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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Quatro cristãos são presos por pregar o evangelho no Irã

Quatro cristãos iranianos foram presos e condenados. O motivo da condenação foi porque eles estavam evangelizando alguns amigos e propagando o evangelho, dentro de um sistema que proíbe outra religião que não seja o islã. Os quatro foram convocados recentemente para comparecer à Corte de Ahvaz, que fica na maior cidade de Khuzistão, no Irã. No local, haverá um novo julgamento.

Os quatro amigos, Amin, Hossein, Mohammed e Rahman estavam entre oito pessoas que participavam de um piquenique, em Shush. O evento aconteceu no dia 5 de março de 2014, quando todos foram levados à força por policiais. Eles tiveram seus olhos vendados e foram interrogados durante várias horas, por agentes da segurança e inteligência, que estavam armados.


"Alguns foram liberados logo após o interrogatório, incluindo Mohammed, que foi detido novamente no dia 7 de abril, juntando-se aos outros três. A acusação para que houvesse o cárcere foi ação contra a segurança nacional. Hossein e Rahman foram libertados sob fiança, em dezembro, enquanto Amin ficou preso até o dia 3 de janeiro", relata um dos analistas de perseguição.

Hoje os quatro amigos estão livres, mas eles ainda são vigiados pela polícia e o novo julgamento vai decidir o destino deles. "De acordo com o relatório do Ministério Iraniano da Inteligência e Segurança (Vevak), que fica em Ahvaz, eles realizaram reuniões ilegais em igrejas domésticas, em várias cidades, na tentativa de difundir o cristianismo e converter muçulmanos.

De acordo com o analista, a condenação é de um ano de prisão, incluindo o número de dias em que foram mantidos em custódia, por difundir o cristianismo no Irã. O Ministério Portas abertas classifica o ocorrido como “ousadia dos cristãos iranianos”, segundo publicação no site. “Quanto mais são perseguidos, mais o número de convertidos aumenta. No ano passado, muitos testemunhos mostraram o agir de Deus no Irã”. O site pede que os quatro amigos sejam lembrados pelas orações dos leitores.

Cazaquistão

Segundo relatórios do ministério Portas Abertas, o canal de TV estatal do Cazaquistão anunciou que as igrejas evangélicas que estão instaladas no país e que foram por missionários ocidentais "não passam de uma seita". O apresentador havia repetido isso várias vezes, e por ele ter grande audiência televisiva, causou um desconforto ainda maior para os cristãos, que agora são mais observados do que antes e de forma negativa.

De acordo com o site do ministério, o Cazaquistão ocupa o 42º lugar na classificação da perseguição religiosa em 2016. A nação tem um governo de características ditatoriais, com forte influência do extremismo islâmico. A pressão aumentou sobre os cristãos, principalmente para os ex-muçulmanos. O regime governamental está trabalhando constantemente para aumentar seu controle sobre toda a sociedade, usando a ameaça do islamismo radical para restringir ainda mais a liberdade.

Fonte: Guia-me / Folha Gospel

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Governo quer banir a história do cristianismo do currículo escolar, denuncia professor

O governo federal voltou à carga para tentar mudar conceitos importantes da sociedade brasileira através da educação, com a criação silenciosa de uma proposta de unificação do currículo escolar no país.

De acordo com essa proposta, questões de história ligadas à origem do cristianismo ou ao surgimento da democracia ficariam de fora dos temas a serem tratados nas aulas de história ao longo dos nove anos que englobam os ensinos Fundamental e Médio.

O alerta foi feito pelo professor e historiador Marco Antônio Villa, comentarista da rádio Jovem Pan e colunista do jornal O Globo. Villa é um ferrenho opositor do governo petista e defensor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).


“O Ministério da Educação está preparando uma Revolução Cultural […] Sob o disfarce de ‘consulta pública’, pretende até junho ‘aprovar’ uma radical mudança nos currículos dos ensinos fundamental e médio — antigos primeiro e segundo graus. Nem a União Soviética teve coragem de fazer uma mudança tão drástica como a ‘Base Nacional Comum Curricular’”, introduziu Villa em seu artigo publicado recentemente.

De acordo com o professor, a proposta do MEC “é um crime de lesa-pátria”, pois baniria a origem de diversas filosofias que não se alinham à ideologia socialista/comunista abraçada pelo Partido dos Trabalhadores e pretendida por seus políticos como absoluta no Brasil.

“Vou comentar somente o currículo de História do ensino médio. Foi simplesmente suprimida a História Antiga. Seguindo a vontade dos comissários-educadores do PT, não teremos mais nenhuma aula que trata da Mesopotâmia ou do Egito. Da herança greco-latina os nossos alunos nada saberão. A filosofia grega para que serve? E a democracia ateniense? E a cultura grega? E a herança romana? E o nascimento do cristianismo? E o Império Romano? Isto só para lembrar temas que são essenciais à nossa cultura, à nossa história, à nossa tradição”, pontuou Villa.

Em sua análise da proposta, o professor concluiu que “os comissários-educadores — e sua sanha anticivilizatória — odeiam também a História Medieval”, pois omitiram os dez séculos marcados pela “expansão do cristianismo e seus reflexos na cultura ocidental, o mundo islâmico, as Cruzadas, e as transformações econômico-políticas”.

“Parece mentira, mas, infelizmente, não é. Mas tem mais: a Revolução Industrial não é citada uma vez sequer, assim como a Revolução Francesa ou as revoluções inglesas do século XVII […] [Os petistas não] perdoaram também a História do Brasil. Os movimentos pré-independentistas — como as Conjurações Mineira e Baiana — não existiram, ao menos no novo currículo. As transformações do século XIX, a economia cafeeira, a transição para a industrialização, foram desconsideradas, assim como a relação entre as diversas constituições e o momento histórico do país”, elenca.

Doutrinação
Essa não é a primeira tentativa de doutrinação do governo petista através da educação. Em 2015, o MEC havia tentado avançar na implementação da ideologia de gênero nas escolas públicas brasileiras e criou o Comitê de Gênero, para debater métodos de abordagem do assunto.

A iniciativa era uma clara tentativa de contornar a decisão do Congresso Nacional em 2014, que recusou a ideologia de gênero como tema de ensino nas escolas. O MEC já havia ignorado essa decisão e vinha exigindo que os estados e municípios instituíssem essa matéria no currículo escolar. A pressão do governo não surtiu efeito, e a maioria do deputados estaduais e vereadores também recusaram o tema em votações nas suas respectivas esferas.

Posteriormente, o Comitê de Gênero teve suas funções modificadas, assim como o nome. O então ministro, Renato Janine Ribeiro, terminou demitido por Dilma e substituído por Aloízio Mercadante (PT), na reforma ministerial.

Fonte: Gospel +

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Igreja evangélica é assaltada durante culto em Linhares, ES

Os homens interromperam a celebração e levaram pertences dos fiéis.
Segundo testemunhas, um dos suspeitos estava armado.



Uma igreja evangélica foi assaltada na noite desta sexta-feira (11) em Linhares, no Norte do Espírito Santo. Dois homens interromperam o culto e levaram pertences dos fiéis.

A Polícia Civil está investigando o caso, mas ninguém ainda foi preso.

