página do grupo Cristãos Libertos, cujo objetivo, dizem os mantenedores, é "demonstrar que o sexo antes e fora do casamento não é pecado". Nos comentários, é possível encontrar coisas de todo tipo, desde acusações de perversão sexual até elogios à postura "ousada e libertadora" do grupo. CRISTIANISMO HOJE tentou contato com os responsáveis pelo Cristãos Libertos, mas não obteve resposta. Já o responsável pela página da Igreja Evangélica Virtual, Dagoberto Prata, diz que realiza o trabalho sem nenhum interesse pessoal e que age sozinho, sem vínculo com igreja ou religião.

É claro que grande parte das pessoas que interage espiritualmente através das redes sociais tem a melhor das intenções e deseja, apenas, aprender mais sobre o Cristianismo e compartilhar a fé, discutir temas ligados à espiritualidade e manter contato com irmãos de perto e de longe. A pesquisa da Intel revelou que 39% dos entrevistados afirmaram ter o hábito de tratar do tema religião em celulares e tablets. Outro fator revelado pelo estudo é o grande número de brasileiros que admitem manter, no ambiente virtual, uma personalidade diferente daquela da vida real – cerca de 33 por cento. E outros 23% admitem postar informações falsas nas redes sociais de que participam. "A falta de ética e respeito pelos valores cristãos torna as redes sociais um caminho perigoso que pode levar até ao afastamento da fé e à apostasia", adverte o pastor e escritor João Chinelatto, de Brasília, que faz de sua página no Face e do Twitter, no qual diz ter 75 mil seguidores, uma extensão de seu ministério. "Existem obreiros fraudulentos, que usam essa ferramenta para enganar e se aproveitar da boa fé de muitos evangélicos."

BOATOS E HERESIAS

Segundo a Socialbakers, uma das maiores empresas de análise de público e tecnologia digital do mundo, o país é o vice-líder em acessos no Facebook, reunindo quase 80 milhões de usuários registrados na bilionária rede social. Líderes evangélicos já descobriram que as redes sociais são uma extensão praticamente ilimitada de seus púlpitos. Hoje, pastores já contabilizam milhões de seguidores no Twitter e têm suas páginas no Face acessadas por multidões que jamais caberiam numa igreja. O pastor e conferencista Cláudio Duarte, conhecido por suas mensagens bem humoradas sobre vida cristã e sexualidade, tem quase 1,7 milhão de fãs. Os polêmicos bispo Edir Macedo, da Igreja Universal, e pastor Silas Malafaia, da igreja Vitória em Cristo, também arrastam multidões no Face e no Twitter. No microblog, tem aumentado exponencialmente as discussões sobre religião. A R18, empresa de monitoramento e análise de dados sediada em São Paulo, aferiu o pertencimento religioso de quem faz postagens desse tipo: 41% são veiculadas por católicos e 28,7%, por evangélicos, o que representa um aumento percentual ainda maior do segundo grupo.

"Não há nenhum outro grupo no Brasil com mais poder de mobilização na rede social do que os evangélicos", destaca o blogueiro Danilo Fernandes, editor do site Genizah, especializado em apologética e informação para o público cristão. "Há um enorme poder multiplicador, e as notícias, entre nós, se propagam rapidamente". De acordo com Danilo, isso acontece porque o crente, em geral, dá muita credibilidade ao que outros evangélicos dizem. Assim, uma notícia, novidade ou simples boato pode ganhar força de verdade. Foi assim, por exemplo, quando correu no Facebook a notícia de que o presidente americano, Barack Obama, teria anunciado que apenas as pessoas que tivessem implantado um microchip sob a pele teriam acesso a serviços de saúde no país. Alardeado pelos crentes como a marca da besta, prevista no Apocalipse, o boato mobilizou as páginas dos evangélicos até sucumbir por falta de comprovação. Muita gente também postou retumbantes "glórias a Deus" ante a informação de que 16 pessoas mortas nas enchentes na Região Serrana do Rio de Janeiro, há três anos, haviam ressuscitado graças às orações das igrejas locais. Infelizmente, nem elas e nem nenhuma outra das quase mil vítimas fatais voltaram à vida.

