PARCERIA MEUSLINKS

Gostou do blog? Então Participe!

Top 5 Postagens Mais Populares da Última Semana

Mostrando postagens com marcador ESTUDOS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ESTUDOS. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de maio de 2014

Oração traz curas quando o cérebro se comunica com Deus, aponta médico cristão

Um especialista estudou o cérebro humano para comprovar o poder da oração

Uma pesquisa recente nos EUA, realizada por um especialista médico cristão, apontou que a oração possui um efeito muito mais positivo que imaginamos, ao revelar que a fé que a prece transmite pode oferecer a cura para muitas enfermidades físicas.

Cérebro (Foto: Reuters / Raio-x do cérebro humano.
Diretor de pesquisas do instituto Thomas Jefferson Hospital and Medical College, o Dr. Andrew Newber conduziu o estudo ao efetuar uma ressonância magnética no cérebro humano e constatar que há um poder na oração ou na meditação capaz de treinar o cérebro para funcionar bem, a partir de um elo com Deus.

"Existem várias partes do cérebro que parecem estar envolvidas e é realmente possível perceber que o cérebro está facilmente propício de se moldar a este tipo de processo", disse Newber ao explicar a capacidade do cérebro se comunicar com Deus para uma melhora física.

Ao realizar os exames foi possível perceber uma grande diferença entre quem ora e quem não ora.

O pastor Joel Osteen defende a tese do pesquisador indicando que o benefício que a oração traz é algo "difícil de explicar" e que ele pede muito mais através do coração, mas afirma que a força vem de dentro, trazendo confiança e paz.

Em outro estudo elaborado por Newber em 2012, ele esclarece que na oração há um aumento na atividade dos lobos frontais e na área do cérebro responsável pela ação da conversa, onde acontece uma espécie de projeção de pensamento como se Deus estivesse falando com quem crê.

Durante a experiência, ele injetou nos pacientes um corante radioativo inofensivo, enquanto eles estavam em profunda oração e o corante imediatamente migra para diversas do cérebro, onde o fluxo de sangue foi mais forte.

O mais curioso é que o estudo foi realizado com diversas pessoas, que independente da religião, conseguiram adentrar em um processo neurológico a partir da oração. "Esta experiência é pelo menos neurologicamente real", reforça o pesquisador.


O guarda de israel, com informações do: Christiam Post

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Teologia da Prosperidade é Bíblica? - Essa teologia professa que, enquanto cristão, eu tenho que automaticamente ser rico e de perfeita saúde. Caso isso não aconteça, é porque a pessoa está em pecado ou não tem fé

O deus da pós-modernidade é sem dúvida o dinheiro. Ele é idolatrado e buscado de todas as formas pelas pessoas. Alguns, para consegui-lo passam por cima de outras pessoas, mostram seu corpo nu na televisão e em revistas, fazem filmes eróticos, vendem seu corpo, assaltam e cometem todo tipo de pecado.

Não posso ser hipócrita e dizer que ele não é importante. O dinheiro em si é necessário e não é pecado. Mas amá-lo e fazer qualquer coisa para possuí-lo é (1 Tm 6:10).

Dentro da Teologia, temos hoje uma vertente chamada Teologia da Prosperidade, também chamada de Confissão Positiva, Palavra de Fé, Movimento da Fé e Evangelho da Saúde e da Prosperidade. Suas raízes históricas se encontram em William Kenyon e Kenneth Hagin, ambos pregadores americanos século XX. O primeiro foi o inventor e o segundo o divulgador. No Brasil, é pregada pela maioria da igrejas neopentecostais e por pregadores como: Bispo Macedo, Apóstolo Valdomiro, R. R. Soares, Estevam Hernandes, entre outros.

Essa teologia professa que, enquanto cristão, eu tenho que automaticamente ser rico e de perfeita saúde. Caso isso não aconteça, é porque a pessoa está em pecado ou não tem fé. O material é focalizado em detrimento do espiritual. Outro fundamento é que Jesus era rico. Possuía casa na praia e tudo mais. Diz ainda essa teologia que temos o poder de determinar com as palavras toda sorte de bençãos. Que se dissermos que receberemos um carro novo de Deus, logo esse carro virá.

Toda essa teologia foi desenvolvida baseada em revelações, heresias, sincretismo e ignorância teológica de seus propositores. A Bíblia Sagrada ensina sobre prosperidade mas não Teologia da Prosperidade. O cristão, mesmo tendo fé e não estando em pecado, pode sofrer, ficar doente e ser pobre (João 16:33, Isaías 38 e Provérbios 22:2). Embora Deus possa nos deixar ricos, isso não é obrigatório. Nem todos são preparados para ficarem ricos. Muitos, se ficassem ricos, desviar-se-iam. Na Bíblia, vemos homens ricos como Abraão, Salomão e Zaqueu, mas vemos pobres como o apóstolo Paulo, Pedro e Jeremias.

Dizer que Jesus era rico, é fraudar o texto bíblico. Alguém que defende tal tese não merece credibilidade. Jesus no céu era realmente rico ( Ageu 2:8 ), mas, quando encarnou, abriu mão de toda sua glória e não foi rico quando esteve na terra (Fp 2:5). Veja:

Já sabeis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre, para que, pela sua pobreza, enriquecêsseis ( 2 Co 8:9 ).

Nossas palavras têm certo poder e devemos ter palavras positivas (Pv 18:21). Entretanto, existe a soberania divina. Às vezes, mesmo declarando boas palavras, o que queremos Deus não virá a fazer. Ele é soberano e faz o que quer. Não é empregado de ninguém e tem vontade própria.

A Teologia da Prosperidade não é bíblica. É uma pena que renomados pregadores e de grande conhecimento, como Silas Malafaia, tenham-na aderido. Este, felizmente, não aderiu a ela como um todo. Por exemplo, ele é contra dizer que todos devem ficar ricos. Ainda defende a família e é contra o aborto. Apesar de de ter aderido parcialmente a Teologia da Prosperidade, tem feito boas obras para o Reino de Deus. Já outros pregadores foram ao extremo: absorveram a doutrina herética por completo e agora só pensam em dinheiro. O destino deles é o pior possível (Mt 7:22-23).

Não se deve confundir Teologia da Prosperidade com prosperidade bíblica. A primeira é extremista e herética. A segunda é bíblica, baseada no trabalho e no estudo. Como cristãos podemos estudar e trabalhar para termos uma vida financeiramente melhor. Entretanto, para o verdadeiro cristão, o reino de Deus é a prioridade (Lc 12:31).


Com Informações de:  fonte: www.pregadorlucas.com.br/ Gospel 10

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Por que pessoas na Bíblia vestiam-se de pano de saco?

Pano de saco era um tecido rústico usado em várias aplicações, citado frequentemente na Bíblia como um tipo de vestimenta. Roupas de pano de saco serviam para comunicar certas emoções ou atitudes às outras pessoas.

Em termos gerais, a roupa de pano de saco mostrava a angústia da pessoa. Mas, angústia e perturbação podem ser resultados de vários fatores e, por isso, observemos alguns motivos mais específicos para o uso desse tecido.

1. Sinal de tristeza e lamentação, especialmente devidas à morte ou às calamidades (Salmo 35:13-14; Isaías 15:1-3; 32:9-12; Ezequiel 27:29-32; Joel 1:8,13; Amós 8:10). Quando Jacó recebeu a notícia (falsa) da morte de José, seu filho predileto, ele "rasgou as suas vestes [outro sinal de angústia], e se cingiu de pano de saco, e lamentou o filho por muitos dias" (Gênesis 37:34). Quando Abner foi morto, Davi ordenou ao povo: “Rasgai as vossas vestes, cingi-vos de panos de saco e ide prateando diante de Abner” (2 Samuel 3:30-32). Quando saiu a ordem do rei da Pérsia autorizando a aniquilação dos judeus, Mordecai “se cobriu de pano de saco e ... clamou com grande e amargo clamor”. Os outros judeus mostraram sua angústia com o mesmo sinal de luto (Ester 4:1-3). Este sinal, às vezes, acompanhava a mensagem triste de profetas (Apocalipse 11:3-6).

2. Evidência de humildade, especialmente de um suplicante (Salmo 30:8,10-11). Ezequias e os outros líderes de Judá se vestiram de pano de saco quando este entrou na presença de Deus para pedir livramento da ameaça assíria (2 Reis 19:1-3,14-19). Ben-Hadade e seus soldados se vestiram de pano de saco e pediram a clemência do rei Acabe de Israel (1 Reis 20:31-32). Daniel disse: “Voltei o rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, pano de saco e cinza” (9:3).

3. Demonstração de arrependimento (Mateus 11:21; Lucas 10:13). Os ninivitas ouviram as advertências do profeta de Deus e se converteram, cobrindo-se de pano de saco (Jonas 3:5-9). Depois do cativeiro babilônico, os filhos de Israel jejuaram, trouxeram terra sobre si e se vestiram de pano de saco quando chegaram a confessar seus pecados diante do Senhor (Neemias 9:1-4).

Na aliança de Cristo, não achamos ordens exigindo o uso de pano de saco, cinzas, etc., mas ainda devemos mostrar mudanças no nosso comportamento como pessoas transformadas pela palavra do Senhor (Romanos 12:1-2). Isaías advertiu os israelitas do perigo de usar atos externos insinceramente; a verdadeira conversão precisa ser acompanhada de frutos do arrependimento (Isaías 58:1-10; cf. Mateus 3:8).