Segundo um jovem que estava no templo, um dos suspeitos estava armado. Eles entraram na igreja, fecharam as portas e anunciaram o assalto.

Cerca de dez fiéis que participavam da celebração tiveram seus pertences roubados. Os homens levaram carteiras, dinheiro, jóias e uma moto.

Na saída, eles ameaçaram as vítimas, dizendo que voltariam caso alguém ligasse para a polícia. O crime aconteceu na Igreja Pentecostal de Rio Quartel, por volta das 9 horas da noite.


Com informações do: TV Gazeta / G1

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Escrivã judicial é presa por se recusar a emitir licença para casamento gay por motivo religioso


A noção de que, nos Estados Unidos, existe uma “parede de separação entre a igreja e o Estado”, expressa na frase cunhada por Thomaz Jefferson, em 1802, é uma via de mão única no país. Serve apenas ao propósito inicial de que o Estado não deve interferir na religião. O inverso não se aplica. As interferências dos religiosos nas leis são frequentes e geram conflitos que, frequentemente, terminam na Justiça.

São casos de cruzes e placas com textos religiosos em órgãos públicos, orações no início sessões legislativas, entre outros. Mais recentemente, os religiosos obtiveram uma vitória significativa na Suprema Corte contra o programa de seguro-saúde governamental, chamado Obamacare.

O programa obriga empresas e outras organizações a terem seu próprio seguro-saúde em favor de seus funcionários. A cobertura é semelhante a de outros planos de saúde e, como tal, inclui o pagamento de despesas de controle de natalidade, como a aquisição de contraceptivos. Algumas organizações, dirigidas por pessoas religiosas, entraram na Justiça para se desobrigarem da cobertura de tais despesas pagãs e ganharam uma isenção da Suprema Corte.


Ordem de prisão

No caso do casamento gay, os religiosos não tiveram o mesmo sucesso. Nesta quinta-feira (3/9), uma escrivã de um tribunal do Condado de Rowan, em Kentucky, foi mandada para a prisão, porque se recusou a emitir licenças de casamento a casais gays — apesar de a Suprema Corte haver legalizado, há pouco tempo, o casamento entre pessoas do mesmo sexo, em todo o país.

A escrivã Kim Davis disse a dois casais gays que não iria emitir a licença porque isso é contra sua fé e sua consciência. Quando lhe perguntaram com que autoridade estava tomando essa decisão, ela disse que o estava fazendo com base nas leis de Deus. E a lei do país? A lei de Deus prevalece, ela disse.

Os casais entraram na Justiça contra ela. O processo correu rapidamente pelo juízo de primeiro grau, por um tribunal de recursos e pela Suprema Corte. Todos os tribunais decidiram que ela deveria emitir a licença, porque ela não tinha base jurídica para não fazê-lo. Mesmo assim, ela se recusou a emitir qualquer licença, enquanto fosse a responsável por essa tarefa.

Com o processo de volta ao primeiro grau, para obrigá-la a cumprir a lei, o juiz David Bunning fez uma audiência em que ela e outros cinco escrivães sob suas ordens compareceram. No tribunal, ela reafirmou que não emitiria a licença e proibia seus subordinados de fazê-lo. Interrogada, ela disse ao juiz que a definição de casamento de Deus é a “união entre um homem e uma mulher”.

Do lado de fora do tribunal, centenas de pessoas, com placas e gritos a apoiavam. E outras centenas defendiam a lei que favoreceu os casais gays, segundo diversos jornais e emissoras de televisão do país.

A conclusão da audiência foi a ordem de prisão por desrespeito à corte, decretada pelo juiz. A prisão é por tempo indeterminado — isto é, até que ela mude de ideia e resolva emitir as licenças. Porém, quatro dos cinco escrivães substitutos disseram ao juiz que não se opunham a emitir as licenças — apenas o escrivão substituto Nathan Davis, filho de Kim Davis, declarou que também não emitiria as licenças. Mas, afinal, elas serão emitidas a partir desta sexta-feira.

Não se sabe como ficará a situação da escrivã a partir daí. Um fato é que ela não pode ser demitida, porque foi eleita para o cargo. E ela já anunciou que não vai renunciar, porque, se o fizer, Deus vai perder uma voz no tribunal. Uma possível solução é abrir um processo de impeachment contra ela. Mas isso tem de ser feito pela Assembleia Legislativa do estado, de maioria conservadora. Os prognósticos não são favoráveis. E o impasse continua.


Visão jurídica

O professor de Direito Constitucional e Administrativo Jonathan Adler escreveu, no The Washington Post, que a escrivã tem o direito de aderir e observar suas convicções religiosas, mas não tem o direito de ocupar o cargo no tribunal. Nessa função, ela é obrigada a cumprir as leis federais e estaduais, bem como as decisões dos tribunais.

E, desde a decisão da Suprema Corte, a Constituição obriga os governos estaduais a reconhecer o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Se suas convicções religiosas a impedem de cumprir a lei, ela deveria renunciar.

Na Suprema Corte, todos os nove ministros, incluindo os cinco ministros conservadores, votaram pela obrigatoriedade de a escrivã emitir as licenças, sob pena de ser punida com multa ou prisão. O juiz de primeiro grau decidiu que a aplicação de uma multa não iria resolver o problema. Por isso, decidiu pela prisão.

O professor Adler citou um artigo de 2002 do ministro Antonin Scalia, um dos mais conservadores da Suprema Corte, em que ele posicionou sobre esse conflito entre a consciência dos juízes e a lei. Nesse artigo, ele disse que se concluísse que a pena de morte é fundamentalmente imoral, ele renunciaria a seu cargo na Suprema Corte. Ele escreveu:

“Embora minha visão sobre a moralidade da pena de morte não tenha nada a ver com a minha forma de votar como juiz, ela tem tudo a ver com a minha decisão de ser ou não ser um juiz (...) Quando eu sento no plenário que examina e confirma condenações à pena de morte, sei que faço parte da ‘máquina da morte’, na definição do ex-ministro Harold Blackmun”.

“Meu voto, junto com os votos de pelo menos quatro outros ministros, é a última ação que permite que uma execução vá em frente. Eu não poderia fazer parte desse processo, se acreditasse que o que estava fazendo é imoral”.

“Em minha visão, a escolha de um juiz que acredita que a pena de morte é imoral é a renúncia, em vez de simplesmente ignorar leis constitucionais devidamente promulgadas e sabotar os casos de pena de morte”.

“Afinal, o juiz fez o juramento de aplicar as leis e lhe foi dado o poder de suplantá-las com suas próprias decisões. É claro que, se ele se ser forte o suficiente, ele pode ir além da mera renúncia. Pode liderar uma campanha política para abolir a pena de morte. E se isso falhar, pode liderar uma revolução. Mas reescrever as leis, ele não pode”.

Segundo o professor Adler, esse também é o caso de militares que se recusam a ir à guerra por convicções religiosas. “Qualquer pessoa tem o direito de ser contra a guerra”, ele diz. “Mas os ‘objetores de consciência’ (pessoas que seguem princípios religiosos, morais ou éticos incompatíveis com a guerra) não tem o direito de se alistar no serviço militar [que nos EUA não é obrigatório, salvo em exceções declaradas em tempo de guerra], receber salário e benefícios e, então, declarar problema de consciência na hora em que é convocado.

