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domingo, 22 de setembro de 2013

Por que sofremos se Deus nos ama?

Por que temos dificuldade de entender como Deus pode nos amar se ao mesmo tempo bebemos o cálice amargo do sofrimento.

O problema do sofrimento não é uma questão apenas filosófica, mas, sobretudo teológica. Temos dificuldade de conciliar o amor de Deus com o sofrimento humano. Os judeus questionaram o amor de Jesus por Lázaro, por este ter passado pela morte sem a intervenção de Jesus. Ao longo dos séculos reverbera sempre a inquietante pergunta: Por que sofremos? Por que a nossa dor não cessa?

Chamo sua atenção para alguns pontos importantes no trato dessa matéria:


1. O sofrimento não é fruto do desamor de Deus, mas do pecado humano – O sofrimento é filho do pecado. Não tivesse existido a queda não haveria sofrimento. Somos concebidos em pecado e nascemos com uma natureza corrompida num mundo que está gemendo açoitado por muitas agruras. O sofrimento é a conseqüência inevitável do pecado. O pecado é como uma fonte poluída de onde flui copiosamente o sofrimento. O pecado é o solo onde crescem os espinheiros do sofrimento. O pecado é como um anzol que por trás da isca do prazer esconde a carranca do sofrimento e da morte.

2. O sofrimento é um aviso solene e altissonante aos ouvidos humanos – Se não houvesse a dor nós sucumbiríamos subitamente sem a mínima chance de buscarmos socorro. A dor é uma trombeta; o sofrimento, um aviso solene de que é impossível transgredir os preceitos de Deus sem sofrer as devidas conseqüências. Se a violação de uma lei física desencadeia uma conseqüência inevitável, assim também, a violação dos preceitos morais e espirituais deságua em sofrimento atroz. Muitos tentam abafar a voz da consciência e outros tentam negar a dor, mas mesmo aqueles que amortecem os efeitos da dor nesta vida, jamais poderão ficar incólumes do sofrimento eterno.

3. O sofrimento precisa ser nosso pedagogo e não nosso coveiro - Muitas pessoas se desesperam a ponto de dar cabo da própria vida ao passarem pelo vale do sofrimento. Há sofrimentos físicos, mentais, emocionais e espirituais. Há dores na alma que doem mais do que ter a carne fustigada pela doença. Não poucas pessoas revoltam-se contra Deus como a mulher de Jó, ao passarem pelas tempestades da vida. Em vez de serem como a cêra que se derrete ao sol, são como o barro que endurece ainda mais quando exposto ao seu calor. O sofrimento deve nos ensinar em vez de nos destruir. Ele deve nos tomar pela mão e nos ensinar a viver com mais sensibilidade e sabedoria em vez de nos enclausurar na cova existencial da morte. O rei Davi disse: “Foime bom passar pelo sofrimento, para que eu aprendesse os teus decretos” (Sl 119.71). É preciso deixar claro que nem todo sofrimento é fruto de um pecado específico ou de um castigo. O homem que nasceu cego estava sofrendo não por causa do seu pecado ou do pecado de seus pais, mas para que nele se manifestasse a glória de Deus (Jo 9.1-9). Nesse mundo passamos por aflição e importa que entremos no Reino de Deus por meio de muitas tribulações.

4. O sofrimento presente pode ser prelúdio da consolação eterna – O sofrimento deve ser visto à luz da eternidade. O sofrimento do justo é passageiro e suave quando comparado com as glórias por vir a serem reveladas nele. Nós temos uma boa esperança e uma consolação eterna. Aqui pisamos estradas crivadas de espinhos, mas, então, pisaremos ruas de ouro e cristal. Aqui nossos olhos ficam inchados de tanto chorar, mas, então, Deus enxugará dos nossos olhos toda a lágrima. Aqui, nós sofremos pela escassez, pela fraqueza, pela enfermidade e pelo luto, mas, então, receberemos um corpo de glória, semelhante ao corpo de Cristo. Aqui, vivemos como estranhos e peregrinos, mas em breve, mudaremos de endereço e viveremos na Casa do Pai, no Paraíso, na Nova Jerusalém, na Cidade Santa, onde a dor, a morte e o luto jamais entrarão. O sofrimento é um cálice amargo, mas ele findará; então, beberemos das fontes da água da vida, que jorram sem cessar do trono de Deus. Diante da carranca do sofrimento presente, podemos erguer a nossa voz e dizer como o apóstolo Paulo: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação” (2Co 4.17).

Com informações de: Amigo de Cristo

domingo, 22 de abril de 2012

O Caminho de Jerusalém


O Caminho dos Romanos é um termo familiar aos evangélicos. Ele se refere a uma série de versículos do Livro aos Romanos (do Novo Testamento) que muitos usam para comunicar o Evangelho. Embora seja um método eficiente, este não é o único meio de transmitir o plano de Deus para a salvação.

Anos antes de haver um Caminho dos Romanos, Jesus apresentou a mensagem do Evangelho para dois homens judeus quando estes iam de Jerusalém para Emaús (Lc 24.25-27). Um deles era Cleopas. O nome do outro homem não foi revelado.

Os dois homens estavam perturbados devido à recente morte de Jesus de Nazaré, a pessoa que eles esperavam que fosse redimir Israel (vv. 17,20-21). Eles tinham ouvido dizer que o corpo de Jesus havia desaparecido da sepultura e que anjos haviam dito que Ele estava vivo, mas eles mesmos não O tinham visto (vv. 23-24).

À medida que esses dois homens caminhavam para Emaús, o Messias ressurreto se uniu a eles e pregou-lhes uma mensagem que eles jamais esqueceriam:

“Ó néscios e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! Porventura, não convinha que o Cristo padecesse e entrasse na sua glória? E, começando por Moisés, discorrendo por todos os profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras” (vv. 25-27).

Aquela mensagem no “Caminho de Jerusalém” foi apresentada por um homem judeu a dois outros homens judeus a respeito de um Redentor judeu, usando Escrituras judaicas. Embora o Evangelho de Lucas não forneça o conteúdo específico da mensagem, ele dá alguma revelação, citando Jesus: “São estas as palavras que eu vos falei, estando ainda convosco: importava se cumprisse tudo o que de mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos” (Lc 24.44).