Fonte: Dennis Allan em Estudos da Bíblia / L O

sábado, 23 de junho de 2012

Por que a Rússia nunca invadirá Israel

Escritor de livro sobre Anticristo islâmico diz que há outro perigo maior

 

Durante gerações, os cristãos que pesquisam as profecias bíblicas sobre os tempos finais têm olhado a Rússia com desconfiança, tentando imaginar exatamente como e quando aquele ataque esperado vindo do norte seria lançado contra Israel, o ataque que marca o começo do fim.
Mas o autor do recente livro, “Mideast Beast: The Scriptural Case of an Islamic Antichrist” (Besta do Oriente Médio: O Argumento Bíblico em favor de um Anticristo Islâmico), diz que os crentes deveriam esquecer a Rússia, e em vez disso se preocupar com a Turquia.
A região da Turquia, afinal, era onde a estrutura islâmica de poder governava até um século atrás, e embora o Irã, o Egito e a Síria estejam ocupando as manchetes nestes dias por suas atividades muçulmanas, a influência islâmica na Turquia não para de crescer.
Aliás, apenas dias atrás, Recep Tayyip Erdogan, o primeiro-ministro da Turquia, convidou Fethullah Gulen, o imam eremita do movimento islâmico possivelmente mais poderoso do mundo, para voltar para a Turquia.
“Queremos que este anseio seja cumprido”, disse Erodgan. “Queremos ver entre nós aqueles que estão no exterior e ansiando a pátria… Estamos dizendo que essa ausência do lar [de Gulen] tem de acabar”.
Joel Richardson, autor do recente livro “Mideast Beast,” diz que a suposição sobre a Batalha de Magogue e Gogue, revelada na profecia bíblica de Ezequiel 38 e 39, precisa ser corrigida para que as pessoas entendam.
Num comentário em WND hoje, Richardson explica que a suposição de que a referência bíblica a Magogue indicaria a Rússia foi desenvolvida uns 100 anos atrás, e vem sendo ensinada e debatida desde então dessa forma.
Contudo, a realidade é que o mais provável é que seja a Turquia, disse ele.
“Para as pessoas que se preocupam com a verdade, estudos teológicos modernos afirmam unanimemente que está mais que na hora de descartar a noção de que o profeta Ezequiel predisse que a Rússia invadiria Israel”, escreve ele. “O que então ele predisse? Para qual país em ascensão no Oriente Médio Ezequiel está apontando para nós que será o líder de uma coalizão dos últimos dias que atacará Israel?
“Em meu livro, ‘Mideast Beast: The Scriptural Case for an Islamic Antichrist’, forneço ao estudante comum da Bíblia todas as ferramentas necessárias para compreender muitas das mais importantes profecias dos tempos finais da Bíblia. À medida que as dificuldades do fim desta era agora estão cada vez mais perto, é absolutamente fundamental que os estudantes da Bíblia diligentemente estudem o significado desses textos de modo cuidadoso e responsável. A urgência do momento exige nada menos”, disse ele.
Ele disse que a promoção da suposição de que o exército que marcharia para atacar Israel seria o russo surgiu em torno da época do lançamento da Bíblia de Referência Scofield, no início do século XX, e essa interpretação influenciou muitas outras obras de referência.
Vários materiais de estudo bíblico incluem os seguintes mapas, que mostra que Magogue é a Rússia.
Ele diz que em 1971, o então governador Ronald Reagan continuou esse foco, dizendo: “Ezequiel nos diz que Gogue, a nação que liderará todas as outras potências contra Israel, virá do norte. Os teólogos há décadas dizem que Gogue só pode ser a Rússia. Qual outra nação poderosa há no norte de Israel? Nenhuma”.
Mas uma pesquisa que Richardson consideraria mais exata retrata Magogue como sendo a nação da Turquia:
Richardson explica que um modo diferente de interpretar a Bíblia resulta em conclusões diferentes.
Mas ele disse: “No final do sétimo século e começo do sexto século a.C. quando Ezequiel profetizou, Magogue, Meseque e Tubal eram conhecidos como tendo habitado na Ásia Menor, ou a Turquia moderna”.
O livro de Richardson vem depois de seu sucesso anterior, “The Islamic Antichrist” (O Anticristo Islâmico), um livro que mudou as opiniões escatológicas de muitos evangélicos desde seu lançamento dois anos atrás.
O novo livro é uma continuação do outro — com evidências ainda mais bíblicas de que o Anticristo, um personagem há muito tempo antecipado, será um muçulmano do Oriente Médio.
Ao passo que a maioria dos estudantes da Bíblia há muito tempo sustenta que alguma forma de humanismo ou religião universalista catapultaria o Anticristo para o poder mundial, “Mideast Beast” defende sistematicamente o argumento de que o Anticristo está agora mesmo diante de nós batendo na porta.
Traduzido por Julio Severo do artigo de WND: Why Russia will never invade Israel

domingo, 17 de junho de 2012

Afinal, o que está errado com a teologia da prosperidade?


Apesar de até o presente só ter melhorado a vida dos seus pregadores e fracassado em fazer o mesmo com a vida dos seus seguidores, a teologia da prosperidade continua a influenciar as igrejas evangélicas no Brasil.

Uma das razões pela qual os evangélicos têm dificuldade em perceber o que está errado com a teologia da prosperidade é que ela é diferente das heresias clássicas, aquelas defendidas pelos mórmons e "testemunhas de Jeová" sobre a pessoa de Cristo, por exemplo. A teologia da prosperidade é um tipo diferente de erro teológico. Ela não nega diretamente nenhuma das verdades fundamentais do Cristianismo. A questão é de ênfase. O problema não é o que a teologia da prosperidade diz, e sim o que ela não diz.
  • Ela está certa quando diz que Deus tem prazer em abençoar seus filhos com bênçãos materiais, mas erra quando deixa de dizer que qualquer bênção vinda de Deus é graça e não um direito que nós temos e que podemos revindicar ou exigir dele.

  • Ela acerta quando diz que podemos pedir a Deus bênçãos materiais, mas erra quando deixa de dizer que Deus tem o direito de negá-las quando achar por bem, sem que isto seja por falta de fé ou fidelidade de nossa parte.

  • Ela acerta quando diz que devemos sempre declarar e confessar de maneira positiva que Deus é bom, justo e poderoso para nos dar tudo o que precisamos, mas erra quando deixa de dizer que estas declarações positivas não têm poder algum em si mesmas para fazer com que Deus nos abençoe materialmente.

  • Ela acerta quando diz que devemos dar o dízimo e ofertas, mas erra quando deixa de dizer que isto não obriga Deus a pagá-los de volta.

  • Ela acerta quando diz que Deus faz milagres e multiplica o azeite da viúva, mas erra quando deixa de dizer que nem sempre Deus está disposto, em sua sabedoria insondável, a fazer milagres para atender nossas necessidades, e que na maioria das vezes ele quer nos abençoar materialmente através do nosso trabalho duro, honesto e constante.

  • Ela acerta quando identifica os poderes malignos e demônicos por detrás da opressão humana, mas erra quando deixa de identificar outros fatores como a corrupção, a desonestidade, a ganância, a mentira e a injustiça, os quais se combatem, não com expulsão de demônios, mas com ações concretas no âmbito social, político e econômico.
  • Ela acerta quando diz que Deus costuma recompensar a fidelidade mas erra quando deixa de dizer que por vezes Deus permite que os fiéis sofram muito aqui neste mundo.

  • Ela está certa quando diz que podemos pedir e orar e buscar prosperidade, mas erra quando deixa de dizer que um não de Deus a estas orações não significa que Ele está irado conosco.

  • Ela acerta quando cita textos da Bíblia que ensinam que Deus recompensa com bênçãos materiais aqueles que o amam, mas erra quando deixa de mostrar aquelas outras passagens que registram o sofrimento, pobreza, dor, prisão e angústia dos servos fiéis de Deus.

  • Ela acerta quando destaca a importância e o poder da fé, mas erra quando deixa de dizer que o critério final para as respostas positivas de oração não é a fé do homem mas a vontade soberana de Deus.

  • Ela acerta quando nos encoraja a buscar uma vida melhor, mas erra quando deixa de dizer que a pobreza não é sinal de infidelidade e nem a riqueza é sinal de aprovação da parte de Deus.

  • Ela acerta quando nos encoraja a buscar a Deus, mas erra quando induz os crentes a buscá-lo em primeiro lugar por aquelas coisas que a Bíblia constantemente considera como secundárias, passageiras e provisórias, como bens materiais e saúde.


A teologia da prosperidade, à semelhança da teologia da libertação e do movimento de batalha espiritual, identifica um ponto biblicamente correto, abstrai-o do contexto maior das Escrituras e o utiliza como lente para reler toda a revelação, excluindo todas aquelas passagens que não se encaixam. Ao final, o que temos é uma religião tão diferente do Cristianismo bíblico que dificilmente poderia ser considerada como tal. Estou com saudades da época em que falso mestre era aquele que batia no portão da nossa casa para oferecer um exemplar do livro de Mórmon ou da Torre de Vigia...

Por: Augustus Nicodemus Lopes
Fonte: O tempora, O Mores / O guarda de Israel

O Vale de ossos secos que estava escondido



"... O Senhor me levou em espírito e me pôs no meio de um vale que estava cheio de ossos... eram numerosos e estavam sequíssimos... Então me disse: Profetiza sobre estes ossos e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor... Então profetizei... e eis que se fez um reboliço, e os ossos se juntaram, cada osso ao seu osso... E profetizei como ele me deu ordem: então o espírito entrou neles e viveram, e se puseram em pé, um exército grande em extremo." (Transcrição parcial do texto de Ezequiel 37.1-14)

Uma das mensagens desse texto é a esperança baseada no poder de Deus. Se Deus enviasse o profeta ao meio de pessoas doentes, Ezequiel talvez pudesse sugerir tratamentos para elas. Porém, Deus o coloca diante de mortos, e não apenas isso, mortos há muito tempo, com seus ossos sequíssimos. É um quadro que mostra o fim dos recursos naturais e humanos. Aparentemente, é o fim de tudo. Mas os recursos divinos ainda não se esgotaram. Aleluia!