Com informações do ConJur / NC

sábado, 1 de agosto de 2015

Perseguição aos cristãos hoje é a maior da história

Aumenta índice de assassinatos, estupros e tortura, sobretudo no Oriente Médio



O alerta já foi dado antes, mas nenhuma providência em larga escala foi tomada. Como consequência, a perseguição aos cristãos está ultrapassando um recorde histórico.

Não havia estatísticas dois mil anos atrás, mas pelos números populacionais de hoje, é possível afirmar que os seguidores de Jesus nunca foram tão perseguidos. A situação é especialmente difícil no Oriente Médio, o berço das maiores religiões do mundo.

A crescente perseguição é alimentada principalmente pelo extremismo islâmico. A grande mídia muitas vezes minimiza os fatos, classificando de “limpeza étnica”, mas o fato é que a cristofobia é real.

Afinal, 80% dos atos de perseguição religiosa no mundo são contra cristãos, aponta a International Society for Human Rights, uma ONG da Alemanha. De acordo com o Center for the Study of Global Christianity, do Seminário Gordon Conwell, dos EUA, mais de 100.000 cristãos são assassinados por ano, ou seja, 11 cristãos por hora.

A escalada dos ataques contra cristãos nos últimos anos vem sendo divulgadas por todas as organizações que monitoram a perseguição religiosa. Na Inglaterra, David Alton, um renomado defensor da liberdade religiosa, divulgou números alarmantes.

“Algumas avaliações afirmam que cerca de 200 milhões de cristãos em mais de 60 países ao redor do mundo enfrentam algum grau de restrição, discriminação ou pura e simples perseguição”, disse ele ao jornal The Guardian.

Os tipos de perseguição variam, indo desde assassinato e estupro, passando por tortura e chegando até discriminação e exclusão social.

Considerando que existem cerca de 2 bilhões de cristãos no mundo, pode-se dizer que um em cada de cristãos do mundo enfrenta problemas por causa da sua fé.

A ONG Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), afirma que o principal impacto é a onda de migração de pessoas cristãs do Oriente Médio e do norte da África, que buscam liberdade e uma vida de paz na Europa.
Consequentemente, áreas enormes do mundo estão experimentando um declínio muito acentuado do número de cristãos.

De acordo com o Centro de Pesquisas Pew, os cristãos enfrentam assédio em 102 países. Cerca de 75% da população mundial estaria vivendo hoje em países com sérias restrições ao exercício da liberdade religiosa.

A Portas Abertas, missão que monitora constantemente a situação dos perseguidos, estima que 4.344 cristãos foram mortos por causa de sua fé e 1.062 igrejas foram atacadas em 2014. Em alguns países os números são difíceis de ser confirmados. Na Coreia do Norte, por exemplo, acredita-se que existem cerca de 70.000 cristãos detidos em campos de concentração.

Lee Marsden, professor de relações internacionais, da Universidade de East Anglia, especialista em religião e segurança, disse que o colapso dos regimes autoritários no Oriente Médio durante a Primavera Árabe foi um fator determinante. Como consequência, por exemplo, na Síria e no Iraque estima-se que fugiram ou foram mortos cerca de 70% dos cristãos que viviam ali.

A solução, segundo os estudiosos do assunto passa por um aumento da pressão sobre os governos, embora as Nações Unidas tenham se mostrado ineficaz na maioria dos casos. Por isso, ao invés de citar somente a questão religiosa, é bom ressaltar que se trata da violação de um direito humano básico.

Nina Shea, autora do livro do livro “Perseguidos: O Ataque Global aos Cristãos” (Mundo Cristão) faz um apelo: “Nós, cristãos, devemos orar, nos informar e agir politicamente em nome desses irmãos e irmãs que estão sendo perseguidos em tantos lugares”.

Com informações de Prophecy News / Gospel Prime

terça-feira, 21 de julho de 2015

Facebook: Perfil principal de Julio Severo bloqueado e fora do ar

Julio Severo
 Na semana passada, o Facebook fez contato comigo dizendo que receberam queixas contra meu perfil e que, por isso, precisavam realizar alguns procedimentos.

Ontem, o Facebook fez novo contato, desta vez bloqueando totalmente o acesso ao meu perfil, dizendo que vão precisar de meus documentos pessoais, se eu quiser desbloquear. Forneci um documento de identificação, mas o Facebook ainda não desbloqueou nem respondeu.

Uso o Facebook há exatamente 6 anos, e esta não é a primeira vez que meu perfil é bloqueado. Mas é a primeira vez que ele é tirado do ar, impossibilitando seu acesso por mim e outros.

O Facebook não poderia alegar, como razão de bloqueio, que não vou na sua onda pró-homossexualismo, pois quando recentemente o Facebook lançou um aplicativo que permitiu que os usuários cobrissem sua foto de perfil com o arco-íris homossexual, somente 2 por cento deles fizeram isso. Isto é, a propaganda homossexualista do Facebook foi um mega-fracasso. Mas de 1 bilhão de usuários do Facebook não seguiu essa propaganda.

Na época, publiquei o artigo “Conservadores russos dão lição de moral para a propaganda homossexual do Facebook,” cuja versão em inglês foi divulgada pelo famoso Roy Moore, juiz dos Dez Mandamentos nos EUA.

Minhas últimas postagens de Facebook tratavam do assunto da Inquisição, pois alguns estavam vindo ao meu perfil não só defendendo a Inquisição, mas também alegando que existiu uma “inquisição protestante,” sendo que historicamente não há base para tal alegação.

Há muitos livros sobre a Inquisição, especialmente em inglês, e a vasta maioria deles aponta apenas para Inquisição católica. Digo a vasta maioria porque alguns leitores parecem ter livros que defendem uma “inquisição protestante,” mas sem nunca fornecer fontes confiáveis.

Tenho enciclopédias e vários livros sobre esse assunto, a maioria deles fontes seculares dos EUA, e todos afirmam que só existiu a Inquisição católica.

Outro visitante do meu Facebook comentou ontem de manhã, antes do meu perfil ser bloqueado, que a Inquisição católica não foi o que dizem, que houve uma “inquisição protestante” e — pasmem! — o Holocausto nunca existiu.

O comentarista não apresentou nenhuma fonte ou evidência, limitando-se a afirmar que foi formado na Universidade de Brasília, como se isso fosse base suficiente para negar o Holocausto, minimizar a Inquisição católica e inventar do nada uma “inquisição protestante.”

Minha resposta para o comentarista foi:

Primeiro, você veio aqui defendendo a Inquisição católica e dizendo que houve uma “inquisição protestante” e me chamando de “intelectualmente desonesto.” Agora você alega que o Holocausto nazista contra os judeus (com mais de 6 milhões de mortos) foi propaganda sionista. O que de fato é propaganda é minimizar a Inquisição católica e acobertá-la com acusações contra suas vítimas judias e protestantes. A Inquisição católica EXISTIU e seus crimes aparecem em qualquer boa enciclopédia. Uma inquisição protestante NÃO EXISTIU e não existe nenhuma enciclopédia séria que registre isso. O Holocausto EXISTIU e não foi mera propaganda sionista. Propaganda e desonestidade intelectual é negar o Holocausto e os crimes da Inquisição católica.