Jesus aparentemente começou pela Torá (os Cinco Livros de Moisés) e continuou a partir dali. Os homens eram tardios de coração para crerem (v. 25). Eles esperavam que o Redentor de Israel fosse um guerreiro poderoso e estavam cegos para a realidade de um Messias que deveria sofrer para que entrasse na glória (v. 26). Sem dúvida, as Escrituras que Jesus usou trataram da cegueira deles.

Ele provavelmente abordou desde a Semente (o Descendente) da mulher em Gênesis 3.15, continuando através do Profeta que seria levantado conforme Deuteronômio 18.15, o nascimento virginal em Isaías 7.14, o sofrimento do Servo em Isaías 53, e o reinado do descendente de Jessé em Isaías 11. Ele também deve ter usado o texto do Salmo 16.9-10: “Alegra-se, pois, o meu coração, e o meu espírito exulta; até o meu corpo repousará tranqüilo. Pois não deixarás a minha alma na morte, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção”.

“São estas as palavras que eu vos falei, estando ainda convosco: importava se cumprisse tudo o que de mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos” (Lc 24.44).


Talvez Ele tenha se referido aos profetas Jeremias e Daniel, descrevendo o Renovo justo que nasceria do Rei Davi (Jr 23.5-6), que seria “morto e já não estará” antes da destruição do Segundo Templo no ano 70 d.C (Dn 9.26). Gosto de imaginar que, no momento anterior ao que Jesus “desapareceu da presença deles” (Lc 24.31), Ele tenha citado Zacarias 12.10, explicando que, um dia, “sobre os habitantes de Jerusalém” será derramado “o espírito da graça e de súplicas”, e eles “olharão para aquele a quem traspassaram”.

Sejam quais forem as Escrituras que Ele tenha usado (há muitas dentre as quais se pode escolher), os homens no caminho aquele dia tiveram uma profunda reação: “Porventura, não nos ardia o coração, quando ele, pelo caminho, nos falava, quando nos expunha as Escrituras?” (Lc 24.32).

O salmista escreveu as seguintes palavras: “Bem-aventurados todos os que nele se refugiam” (Sl 2.12). Não há dúvida de que esses homens fizeram exatamente isso! (Steve Herzig - Israel My Glory - http://www.beth-shalom.com.br)

Fonte:Beth-shalom

domingo, 6 de novembro de 2011

UM DIA VOCÊ TERÁ DE SE APRESENTAR DIANTE DE DEUS


Caro amigo, a Biblia declara que, um dia, você morrerá e, então, terá de se apresentar face a face diante de Deus. Uma vez que é verdade, nada poderia ser mais importante do que preparar-se para aquele dia. Por favor, tome nota do que a Palavra de Deus diz sobre o estar pronto para se apresentar diante de um Deus justo.  
 
NINGUÉM É JUSTO
Rm. 3:10 - “Não há justo, nem sequer um.”
Rm. 3:23 - “Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus.”
1 João 1:8 - “Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós.”
 
OS INJUSTOS VÃO PARA O INFERNO
1 Co. 6:9 - “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus?”
SI. 9:17 - “Os perversos serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus.”
 
VOCÊ NÃO PODE ESTABELECER SUA PRÓPRIA JUSTIÇA
Rm. 10:3 - “Porquanto, desconhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à que vem de Deus.”
Caro amigo, fazer parte de uma igreja, ser batizado, ou viver corretamente, jamais o tornarão justo diante de Deus.
 
VOCÊ PODE SER JUSTIFICADO ATRAVÉS DE JESUS
II Co. 5:21 - “Aquele que não conheceu pecado (Jesus), Ele (Deus) o fez pecado por nós; para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus.”
Caro amigo, quando Cristo foi á cruz, levou os nossos pecados e pagou por eles. Como diz o velho hino: “Quem me poderá salvar? Cristo, que verteu seu sangue”.
 
VOCÊ PODE RECEBER A JUSTIÇA DE CRISTO NESTE EXATO MOMENTO
Rm. 10:4 - “Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê.”
Caro amigo, o inferno é real; o pecado é real; a eternidade é real. A sua salvação é real??? Se você ainda não foi salvo, então, aí onde você está, peça ao Senhor Jesus que perdoe os seus pecados e o aceite como filho dEle. Os resultados são certos. Rm. 10:13 diz: “Todo aquele que invocar o nome do Senhor, será salvo”. 

Fonte:  Portal web servo - Folhetos Virtuais

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Como salvar a alma?