Quando tudo parece perdido, Deus ainda tem solução. Veja o caso de Lázaro (João 11). Jesus chegou quatro dias depois do seu sepultamento. Parecia tarde demais, mas para Deus não era, e ele foi ressuscitado.
Aquele vale cheio de ossos desarticulados e misturados mostra a desorganização de uma vida sem Deus. Vida? É mais apropriado dizer uma morte em vida. Desorganização nos sentimentos, nos negócios, nos objetivos, na família, etc. Muitas pessoas hoje são verdadeiros mortos-vivos. Já sepultaram seus sonhos e seus ideais. Deus disse ao profeta : "Filho do homem, profetiza aos ossos: ossos secos ouvi a palavra do Senhor..." A Palavra de Deus é o remédio para o problema do homem. É através da palavra de Deus, a Bíblia, pregada e ensinada, que os mortos espirituais viverão. A Palavra de Deus é viva (Hb.4.12) e comunica vida. Aqueles que receberem de bom grado essa Palavra, serão por ela transformados, vivificados.
Cada osso vai encontrando seu lugar no corpo. Isso pode ser usado de forma aplicada para dizer que cada pessoa vai encontrando sua posição no corpo de Cristo, que é a igreja. Vai encontrando sua razão de viver, sua missão, seu objetivo de vida, sua função.

O texto destaca ainda a importância da ação do Espírito de Deus sobre nós. De nada adianta tudo estar no seu lugar, se não houver a ação do Espírito Santo, se não houver unção, se não houver poder. Seria como um motor de um carro que estivesse bem montado, mas sem o lubrificante e o combustível necessários ao seu perfeito funcionamento. Assim, nossas igrejas não devem ser apenas organizações bem estruturadas. Isso é bom, mas não é suficiente. Não podemos funcionar sem o poder do Espírito Santo, sem a unção dos céus.

Uma vez que estamos vivificados pela Palavra, e ungidos pelo Espírito, tornamo-nos um exército. Deus não ressuscitou aqueles mortos para que cada um fosse cuidar de seus próprios interesses. Deus os ressuscitou para que se tornassem um exército para lutar na causa do Senhor. Aqueles que são vivificados, salvos pelo Senhor, serão usados para alcançar outros. Isso não quer dizer que deixaremos de cumprir com os nossos deveres. Vamos trabalhar, estudar, divertir, etc. Mas nada disso ocupará o lugar de Deus em nossas vidas. Nada disso poderá impedir que façamos nosso trabalho na obra de Deus. Ele nos ressuscitou (Ef.2.1-2). Logo, nossa vida pertence a ele e vamos viver para a sua glória.


Que Deus te abençoe!

Por: Carlos Carvalho
Autor: Anísio Renato de Andrade

Com informações do A Família na Rocha

terça-feira, 5 de junho de 2012

O que eu ganho com isso?


Judas era quem tomava conta da bolsa que continha o dinheiro dos apóstolos. Quando ele viu a mulher desperdiçar um ano de salário com Jesus, e ainda ser elogiada por isso, achou que segui-lo não seria um bom negócio. Por isso vai procurar os principais sacerdotes para negociar.

Judas era desses que perguntam: “O que ganho com isso?”. Colocando Jesus à venda, ele teria a oportunidade de ganhar 30 moedas de prata, o que naquela época dava para comprar um escravo. Para ele até que seria um bom negócio trocar Jesus por um escravo que ficasse à sua disposição. Hoje Jesus continua sendo vendido como um servo para atender nossos desejos.

Ele é anunciado por pregadores como se fosse um gênio da lâmpada de Aladim, que pode ser invocado ao bel prazer de seu dono para curar toda a sorte de doenças do corpo, das finanças e do coração. Esses modernos “Aladins” prometem esfregar a lâmpada mágica sempre que seus fiéis depositarem as trinta moedas. Quer saber? Com amigos assim o evangelho não precisa de inimigos. Quantas pessoas você conhece que não querem nem ouvir falar de Jesus justamente por causa desses mercadores de almas?

Mas não é esse o Jesus mostrado nos evangelhos. Ele é aquele que veio ao mundo, não para distribuir carros importados, mas para derramar seu sangue na cruz e salvar pecadores. Sim, quando ele esteve aqui certamente curou enfermos e multiplicou pães, mostrando assim suas credenciais de Messias. Todavia, foi só na cruz que ele realmente proveu o remédio para a raiz de todos os males, o pecado, ao derramar seu sangue para nos purificar e nos tornar aptos para o céu.

Ao anunciar Jesus como um mero curandeiro, esses pregadores ainda colocam um fardo imenso sobre seus fiéis. Quando não obtêm a cura prometida, muitos mergulham no desespero por acharem que sua fé é pouca ou seus pecados são muitos. Se elas lessem o livro de Atos e as epístolas logo veriam que muitos cristãos, inclusive Paulo e Timóteo, sofriam de enfermidades, independente do tamanho de sua fé ou de seus pecados. Curá-los não estava nos planos de Deus e eles se resignaram a isso, sabendo que Jesus também consola os enfermos.

Paulo, ao falar de seu espinho na carne, provavelmente uma enfermidade nos olhos, declarou confiante: “Sinto prazer nas fraquezas [ou enfermidades], nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo, porque quando estou fraco, então é que sou forte”. A porção que Judas buscava era o benefício material e imediato. Já o profeta Jeremias disse: “A minha porção é o Senhor, portanto nele porei minha esperança”. E a sua porção, qual é? A mesma de Judas ou a de Jeremias?

Autor: Mario Persona
Fonte: O evangelho em 3 minutos / Gospel Prime

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Nossas escolhas em meio à tragédia


Texto: Jó 1:6-22

Introdução:
A vida é uma série de escolhas. É sempre bom tomar decisões que se alinham com os princípios das Escrituras e se ajustam com o propósito e o plano de Deus. Sim, é difícil fazer escolhas sábias quando você está sofrendo, irritado, confuso, implacável e amargo. Mas você pode. Como você responde a tragédia pode destruir a sua fé ou fortalecê-lo espiritualmente.

I. Quais escolhas insensatas as pessoas fazem na tragédia?
1. Elas deixam Deus de fora da tragédia.
a. Primeiro de tudo, alguns deles nem sequer acreditam em Deus.
b. Segundo, eles não entendem os caminhos de Deus.
c. Terceiro, eles têm uma visão anti-bíblica de Deus.
d. Em quarto lugar, eles procuram uma explicação humana.

2. Eles fazem boas perguntas, mas procurar respostas nos lugares errados.

a. Por exemplo: Por que Deus faria uma coisa dessas? Como Deus pode ser amor, se Ele permite que coisas como estas aconteçam? Será que Deus está realmente no controle de todas essas coisas? Ele não poderia impedi-las? Quem quer servir a um Deus assim?
b. O mundo responde perguntas como esta, dizendo: “Vamos colocar o cinto e apenas manter em movimento” Isso não é uma resposta divina.
c. Deus não é obrigado a explicar todos os Seus atos, mas Ele já revelou uma grande quantidade (Deuteronômio 29:29).

3. Eles alimentam a ira.

a. A ira em si não é um pecado.
b. A ira pode ser causada pela culpa.
c. Abrigar a culpa pode destruir a sua fé e afetar cada aspecto de sua vida.

4. Eles se concentram em alguém para culpar.

a. Costumamos culpar a Deus ou outra pessoa.
b. Culpar alguém não traz a cura, o perdão sim.

Exemplo: Um pastor que perdoou o motorista bêbado que matou sua mãe

Estas escolhas pode ser natural, mas elas não são saudáveis.

II. Quais escolhas certas você deve fazer na tragédia? Você pode escolher…

1. Crer que Deus é soberano sobre tudo (Salmos 103:19)

a. Deus usou Jó como um exemplo de retidão e para mostrar Sua fidelidade, Ele não tem o direito de fazer isso em sua vida?
b. Escolha crer, porque Deus está no controle, Ele o consolará e o guardara (Jó 42:2,10,17).
2. Confie em Deus nesta tragédia, mesmo que você não entenda (Isaias 55:8-9)
a. Exemplos: José, Paulo.

3. Creia que Deus irá trazer algo de bom, do sofrimento.
a. Deus pode trazer coisas boas das piores circunstâncias (Romanos 8:28).

4. Seja grato pelo que você tem e não se angustie sobre o que você perdeu.
a. “É melhor ter amado e perdido do que nunca ter amado”

5. Aprenda algo que vai ajudar a si mesmo, assim como a outros.
a. Não desperdice sua dor e tristeza.
b. Deus vai te confortar, então ele te usará para consolar outros (2 Coríntios. 1:3-4).
c. Deus usa a tragédia para nos tornar bons consoladores.

6. Medite nas Escrituras ao invés de se alimentar da compaixão que os outros têm de você.
a. A melhor pessoa para recorrer na tragédia não é seu amigo é o Senhor.
b. Salmo 119:105; Salmo 57:1-2, Salmo 55:22, Salmo 68:19, Salmo 119:24
c. O sofrimento, a dificuldade, a dor, a desilusão, a perda pode destruí-lo.