Dificilmente o Facebook bloquearia meu perfil para defender debatedores pró-Inquisição ou negadores do Holocausto.

O padrão no meu percurso tem sido ser alvo do ativismo homossexual, que mira meu trabalho há 15 anos, fazendo pressão em todos os espaços que ocupo.

O PayPal é exemplo de campanha homossexual que, por pressão e truculência ideológica, fez com que a empresa americana encerrasse minha conta.

Espero que o Facebook não siga o caminho entreguista do Paypal.


Fonte: www.juliosevero.com

sexta-feira, 6 de março de 2015

Jean Wyllys pede que Ministério Público investigue o “exército” de gladiadores da Igreja Universal

O deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ) pediu providências ao Ministério Público sobre o “exército” de jovens da Igreja Universal do Reino de Deus, afirmando temer que eles se tornem extremistas religiosos.

Em uma entrevista à rádio Gaúcha, Wyllys disse que o grupo de jovens “Gladiadores do Altar” se vestem e se portam como soldados, e que não há uma certeza sobre sua atuação: “Os soldados estão sendo treinados e formados para servir ao altar, e o propósito não está claro”.

Citando a Constituição Federal, o deputado afirmou que toda a organização paramilitar é proibida no país, e que o grupo organizado da Universal se caracteriza dessa forma.

“O Ministério Público e as autoridades já deveriam ter se manifestado”, afirmou o deputado, dizendo estar preocupado com a formação de “um exército religioso”, pois a militarização presume um inimigo, e na sua visão, os inimigos poderiam ser os adeptos de outras religiões.

“Essas coisas não são tomadas como sérias, sempre fechamos os olhos para o fundamentalismo religioso, que já virou uma força política”, disse Wyllys, que observou o fato de que vários vídeos com demonstrações dos “Gladiadores do Altar” foram removidos do YouTube: “A Igreja Universal está com medo da repercussão”.

Jean Wyllys já havia comparado a iniciativa com os extremistas muçulmanos do Estado Islâmico, e disse que teme que, se algo acontecer nesse sentido, a Igreja Universal se exima de culpa alegando que essa não era a intenção.

O ativista gay disse também que existe um histórico de violência verbal e física de membros da Universal contra minorias religiosas, como os adeptos de religiões afro-brasileiras, e homossexuais.

A Igreja Universal se posicionou sobre as dúvidas de Jean Wyllys a respeito do projeto “Gladiadores do Altar” e afirmou que as impressões do deputado sobre o assunto são resultado da união de “ódio e burrice”, e que suas alegações eram uma “injúria”.

Fonte: Gospel+

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Artistas ingleses boicotam Israel enquanto 1 milhão de meninas inglesas são estupradas por gangues muçulmanas

Imagem Ilustrativa
Fonte/Imagem: 
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Numa iniciativa chamada “Artistas em Defesa da Palestina,” uns 700 artistas ingleses, inclusive Roger Waters, Brian Eno, Mike Leigh, Ken Loach e Richard Ashcroft, fizeram um compromisso, em 14 de fevereiro, de boicotar Israel em reação ao que classificaram de “catástrofe palestina,” de acordo com o jornal Jerusalem Post.

Catástrofe? É o que está acontecendo ao redor de Israel. A Síria, o Iraque e outras nações islâmicas ao redor de Israel estão sofrendo: muçulmanos estão matando cristãos. Em todas as nações muçulmanas do Oriente Médio, o mesmo padrão se repete em grau maior ou menor: muçulmanos matando cristãos.

Por que no mar de violência do Oriente Médio os muçulmanos são os agressores e levam vantagem contra os cristãos, mas não contra Israel?

Porque Israel é a única nação não-muçulmana do Oriente Médio que tem condições de se defender.



Por que os artistas ingleses estão incomodados com a defesa israelense, mas não estão preocupados nem angustiados com o fato de que cristãos estão sendo estuprados, torturados e massacrados em nações muçulmanas ao redor de Israel? A Inglaterra não é uma nação com raízes cristãs? A Inglaterra é incapaz de sentir compaixão de cristãos oprimidos por muçulmanos?

Por que os artistas ingleses estão incomodados com Israel? Será que os judeus estão estuprando meninas inglesas? Aliás, se o povo inglês fosse informado na 2ª Guerra Mundial que soldados nazistas tinham a intenção de invadir a Inglaterra para estuprar meninas inglesas, a população britânica reagiria e lutaria furiosamente por suas meninas.

Se dissessem ao povo inglês hoje que os judeus têm a intenção de invadir a Inglaterra para estuprar meninas inglesas, o povo inglês reagiria e lutaria furiosamente por suas meninas.

Contudo, é exatamente isso que está acontecendo. A Inglaterra está sendo invadida, mas não por nazistas ou judeus. De acordo com uma reportagem reveladora, chocante e dolorosa da revista americana FrontPage, gangues muçulmanas estão infligindo exploração sexual em meninas inglesas, e as autoridades inglesas acreditam que até 1 milhão de meninas podem ter sido vítimas, descrevendo a situação como um “desastre nacional” que exige alguma resposta para lidar com o “horror.”

Então, quando é que os artistas ingleses vão pressionar o governo britânico a fazer um compromisso de boicotar toda imigração de estupradores islâmicos?

Quando é que eles vão lançar uma iniciativa “Artistas em Defesa das Meninas Inglesas”?

Quando é que eles vão reagir furiosamente ao desastre e horror nacional da exploração sexual islâmica de meninas inglesas?

Ou proteger as meninas inglesas é menos importante do que ser rotulado de fanático, racista ou islamófobo pela mídia esquerdista?

Toda vez que Israel se defende contra muçulmanos palestinos, os mesmos rótulos são usados contra os judeus.
O apático governo e povo inglês, que não estão protegendo suas filhas dos muçulmanos, não têm direito algum de condenar Israel por proteger seu povo e suas filhas.

Se queremos ganhar a guerra contra o terrorismo islâmico, proteger as meninas inglesas e proteger os cristãos e Israel de inimigos islâmicos, temos de estar prontos para a guerra de rótulos travada pelos esquerdistas.

Versão em inglês deste artigo: British Artists Boycott Israel As One Million British Girls Are Raped by Muslim Gangs


Fonte: www.juliosevero.com / o guarda de Israel

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Católicos queimam acampamento de evangélicos

Perseguição religiosa no México tem aumentado nos últimos anos


Católicos queimam acampamento de evangélicos


Se no Oriente Médio católicos e evangélicos são igualmente perseguidos por radicais muçulmanos, no México a realidade é outra.

Um grupo de católicos da comunidade indígena Mitzitón, na região de Chiapas queimou semana passada um acampamento onde viviam cerca de 26 famílias evangélicas. O ataque foi parte de uma campanha do Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN).

Todos os evangélicos tiveram suas casas queimadas e foram expulsos da região. O conflito que opôs os indígenas teve início em junho deste ano. Os católicos ligados ao EZLN já anunciaram que desejam erradicar definitivamente os evangélicos de Chiapas.

Segundo a missão Portas Abertas, especializada em ajudar cristãos perseguidos, nos últimos anos a intolerância religiosa aumentou significativamente no México. Em especial na região sul (onde fica Chiapas) os evangélicos são multados, presos, espancados e até mesmo assassinados por causa de sua fé.