ONDE VOCÉ PASSARÁ A ETERNIDADE? Bem, você diria, como é que vou saber???? - Graças a Deus, de acordo com a Bíblia, não somente podemos saber, mas também temos o direito de escolher onde passaremos a eternidade. Todos crêem na Bíblia, ou, pelo menos, todos dizemos que cremos. E todos cremos na eternidade. Sabemos que a vida é curta - Deus pergunta: Que é a vossa vida? Sois apenas como neblina que aparece por instante e logo se dissipa (Tiago 4:14). E sabemos que a eternidade é sem fim - a palavra de Deus a descreve como sendo... para sempre e sempre. Dizemos crer no céu e no inferno, mas ainda assim, infelizmente, demonstramos pouco interesse em nosso destino eterno. E quanto dura a eternidade? O eminente historiador holandês, Hendrick Van Loon, em seu livro intitulado "A HISTORIA DA HUMANIDADE", relata o seguinte: Bem ao norte de nosso globo, numa terra chamada Svitjod, existe uma enorme rocha. Ela mede cento e sessenta quilômetros de largura por vários de altura. A cada mil anos, um pequeno pássaro vem a essa rocha para afiar o seu bico. ?Quando, dessa forma, a rocha tiver se desgastado, então haverá passado um dia da eternidade. Pense por um momento uma eternidade a ser passada para sempre no perfeito paraíso chamado céu, ou nos terríveis tormentos do inferno. Unânimes concordaremos que se trata de simples bom senso prepararmo-nos agora para a eternidade, antes que seja tarde demais. A Bíblia declara que nem batismo, nem profissão de fé, nem um ministro ou pastor, e nem o ser membro de uma igreja, assim como nem as boas obras, nada disso pode nos assegurar a vida eterna. Mas graças a Deus, existe uma resposta para a questão de vida e morte, céu e inferno, uma resposta simples. A Palavra de Deus tem a resposta. O Evangelho de João nos fala de um líder religioso chamado Nicodemos, que foi a Jesus, certa noite, para pedir o auxílio dEste. Jesus lhe declarou: Importa-vos nascer de novo, tornando isso extensivo a nós quando citou de modo enfático o seguinte:Se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus(João 3:3). São as palavras do próprio Cristo. Alguns, hoje em dia, à semelhança de Nicodemos, perguntam: Como pode um homem nascer de novo, sendo velho? Pode, porventura, voltar ao ventre materno e nascer segunda vez? (João 3:4). Mas Jesus responde: O que é nascido da carne, é carne; e o que é nascido do Espírito, é espírito (João 3.6), reafirmando que é preciso que o homem experimente um novo nascimento para entrar no céu. IMPORTA-VOS nascer de novo (João 3:7). Agora, e você, já nasceu de novo? Você já experimentou o novo nascimento espiritual? Este é o fator, de acordo com a Palavra de Deus, que determinará o seu destino eterno. Assim sendo, para aqueles que verdadeiramente querem saber como nascer de novo, aqui está a resposta da Palavra de Deus: Devemos reconhecer que somos pecadores, que violamos as leis de Deus, todos nós. Deus declara: Todos pecaram e carecem da glória de Deus ... Não há justo, nenhum sequer... não há homem justo sobre a terra, que faça o bem e que não peque... se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós... se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso e a Sua verdade não está em nós (Rom. 3:23, 10; Ec. 7:20; I João l:8 e 10). Devemos nos arrepender de nossos pecados. A Bíblia diz: Mas Deus, não levando em conta os tempos da ignorância, manda agora que todos os homens em todo lugar se arrependam (Atos 17:30). Foi pelos nossos pecados, seus e meus, que Deus, o Criador e Rei do Universo, deixou o Seu lar no céu e veio á terra na pessoa do Senhor Jesus Cristo, para sofrer, verter Seu sangue e morrer para que pudéssemos ser livres. Nisto conhecemos o amor, em que Cristo deu a sua vida por nós ( I João 3:16). Devemos receber a Cristo em nosso corações e vidas como nosso Salvador. Temos acerca, do Senhor Jesus, no primeiro capítulo de João, o seguinte: Estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dEle, mas o mundo não O conheceu. Veio para o que era Seu, mas os Seus não O receberam. Mas a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no Seu nome (João 1:10-12). No instante em que abrimos nossos corações ao Senhor Jesus, e colocamos nossa plena confiança nEle, e somente nEle, como nosso Salvador, Deus promete perdoar nossos pecados, salvar nossas almas, reservarnos um Lar no céu, e, firmados na autoridade da Palavra de Deus, nós sabemos onde passaremos a eternidade. E Jesus promete: Quem ouve a minha palavra, e crê naquEle que me enviou, tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida (João 5:24). E agora, você está pronto a resolver a questão de seu destino eterno? Faça isso agora. Fonte: Com informações do: Portal Web Servo

quinta-feira, 31 de março de 2011

O fim da religião

No princípio, criou Deus os céus e a terra (Gênesis 1.1). No leito de morte, o naturalista inglês Charles Darwin teria negado a sua teoria da evolução das espécies, reconhecendo que Deus deu origem a todos os seres vivos. O grande físico alemão Albert Einstein também afirmou que, quanto mais estudava e descobria coisas novas, mais acreditava na existência de um Ser superior. O homem tem sede de Deus e por isso vive numa busca desesperada por algo que possa saciá-lo. É possível que você, caro amigo, já tenha lido parte da Bíblia e de outros compêndios de religião. Talvez tenha estudado a vida e o pensamento de grandes mestres religiosos da História. Quem sabe tenha vivenciado experiências sobrenaturais ou incorporado a filosofia mística do Oriente... Mas, você já conhece a Deus no íntimo? Até que ponto Ele é plenamente acessível a você? A Palavra de Deus diz: ... [Deus] quer que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade. Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem (1 Timóteo 2.4,5). Não pense que este folheto trate de religião. Não! Não é disso que você precisa, pois de religião o mundo está cheio! Há um caminho para Deus que não é produto da inteligência ou da iniciativa de homens. Se você não andar por esse caminho, permanecerá tentando, buscando, inventando... e sentindo-se só, cada vez mais só e vazio. Jesus é o Caminho para a vida e para uma comunhão viva com Deus. Mas seguir aos passos dEle não é pertencer a uma religião. Quem não crê em Jesus Cristo permanece na morte; isto é, separado de Deus — morte, segundo a Palavra de Deus, é separação; e morte espiritual implica estar separado de Deus. Que tal deixar os atalhos e seguir ao Caminho? Não está na hora de você abandonar as religiões e filosofias mortas, incapazes de preencher o vazio que há em sua alma? Por que não obter a certeza da vida eterna agora mesmo, recebendo em seu coração o Salvador do mundo, Jesus Cristo? Nada justifica o seu distanciamento e a sua alienação de Deus. Nada justifica o seu anseio interior insatisfeito! Nada justifica a sua sede espiritual! Deus já deu o seu único Filho para morrer por toda a humanidade. Tome uma atitude de fé e agarre esse glorioso presente divino. Jesus é o fim da religião! Você não quer recebê-lo? Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim. (João 14.6) Fonte: CPAD NEWS/FOLHETOS - PLANO DE SALVAÇÃO

segunda-feira, 21 de março de 2011

Pegue uma Bíblia e descubra Como ir para o Céu

O plano de Deus para a sua salvação

Primeiro você precisa saber:

1) Boas obras não salvam (Efésios 2:8,9 / João 14:6 / Tito 3:4-7)

2) Todos pecaram inclusive você (Rom 3:23)

3) E por isso todos estão indo para a morte eterna (o Inferno) (Rom 6:23)

4) Mas Deus nos amou tanto que enviou Jesus Cristo para nos salvar (João 3:16 / João 14:6 / Romanos 5:8 / Lucas 5:32)

E assim se você...

1) ... se arrepender e confessar que é pecador, (2 Cor 7:10 / 1 Jo 1:9)

2) ... crer que Jesus é o Filho de Deus (Rom 10:9)

3) ... e pedir a Ele: “Jesus me perdoa, me salva!” (Rom 10:13 / Lucas 23:33-43)

Então você será salvo!