7. Supere esta tragédia através do poder de Deus
a. Deus não nega a nossa dor, mas Ele quer que nos voltemos para Ele para a cura (Romanos 8:31-38).
b. Quando confiamos em Deus e caminhamos para o centro da Sua vontade, seremos abençoados (Jó 42:2).
Conclusão:

Ninguém pode saber com certeza como alguém se sente. Não podemos nos comparar a ninguém. Se você já passou por uma terrível dor em sua vida e você fez as escolhas certas, era porque sabia que o Pai Celestial poderia ver e ajuda-lo na tragédia.


Aldenir Araújo
Fonte: O Pregador / Gospel +

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Até Jesus já alertava sobre a diabólica Teologia da Prosperidade!



Ontem reli a Parábola do Semeador, e fiquei pasma com o que Jesus disse há mais de dois mil anos e que está se tornando realidade nos dias de hoje. Antes, vamos rever essa passagem:

“Tendo Jesus saído de casa, naquele dia, estava assentado junto ao mar; e ajuntou-se muita gente ao pé dele, de sorte que, entrando num barco, se assentou; e toda a multidão estava em pé na praia. E falou-lhe de muitas coisas por parábolas, dizendo: Eis que o semeador saiu a semear. E, quando semeava, uma parte da semente caiu ao pé do caminho, e vieram as aves, e comeram-na; e outra parte caiu em pedregais, onde não havia terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha terra funda; Mas, vindo o sol, queimou-se, e secou-se, porque não tinha raiz. E outra caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e sufocaram-na. E outra caiu em boa terra, e deu fruto: um a cem, outro a sessenta e outro a trinta. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

E, acercando-se dele os discípulos, disseram-lhe: Por que lhes falas por parábolas? Ele, respondendo, disse-lhes: Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado; porque àquele que tem, se dará, e terá em abundância; mas àquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado. Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não vêem; e, ouvindo, não ouvem nem compreendem. E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: Ouvindo, ouvireis, mas não compreendereis, E, vendo, vereis, mas não percebereis. Porque o coração deste povo está endurecido, E ouviram de mau grado com seus ouvidos, E fecharam seus olhos; Para que não vejam com os olhos, E ouçam com os ouvidos, E compreendam com o coração, E se convertam, E eu os cure.

Mas, bem-aventurados os vossos olhos, porque vêem, e os vossos ouvidos, porque ouvem. Porque em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vós vedes, e não o viram; e ouvir o que vós ouvis, e não o ouviram. Escutai vós, pois, a parábola do semeador.

Ouvindo alguém a palavra do reino, e não a entendendo, vem o maligno, e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que foi semeado ao pé do caminho. O que foi semeado em pedregais é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria; mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração; e, chegada a angústia e a perseguição, por causa da palavra, logo se ofende; e o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera; mas, o que foi semeado em boa terra é o que ouve e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta.” – Mateus 13:1-23

Vejam bem: os cuidados deste mundo e a sedução das riquezas sufocam a Palavra, tornando-a infrutífera. Mas será que isso se refere também à Teologia da Prosperidade, e não apenas àqueles que trocam o Evangelho pelas benesses materiais?

Eu penso que sim. Ora, Jesus disse que a busca pelas riquezas torna a Palavra infrutífera, e o que vemos nas igrejas onde se prega a famigerada Teologia da Prosperidade?

Crentes totalmente carnais, infantis, que crêem cegamente em tudo o que seu mentor espiritual diz, pois uma das leis dessa diabólica teologia é que se deve obedecer sem titubear a todas as instruções do líder ungido, senão Deus não prospera. E isso significa dar trízimos, ofertas de R$ 900,00, tomar banho de óleo, comprar rosa ungida, participar de atos proféticos patéticos etc.

Crentes não transformados. A Palavra de Deus nos diz que em Cristo somos novas criaturas, porém o que vemos é mais do mesmo num Brasil onde os que se dizem cristãos evangélicos crescem exponencialmente. Há cidades onde os evangélicos são maioria, e há bairros e ruas repletos de igrejas (já cheguei a ver, anos atrás, três denominações diferentes bem vizinhas, grudadas umas nas outras, numa importante rua da zona leste de São Paulo). Porém, nos últimos dez anos diminuíram as taxas de violência? Houve diminuição na corrupção? O brasileiro está mais honesto? Infelizmente não, e isso se explica porque não estão ocorrendo conversões verdadeiras no mesmo ritmo em que pessoas estão atendendo ao apelo de muitas dessas igrejas da prosperidade. Quando vemos que, em recente pesquisa, descobriu-se que a maioria dos deputados da bancada evangélica têm pendências judiciais, fica claro que muitas igrejas não estão promovendo a conversão de almas para Cristo, mas apenas amontoando membros para demonstrar poder, uma falsa espiritualidade e aumento de sua arrecadação através dos dízimos e ofertas que esse público paga para ter acesso à carteirinha de membro da instituição.

Crentes “descrentes”. Como a ênfase da grotesca Teologia da Prosperidade não é a busca de Deus por quem Ele é, mas a conquista de vitórias e riquezas através da busca de “deus”, seus fiéis, como bons consumidores deste mundo “capetalista” (ouvi essa expressão do Pr. Maurício, da Igreja Batista Nacional da Vila Paulicéia), se sentem no direito de pesquisar o mercado eclesiástico gospel, até achar a igreja onde as promessas de “deus” cheguem de forma mais rápida e com menores custos. Assim, esse é um dos motivos da grande migração que há entre fiéis nas igrejas: estou na congregação X, mas aí fico sabendo que na Y tem um pastor milagreiro, então vou para lá. Mas o milagre demora para chegar, e vejo na TV a campanha das 70-sextas-feiras-13 da congregação W, que dizem que é tiro e queda, então vou para lá buscar minha bênção. Deixo de crer em Cristo, para crer no ministério onde eu consigo alcançar tudo aquilo que líderes inescrupulosos me ensinaram que é meu direito adquirido, por ter me associado ao mundo gospel. E minha descrença só tende a aumentar, já que a prosperidade real, nesse mundo “capetalista”, é coisa para poucos – em geral, para os próprios líderes desses ministérios.

Esses são alguns dos frutos da obtusa Teologia da Prosperidade. Alguém duvida de que se trata de uma teologia totalmente infrutífera, segundo os desígnios de Deus?
Os grandes artistas gospel (pregadores e “levitas”) que pregam essa monstruosa Teologia da Prosperidade deveriam realmente se converter a Deus (pois estão convertidos a Mamom e seus demônios) e ter mais amor e respeito pela Palavra, já que se dizem adoradores de Cristo. Que Deus lhes abra os olhos enquanto ainda há tempo, e que permita que muitos dos que estão sob seus enganos se voltem para a verdade do Evangelho.

Igreja brasileira, chega de jogar sementes nos espinheiros! A Palavra de Deus, quando pregada em verdade, produz os verdadeiros frutos do Espírito, que se refletem individualmente e na sociedade ao nosso redor.

“E, vendo ele [João Batista] muitos dos fariseus e dos saduceus, que vinham ao seu batismo, dizia-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento; e não presumais, de vós mesmos, dizendo: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que, mesmo destas pedras, Deus pode suscitar filhos a Abraão. E também agora está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo.

E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo, e com fogo. Em sua mão tem a pá, e limpará a sua eira, e recolherá no celeiro o seu trigo, e queimará a palha com fogo que nunca se apagará.” – Mateus 3:7-12

VOLTEMOS AO EVANGELHO PURO E SIMPLES,
O $HOW TEM QUE PARAR!


Fonte: Vera Siqueira em Uma estrangeira no mundo

Extraído do: LIBERTOS DO OPRESSOR

domingo, 22 de abril de 2012

O Caminho de Jerusalém


O Caminho dos Romanos é um termo familiar aos evangélicos. Ele se refere a uma série de versículos do Livro aos Romanos (do Novo Testamento) que muitos usam para comunicar o Evangelho. Embora seja um método eficiente, este não é o único meio de transmitir o plano de Deus para a salvação.

Anos antes de haver um Caminho dos Romanos, Jesus apresentou a mensagem do Evangelho para dois homens judeus quando estes iam de Jerusalém para Emaús (Lc 24.25-27). Um deles era Cleopas. O nome do outro homem não foi revelado.

Os dois homens estavam perturbados devido à recente morte de Jesus de Nazaré, a pessoa que eles esperavam que fosse redimir Israel (vv. 17,20-21). Eles tinham ouvido dizer que o corpo de Jesus havia desaparecido da sepultura e que anjos haviam dito que Ele estava vivo, mas eles mesmos não O tinham visto (vv. 23-24).

À medida que esses dois homens caminhavam para Emaús, o Messias ressurreto se uniu a eles e pregou-lhes uma mensagem que eles jamais esqueceriam:

“Ó néscios e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! Porventura, não convinha que o Cristo padecesse e entrasse na sua glória? E, começando por Moisés, discorrendo por todos os profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras” (vv. 25-27).

Aquela mensagem no “Caminho de Jerusalém” foi apresentada por um homem judeu a dois outros homens judeus a respeito de um Redentor judeu, usando Escrituras judaicas. Embora o Evangelho de Lucas não forneça o conteúdo específico da mensagem, ele dá alguma revelação, citando Jesus: “São estas as palavras que eu vos falei, estando ainda convosco: importava se cumprisse tudo o que de mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos” (Lc 24.44).

Jesus aparentemente começou pela Torá (os Cinco Livros de Moisés) e continuou a partir dali. Os homens eram tardios de coração para crerem (v. 25). Eles esperavam que o Redentor de Israel fosse um guerreiro poderoso e estavam cegos para a realidade de um Messias que deveria sofrer para que entrasse na glória (v. 26). Sem dúvida, as Escrituras que Jesus usou trataram da cegueira deles.