Um dos motivos para isso são os movimentos políticos. As Igrejas não são bem vistas na região pois ensinam que as drogas não são compatíveis com o evangelho. Outro motivo é que existe um imposto obrigatório destinado a cobrir despesas com festividades católicas no país. Os evangélicos se recusam a contribuir e por isso são perseguidos nas cidades onde essas tradições são mais fortes. 

Com informações CBN / GP

Dezenas de cristãos, incluindo mulheres e crianças, foram presos na Arábia Saudita após uma dica dada à força policial islâmica do Estado

Matthew Blake para o MailOnline
A polícia islâmica na Arábia Saudita invadiu uma reunião de oração cristã e prendeu toda a sua congregação, incluindo mulheres e crianças, e confiscou suas bíblias, conforme reportagens.
O ataque foi o mais recente incidente de uma repressão drástica às minorias religiosas na Arábia Saudita realizada pela linha-dura do país executada pela Comissão para a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício.
 
Sob fogo: o rei Abdullah tem sido amplamente criticado pela intolerância às minorias religiosas em seu país
 
Os 28 cristãos estavam em reunião de adoração na casa de um cidadão indiano na cidade oriental de Khafji, quando a polícia entrou no prédio e os levou presos. Desde então, ninguém mais viu ou soube nada deles, levantando preocupações entre os grupos de direitos humanos sobre onde estão eles.
Nina Shea, diretora do Centro para a Liberdade Religiosa do Instituto Hudson, com sede em Washington, disse à agência FoxNews.com: “A Arábia Saudita continua a limpeza religiosa, que tem sido sempre a sua política oficial”.
“É o único Estado-Nação no mundo com a política oficial de proibir todas as igrejas”.
“Isso é imposto à força, embora existam mais de dois milhões de trabalhadores estrangeiros cristãos naquele país. As vítimas geralmalmente são pobres, de países asiáticos e africanos que tem governos fracos”.
Ativistas de direitos humanos estão pedindo agora que EUA usem a sua considerável influência na região para ajudar a garantir a libertação dos cristãos encarcerados.
Um porta-voz do governo saudita afirmou não ter conhecimento das prisões, de acordo com a Fox News.
Mas o jornal de língua Inglesa, The Saudi Gazette, bem como várias agências de notícias sauditas de língua árabe, noticiaram sobre as detenções.
O canal de notícias em língua árabe, Akhbar 24, disse que as prisões ocorreram depois que a polícia religiosa do Reino Saudita recebeu uma dica sobre uma igreja que estava sediada numa casa.
A reportagem também informou que “foram encontrados os ‘escritos distorcidos’ da Bíblia e instrumentos musicais, anotando seu encaminhamento para as instituições jurisdicionais”.
Pelo menos 3,5 milhões de cristãos vivem na região do Golfo Árabe, em sua maioria trabalhadores católicos da Índia e das Filipinas.
Na Arábia Saudita, berço do islamismo, é contra a lei os muçulmanos abandonarem a sua fé, uma prática conhecida como apostasia. O proselitismo para outras religiões ou praticá-las abertamente, também é ilegal.
Os juízes têm uma liberdade de ação considerável na forma de interpretar a lei islâmica do código da Sharia do Reino Saudita e não estão limitados por normas de condenação ou de um sistema de precedentes. Tanto a pena capital quanto os castigos corporais são legais.
No ano passado, o rei Abdullah, que tem promovido reformas limitadas desde que chegou ao trono em 2005, abriu um centro para o diálogo religioso, em Viena, Áustria, que atraiu críticas por causa de sua falta de liberdade religiosa da Arábia Saudita. Em 2008, patrocinou uma conferência inter-religiosa na Espanha.

sábado, 19 de julho de 2014

Muçulmanos destroem túmulo do profeta Jonas e incendeiam 11 igrejas

ISIS inicia nova onda de ataques em Mosul, afirmando “acabar com a idolatria”.



 
Reconhecido como profeta por judeus e cristãos, a figura bíblica de Jonas é famosa por ter sobrevivido por três dias no estômago de um grande peixe no fundo do mar, tendo saído dali para pregar em Nínive. A tradição milenar que indicava o local de seu túmulo na cidade de Mosul, no território do atual Iraque, acaba de ganhar um triste capítulo.

Desde a semana passada surgiram rumores, só agora confirmados oficialmente, que membros do grupo terrorista Estado Islâmico (ISIS) violaram o local. Chamado de Younis, em árabe, o túmulo de Jonas era um local que atraía visitantes e ficava em uma mesquita que levava o seu nome.

Um funcionário do local, Zuhair al-Chalabi, disse durante a nova investida do ISIS contra os cristãos, o local foi destruído. Ele lamentou que os membros do ISIS não respeitaram a tradição muçulmana de reconhecer os profetas antigos e destruíram o túmulo do profeta Younis, tirando dali os seus conteúdos.

Na interpretação extrema da lei islâmica defendida pelo ISIS, que ecoa o Talibã, todas as representações de pessoas e animais são idolatria e proibidas pelo Alcorão.

Além de destruir museus, mesquitas xiitas e túmulos no território sob seu domínio, o Estado Islâmico prometeu erradicar os sítios arqueológicos importantes. A área em torno de Mosul, sede atual do ISIS, abriga 1.791 sítios arqueológicos registrados, incluindo ruínas de quatro capitais do império assírio. A cidade foi local de diversas batalhas bíblicas do Antigo Testamento e, de acordo com a tradição judaica e cristã, foi fundada pelo bisneto de Noé, Nimrode.

Nessa onda de ataques, mais 11 igrejas cristãs foram incendiadas na região de Mosul. Os líderes cristãos no Iraque lembram que muçulmanos e cristãos viveram pacificamente por um longo tempo na região lado a lado, mas temem que a violência atual poderá por fim a quase 2.000 anos de cristianismo no Iraque. Estima-se que os cristãos do Iraque eram 1.5 milhão em 2003 e restaram cerca de 400.000 hoje.

Após terem decretado o ressurgimento do califado e sua cruzada para unir todos os muçulmanos do mundo, o ISIS tem crucificado cristãos rotineiramente, destruído suas igrejas e oferecido recompensas para quem entregar os pastores e missionários que vivem no norte do Iraque.

Fontes: Christian Post via GP / Notícias Cristãs

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Cristãos são mortos enquanto assistiam jogos da Copa. Brasil x Mexico

Grupos terroristas fizeram vítimas em pelo menos 3 países


 Cristãos são mortos enquanto assistiam jogos da Copa
Para os muçulmanos extremistas, os jogos de futebol são um pecado. O líder islâmico egípcio Yasser Borhami afirmou no início da semana que assistir a jogos Copa do Mundo é algo “inaceitável” no Islã. Para ele, é uma distração dos deveres religiosos, e a prática levará, no final, à “destruição das nações e dos povos”.

Na Nigéria, país cuja seleção está disputando o mundial, o grupo Boko Haram jogou uma bomba no local onde havia um grande grupo assistindo ao jogo entre Brasil e México. No total, 21 pessoas morreram e 27 feridos da explosão.