1) Todos os seus pecados serão perdoados e lavados pelo sangue de Jesus (I João 1:7 / Marcos 1:40-42)

2) Você terá vida eterna no céu com Deus (João 3:16 / João 14:2-6)

3) A salvação não se perde jamais (João 10:27-30)

“eis aqui agora o dia da salvação” (2 Cor 6:2)

Ninguém sabe quanto tempo vai viver, não adie a maior decisão que você tem a tomar na vida. Converse com Deus em uma oração simples, se arrependa, confesse, creia e clame “Jesus me perdoa, me salva, me lava, me transforma!” E assim você poderá ter absoluta certeza da salvação.

Fonte: Editora Elim – www.editoraelim.com.br – (21) 2415-7923

domingo, 20 de março de 2011

Arrependa-se ou pereça eternamente

Estas foram as palavras do Filho encarnado de Deus. Elas nunca foram canceladas; e não serão, enquanto este mundo durar. O arrependimento é absoluto e necessário se é para o pecador fazer paz com Deus (Isaías 27:5), porque arrependimento é o lançar fora as armas da rebelião contra Ele. O arrependimento não salva, todavia nenhum pecador jamais foi ou será salvo sem ele. Nada senão Cristo salva, mas um coração impenitente não pode recebê-LO. Um pecador não pode crê verdadeiramente até que ele se arrependa. Isto é claro a partir palavras de Cristo concernente o Seu precursor, “Pois João veio a vós no caminho da justiça, e não lhe deste crédito, mas os publicanos e as meretrizes lho deram; vós, porém, vendo isto, nem depois vos arrependestes para crerdes nele” (Mateus 21:32). Isso é também evidente a partir de Sua chamada como trombeta em Marcos 1:15, “Arrependei-vos, e crede no evangelho”. Isto é o porque o apóstolo Paulo testificava “o arrependimento para com Deus e a fé em nosso Senhor Jesus” (Atos 20:21). Não faça confusão neste ponto querido leitor, Deus “ordena agora que todos os homens em todo lugar se arrependam” (Atos 17:30). Em requerer arrependimento de nós, Deus está pressionando Suas justas reivindicações sobre nós. Ele é infinitamente digno de supremo amor e honra, e de universal obediência. Isto nós temos impiamente Lhe negado. Tanto um reconhecimento como uma correção disto é requerido de nós. Nossa desafeição por Ele e nossa rebelião contra Ele devem ser reconhecidas e exterminadas. Dessa forma, o arrependimento é uma compreensão profunda de quão terrivelmente tenho falhado, durante toda minha vida, em dar a Deus Seu justo lugar em meu coração e em meu andar diário. A justiça da demanda de Deus por meu arrependimento é evidente se considerarmos a natureza hedionda do pecado. Pecado é uma renúncia dAquele que me fez. É Lhe recusar Seu direito de me governar. É a determinação de agradar a mim mesmo; assim, é uma rebelião contra o Altíssimo. O pecado é uma ilegalidade espiritual, e uma indiferença absoluta à autoridade de Deus. Ele está dizendo em meu coração: Eu não me importo com o que Deus requeira, eu vou seguir o meu próprio caminho; eu não me importo com o que Deus reivindique de mim, eu serei o senhor de mim mesmo. Leitor, você não percebe que é assim que você tem vivido? O arrependimento verdadeiro origina-se a partir de uma compreensão no coração, operado neste pelo Espírito Santo, da excessiva malignidade do pecado, do terror de ignorar as reivindicações dAquele que me fez, de desafiar Sua autoridade. Ele é conseqüentemente um santo ódio e horror do pecado, uma profunda tristeza por ele, e o reconhecimento dele diante de Deus, e um completo abandono dele de coração. Até que isto tinha sido feito, Deus não nos perdoará. “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia” (Provérbios 28:13). No verdadeiro arrependimento o coração se volta para Deus e reconhece: Meu coração tem sido posto sobre um mundo vão, que não pode satisfazer as necessidades de minha alma; eu Te abandonei, a fonte de águas vivas, e me voltei para cisternas rotas que nada retêm: eu agora reconheço e lamento minha tolice. Ele ainda diz mais: eu tenho sido uma criatura desleal e rebelde, mas eu não mais serei assim. Eu agora desejo e determino com todo meu poder servir e obedecer a Ti como meu único Senhor. Eu me entrego a Ti como minha presente e eterna Porção. Leitor, seja você um Cristão professante ou não, é arrepender ou perecer. Para cada um de nós, membro de igreja ou não, é voltar ou queimar; voltar da direção da obstinação e auto-satisfação; voltar para Deus com um coração quebrantado, procurar Sua misericórdia em Cristo; voltar com total propósito de coração de Lhe agradar e servir: ou ser atormentado dia e noite, para sempre e sempre, no Lago de Fogo. Qual deve ser sua porção? Oh, ajoelhe-se agora mesmo e implore a Deus que te dê o espírito de verdadeiro arrependimento. “Sim, Deus, com a sua destra, o elevou a Príncipe e Salvador, para dar a Israel o arrependimento e remissão de pecados” (Atos 5:31). “Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, o qual não traz pesar; mas a tristeza do mundo opera a morte”. (2 Coríntios 7:10). Fonte: O Caminho Cristão / Libertos do Opressor

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Procura-se jovem com medo de morrer