Ele provavelmente abordou desde a Semente (o Descendente) da mulher em Gênesis 3.15, continuando através do Profeta que seria levantado conforme Deuteronômio 18.15, o nascimento virginal em Isaías 7.14, o sofrimento do Servo em Isaías 53, e o reinado do descendente de Jessé em Isaías 11. Ele também deve ter usado o texto do Salmo 16.9-10: “Alegra-se, pois, o meu coração, e o meu espírito exulta; até o meu corpo repousará tranqüilo. Pois não deixarás a minha alma na morte, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção”.

“São estas as palavras que eu vos falei, estando ainda convosco: importava se cumprisse tudo o que de mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos” (Lc 24.44).


Talvez Ele tenha se referido aos profetas Jeremias e Daniel, descrevendo o Renovo justo que nasceria do Rei Davi (Jr 23.5-6), que seria “morto e já não estará” antes da destruição do Segundo Templo no ano 70 d.C (Dn 9.26). Gosto de imaginar que, no momento anterior ao que Jesus “desapareceu da presença deles” (Lc 24.31), Ele tenha citado Zacarias 12.10, explicando que, um dia, “sobre os habitantes de Jerusalém” será derramado “o espírito da graça e de súplicas”, e eles “olharão para aquele a quem traspassaram”.

Sejam quais forem as Escrituras que Ele tenha usado (há muitas dentre as quais se pode escolher), os homens no caminho aquele dia tiveram uma profunda reação: “Porventura, não nos ardia o coração, quando ele, pelo caminho, nos falava, quando nos expunha as Escrituras?” (Lc 24.32).

O salmista escreveu as seguintes palavras: “Bem-aventurados todos os que nele se refugiam” (Sl 2.12). Não há dúvida de que esses homens fizeram exatamente isso! (Steve Herzig - Israel My Glory - http://www.beth-shalom.com.br)

Fonte:Beth-shalom

domingo, 26 de fevereiro de 2012

A emocionante história de Mefibosete (versão estendida)

A bíblia sagrada nos relata como Davi, um pastor de ovelhas belemita, se tornou o maior rei da história do povo hebreu. Durante esse período, ele conquistou muitos amigos e companheiros de batalha. Jônatas, filho do rei Saul, mesmo sendo o herdeiro do trono pela linhagem de seu pai, percebeu a chamada divina na vida de seu grande amigo.

Durante uma das muitas investidas de Saul contra a vida do escolhido de Deus, Davi e Jônatas firmaram uma aliança que deveria defender até as futuras gerações de ambos (1 Samuel 20. 15 a 17).

Jônatas encontrou um fim trágico no mesmo dia em que seu pai faleceu (1 Samuel 31).  Quando a notícia da morte do rei e de seus filhos chegou à casa de Jônatas, uma serva tentou proteger a vida de uma das crianças da casa. Infelizmente, ela tropeçou e derrubou o garoto, que ficou coxo devido á queda. O seu nome era Mefibosete (2 Samuel 4. 4).

Os anos se passaram. E com eles veio o estabelecimento do reino de Davi. Um dia ele lembrou-se de sua promessa e procurou algum descendente de Saul para poder cumprir com a sua palavra. Através de um antigo servo de Saul, Davi ficou sabendo da existência de um filho de seu grande amigo Jônatas que vivia em Lo-Debar (1 Samuel 9. 1 a 4).

Podemos imaginar a vida decepcionante do jovem Mefibosete. Alguém que descendia de uma linhagem nobre e de guerreiros valorosos, destinado a uma vida medíocre e cheia de limitações. Quem olharia para o “aleijadinho” da cidade e adivinharia que ele era um herdeiro de uma família poderosa? E que príncipe moraria naquela cidadezinha esquecida por Deus?

Aliás, Mefibosete considerava Lo-Debar o local perfeito para alguém que Deus escolheu para maltratar.

Quem sabe o filho de Jônatas estava meditando sobre a sua coleção de frustrações, quando o som de trombetas anunciou a chegada de uma comitiva portando o brasão real do Davi.

Não demorou muito para o líder da comitiva encontrar mefibosete. O oficial desceu de sua montaria e, com uma reverência destinada apenas a príncipes, explicou o propósito daquela visita:

- Venho em nome do grande rei Davi buscá-lo para uma conferência com o ungido do Senhor nosso Deus.

Imagine o que passou pela cabeça de Mefibosete. “Mandar tantos guardas para buscar um aleijado? Com certeza ele pretende exterminar a linhagem do meu pai”.

Ele deve ter imaginado mil formas de tortura e martírio nas mãos dos soldados de Davi, de forma alguma ele imaginaria que havia uma festa de “Bem Vindo” preparada em Jerusalém.

Davi recebeu o filho de seu amigo em seu palácio e lhe restituiu todos os bens de seus antepassados. O rei mostrou como havia sido fiel ao seu bom amigo Jônatas e proporcionou um lugar de honra em sua corte para Mefibosete (2 Samuel 9. 5 a 7).

Essa história tem lições preciosas para nossas vidas.

Essa história mostra o valor de verdadeiras amizades (Provérbios 18. 24).

Essa história mostra por analogia como Deus é misericordioso (Hebreus 4. 16).

Essa história mostra como ninguém está longe do alcance da graça divina (Tito 2. 11).

Essa história... Não terminou ainda!

Este artigo nasceu após eu ouvir uma musica que tinha como tema a narrativa sobre Mefibosete. Infelizmente, o foco dessa canção estava “na mesa do rei”. A mensagem gira em torno de exaltação e melhoria de vida, palavras como misericórdia, graça e fidelidades nem são mencionadas.

O que vou dizer pode surpreender alguns leitores, mas depois que Mefibosete se mudou para Jerusalém não rolou o “feliz por todo o resto da vida”. A bíblia nos mostra um momento de provação na vida do filho de Jônatas.

Quando Absalão usurpou o trono de seu pai, obrigando Davi a fugir de Jerusalém, Mefibosete decidiu montar em uma jumenta e acompanhar o seu rei e amigo. Porém, Ziba o seu servo pessoal, armou um golpe para enganar Davi e passar a herdar os bens de seu mestre (2 Samuel 19. 24 a 27 / 2 Samuel 16. 1 a 4).

O filho de Jônatas encontrou-se traído por seu servo, distante de seu bem-feitor e amigo, e cercado por pessoas que estavam servindo a um rei fora da vontade de Deus.

Ele sabia que bastava jurar fidelidade a Absalão para tentar preservar a sua vida. Mas como trair a benignidade de Davi? A sua família era digna de morte, mas  Davi escolheu ser misericordioso com alguém que lhe desprezava. O bom rei havia mudado a sua vida apenas motivado pelo amor! De forma alguma ele iria trair tal gesto!

  Mefibosete mostrou a sua tristeza da forma típica daqueles povos. Manteve roupas e corpo sujos, em sinal de indignação e tristeza pela infelicidade vivida na casa do rei.

Até o momento nós só tínhamos visto Mefibosete como agente passivo da bênção divina. Ele herdou a dívida de honra com Davi, ele recebeu misericórdia, ele mudou-se para Jerusalém e passou a desfrutar das regalias da casa de Davi. Agora, no momento em que a sua fidelidade foi provada, ele mostrou que aprendera a ser grato e a reconhecer a vontade de Deus na provação.

Eis as verdadeiras lições que o coxo filho de Jônatas nos ensina: Ser firme e perseverante na provação (Provérbios 24. 10), não compactuar com a injustiça (Salmo 1. 1 e 2), r, e conhecer que não merece a graça alcançada (Comparar 2 Samuel 19. 28 com Efésios 2. 5), e alegrar-se com a manifestação da vontade de Deus (comparar 2 Samuel 19. 30 com Mateus 6. 33).

Agora eu desafio os compositores a escreverem músicas contando essa parte da história de Mefibosete. Mostrar como é difícil tomar uma atitude correta diante da pressão mundana, após uma traição dolorosa e sem nenhum amigo por perto. Quero ver falar sobre amizades verdadeiras ou fidelidade á palavra empregada. Infelizmente são assuntos que estão cada vez mais longe de nossos púlpitos por que “não vendem”.

O nome do príncipe Mefibosete não consta na lista dos heróis da fé da carta aos Hebreus, mas essas palavras cabem perfeitamente ao seu exemplo de vida:

“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não vêem. Porque, por ela, os antigos alcançaram testemunho” (Hebreus 11. 1 e 2 / Grifo nosso).


Nos ajude com o seu comentário.