A maioria dos mortos, segundo as autoridades, eram cristãos, mas havia muçulmanos no grupo. Entre os feridos há crianças e vários homens jovens, que tiveram queimaduras e fraturas, entre outras lesões. O Boko Haram já tinha proibido os “centros de projeção” em dois estados no norte da Nigéria.

Bomba copa: Cristãos são mortos enquanto assistiam jogos da Copa

Ao mesmo tempo, na região costeira do Quênia, 53 pessoas morreram enquanto assistiam aos jogos da Copa em Majembeni e mais 15 na cidade vizinha de Poromoko. Soldados do grupo radical islâmico Al-Shabab atacaram as cidades que ficam perto da fronteira com a Somália, onde o grupo terrorista se originou.

Segundo testemunhas, cerca de 50 homens divididos em grupos, batiam nas casas e exigiam que as pessoas saíssem. Eles eram repreendidos publicamente por estar vendo TV e, em seguida, questionados sobre o Corão e as obrigações muçulmanas. Aqueles que não davam respostas satisfatórias eram executados. A maioria dos mortos foram identificados como cristãos. As autoridades do Quênia afirmaram que irão reforçar a segurança na região fronteiriça, mas não prendeu ninguém até agora.

Contudo, o ataque mais extremo durante os jogos da Copa ocorreu no Iraque e na Síria. O grupo terrorista ISIS, promoveu um verdadeiro banho de sangue em sua cruzada contra cristãos e muçulmanos considerados traidores. Em um dos ataques atiraram com metralhadoras contra um grupo que assistia os jogos em Beirute. Também decapitaram um policial e postaram no Twitter uma mensagem com mostrando a cabeça dele separada do corpo dizendo “Está é a nossa bola. É feita de pele #Copadomundo”. 

Com informações Daily Mail / Gospel Prime

terça-feira, 20 de maio de 2014

Sudanesa grávida é condenada à morte por ser cristã


Segundo a sentença, Ishaq receberá 100 chibatadas como castigo e depois será enforcada.
A Justiça do Sudão condenou à morte por enforcamento uma mulher muçulmana acusada de apostasia - abandono da religião - depois que ela se afastou do Islã para se casar com um cristão.
"Demos a você três dias para se retratar mas você insiste em não voltar para o Islã. Sentencio você a ser enforcada até a morte", disse o juiz, segundo a agência de notícias AFP, se referindo ao prazo dado para que a mulher aceitasse o islamismo.
O grupo de defesa de direitos humanos Anistia Internacional condenou a decisão e afirmou que a sentença é "espantosa e repugnante".
A imprensa local informou que, como a mulher está grávida, a sentença só será executada dois anos depois do nascimento da criança.
A mulher foi identificada como Meriam Yehya Ibrahim Ishag e alega que é cristã.
A maioria da população sudanesa é muçulmana e o país segue as leis islâmicas. Segundo estas leis, a apostasia é um crime.

Chibatadas
Embaixadas de países ocidentais e grupos de defesa de direitos humanos pediram que o governo do Sudão respeite o direito da mulher de escolher a própria religião.
As embaixadas dos Estados Unidos, Canadá, Grã-Bretanha e Holanda divulgaram uma declaração conjunta na qual afirmaram que os países estavam muito preocupados com o caso e pediram que o governo do Sudão respeite a liberdade de religião.
Mas, além da pena de morte, o juiz do caso também sentenciou a mulher a receber 100 chibatadas por adultério, já que o casamento com o homem cristão não é considerado válido segundo a lei islâmica.
A sentença das chibatadas será executada assim que a mulher se recuperar do parto. A condenação por adultério se deve ao fato de, segundo a lei islâmica do Sudão, uma mulher muçulmana não pode se casar com homens de outra religião. Meriam se casou com um cristão do Sudão do Sul.
Durante a audiência, Meriam, cujo nome islâmico é Adraf Al-Hadi Mohammed Abdullah, foi interrogada por um clérigo islâmico e disse ao juiz que era uma "cristã e nunca cometi apostasia".
Segundo a Anistia Internacional, a mulher foi criada como cristã ortodoxa, a religião da mãe, pois ela teria tido um pai ausente durante a infância.
A Anistia informou que a mulher foi presa e acusada de adultério em agosto de 2013 e a Justiça sudanesa adicionou a acusação de apostasia em fevereiro de 2014, quando Meriam disse que era cristã.
O pesquisador da organização especializado em assuntos ligados ao Sudão, Manar Idriss, condenou a sentença e afirmou que apostasia e adultério nem deveriam ser considerados crimes.
"O fato de uma mulher ter sido sentenciada à morte por sua escolha religiosa e à chibatadas por adultério por ser casada com um homem que, supostamente, tem outra religião, é espantoso e repugnante", disse.
A condenação gerou polêmica no país de acordo com a AFP. Pequenos grupos de manifestantes, contra e a favor da sentença, se reuniram em frente à corte onde Meriam foi julgada.
O correspondente da BBC em Cartum Osman Mohamed, afirmou que sentenças de morte raramente são executadas no Sudão.
E um dos advogados de Meriam disse à AFP que vai entrar com um recurso em instâncias superiores.

Fonte: AFP ee BBC via Terra / Notícias cristãs

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Ódio aos judeus cresce no mundo

Uma em cada quatro pessoas mostra ser antissemita


A Liga Antidifamação (ADL) fundada em 1913, é a principal organização do mundo no combate ao antissemitismo por meio de programas e serviços que neutralizam o ódio, o preconceito e a intolerância contra os judeus.

O estudo divulgado hoje, intitulado ADL Global 100: Índice de Antissemitismo, de alcance mundial mostra de maneira sem precedentes o crescimento das atitudes antissemitas. Foram mais de 53.000 adultos entrevistados em 102 países num total de 96 línguas.
Realizada com assessoria da First International Resources e da Anzalone Liszt Grove Research, os dados foram compilados em entrevistas conduzidas entre julho de 2013 e fevereiro de 2014. Os resultados mostram o nível e a intensidade do sentimento antijudaico em praticamente todo o mundo, mesmo que a maioria das pessoas admita não conviver com judeus. Um número significativo disse sequer conhecer algum judeu.

Os números assustam, mas infelizmente não são uma surpresa total, explica Abraham Foxman, diretor da ADL. Mais de um em cada quatro adultos (26%) mostram algum grau de antissemitismo. Proporcionalmente, indica que cerca de 1.09 bilhão de pessoas tem algum grau de aversão aos judeus. Apenas 54% dos entrevistados sabem o que foi o Holocausto. Sendo que mais de 66% ou nunca ouviram falar do Holocausto ou não acreditam que os relatos históricos sejam corretos.

O sistema de medição empregado pelo ADL Global 100 indica a percentagem de pessoas que responderam ser “provavelmente verdadeiro” seis ou mais entre 11 estereótipos negativos sobre os judeus (incluindo poder, lealdade, dinheiro e comportamento). Disponível no site http://global100.adl.org, o estudo mostra qual o índice de antissemitismo presente no mundo. O menor é do Laos (0,2%) e o maior é na Cisjordânia e Faixa de Gaza (93%). O índice no Brasil é de 16%, o que significaria que cerca de 22 milhões de pessoas nutrem esse tipo de sentimento.