A Bíblia fala de um jovem que tinha medo de morrer. Ele era rico e muito religioso. Um dia procurou Jesus para saber como obter a vida eterna. E hoje? Quantos jovens ainda buscam essa resposta! Para quem tem medo da morte, Jesus continua dizendo: Vem e segue-me Beleza, riqueza e religião não trazem paz. O coração do homem é o lugar de Jesus, o Filho de Deus. Se o coração for ocupado por coisas deste mundo ou por um deus estranho, a vida perde o sentido. Jesus morreu na cruz para nos livrar do pecado. Ressuscitou para nos dar um lugar no Céu. Veja o que Jesus disse: “... na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna.” (João 6:47) “...na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.” (João 5:24) ____________________ Convite: Visite uma igreja evangélica. Lá as pessoas cantam, oram e recebem bênçãos de Deus. Não demore. ABS Vida www.absvida.com.br Fonte: www.absvida.com.br

sábado, 22 de janeiro de 2011

Jesus Cristo te dá saúde

O nome da cidade era Lida. Ficava perto de Jerusalém. Ali morava Enéias. Doente, oito anos de cama, paralítico. Mas, um dia a sua vida mudou. O apóstolo Pedro passava. Aproximou-se dele e disse: “Enéias, Jesus Cristo te dá saúde!”. Enéias se levantou, curado, e começou a andar. Jesus é o mesmo ontem e hoje Ele curou no passado e Ele cura ainda hoje. Jesus cura o corpo e cura a alma. Jesus, o Filho de Deus, nos livra da pior doença. A doença do pecado, que traz a morte para a alma humana. Na cruz, Jesus pagou pelos nossos pecados. Ressuscitou para nos dar a vida eterna. Veja o que Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.” (João 10:10) “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá.” (João 11:25-26) ____________________ Convite: Visite uma igreja evangélica. Lá as pessoas cantam, oram e recebem bênçãos de Deus. Não demore. _____________________ Fonte: http://www.absvida.com.br