Extraído do: Sementes do Evangelho  / O guarda de israel

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Resumo dos Sete grandes acontecimentos do Futuro


1. O ARREBATAMENTO DOS SALVOS

A ocasião
Meia-noite “espiritual” Mt.25:6
Em uma hora ignorada Mt.24:36,44
A qualquer momento Ap.22:12; 20

O propósito
Livrar os Embaixadores do Rei do perigo que se seguirá II Co. 5:20
Introduzir os santos do reino da glória II Co.15:52,53
Produzir a nossa transformação final II Co.15:51

Os participantes
Os santos ITs.3:13
Os fiéis Sl.101:6
Os vigilantes Lc.21:36

As conseqüências
A igreja desaparecerá ITs.4:17; Gn.5:24
A operação do Espírito Santo se restringirá drasticamente na face da terra IITs.2:7
Iniciar-se-á a Grande tribulação Ap.3:10


2. O TRIBUNAL DE CRISTO
    Não se destinará:
    Ao julgamento de nossos pecados IJo.1:7
    A garantir lugar nos céus Ap.22:14
    A condenar Rm.8:1

    Se destinará:
    A entrega dos galardões   Ap.22:11
    A coroação
    Verificação final de nossos atos cometidos em conexão com nossa vida cristã. Rm.14:10; Lc.12:16; ICo.3:13; IICo.5:10

    Onde acontecerá?
    Não será terra.
    Não será no céu.
    Será nos ares ITs.4:17


    3. A  GRANDE TRIBULAÇÃO

    Que significa?
    Um período de grande aflição Mt.24:41
    Um derramamento da ira Divina Ap.6:16,17
    Um tempo de angustia para Israel Dn. 12:1; Jr.30:7

    Quando ocorrerá?
    Imediatamente após o Rapto
    Antes da revelação

    Quais serão os fatos proeminentes da Grande Tribulação?
    O Reinado do Anticristo IITs.2:3,4
    A presença da trindade satânica: o Dragão, a Besta e o Falso Profeta
    Tragédias e mortes a nível mundial Ap.8:7, 8:9; 9:8

    Como findará a Grande Tribulação?
    Com a purificação nacional de Israel
    Com o retorno pessoal de Crsito Ap.19:11,13
    Com a derrota do Anticristo IITs.2:8


    4. AS BODAS DO CORDEIRO Ap.19:7-9 
      • Será um momento de glória  sem igual
      • Será um matrimonio espiritual de valor eterno.
      • Será destinada exclusivamente aos santos
      • A igreja estará com suas vestiduras de glória

    5. A REVELAÇÃO Ap.19:11-16
    • O Senhor virá com poder e grande glória Mt.24:30
    • O Senhor virá visivelmente Ap.1:7; Zc.14:4
    • O Senhor voltará com os santos Cl.3:4; Jd.14
    • O Senhor destruirá o Anticristo e seus exércitos Ap.19:19-21
    • O Anticristo e o falso profeta serão lançados no Lago de fogo Ap.19:20; IITs.2:8

    6. O MILÊNIO Que significa?

    • Mil anos de paz e prosperidade Is.2:4
    • O governo pessoal de Cristo na Terra Jr.23:5
    • A regeneração final da terra Mt.19:28
    • A expressão final e mundial da glória e grandeza de Israel Is.60:22; Am.9:15
    • A prisão pessoal do Diabo Ap.22:1,2
    • Israel se converterá a Cristo e O reconhecerá como seu Messias Zc.12:10,12
    • Jerusalém será a capital do mundo Sf.3:20; Is.2:3


    7. O GRANDE TRONO BRANCO
    • O Juiz será nosso Senhor Jesus At.17:31
    • A igreja estará presente com Cristo e com Ele cooperará em Seu governo ICo.6:2,3
    • Para efeito de realização plena do grande trono branco, haverá a segunda e ultima ressurreição, quando os últimos habitantes da terra, de qualquer época da História, que haviam morrido, ressuscitarão a fim de comparecerem perante a face do Senhor. Ap.20:13; Jo.5:29
    • Os anjos caídos serão julgados Jd.6
    • O grande trono branco realizar-se-á em lugar que está fora da área atualmente ocupada pelo céu e pela terra Ap.20:11

    Abrir-se-ão os livros da eternidade

    •     O livro dos pensamentos Rm.2:15
    •     O livro da consciência Rm, 2:15
    •     O livro das obras  II Co.5:10
    •     O livro das lagrimas Sl.56:8
    •     O livro da maldição Zc.5:1-4
    •     O livro das palavras Ml.3:16
    •     O livro do corpo Sl.139:15,16
    •     O livro da Vida

    • Serão criados novos céus e nova terra IIPe.3:13; Is.65:17.
       
    “Mas à meia-noite ouviu-se um grito: Eis o noivo! saí-lhe ao encontro!” Mt.25:6

    “aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, que se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo todo seu, zeloso de boas obras.” Tito 2:13;14

    Pb. Fernando Cardoso   flcpregador@ig.com.br 

    Fonte: AD Perus / o guarda de israel

    Versículo usado pelos adeptos da falaciosa Teologia da prosperidade



    Rô Moreira.

    Um jovem amigo meu no Facebook me perguntou sobre o porquê dos adeptos da Teologia da prosperidade usarem sempre de (Fl 1:18) para defenderem o indefensável.
    Mas que importa? Contanto que Cristo seja anunciado de toda a maneira, ou com fingimento ou em verdade, nisto me regozijo, e me regozijarei ainda. (Fp 1:18)
    Realmente algumas pessoas usam de versículos soltos para se defenderem ou defenderem algo indefensável tal como a Teologia da Prosperidade ou defender alguns irmãos que se deixaram levar pelo estrelismo, pela fama com desculpa de que uma porta se abriu para pregar o evangelho, mas que na verdade o evangelho que alguns insistem em anunciar não é o verdadeiro evangelho. Todos sabem que alguns estão pregando um “Eu”vangelho onde se coloca o homem no centro de toda sua vontade.
    Sendo assim vamos analisar este versículo.
    Comecemos por (Fp 1: 12 )pois aí sim da pra entendermos melhor.
    12. Irmãos, faço questão de que saibais o seguinte: o que me aconteceu tem antes contribuído para o progresso do Evangelho.13. Com efeito, em todo o pretório e em toda a parte, se ficou sabendo que eu estou na prisão por causa de Cristo.14. E a maioria dos irmãos, encorajada no Senhor pela minha prisão, redobra de audácia, proclamando sem medo a Palavra.15. Alguns, é verdade, o fazem por inveja e rivalidade, mas outros proclamam a Cristo com boa intenção.16. Estes agem por amor, sabendo que tenho a missão de (defender o Evangelho).17. Há aqueles, porém, que não anunciam Cristo com honestidade, mas por ambição, (visando agravar meu sofrimento na prisão).
    "Visando agravar meu sofrimento na prisão” Vemos aqui que ele não se agradava destes, e que estava preso.
    Neste momento Paulo estava conversando e não ensinando doutrina, neste trecho, era uma conversa, já no cap.2 é doutrina. Como o apóstolo em Filipense irmãos, iria se sentir feliz com isso? Dizendo que não tem problema. Como Paulo iria dizer que o que importa é que a porta se abriu, e não tem problema, mas que o evangelho antropocêntrico seja pregado, o importante é que seja anunciado?? Como? Se em Galatas 1: 6 ao 10 ele diz outra coisa irmãos?
    “Maravilho-me de que, tão depressa, passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo, para outro evangelho; O qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o [verdadeiro] evangelho de Cristo”. Mas, ainda que nós mesmos, ou um anjo do céu, vos anuncie outro evangelho, além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim como já vô-lo dissemos, agora de novo, também, vô-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho, além do que já recebestes, seja anátema. Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? Ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.
    Sendo assim irmãos não tem como aceitarmos esta falácia dos que querem defender o indefensável. Paulo diz que aqueles que pregavam com falsidade trazia para ele grande agravo, pois ele tinha a preocupação de pregar o evangelho genuíno, e estando ele preso isso trazia a ele uma grande preocupação, mas ele sabia que o evangelho estava sendo anunciado por alguns com honestidade e por isso ele se alegrava. Portanto irmãos aconselho a todos que quando ouvirem alguém usando de versículos soltos , procurem ler o texto todo. Irmãos não dê ouvidos a estes que dizem que o que importa que seja pregado, isso é adaptar a palavra a seu bel prazer influenciados por um ecumenismo. Pois se for somente que seja anunciado, então, o espírita que usa o evangelho também esta certo? A Lanna Holden que prega a sua maneira também esta certa? Este “eu“vangelho triunfalista não importa que seja pregado?? Não queridos irmãos, o cristianismo tem regras, não é um questão de doutrinas de denominações, mas de princípios cristãos e que não podemos nunca se esquecer do que Paulo disse, se alguém vos pregar outro evangelho que seja anátema. Paz!

    Fonte: Mulheres Sábias

    quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

    Associação Norte-americana de Psicologia Depois de Varios Estudos Chegou a uma Conclusão que as Pessoas não Nascem Homossexuais

    Associação Norte-americana de Psicologia, Depois de Varios Estudos Chegou a uma
    Conclusão que as Pessoas não Nascem Homossexuais


    As pessoas não nascem gays, diz autor de livro sobre a homossexualidade Ciência revela que as pessoas não nascem gays – Em uma entrevista concedida ao jornal espanhol El Pais sobre seu livro “Compreender e sanar a homossexualidade”, Richard Cohen, quem se define a si mesmo com um “ex-gay”, afirmou que a Associação Norte-americana de Psicologia depois de muitas investigações chegou à conclusão de que as pessoas não nascem homossexuais. O livro do Cohen foi colocado à venda em 2004. Agora em 2012 a editorial LibrosLibres fez uma nova edição que recebeu a aceitação do público incluindo os leitores homossexuais. Entretanto o movimento de lésbicas, gays, transexuais e bissexuais (conhecido pela sua sigla LGTB) pediu que o livro fosse retirado das livrarias o qual foi considerado como um ataque à liberdade de expressão.

    Na entrevista ao El Pais e explicando a verdadeira origem da homossexualidade, Cohen afirmou que “em 2008, a Associação Norte-americana de Psicologia disse que embora houvesse muitas investigações sobre as possíveis causa genéticas, biológicas ou hormonais da orientação sexual, não houve descobertas que permitam aos cientistas chegar à conclusão de que a orientação sexual esteja determinada por um ou vários fatores particulares. A ciência diz que as pessoas não nascem gays”. Ao ser perguntado se a homossexualidade é um fator biológico o autor do livro sustentou que aqueles que experimentam sentimentos homossexuais são homens e mulheres extremamente sensíveis e assinalou que eles “vivem uma relação com seus pais, com seus companheiros e com seu entorno, deferente à dos seus irmãos e às de outras pessoas ao seu redor. Essa sensibilidade pode assentar as bases para os sentimentos homossexuais”.