Alguns dados chamam atenção. Por exemplo, países onde a maioria da população é protestante (evangélica) possuem índices mais baixos de avaliações de atitudes antissemitas, em comparação com qualquer outro país de maioria religiosa.
Como era esperado, a maior concentração de pessoas com atitudes antissemitas está no Oriente Médio e nos países do Norte Africano, de maioria muçulmana. Cerca de três quartos dos entrevistados (74%) mostraram preconceito, contra um índice médio de 23% no restante do mundo. 

Com informações Jewish News Source / Gospel Prime

sábado, 25 de janeiro de 2014

Na mira da calúnia: Capelão Ricardo Ribeiro recorre à Polícia Federal depois de sofrer atentado gossip de Crente Santão

Já não bastasse o Capelão Ricardo Ribeiro sofrer ameaças e intimidações do movimento homossexual organizado, agora ele se tornou vítima de um bando que se autointitula de defensores do evangelho. É o perfil de Facebook Crente Santão (CS), que de santo não tem nada.
CS se levantou contra Ribeiro depois que o capelão defendeu um pastor que estava sofrendo calúnias do CS. A resposta de CS foi lançar um atentado gossip — palavra em inglês que uso para contrastar com gospel. Gossip significa fofoca. CS lançou, via Facebook, um “alerta” dizendo ao público sobre o capelão: “Cuidado com esse homem, pessoal. Ele foi expulso da capelania militar e agora usa a internet para dar o golpe do dinheiro.” Um dos links de atentado gossip do CS está aqui: http://archive.is/GQHUM
 A montagem do CS veio, conforme o capelão nos informou, mediante um perfil falso ligado ao CS: Evangelista Silvia Malafaia, também conhecida como Silvia Crepaldi, responsável pelo CS. O perfil fake se dizia “assessora” de Marco Feliciano — mentira devidamente negada pelo gabinete de Feliciano, conforme informação do capelão — e com sobrenome para implicar Malafaia.
Depois que mais de 100 pessoas compartilharam a calúnia do CS, o Capelão Ricardo Ribeiro foi diretamente à Polícia Federal. Logo em seguida, o CS removeu todas as calúnias, alegando que a remoção foi em resposta a um pedido que o capelão enviou em privado ao CS. O capelão nos garantiu que não fez nenhuma comunicação nesse sentido com o CS.
Capelão Ricardo Ribeiro na Polícia Federal
Crente Santão é uma página de Facebook que se gaba de ser uma página de “humor na defesa Evangelho” — a mesma desculpa de outras Lixeiras Gossip. Ao que parece, os tais “defensores do evangelho” na blogosfera gospel, por problema visual ou mental, acabaram confundindo gospel com gossip, e agora se dedicam de corpo e alma ao gossip, achando que tanto um quanto outro são iguais.
Se você lhes perguntar: “Por que você está fofocando?” A resposta deles é: “Estou apenas defendendo o evangelho!”
Mas gossip não é gospel, assim como fofoca nada tem a ver com o Evangelho verdadeiro:
“O fofoqueiro trai a confiança de quem quer que seja, mas aquele que guarda um segredo merece crédito.” (Provérbios 11:13 KJA)
“Sem lenha o fogo se apaga, sem o caluniador encerra-se a briga.” (Provérbios 26:20 KJA)
O que os tais “defensores do evangelho” fazem não é humor, mas deboche e zombaria. Mesmo que fosse humor, a Palavra de Deus requer que o cristão seja sóbrio, não “humorístico,” debochador e zombador.
“Você, porém, seja sóbrio em tudo, suporte os sofrimentos, faça a obra de um evangelista, cumpra plenamente o seu ministério.” (2 Timóteo 4:5 NVI)
“Ora, está muito próximo o fim de todas as coisas; portanto, tende bom senso e vigiai em oração.” (1 Pedro 4:7 KJA)
“O fim de todas as coisas está próximo. Portanto, sejam criteriosos e sóbrios; dediquem-se à oração.” (1 Pedro 4:7 NVI)
“Sejam sóbrios e vigiem. O diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar.” (1 Pedro 5:8 NVI)
Sóbrio significa moderado, equilibrado e que demonstra bom senso — qualidades faltantes em todos os “humoristas” que acham que suas fofocas e zombarias defendem o Evangelho.
A função de mentir, caluniar e difamar está ligada à palavra diabo. Por isso, quem desempenha essa função está defendendo não o Evangelho, mas o diabo e o pai da mentira.
A boa notícia é que o Crente Santão difamou o Capelão Ricardo Ribeiro num momento em que os grandes portais evangélicos já estão denunciando o CS.
Em matéria oficial intitulada “Blogs e fan pages ditos ‘gospel’ espalham boatos e mentiras na internet,” assinada pelo jornalista Jarbas Aragão, o GospelPrime tirou a máscara do CS, dizendo:
Outro situação recente, que constrangeu os evangélicos é a notícia que a novela Amor à Vida mostraria três cantoras gospel cantando em um culto no encerramento da novela. Só que esse culto seria, na verdade, um casamento gay.
Durante vários dias, as cantoras Aline Barros, Fernanda Brum e Ana Paula Valadão foram atacadas e acusadas de terem se “vendido”. Contudo, a informação não procede. Um página no Facebook (www.facebook.com/CrenteSantao) trouxe essa informação baseada numa entrevista do autor ao programa Video Show. Mas isso nunca aconteceu e o próprio autor da novela desmentiu.
Seja por brincadeira (de mau gosto), por falta de informação ou puramente para criar sensacionalismo, o fato é que a “mentira gospel” continua se espalhando. E fica ainda pior quando o perfil se identifica como “santão”.
A imagem das cantoras acabou arranhada, pois as mesmas pessoas que compartilharam a notícia não tiveram o cuidado de compartilhar o desmentido.
Aliás, o GospelPrime também publicou outra matéria sobre o mesmo assunto, que postei no meu blog com o título de “Mundo gossip: A proliferação de calúnias virtuais de evangélicos sobre evangélicos.”
Outro grande portal, o GospelMais, não tratou do mesmo problema grave de forma oficial. Mas um de seus colunistas, Silvio Costa, teve a mesma coragem do GospelPrime ao igualmente tirar a máscara do Crente Santão e outros de comportamento semelhante. Silvio disse:
Pensem como deve ter sido chato, desagradável e totalmente injusto o que passaram Aline, Fernanda e Ana Paula na última semana, tudo por conta de mentiras de gente que também se diz defensores da verdade. Incoerência, contradição, malandragem, maldade; sei lá, faltam-me adjetivos ruins para tal produção de conteúdo infeliz e maldosa.
Esse último caso de sensacionalismo midiático com nome de “crente” foi espalhar uma baita de uma mentira ao povo evangélico. A notícia inverídica foi a de que as cantoras Fernanda Brum, Aline Barros e Ana Paula Valadão participariam da novela Amor à Vida, cantando em um “culto” de celebração de um casamento gay. Essa notícia foi divulgada principalmente pela página Crente Santão no Facebook. O referido subdomínio tem mais de 25 milhões de curtidas e imagine você a quantidade de cristãos que tiveram acesso a essa informação inventada, sabe-se lá por que e por quem. O efeito da notícia manipulada foi bombástico, tornou-se viral e provocou como conseqüência à ira e a indignação de muitos crentes, além de difamações e ofensas as três artistas da música gospel.
Manifestações e represálias começaram a ser vistas e ensaiadas e já tinha até gente organizando quebra-quebra de CDs das cantoras em locais públicos, em sinal de protesto e repúdio por conta do fato inverídico. As inocentes cantoras sofreram ataques, passaram por constrangimentos nas mídias e no fim tiveram que prestar esclarecimentos em notas em seus perfis sociais. Tornou-se necessário se justificarem sobre algo que jamais aconteceu (olha o que uma mentira divulgada por uma página dita evangélica consegue produzir). As dimensões da mentira divulgada cresceram tanto que o próprio autor da Novela Amor a Vida, Walcyr Carrasco, saiu de certa forma em defesa das três ao afirmar que não havia convidado as cantoras para participarem do fim da trama e menos da cena aludida nas divulgações, que mais pareceram divagações de mentes desocupadas.
Como saldo, A imagem das cantoras acabou arranhada, pois as mesmas pessoas que compartilharam a notícia não tiveram o cuidado de compartilhar o desmentido. Essa boataria no Brasil já prejudicou no ano passado a imagem do pastor Marco Feliciano, acusado de ter indicado a “pastora Suzane Richthofen” para presidente da Comissão de Seguridade Social e Família. Qual o interesse de se propagar uma mentira? Seja por brincadeira de mau gosto, por falta de informação ou puramente para criar sensacionalismo, o fato é que a “mentira gospel” continua se espalhando. E ficou ainda pior quando o perfil se identifica como “santão”.
Essa mídia com máscara gospel é irresponsável por que tem se dedicado a espalhar fofocas, sustentar pré-julgamentos e promulgar achismos – mas o juízo para essa gente não tarda (2 Pe 2.3).
Talvez o GospelMais não tenha tido disposição de tratar de forma oficial da fofocarada maldosa do Crente Santão porque esse não é um problema estranho em seu meio. Raquel Elana, colunista do GospelMais, tem comportamento típico de Crente Santão. Ela se derrama em elogios por Caio Fábio e critica todos os líderes evangélicos que estão de manga de fora fazendo o que ela e Caio Fábio não fazem: defender a família. Entre as vítimas dessa crente santona estão Marco Feliciano, Silas Malafaia e outros. Para ela, Caio é um profeta: um crente santão. Os outros é que são caídos. Mas o exemplo dela está muito longe de ser raro. Há toda uma classe de apologetas hoje, que eu chamo de “apologetas do mundo gossip” e crentes santões, que presta culto a Caio Fábio e pratica “defesa humorística do evangelho,” que para eles é debochar, difamar a zombar de Feliciano, Malafaia e outros.
Parabéns ao GospelPrime, por ter tratado oficialmente desse problema. Parabéns também ao Silvio Costa, que procura evitar que Raquel Elana e outros deixem o GospelMais totalmente parecido com os Crentes Santões do mundo gossip.
Parabéns também ao Capelão Ricardo, por ter recorrido à Polícia Federal. Para os que se preocupam que não se deve levar irmãos na fé aos tribunais, conforme ensina 1 Coríntios 6, é preciso levar em conta dois fatores:
1. A passagem anterior declara que o suposto irmão na fé que pratica os mesmos pecados que praticam os ímpios do mundo é pior que eles. Portanto, não é irmão. O Apóstolo Paulo diz: “Já vos adverti por carta que não vos associásseis a nada que fosse imoral. Dizendo isso, não me refiro às pessoas imorais deste mundo, nem aos avarentos, ou aos ladrões, ou ainda, aos idólatras. Se assim fosse, seria necessário que saísseis do mundo.  Entretanto, agora vos escrevo para que não vos associeis com qualquer pessoa que, afirmando-se irmão, for imoral ou ganancioso, idólatra ou caluniador, embriagado ou estelionatário. Com pessoas assim não deveis sequer sentar-se para uma refeição.” (1 Coríntios 5:9-11 KJA)
2. Um suposto irmão na fé que vive habitualmente no pecado (zombaria, fofoca e difamação) comporta-se como ímpio e dever ser tratado como tal. João, o Apóstolo do Amor, diz: “Toda pessoa que vive costumeiramente pecando também vive em rebeldia contra a Lei…” (1 João 3:4 KJA) Todo pseudo-defensor do Evangelho que vive habitualmente na zombaria, fofoca e difamação está em rebelião contra Deus e está nas trevas: “Aquela pessoa que diz estar na luz, mas odeia a seu irmão, continua a vagar sob as trevas.” (1 João 2:9 KJA)
Todos estamos sujeitos a cair num pecado de zombaria, fofoca e outros pecados, uma vez ou outra. Mas viver nesses pecados, praticando-os dia após dia, semana após semana, mês após mês e ano após ano é um problema muito grave e é viver no ódio e nas trevas. Ninguém que vive nesses hábitos pode ser considerado irmão.
O perfil dos ímpios “humoristas,” que se consideram defensores do evangelho, está bem registrado na Bíblia:
“Porquanto, certos indivíduos, cuja condenação já estava sentenciada há muito tempo, infiltraram-se em vossa congregação com toda espécie de falsidades. Essas pessoas são ímpias.” (Judas 4 KJA)
“Se alguém declarar: ‘Eu amo a Deus e sou um defensor do Evangelho!,’ porém odiar a seu irmão difamando-o e caluniando-o, é mentiroso, porquanto quem não ama seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não enxerga.” (Parafraseado de 1 João 4:20 KJA)
 