Para Danilo Fernandes, um dos maiores perigos dessa busca religiosa pelas redes sociais é justamente a falta de controle e a disseminação de heresias. "Isso está em todo lugar. Até gente com perfis fake atraem seguidores", aponta. Conhecido por sua mensagem radical, o blogueiro Julio Severo é um desses livre-pensadores que expõem, na grande rede, as mais diversas ideias. Ninguém conhece seu verdadeiro nome, como se sustenta e como vive sua fé. A pregação furiosa contra o homossexualismo já lhe rendeu diversos problemas – em entrevista a CRISTIANISMO HOJE, há cerca de cinco anos, ele se disse perseguido pelo governo brasileiro e ameaçado de morte – e sua homepage reúne os próprios textos, além de colaborações e citações de outros autores. "Ele é o cara que ninguém sabe, ninguém viu, mas faz um barulho danado", brinca Danilo. Mesmo assim, tem muilhares de seguidores – gente que não só reproduz o que posta, criando verdadeiros virais, como defende com unhas e dentes.

"A grande questão a ser considerada é a motivação com que o internauta utiliza a rede social", pondera o teólogo Ricardo Agreste, mestre em Missões Urbanas e pastor da Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera, em Campinas (SP). "E este é o aspecto mais crítico e que precisa ser considerado com cuidado por todos que fazem uso dessas mídias". Ativo no Facebook, Agreste observa que, neste verdadeiro big brother cotidiano, a ânsia por ser notado e ouvido faz com que muitas pessoas se exponham demais. "O desejo de ser e fazer notícia e saber acerca da intimidade alheia move milhões de usuários das mais variadas faixas etárias, classes sociais e confissões religiosas. No Facebook, qualquer indivíduo pode deixar o anonimato, mostrando ao maior número de pessoas o que faz, o que come, como se sente, o que veste e, na minoria das vezes, o que pensa".

Daí para o exagero e o pecado é um pulo, como adverte Augustus Nicodemus Lopes, ministro presbiteriano e professor de Teologia: "As mesmas pessoas que postam declarações de fé e amor a Jesus também transmitem conteúdo com palavras chulas e palavrões do pior tipo – até mesmo, fotos eróticas", critica. Com mais de 3 mil amigos na sua rede social, mas acessado por muito mais gente que procura suas reflexões e artigos publicados, Nicodemus defende que essa vulgarização é reflexo da superficialidade do Cristianismo brasileiro. "A pureza e a santidade requeridas na Bíblia para os cristãos abrangem não somente seus atos como também seus pensamentos e suas palavras."

"MÁS REFERÊNCIAS"

O professor Rafael Shoji, com pós-doutorado em Ciências da Religião, aponta especialmente os grupos neopentecostais como os que mais rapidamente têm se adaptado às redes. Pesquisador do Centro de Estudo de Religiões Alternativas (Ceral), entidade ligada à Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, ele frisa que o marketing tem migrado para a internet e existem várias técnicas de comunicação específicas desse meio, tanto do ponto de vista de produção da mensagem quanto do acompanhamento das reações, opiniões e dos sentimentos provocados. "Qualquer um que queira ter um impacto social hoje tem de atuar também no mundo digital", diz. O pastor Justin Vollmar é um dos religiosos que tiveram impacto na vida de muitos cristãos. Criador de uma página no Face intitulada Virtual Deaf Church ("Igreja virtual para surdos") e utilizando a linguagem de sinais, ele fazia pregações, divulgava material de cunho teológico e ganhou enorme visibilidade. Só que, recentemente, anunciou o fim de seu ministério com uma justificativa bombástica: tornou-se ateu. Em vídeo também divulgado pela rede, Vollmar admite que não crê mais em Deus e que está abandonando tudo. "Minha mente mudou completamente para o outro lado", diz. "No final, eu estou completamente convencido de que não há verdadeiramente nenhum Deus. É tudo bobagem".