    O autor do livro, que nos últimos 21 anos trabalhou como psicoterapeuta, confessa que suas reflexões partem de uma experiência pessoal e manifestou que “eu mesmo vivi como gay, tive um companheiro gay durante três anos”. Entretanto durante muito tempo Cohen sofreu por viver nesse estado e reconheceu que não recebeu ajuda porque “muitos terapeutas me diziam que eu tinha nascido gay, que não havia nada a ser feito. Que eu devia aceitar e viver uma vida gay”. O autor explicou que atrás das pessoas homossexuais quase sempre há uma história de dor que preferem ocultar. “Sob meu desejo pelos homens havia uma ferida. Não recordava que meu tio tinha abusado sexualmente de mim. É algo que reprimi durante 25 anos, até que fiz minha terapia. Então encontrei a um mentor masculino, heterossexual. Quando experimentei o luto por esse abuso minhas tendências homossexuais desapareceram”. Ao referir-se às causas da homossexualidade Cohen sustenta que o abuso sexual é uma das razões e explicou que “nunca é uma coisa só. É uma combinação de vários fatores. 50 por cento de meus clientes sofreu abuso sexual por parte de alguém do mesmo sexo”.

    Logo depois de assinalar que os homossexuais são uma porcentagem pequena da população e muitos deles seguem sentindo-se mal consigo próprios apesar de seu bom estado físico já que “não importa quantos músculos desenvolvam, mesmo assim eles se sentem inferiores interiormente”. Richard Cohen explicou logo que é um mito afirmar que se nasce gay porque cientificamente isso não é válido. “Mas tampouco se pode dizer que ser gay seja uma opção. A pessoa não acorda um dia e decide ser gay. Há uma série de fatores combinados que fazem que alguém se comporte como gay. Tratando centenas de homossexuais venho descobrindo que há uma série de contextos comuns em todos eles”, acrescentou. Finalmente Cohen disse que “nas biografias dos famosos fica claro também: tiveram experiências similares. Rosie O’Donnell, Greg Luganis, Elton John, Ricky Martin, Ellen DeGeneres… todos têm histórias semelhantes.

    Informações: ACI Digital / Resistência Cristã

    segunda-feira, 28 de novembro de 2011

    Desmascarando o movimento “Creciendo en Gracia”

    Por : Pastor Armando Taranto Neto

    O Movimento Cresciendo em Gracias é um laboratório produtor de heresias. Algumas destas produzidas com nomes como: “cápsulas de graça”, “o resumo de um fundamento da doutrina da graça que contém a posição tradicional e desviada dos religiosos…”.
    Em poucas linhas exporemos alguns dos ensinos propagados por essa seita herética, para com o único objetivo, não permitir que os crentes fiéis sejam “levados em roda por todo o vento de doutrina,
    pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente” (Ef 4.14
    Origem do movimento
    Segundo Paulo Cristiano do Instituto Cristão de Pesquisa (ICP), uma entidade Apologética da Sã Doutrina Bíblica, “… foi o porto-riquenho José Luiz de Jesus Miranda, mais conhecido como “o apóstolo”, fundador e líder do MCG. Não nos deteremos em refutar todas as heresias concernentes à sua pessoa, mas somente as heresias que consideramos de maior importância para a manutenção da ortodoxia doutrinária.
    A sede mundial do MCG fica em Miami, Flórida, EUA. Fundado por volta de 1986, o movimento chegou ao Brasil dez anos atrás, aproximadamente1. Atualmente, a central do movimento por aqui fica em Guadalupe, bairro do Rio de Janeiro, RJ. O MCG alega que está presente em todo o continente americano e na Austrália, perfazendo um total de 24 países. No Brasil, estão fixados em nove Estados, sendo que em São Paulo possui seis igrejas, as quais denominam “centros educativos”. Mantêm ainda vários programas de rádio e TV….” diz ele.

    Uma Doutrina fora dos parâmetros Bíblicos

    Sua Hermenêutica doente
    São pessoas guiadas por “revelações”. O próprio fundador José Luiz de Jesus Miranda diz ter recebido esta abominável doutrina do próprio Jesus: “A fé é uma ciência, olhe, essa ciência ninguém nesta terra conhece [...] nem eu a conhecia. O Senhor me comunicou, pessoalmente…”. O MCG distorce ao seu bel prazer os textos Sagrados para dar suporte ao movimento.
    Problemas com a semântica
    Só aceitam os ensinamentos do Apóstolo Paulo como sendo válidos, denominando inclusive, de cristãos, somente os que fazem uso dos escritos do apóstolo, descartando os ensinos de Jesus Cristo.

    Confrontando o MCG com outras seitas

    Unicismo
    Não aceitam e nem crêem na Trindade. São modalistas, entendimento de que Deus é uma só pessoa que se manifestou de três perspectivas diferentes (sabelianismo). Afirmam: “Cremos que Deus é um, e um é o seu nome. O trinitarismo é uma falsa doutrina que pretende separar a pessoa de Jesus Cristo de Deus Pai como dois seres em separado. O unitarismo ensina que é só Jesus. Ao contrário, nós ensinamos que Jesus é também o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Três manifestações, porém, um só Deus”, semelhante ao que crêem os grupos Tabernáculo da Fé, Voz da Verdade e Igreja Local”.
    Aniquilacionismo
    Acompanham igualmente às testemunhas-de-jeová e aos adventistas do sétimo dia, são aniquilacionistas. Pregam a não existência do inferno de fogo e ainda: “Com respeito ao evangelho, quer dizer, às quatorze cartas que Paulo escreveu depois da cruz, nunca mencionou a palavra inferno, isto se deve ao fato de que o inferno não existe”.
    Reencarnacionismo
    Defendem a reencarnação quando afirmam: “Veja bem, a reencarnação é um recurso usado por Deus do jeito que Ele quer. Não é uma forma automática na vida do crente. É totalmente regulada por Deus”.
    Preexistência dos espíritos
    Tal qual a doutrina mórmon, crêem na preexistência dos espíritos. Para eles os anjos são meros espíritos sem corpos; os seres humanos anjos corporificados. Com respeito aos seguidores do movimento dizem: ”Os membros desta família sabem que existiam em condição de anjos antes da fundação do mundo”.
    Adão como Satanás
    Adão, na concepção da seita, foi a encarnação de Satanás. Quando Jesus morreu na cruz aniquilou o pecado adâmico, uma representação da obra do diabo; ou melhor, tanto o diabo quanto o pecado não mais existem, foram banidos: “Deus depositou no primeiro homem o espírito de Satanás; ou seja, Adão era Satanás…”.
    O Homem como Deus
    Da mesma forma que os adeptos da Nova Era, crêem piamente que são deuses: “Você é um espírito criado por Deus à sua imagem e semelhança, porque Deus teve filhos, e Deus os chamou de deuses. Diga: SOMOS DEUSES…”.
    Peculiaridades doutrinárias do MCG
    • Ensinam que existem dois evangelhos: O falso, denominado da “circuncisão”, que foi pregado pelo apóstolo Pedro e demais apóstolos, e o verdadeiro também conhecido como o evangelho da “incircuncisão”, pregado pelo apóstolo Paulo e atualmente pelo próprio José Luiz de Jesus;
    • Diferenciam o Jesus de Nazaré de Jesus Cristo. Afirmam: “É por isso que Paulo ensinava a servir àquele que ressuscitou e não a Jesus de Nazaré, que foi o corpo de Cristo (Rm 7.4). Em outras palavras, servir a Jesus Cristo ressuscitado é colocar-se depois da cruz e imitar a Jesus de Nazaré é colocar-se antes da cruz”. E mais: “O evangelho diz que, para darmos fruto para Deus, devemos ser do ressuscitado. Se você é de Jesus de Nazaré dá fruto, porém, para os homens, porque a doutrina de Jesus de Nazaré produz fé fingida”.
    • Procuram através de confronto escriturístico, criar uma antítese entre o evangelho ensinado por Paulo e o pregado pelos outros apóstolos, notoriamente João e Pedro. Com respeito a Pedro, dizem: “Paulo profeticamente disse: ‘Com a minha partida, entrarão lobos vorazes que não perdoarão o rebanho’ (At 20.29). E mais: “Que antes da vinda do Senhor se manifestaria a apostasia, o iníquo (2Ts 2.4). Quem se opôs ao sacrifício de Jesus (Mt 16.21-23), quem se opôs ao evangelho de Paulo (Gl 2.11-14)? Pedro, o mesmo que deu a mão a Paulo em sinal de companheirismo e que, em seguida, Paulo repreendeu por ser hipócrita (Gl 2.9-14). Foi por isso que Paulo disse que o mistério da iniqüidade já estava em ação (Pedro), mas havia quem o deteria (Paulo), até que fosse tirado do meio (2Ts 2.7)”.
    • No tocante a João, asseveram: “Quando um crente é iluminado, ele entende que o diabo já não existe mais, que o pecado foi aniquilado,que está morto à lei, que foi Deus quem o escolheu antes da fundação do mundo, que é santo e está sem mancha diante do Senhor. Do contrário, ele chama esta revelação de blasfêmia, heresia. E mais, porque João não foi iluminado por esta palavra, ele chamou Paulo de anticristo, porque Paulo ensinava a não imitar a Jesus de Nazaré, mas a Jesus Cristo, o ressuscitado (Rm 7.4)”. Enfaticamente pregam que o Evangelho da Graça só foi recebido pelo apóstolo Paulo.
    • De acordo com o MCG, só são igrejas cristãs genuínas aquelas que o apóstolo Paulo fundou. Todas as outras, segundo eles, não passavam de seitas judaicas, estando totalmente desconectadas do Evangelho de Cristo.
    • Não cumprem as Ordenanças do Batismo e Ceia bem como o ensino da purificação dos pecados, argumentando que tudo isso não deve mais ser observado por se tratarem de rudimentos da doutrina de Cristo que ficaram no passado.
    Neomarcionismo
    Está claro que José Luiz intenciona restabelecer, radicalmente, as antigas doutrinas de Marcião.
    Marcião foi um renomado presbítero do século II que tinha um objetivo em mente: “Desjudaizar” a religião cristã, para isso ele tentou eliminar do cristianismo todos os elementos de origem judaica do Novo Testamento. Criou seu próprio Cânon selecionando passagens mutiladas dos evangelhos de Lucas e das epístolas paulinas; rejeitando, assim, os evangelhos de Mateus, Marcos e João. Ensinava que os apóstolos não haviam entendido corretamente a doutrina de Cristo Jesus, somente Paulo. Sendo assim, o apóstolo dos gentios era o apóstolo por excelência para Marcião, pois recebeu as verdades do evangelho diretamente de Jesus por revelação. Conseguia fazer ainda uma distinção entre o deus mau do Antigo Testamento e o deus bom da Nova Aliança.
    Essa mesma doutrina herética são ensinadas por “Jesus Cristo Homem” José Luiz de Jesus, onde diz: “Você não pode conhecer a Deus na lei. Imagine você. Esse Deus do Antigo Testamento. Deus não é assim. Esse é um lado de Deus. Esse é o lado mau de Deus, porque Deus é bom e Deus é mau”.
    Seguem algumas refutações Bíblicas segundo Paulo Cristiano do Instituto Cristão de Pesquisas (ICP), onde diz:
    “[...] É interessante que a semelhança entre os dois sistemas é idêntica até mesmo nos pormenores. É sabido que Marcião foi o primeiro a formular um cânon pessoal, enquanto o senhor José Luiz divide arbitrariamente a Palavra de Deus da seguinte forma: Escrituras (escritos do Antigo Testamento), História (os quatro evangelhos e o livro de Atos) e Evangelho (somente as epístolas paulinas, inclusive Hebreus).