Fonte: Julio Severo / O guarda de Israel

Lista das 10 postagens mais populares desde à criação do Blog

Pegue uma Bíblia e descubra Como ir para o Céu

O plano de Deus para a sua salvação

Primeiro você precisa saber:

1) Boas obras não salvam (Efésios 2:8,9 / João 14:6 / Tito 3:4-7)

2) Todos pecaram inclusive você (Rom 3:23)

3) E por isso todos estão indo para a morte eterna (o Inferno) (Rom 6:23)

4) Mas Deus nos amou tanto que enviou Jesus Cristo para nos salvar (João 3:16 / João 14:6 / Romanos 5:8 / Lucas 5:32)

E assim se você...

1) ... se arrepender e confessar que é pecador, (2 Cor 7:10 / 1 Jo 1:9)

2) ... crer que Jesus é o Filho de Deus (Rom 10:9)

3) ... e pedir a Ele: “Jesus me perdoa, me salva!” (Rom 10:13 / Lucas 23:33-43)

Então você será salvo!

1) Todos os seus pecados serão perdoados e lavados pelo sangue de Jesus (I João 1:7 / Marcos 1:40-42)

2) Você terá vida eterna no céu com Deus (João 3:16 / João 14:2-6)

3) A salvação não se perde jamais (João 10:27-30)

“Eis aqui agora o dia da salvação” (2 Cor 6:2)

Ninguém sabe quanto tempo vai viver, não adie a maior decisão que você tem a tomar na vida. Converse com Deus em uma oração simples, se arrependa, confesse, creia e clame “Jesus me perdoa, me salva, me lava, me transforma!” E assim você poderá ter absoluta certeza da salvação.

Fonte: Editora Elim – www.editoraelim.com.br – (21) 2415-7923

FOLHETO: ESTA FOI A SUA VIDA!

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