sábado, 8 de janeiro de 2011

Antes e Depois da Morte

Referência: LUCAS 16.19-31 Há uma coisa notável acerca desta passagem das Escrituras: ela é fácil de entender. Podemos discordar dela, negar sua veracidade ou desprezar seus ensinamentos, mas só uma pessoa obtusa não a entenderia. A verdade básica é que a vida é mais do que simplesmente viver, e a morte é mais do que simplesmente morrer. A morte não é o fim de todas as coisas. Há muitas especulações sobre o que acontece depois da morte. Há um profundo mistério acerca da morte e milhões de pessoas buscam os terreiros de Umbanda, os médiuns para tentar falar com os mortos. Mas isto tudo é em vão. Jesus nesse texto abre as cortinas e levanta a ponta do véu e nos mostra o que vem depois da morte: CÉU OU INFERNO. “GEENA” = lugar final dos ímpios. Esta palavra INFERNO vem do vale dos filhos de Hinon. A princípio era um lugar belo. Acaz e Manassés queimaram crianças a Moloque ali. Era o vale da matança. Josias profanou este lugar de idolatria e transformou aquele lugar no escoadouro dos lixos da cidade – e ali o bicho roía dia e noite e o fogo era inextinguível. Os homens não gostam da doutrina do inferno. É um lugar de tormento eterno. É um lugar de trevas. É um lugar de choro e ranger de dentes. É um lugar onde o fogo não se apaga. É um lugar onde o bicho não deixa de roer. É um lugar de lembranças das oportunidades perdidas. É o lugar de remorso acusador. É lugar de separação eterna de Deus. O homem sempre quis apagar as chamas do inferno. Sempre quis anular essa doutrina. Tenta fazer isso de várias formas: 1. Negando que haja uma coisa chamada pecado = Se não há pecado, não há necessidade de castigo para ele, nem necessidade de um Salvador. Mas o pecado acontece 24 horas por dia: crimes, assaltos, mentira, suborno… 2. Achando que se existe um inferno, ele é aqui na terra mesmo. É o que estamos vivendo = Mas no inferno não vai ter igreja, não vai ter Bíblia, não vai ter música, louvor, alegria, vida, amor, arrependimento, flores, água, filhos de Deus. 3. Reencarnação – v. 31 4. Purgatório – v. 26 5. Sono da alma ou aniquilamento – v. 23 6. Deus é bom demais para punir alguém. Não precisamos nos preocupar com o além. 7. Andar tão ocupado que não tem tempo para pensar nas coisas eternas = aprisiona a alma nas grades das atividades. TODAVIA, estas respostas e esses subterfúgios nem sempre aquietam a nossa voz interior. Nem a incredulidade nem o desprezo pode apagar as chamas do inferno. Elas permaneceram para sempre. A ira de Deus contra o pecado deve ser satisfeita em algum lugar, algum dia, de alguma forma. Quem mais falou sobre inferno foi Jesus. O inferno é uma realidade ou Jesus é um embusteiro. I. PRIMEIRO ATO: O LADO TERRESTRE DA VIDA – O QUE ACONTECE NESSE LADO DA MORTE 1. O HOMEM RICO = No primeiro ato, tudo na vida desta homem rico é só beleza. Vivia em uma mansão. Tinha servos e servas. O mobiliário de sua casa era luxuoso. Carruagens do último tipo. Vivia na opulência e no prazer. Vestia-se com púrpura. Banquetes, festas, música. Vivia para si mesmo. TODOS OS DIAS SE REGALAVA EXPLENDIDAMENTE. Era religioso, pois conhecia a Abraão e o chamava de Pai. Não é o rico acusado de crimes horrendos. Não é tachado de caluniador, fraudulento, assassino, adúltero, ébrio ou imoral. Mas também, não tem tempo para Deus, não tem tempo para o necessitado à sua porta. Seu Deus é o dinheiro. Sua vida é narcisista. Vive para si mesmo. Seu negócio é o hedonismo. Seu problema não é a riqueza, mas a riqueza sem Deus. Tudo corria bem… até que um dia… O homem rico ficou doente. A morte está constantemente procurando novas vítimas. Ela entrou rudemente pela porta de frente da casa do homem rico, com as botas sujas de lama fresca, enquanto este se encontrava assentado à sua farta mesa bebendo o doce vinho da vida. A morte arrancou o copo de seus dedos cheios de anéis e lhe falou abruptamente, enquanto o homem empalidecia: VOCÊ VAI MORRER HOJE – Ele morreu. E que funeral! Todos os parentes estavam lá. Muitos amigos. As autoridades da cidade foram dar o último adeus ao ilustre cidadão. Políticos discursaram ao lado do caixão. Elogios foram tecidos ao morto. Havia flores por toda parte. A urna mortuária era toda enfeitada e cheia de riqueza. Foi um funeral cheio de pompa. A cerimônia religiosa foi pomposa. Agora todos dizem: DESCANSOU! Ah! Não se esqueça, esse é apenas um lado da história. Há mais, muito mais. 2. LÁZARO = Vamos agora nos voltar para o outro personagem do primeiro ato: O POBRE HOMEM LÁZARO (Lc 16.20,21). Não gostamos de ficar observando esta cena. Basta saber que um dia o mendigo também acabou morrendo. Os gélidos dedos da morte também arrancaram a sua vida. Ele não tinha amigos, nem cortejo, nem flores, nem hinos, nem cerimônia fúnebre, pois ninguém se importava com ele. Não sabemos ao certo o que fizeram com o corpo do mendigo. Do que sabemos acerca dos cães do oriente, podemos até afirmar que eles foram os seus agentes funerários, o seu cortejo e a sua sepultura. Com um estremecimento de nojo nos afastamos dizendo: QUE TRAGÉDIA! Mas aqui vimos apenas um lado da história também. Agora Jesus levanta a ponta do véu e mostra que a vida depois da morte é real. Mostra que a sepultura não é o seu ponto final. II. SEGUNDO ATO: O QUE ACONTECE DEPOIS DA MORTE No primeiro ato o lado terrestre de suas vidas, um deles era extremamente rico e o outro extremamente pobre. Um sentava-se a uma mesa farta, o outro jazia junto à porta do rico mendigando uma migalha. Um é atraente pela sua riqueza, o outro é repulsivo pela sua extrema miséria. Um andava empavonado em linho finíssimo, o outro cheio de trapos. MAS HÁ DIFERENÇAS NOS HOMENS QUE NÃO APARECEM NAS ROUPAS, NAS CASAS, NAS OCUPAÇÕES. Depois da morte, o contraste no destino destes dois homens continuou, mas a sua situação se inverteu. 1. LÁZARO = Quando a cortina foi levantada depois da morte do pobre, vemos anjos, cheios de alegria em servir, carregando Lázaro para o céu. LÁZARO = “Deus é meu auxílio”. Embora desprezado pelos homens, embora considerado como escória, embora na sarjeta do esquecimento, embora prostrado cheio de chagas, com fome e desejando comer as migalhas que caem da mesa do rico, embora privado do convívio humano e assediado pelos cães – Ele confiava em Deus. O RICO TINHA TUDO, MENOS DEUS; LÁZARO NÃO TINHA NADA SENÃO DEUS. No céu havia consolo, música, vestes brancas, coroas, harpas angelicais, delícias perpetuamente, a face de Jesus. NENHUM OLHO VIU… Oh! Quão cedo Lázaro se esqueceu dos seus andrajos, da fome, dos cães, das noites frias, e do homem rico que o deixou na miséria. Ele foi afinal confortado! 2. O HOMEM RICO = Aquele que viveu aqui sem Deus, depois da morte, abriu os olhos e estava no lar dos desesperados. O mendigo repousou no seio de Abraão. O rico não teve repouso nenhum, pois como é possível descansar no inferno? Em Hebreus 9.27 lemos: “E assim como aos homens está ordenado…”. O julgamento não acontece nesta vida. Primeiro vem a morte, depois o juízo. Quando transgredimos as leis da natureza sofremos imediatamente = QUANDO COLOCAMOS A MÃO NO FOGO. Mas as leis de Deus podem ser aparentemente transgredidas repetidas vezes sem nenhum castigo. O homem que blasfema não parece sofrer com isto. O homem que rouba parece ter motivos para se vangloriar que vive melhor do que o que não rouba. Aquele que vive na impureza pode achar que isso é que é vida. Mas as Escrituras não dizem que toda vez que pecamos Deus envia um anjo com vara de ferro para nos bater. A Bíblia diz que Deus marcou um dia em que vai julgar os homens (At 17.31) e eles não vão poder fugir de Deus nem subornar o tribunal de Deus. Naquele terrível dia do juízo, eles vão dar conta por cada palavra frívola que proferiram. Cada ação está registrada nos livros de Deus. Cada pensamento, cada intenção está registrado. Naquele dia os livros serão abertos. Será o dia do juízo. Ah! Dia do juízo!!! O homem rico não despertou santo. A morte não é uma varinha mágica que algum anjo agita sobre os moribundos, transformando todo o pecado em justiça, varrendo toda maldade, apagando todo o passado e transformando o pecador em filho de Deus. As pessoas gostam de crer que tudo vai bem e que todos estarão bem, tão logo morram. Mas o fato persistente é que as identidades não se alteram com a morte. Não foi outro homem que se despertou na eternidade. Foi o mesmo. E despertou para saber que… a) O inferno é um lugar de tormento – v. 23 b) O inferno é um lugar de onde se vê o gozo do céu – v. 23b c) O inferno é um lugar onde não há consolo – v. 24,25 d) O inferno é um lugar de onde não se pode sair – v. 26 e) O inferno é um lugar onde o pedido de socorro não é atendido – v. 27 f) O inferno é um lugar de lembranças amargas – v. 27,28 g) O inferno é um lugar de onde não se pode mais ajudar a família – v. 28-30. Para este homem já era tarde demais para ajudar a sua família. O desejo estava ali, mas a oportunidade passara para sempre. Observem que ele não ignorava o caminho da salvação. Ele sabia que seus 5 irmãos precisavam de alguém que lhes falasse acerca da salvação. Ele perdera a sua oportunidade e perdera a sua alma e a oportunidade de ajudar a sua família. Talvez ele fosse covarde. Talvez tivesse medo do que a sua família pudesse pensar caso ele se voltasse para Deus. Mas agora já não tinha mais medo. Talvez por causa da sua posição de rico, ele tivesse considerado a crítica dos seus amigos como um preço alto demais para pagar se andasse nos caminhos do Senhor. Mas agora tudo havia acabado. Era tarde demais. Não há poder que nos salve depois da morte. A grito TEM MISERICÓRDIA DE MIM obteve uma única resposta: FILHO LEMBRA-TE. O abismo fora fixado. Os limites estabelecidos. O destino determinado. O QUE É A ETERNIDADE? CONCLUSÃO · Homem não tem de fazer nada para ir para o inferno. Com suas virtudes e predicados morais, ele é um pecador perdido. Mesmo sendo religioso e honrado cidadão ele está condenado, se não crer em Jesus. Não é preciso roubar, matar, adulterar. Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. · Para ir para o céu é preciso NASCER DE NOVO. CRER EM CRISTO COMO SENHOR E SALVADOR. (At 4.12; Jo 14.6; Jo 5.24) Se você morrer agora, para onde vai a sua alma: para o céu ou para o inferno? Ilustração: O SONHO DE WESLEY: foi ao inferno e ao céu. Folheto: Os bem Aventurados Estudo: Por Rev. Hernandes Dias Lopes Fonte: Estudos Bíblicos.org

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O Que Devo Fazer?