    Respondendo algumas heresias do MCG

    Adão e Satanás são a mesma pessoa?
    “Como caíste do céu [...] Como foste lançado por terra…” (Is 14.12-16).
    Os adeptos do MCG acreditam que este texto aponta para Adão, o qual seria o próprio Satanás. Dizem que a palavra “cortado”, em certa tradução, está errada. O certo seria “foste formado”.
    Resposta apologética
    Antes de tecermos quaisquer comentários sobre isso, é bom lembrar que a Bíblia sempre compara Satanás com a antiga serpente, o dragão, o leão (2Co 11.3,14; Ap12.9; 20.2), mas nunca com Adão. A serpente é a mesma que tentou Adão e Eva (Gn 3). Portanto, a gênese da queda envolveu três personagens: Adão, Eva e a serpente, influenciada por Satanás. Outro fato que deve ser considerar é que o capítulo inteiro é uma continuação da profecia contra o império da Babilônia (Is 13.1; 14.4). Quem caiu foi o rei da Babilônia (Is 14.8), monarca que debilitava as nações (Is 14.12) e era soberbo (Is 13.19). A história nos relata que os reis babilônicos tinham todas essas características de grandeza (Dn 4.22); mas, por fim, foram abatidos (Cf. Is 14.23 com Is 47.10). O “homem” do qual fala o verso 16 não pode ser Adão, porque, em sua época, não havia reinos ou nações. Adão não tinha cidades e muito menos fazia pessoas cativas (v.17). Mas isso se encaixa perfeitamente com o rei da Babilônia, usado no texto como figura de Satanás.
    Pedro foi inimigo de Paulo?
    “… Mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo” (Gl 1.6-8).
    Declaram que este texto refere-se aos apóstolos, principalmente Pedro, que queriam perverter o evangelho de Paulo.
    Resposta apologética
    Certamente, o apóstolo Paulo está-se referindo à repreensão dada a Pedro em Gálatas 2.11. Mas daí construir uma aversão entre o evangelho de Paulo e o evangelho de Pedro é ser desonesto com o contexto bíblico, até porque este incidente foi tão irrelevante que Lucas não o menciona em seu livro: Atos dos Apóstolos. Havia, na igreja, muitos da circuncisão (At 10.45; 15.5). O próprio Pedro teve problemas com alguns deles (At 11.2). Este incidente, talvez, explique o receio na atitude de Pedro em Gálatas 2.12. O que Paulo condenava, ao que parece, era o fanatismo de alguns (Fl 3.2) e não o ministério da circuncisão que lhes fora confiado (Cl 4.11). Paulo chega a reconhecer os dois ministérios como sendo de procedência divina (Gl 2.7,8). Dois ministérios, mas um mesmo evangelho. [...]
    [...] Não ao batismo e ao arrependimento?
    “… Deixando os rudimentos da doutrina de Cristo…” (Hb 6.1,2).
    Acreditam que este texto os isenta do batismo e do arrependimento. O batismo seria um rudimento a ser abandonado de vez pelos cristãos.
    Resposta apologética
    Mal interpretado pelos adeptos do MCG, o texto em referência não diz o que eles afirmam dizer. O que o escritor está dizendo tem sua razão em Hebreus 5.12-14. Todos os itens alistados nos versos 1 e 2 são os passos iniciais de quem ainda é novo convertido. Em contrapartida, pelo tempo que já estavam no evangelho, deveriam ser mestres. Mas, metaforicamente, ainda estavam se alimentando com “leite”; ou seja, com as primeiras doutrinas cristãs, da necessidade de se arrependerem dos pecados, de se batizarem, de terem fé em Deus, de ouvirem falar que haverá um juízo final, etc., ensinamentos voltados aos novos convertidos e não aos cristãos amadurecidos na fé, no conhecimento e na graça de Deus. Em verdade, já estava na hora de tais cristãos irem além dessas doutrinas e prosseguirem para a maturidade (perfeição) espiritual, tendo em vista as tribulações que estavam passando.
    O texto não desobriga nenhum cristão da observância do batismo e das outras doutrinas, antes, está alertando quanto o perigo de alguém estacionar naquilo que aprendeu. Se negarmos o batismo e o arrependimento, baseados nesse texto, teremos de negar também o juízo final, a fé em Deus e a ressurreição, coisas que os adeptos do MCG ainda crêem estarem em vigor. [...] “
    Considerações finais
    Por falta de espaço muitas outras refutações deixaram de ser consideradas. O assunto demandaria a produção de um compêndio. Claramente se observa que o movimento Crescendo em Gracias é mais uma heresia projetada no inferno e está enquadrada nas recomendações de Paulo com referência a “Outro Evangelho”, pior ainda, com “outro Jesus”; desta feita um “Jesus” rico, esbanjador, egocêntrico, mentiroso e satânico.
    Ficam aqui as palavras contextualizadas de Jesus Cristo:
    Respondeu-lhes Jesus:
    “Acautelai-vos, que ninguém vos engane. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos enganarão. [...] Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto; não saiais; ou: Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis. Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até o ocidente, assim será também a vinda do filho do homem. Pois onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres.
    (Mt 24.4,5,26-28)

    Com informações do Gospel prime

    Lista das 10 postagens mais populares desde à criação do Blog

    Pegue uma Bíblia e descubra Como ir para o Céu

    O plano de Deus para a sua salvação

    Primeiro você precisa saber:

    1) Boas obras não salvam (Efésios 2:8,9 / João 14:6 / Tito 3:4-7)

    2) Todos pecaram inclusive você (Rom 3:23)

    3) E por isso todos estão indo para a morte eterna (o Inferno) (Rom 6:23)

    4) Mas Deus nos amou tanto que enviou Jesus Cristo para nos salvar (João 3:16 / João 14:6 / Romanos 5:8 / Lucas 5:32)

    E assim se você...

    1) ... se arrepender e confessar que é pecador, (2 Cor 7:10 / 1 Jo 1:9)

    2) ... crer que Jesus é o Filho de Deus (Rom 10:9)

    3) ... e pedir a Ele: “Jesus me perdoa, me salva!” (Rom 10:13 / Lucas 23:33-43)

    Então você será salvo!

    1) Todos os seus pecados serão perdoados e lavados pelo sangue de Jesus (I João 1:7 / Marcos 1:40-42)

    2) Você terá vida eterna no céu com Deus (João 3:16 / João 14:2-6)

    3) A salvação não se perde jamais (João 10:27-30)

    “Eis aqui agora o dia da salvação” (2 Cor 6:2)

    Ninguém sabe quanto tempo vai viver, não adie a maior decisão que você tem a tomar na vida. Converse com Deus em uma oração simples, se arrependa, confesse, creia e clame “Jesus me perdoa, me salva, me lava, me transforma!” E assim você poderá ter absoluta certeza da salvação.

    Fonte: Editora Elim – www.editoraelim.com.br – (21) 2415-7923

    FOLHETO: ESTA FOI A SUA VIDA!

    VOCÊ TEM UM TEMPINHO PARA VER?

    PAÍSES QUE PASSARAM POR AQUI: QUASE 160

    free counters