"É preciso ter sinceridade de dizer que não temos boas referências produzidas pelos evangélicos. Então, buscamos verificar as tendências das grandes marcas e adesão do público, inclusive em âmbito internacional, para assim incluir a Igreja em projetos que busquem sua relevância no mundo, o que é mais importante", defende o diretor de Comunicação da Igreja Batista da Água Branca, em São Paulo, Thiago Crucitti. "É um erro ficar aderindo a todas as novidades que aparecem sem senso crítico". Um estudo publicado na revista Science confirma a tendência. Segundo os pesquisadores, um post que recebe aprovação dos leitores tem muito mais chance de receber as chamadas curtidas de outras pessoas, independentemente do conteúdo. Mas há quem use a maior rede social do planeta para ganhar almas no mundo virtual e trazê-las para a comunidade presencial. Uma das "manias" cristãs dos últimos tempos no Facebook é a campanha intitulada Lançai a Palavra. O desafio, lançado no início deste ano, tem feito milhares de internautas cristãos ligarem a webcam e pegar a Bíblia. "Em vez de ficar postando bobagens, os jovens estão compartilhando a Palavra de Deus", elogia o militar Phelippe da Silveira Knupp, crente batista de Campinas (SP). Entusiasmado com a proposta, Knupp faz pelo menos uma postagem por semana. Suas passagens favoritas são extraídas dos evangelhos. "As pessoas ficam impressionadas quando leio alguma coisa sobre o sermão do monte ou os milagres que ele realizava". A iniciativa tem dado tantos resultados que Knupp já recebeu, em sua igreja, a visita, em carne e osso, de amigos virtuais que fez através do Lançai a Palavra. "Dois deles já manifestaram o desejo de seguir a Cristo", comemora.

Fonte: Cristianismo Hoje / Folha Gospel

Médicos querem testar técnica de ressureição em humanos

Cientistas ignoram o que diz a Bíblia: “O SENHOR é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela.”


Professores de universidades americanas querem testar a técnica de ressuscitação de mortos em humanos. O experimento já foi feito em animais sem apresentar grandes efeitos colaterais.

Os professores Peter Rhee, da Universidade do Arizona, e Samuel Tisherman, da Universidade de Maryland, estão certos que conseguem ressuscitar mortos com o procedimento de retirar todo o sangue do corpo e resfriá-lo até 20 graus abaixo da temperatura normal.

“Quando seu corpo está com temperatura de 10 graus, sem atividade cerebral, batimento cardíaco e sangue – é um consenso que você está morto. Mas ainda assim, nós conseguimos trazer você de volta”, disse Rhee.

Nessa técnica os médicos retirariam todo o sangue, esfriariam o corpo, resolveriam o problema de saúde do paciente e em seguida colocaria o sangue no corpo novamente e reaquecendo-o, o sangue faria o coração voltar a bater.

Tisherman anunciou que quer testar a técnica em humanos, as cobaias seriam vítimas de armas de fogo em Pittsburgh, na Pensilvânia, pessoas cujo coração já tivesse parado de bater.

O médico diz que sua técnica foi mal comentada pela imprensa fazendo com que a população americana tivesse uma ideia equivocada da sua pesquisa. “É importante que as pessoas saibam que não se trata de ficção científica”, disse.

Tisherman testou o experimento em porcos e 90% deles conseguiram se recuperar depois que o sangue voltou a ser bombeado. “Eles ficam um pouco grogue por um tempo, mas no dia seguinte já estão bem”, diz o estudioso.

Cada animal ficou cerca de uma hora no “limbo” até ser submetido à técnica que lhes devolveu a vida. Durante este período o sangue foi substituído por uma solução salina que ajudou a rebaixar a temperatura do corpo.

O professor Rhee afirmou que observar o coração voltar a bater “é uma das coisas mais incríveis” e atestou que nenhum dano cerebral foi identificado nos porcos. 