“O que devo fazer? Não agüento mais!” Há algum tempo, a representante da fundação suíça Pro Juventude disse em um programa de rádio que essa questão é uma das que mais preocupa os jovens. A pergunta “O que devo fazer?” é tão antiga quanto o próprio pensamento. O famoso filósofo Immanuel Kant já apresentava questionamentos semelhantes por volta de 1770: “O que posso saber? O que devo fazer? O que posso esperar? O que é o homem?”. O homem pode procurar em muitos lugares, mas não terminará sua busca enquanto não recorrer à Bíblia. Só ela pode nos dar uma resposta conclusiva sobre o que devemos fazer e para que existimos. Certa vez perguntou-se ao Senhor Jesus: “Que faremos para realizar as obras de Deus?” (Jo 6.28), ao que Ele respondeu: “A obra de Deus é esta: que creiais naquele que por ele foi enviado” (v.29). A maior desgraça do ser humano é não crer em Jesus. Não há negligência maior! Em comparação, todas as outras experiências negativas são meros grãozinhos de areia. Quem está caído num buraco escuro estará disposto a fazer qualquer coisa para sair dele. Mesmo ao enfrentar males menores nos dispomos a enfrentar riscos maiores apenas para melhorar nossa reputação. Mas a solução do problema original de nossa vida é a fé em Jesus Cristo. No dia de Pentecostes os judeus perceberam que não estavam realmente bem, apesar de seguirem todos os preceitos da lei. Devido à pregação cristocêntrica de Pedro aconteceu o seguinte: “Ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos?” (At 2.37). A resposta de Pedro foi a única correta: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo” (v.38). O resultado não deixou de aparecer: “Então, os que lhe aceitaram a palavra foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas” (v.41). Saulo de Tarso era um homem que odiava Jesus e Sua Igreja de todo o seu coração. Transtornado pela ira, ele fazia de tudo para destruir a Igreja dos cristãos. Mas um dia o Senhor o encontrou. Vencido por esse acontecimento sobrenatural, Saulo fez a pergunta decisiva: “Senhor, que queres que faça?” (At 9.6, RC). O Senhor perdoou os pecados de Saulo e escolheu-o como apóstolo das nações. Além disso, ele recebeu um novo nome: Paulo. O carcereiro de Filipos tinha a tarefa de vigiar dois prisioneiros com especial cuidado: o apóstolo Paulo e seu companheiro Silas. Esse guarda durão estava acostumado a muitas coisas. Ele cumpria sua tarefa seguindo regras rígidas, mas isso não lhe trazia satisfação. Ele teve tempo para observar Paulo e Silas. Assim, percebeu que eles não se queixavam da sua desgraça, mas começaram a cantar, sim, a louvar a Deus. De repente um terremoto abalou a prisão, de forma que as portas se abriram e as cadeias de todos os prisioneiros se romperam (At 16.26). O carcereiro acordou do seu sono, percebeu sua situação comprometedora e quis matar-se com sua espada (v.27). Talvez ele já estivesse questionando sua vida há muito tempo, sentindo-se frustrado por aquilo que havia dentro e em volta dele. Paulo percebeu isso e consolou-o. Depois disso o homem fez a pergunta decisiva: “Senhores, que devo fazer para que seja salvo?” (At 16.30). Paulo respondeu sem hesitar: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (v.31). A fé nessa mensagem revolucionou a vida do carcereiro – ele tornou-se um novo homem no mais verdadeiro sentido da palavra: “Naquela mesma hora da noite, cuidando deles, lavou-lhes os vergões dos açoites. A seguir, foi ele batizado, e todos os seus. Então, levando-os para a sua própria casa, lhes pôs a mesa; e, com todos os seus, manifestava grande alegria, por terem crido em Deus” (v. 33-34). Vamos analisar com mais atenção as perguntas do filósofo Immanuel Kant, mencionadas no início: O que posso saber? Você pode saber que Jesus é a esperança para a vida de todos. Para Ele não há casos perdidos. Você também pode saber que Ele tem poder para perdoar os pecados e dar não somente vida nova, mas vida eterna. Você pode saber que Jesus oferece um tipo de segurança que não acaba amanhã nem depois de amanhã. A vida espiritual do apóstolo Paulo começou com a pergunta: “Quem és tu, Senhor?... Senhor, que queres que faça?” (At 9.5-6). Pouco antes de sua morte, já idoso, ele pôde testemunhar: “...porque sei em quem tenho crido...” (2 Tm 1.12). O que devo fazer? Os exemplos citados anteriormente mostram que é preciso decidir-se por Jesus, pois “a obra de Deus é esta: que creiais naquele que por ele foi enviado” (Jo 6.29). As pessoas que tinham escutado a pregação de Pedro no Pentecostes aceitaram a Palavra de Deus de boa vontade. O carcereiro de Filipos ficou feliz por ter se tornado crente junto com toda a sua casa – esse foi um ato de decisão consciente. Ele se colocou à disposição do Senhor. O que você deve fazer? Aceite o convite de Deus feito por meio do Seu profeta: “Buscai-me e vivei” (Am 5.4). O que posso esperar? Quem realmente procura Deus vai encontrá-lO, obterá perdão dos pecados e viverá! Tal pessoa pode ter a esperança de que o Senhor nunca mais a abandonará e a conduzirá até a eternidade. Em Jesus, os fardos são aliviados, a esperança nasce, orações são atendidas e as dificuldades existentes são transpostas. Não dependemos mais de nós mesmos: Jesus está conosco! O que é o homem? Sem Jesus ele é uma vítima indefesa de Satanás e do pecado. Mas com e por meio de Jesus o homem ganha uma nova posição: ele se torna filho de Deus, co-herdeiro de Jesus e, assim, herdeiro do Pai celeste. Então vale o seguinte: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Co 5.17). (Norbert Lieth - http://www.ajesus.com.br) Extraído do Folheto O Que Devo Fazer? (pacote com 100).