Com informações BBC / GP

Cristão que alimenta moradores de rua volta a ser preso

Homem de 90 anos alimenta moradores de rua para mostrar o amor cristão




Na semana passada, o pastor Dwayne Black, o pastor Mark Sims e o senhor Arnold Abbott, de 90 anos de idade, foram presos por alimentar moradores de rua. Devido a uma nova lei da cidade de Fort Lauderdale, na Flórida, terão de pagar uma multa de US$ 500 e passar até 60 dias de cárcere.

Enquanto o processo corre no tribunal, eles aguardam o julgamento em liberdade. Ele iniciou o ministério “Ame seu próximo” em 1991 e desde então distribuiu comida na tentativa de demonstrar o amor cristão.

Ao sair da delegacia, Abott avisou que não iria parar. “Eu sei que posso ser preso de novo e estou preparado para isso. Eu sou responsável pelo meu próximo. O que eles estão fazendo é simplesmente cruel…. Estes são os mais pobres entre os pobres, que não têm nada. Sequer têm um teto sobre suas cabeças. Como você vai mandá-los embora?”.

Ele cumpriu sua promessa e voltou a distribuir comida na rua. Resultado? Foi preso novamente! Obviamente o fato chamou atenção da mídia e acirrou o debate sobre a proibição da prefeitura, que exige que a distribuição de alimentos só pode ser feita se também for oferecido um banheiro químico portátil
“O problema é que os funcionários municipais não têm uma pequena coisa chamada compaixão”, diz Abbott à rede BBC.

Em consequência da sua nova prisão, ele terá de responder novamente pelo mesmo “crime”, o que significa que a multa chegará a mil dólares e ele pode ficar 120 dias preso.

Abbott conta que recebeu mensagens de apoio de milhares de pessoas. Nos EUA, ele é tratado como uma espécie de herói na internet e recebeu o apelido de “Don Quixote”, por insistir em lutar contra algo muito maior que ele. “Eu sou ateia, mas acredito que Deus iria dar graças por ter criado alguém à sua imagem e semelhança”, escreveu Donna Cherwinski em uma mensagem no Facebook.

As prisões de Abbott também inspiraram outros ativistas locais, que estão anunciando atos de desobediência civil na tentativa de forçar o prefeito a revogar a lei. O ativista Aaron Jackson foi multado por dar pizzas em frente da Câmara Municipal.

Outro ativista, Charles Lachaine, instalou numa das principais ruas da cidade uma tenda com um grande cartaz que dizia “Comida Grátis”. Um grupo de defensores dos direitos dos sem teto fez uma manifestação pacífica em frente à casa do prefeito. Em nenhum dos eventos houve prisões.

Um canal de TV colocou Abbott e Seiler para debater a questão ao vivo em um programa. Mas nenhum dos dois mudou de ideia. Abbott ainda avisou que não irá parar com as atividades de seu ministério, e que tem o apoio contínuo dos voluntários de sua igreja, incluindo os dois pastores.

Existem cerca de 10.000 moradores de rua em Fort Lauderdale. O prefeito Jack Seiler explica “Acreditamos em uma abordagem holística e não em atividades fragmentadas”. Explicou ainda que Abbott pode alimentar as pessoas sem problema, desde que seja dentro da sua igreja. 

Com informações de Sun Sentinel / Gospel Prime

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Envolvido com tráfico e prostituição em outra época, ex-gangster conta como Deus o libertou

Hoje ministro, John Turnipseed conta 
sua história em autobiografia
Após se envolver com tráfico de drogas e explorar a prostituição de mulheres, o ex-gangster John Turnipseed hoje prefere contar como se livrar do pecado.

Bloodline - The True Story of John Turnipseed
(Foto: Divulgação)
Envolvido com tráfico e prostituição em outra época, ex-gangster conta em livro como Deus o libertou.

Agora, um ministro licenciado, Turnipseed quer ajudar aqueles que lutam para mudar sua vida e sabem que Deus escuta sua orações, por meio de seu livro Bloodline - The True Story of John Turnipseed.

Prestes a ser lançada, a obra é uma autobiografia onde Turnipseed conta em fatos verídicos como sua vida alternou em altos e baixos, desde criança.