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Surpreendido pela morte

Para o jogador de futebol Marc-Vivien Foe (28 anos) da Seleção Nacional de Camarões, 26 de junho de 2003 era um dia especial em sua vida. Ele e seus companheiros iriam jogar contra a Colômbia a possibilidade de disputar a final da Copa das Confederações. Era também um dia especial para sua esposa e sua família, que esperavam ansiosos pelo jogo, num estádio superlotado. Naturalmente todos esperavam por uma vitória do seu time e um bom desempenho de Marc-Vivien. Ele se preparara intensivamente para o torneio e como todos os outros jogadores tratou de estar em excelente forma física.

O apito do juiz iniciou o jogo às 13:00h em Lyon, França. O time de Marc-Vivien jogava bem e aos nove minutos fez um gol que garantia sua colocação na final contra a França.

Então aconteceu o inesperado. Aos 28 minutos do segundo tempo, sem nenhum motivo aparente, Marc-Vivien caiu, no momento em que voltava para ajudar na marcação. Nenhum dos seus adversários o havia tocado, nem mesmo um dos jogadores da sua seleção. Com os olhos virados ele permanece estirado no chão! Chocados, os outros jogadores dão sinal ao departamento médico para fazer o atendimento. Ainda em campo foi atendido pelo médico do time colombiano, Hector Cruz, que tentou “reanimá-lo”. Depois disso, na beira do campo, outros médicos tentam, sem sucesso, por mais 40 minutos. Marc-Vivien não reagiu a nenhuma tentativa de reavivamento e morreu, ali, no gramado, diante dos espectadores e das câmeras de televisão.

Que tragédia dolorosa! Sua esposa e sua família são obrigadas a assistir tudo sem poder fazer nada! Da mesma forma que seus colegas, que nem puderam se alegrar pela vitória e até pensaram na possibilidade de desistir da final. O presidente da Fifa, Joseph Blatter, lamentou: “A família futebolística está abalada por este trágico acontecimento”.

A Bíblia é muito clara em relação à morte. Em Hebreus 9.27 está escrito: “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois disto, o juízo...”. Cada ser humano vai morrer algum dia. A morte é uma realidade com a qual somos confrontados diariamente através das notícias nos jornais e na televisão. A pergunta importante é: estamos preparados para a morte, e para o que vem depois? Assim como o jogador se prepara para o torneio, treinando diariamente, e cada um de nós se prepara para as exigências da vida; como tem sido em relação à morte?

Se achamos que com a morte tudo acaba, estamos enganados. Não é o “nada” que nos espera, ou uma vida em outra forma como muitas religiões e filosofias nos querem fazer acreditar. Não, o que nos espera é o julgamento, isto quer dizer, vamos ter que prestar contas na presença de Deus sobre como reagimos em relação ao Seu Filho nesta vida. Isto decidirá onde passaremos a eternidade: nos céus ou no inferno. E se não quisermos acreditar e não contamos com isso, seremos surpreendidos.

“Quando estiver velho, então me preocuparei com a vida depois da morte”, responde a maioria das pessoas quando perguntadas sobre isso. E Marc-Vivien? Vinte e oito anos é uma idade em que se conta com a morte? A morte o pegou de surpresa. Ele, sua família, seus colegas e o mundo inteiro, que assistiram boquiabertos pela televisão ou leram nos jornais. Nós também podemos ser pegos de surpresa. Antes de nossa morte teremos uma “última chance” de nos prepararmos? Ou nos acontecerá como ao jogador de futebol?

Em João 3.16-17 lemos: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porquanto Deus enviou o seu filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele”. Aqui vemos o grande amor de Deus por cada pessoa. Deus enviou Seu próprio filho, Jesus Cristo, a esta terra, com o propósito de salvar o mundo. Ele quer nos salvar da perdição eterna, que é a conseqüência da nossa natureza pecadora.

Se preparar para a morte significa colocar sua vida com Deus em ordem. Para isso existe somente um caminho: aceitar a salvação que Jesus Cristo oferece através de Sua morte na cruz – “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4.12). E em João 14.6 Jesus diz: “Eu sou o caminho, a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”. Não deixe para mais tarde a sua decisão de onde você gostaria de passar a eternidade – com Ele na Glória ou longe dEle na perdição eterna. Dê este passo agora, hoje, e entregue sua vida para Ele. Ele lhe receberá com os braços abertos, lhe perdoará toda culpa e lhe dará vida eterna. Ele já lhe espera há tanto tempo! (Markus Steiger - http://www.ajesus.com.br)

Extraído do Folheto Surpreendido Pela Morte (pacote com 50). Fonte: Conheça a Jesus

Lista das 10 postagens mais populares desde à criação do Blog

Pegue uma Bíblia e descubra Como ir para o Céu

O plano de Deus para a sua salvação

Primeiro você precisa saber:

1) Boas obras não salvam (Efésios 2:8,9 / João 14:6 / Tito 3:4-7)

2) Todos pecaram inclusive você (Rom 3:23)

3) E por isso todos estão indo para a morte eterna (o Inferno) (Rom 6:23)

4) Mas Deus nos amou tanto que enviou Jesus Cristo para nos salvar (João 3:16 / João 14:6 / Romanos 5:8 / Lucas 5:32)

E assim se você...

1) ... se arrepender e confessar que é pecador, (2 Cor 7:10 / 1 Jo 1:9)

2) ... crer que Jesus é o Filho de Deus (Rom 10:9)

3) ... e pedir a Ele: “Jesus me perdoa, me salva!” (Rom 10:13 / Lucas 23:33-43)

Então você será salvo!

1) Todos os seus pecados serão perdoados e lavados pelo sangue de Jesus (I João 1:7 / Marcos 1:40-42)

2) Você terá vida eterna no céu com Deus (João 3:16 / João 14:2-6)

3) A salvação não se perde jamais (João 10:27-30)

“Eis aqui agora o dia da salvação” (2 Cor 6:2)

Ninguém sabe quanto tempo vai viver, não adie a maior decisão que você tem a tomar na vida. Converse com Deus em uma oração simples, se arrependa, confesse, creia e clame “Jesus me perdoa, me salva, me lava, me transforma!” E assim você poderá ter absoluta certeza da salvação.

Fonte: Editora Elim – www.editoraelim.com.br – (21) 2415-7923

FOLHETO: ESTA FOI A SUA VIDA!

VOCÊ TEM UM TEMPINHO PARA VER?

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