No decorrer da narrativa, o ministro revela como sua infância conturbada no Alabama (EUA) o levou para uma vida de crime e como entregar sua vida a Cristo o encaminhou para auxiliar quem também passa por uma vida difícil.

Com uma infância conturbada, onde o pai deixou de ser diácono para se entregar ao alcoolismo e violentar sua esposa, John Turnipseed se rebelou contra Deus, entrando para o crime.

Aos 12 anos, ajudava cafetões em troca de relações com prostitutas. Depois, aos 16 anos, foi expulso da escola por ameaçar o diretor de morte, sob efeito de drogas. E a situação só piorou quando adulto.

Turnipseed se envolveu em várias atividades ilegais, como assalto à mão armada, comércio ilícito de exploração de mulheres e venda de drogas, entrando e saindo da prisão por várias vezes.

Com seus filhos também envolvidos no mundo do crime, John só acordou para si quando o filho Johnny foi baleado, o que o levou a buscar a Deus.

Na prisão, quando recebeu a notícia, ele conta que clamou a Deus, que trabalhou em sua vida, libertando-o de vícios e fornecendo fé e confiança para hoje ministrar na ong Urban Ventures (Riscos Urbanos, em tradução livre), focada em quebrar a pobreza sob valores cristãos.

Libertado há alguns anos, ele revela que descobriu que "Jesus Cristo é real", e repassa que aprendeu que Deus trabalha em nossas vidas com o tempo, sendo que existe o tempo certo para tudo.

"Deus está sempre em evidência em nossas vidas, mas não prestamos atenção nisso por orarmos por coisas, e forçar a Deus o que exatamente queremos que seja feito. Mas quando Deus age [ao responder nossas orações], Ele não traça caminhos rigorosamente como queremos, só que mais tarde enxergamos isso", explica.

Com sua experiência, ele garante que para aqueles que buscam intervenção divina em suas vidas, Deus sempre estará lá, e se as pessoas pudessem perceber isso, logo a fé o tirará de uma situação desesperada.

"Eu sempre tento dizer às pessoas para procurar a evidência de Deus, pois ele sempre está lá, e nos simplesmente ignoramos", alerta o autor.

Com Informações do: Christian Post Portugues


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Pegue uma Bíblia e descubra Como ir para o Céu

O plano de Deus para a sua salvação

Primeiro você precisa saber:

1) Boas obras não salvam (Efésios 2:8,9 / João 14:6 / Tito 3:4-7)

2) Todos pecaram inclusive você (Rom 3:23)

3) E por isso todos estão indo para a morte eterna (o Inferno) (Rom 6:23)

4) Mas Deus nos amou tanto que enviou Jesus Cristo para nos salvar (João 3:16 / João 14:6 / Romanos 5:8 / Lucas 5:32)

E assim se você...

1) ... se arrepender e confessar que é pecador, (2 Cor 7:10 / 1 Jo 1:9)

2) ... crer que Jesus é o Filho de Deus (Rom 10:9)

3) ... e pedir a Ele: “Jesus me perdoa, me salva! (Rom 10:13 / Lucas 23:33-43)

Então você será salvo!

1) Todos os seus pecados serão perdoados e lavados pelo sangue de Jesus (I João 1:7 / Marcos 1:40-42)

2) Você terá vida eterna no céu com Deus (João 3:16 / João 14:2-6)

3) A salvação não se perde jamais (João 10:27-30)

“Eis aqui agora o dia da salvação” (2 Cor 6:2)

Ninguém sabe quanto tempo vai viver, não adie a maior decisão que você tem a tomar na vida. Converse com Deus em uma oração simples, se arrependa, confesse, creia e clame “Jesus me perdoa, me salva, me lava, me transforma!” E assim você poderá ter absoluta certeza da salvação.

Fonte: Editora Elim – www.editoraelim.com.br – (21) 2415-7923

FOLHETO: ESTA FOI A SUA VIDA!

VOCÊ TEM UM TEMPINHO PARA VER?