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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Arqueólogos afirmam terem descoberto ruínas de Sodoma e Gomorra

Após 10 anos de pesquisa, equipe comemora achado

Uma equipe de arqueólogos liderada pelo professor Steve Collins da Universidade Southwest Trinity, Estados Unidos, passou 10 anos com um projeto de estudos e escavações. Finalmente encontraram o que estavam procurando: as ruínas das antigas cidades de Sodoma e Gomorra. Segundo a Bíblia, elas foram destruídas por uma intervenção direta de Deus.


Collins e sua equipe desenvolve seu projeto de escavação em Tall el-Hammam, ao sul de Israel. Segundo publicaram em artigo na revista Popular Archeology, descobriram a localização de Sodoma, que eles chamam de “mina de ouro”.

O local mencionado em Gênesis era uma cidade-estado que dominava a região do sul do Vale do Jordão. Pouco se conhece dela além do que diz a tradição judaica. “A equipe de arqueólogos desenterrou várias estruturas monumentais antigas e artefatos que estão revelando muito sobre a região durante a Idade do Bronze”, disse Collins.



Desde 2005 ele mantém os trabalhos, mas somente agora encontraram indícios concretos de que esse pode ter sido o local da cidade, pois estão cruzando referências com ruínas de outras cidades antigas próximas. “O Tall el-Hammam parece satisfazer o critério sobre Sodoma exigido”, disse ele. Ele acredita ser uma questão de tempo até comprovar que na mesma região encontrará Gomorra.

Eles disponibilizaram diversas fotos no site do projeto. Contudo, para essa descoberta ser reconhecida, precisa que passe pelo crivo da Autoridade de Antiguidades de Israel.

No Antigo Testamento, são mencionados os reinos de Sodoma e Gomorra e outras três conhecidas como as “Cidades da Planície”. Elas ficavam na região sul da terra de Canaã. Também existe menção a elas no Alcorão e livros apócrifos judaicos.


Com informações de Christian Today / Gospel Prime

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Selo do tempo do Rei Davi é achado em Israel

Objeto foi descoberto em aterro retirado do Monte do Templo


 Selo do tempo do Primeiro Templo é encontrado em Israel.

Uma descoberta arqueológica “acidental” pode ser a mais importante do ano em Jerusalém. Quando o turista russo Matvei Tcepliaev achou um raro sinete de 3 mil anos de idade, atraiu os holofotes da mídia para uma silenciosa guerra de informações.

O pequeno objeto, que funcionava como uma espécie de carimbo oficial, data da época do Templo de Salomão. O objeto foi descoberto em um projeto que analisa toneladas de “aterro” retirado pelos muçulmanos do Monte do Templo em 1999.

A Waqf, autoridade jordaniana que controla a chamada Esplanada das Mesquitas, autorizou uma escavação para uma entrada subterrânea para o local, considerado sagrado por muçulmanos.

O sinete deve ter pertencido a uma personalidade importante, sendo usado para assinar documentos e cartas. Possui uma abertura na parte superior, indicando por onde seria pendurado, possivelmente no pescoço de seu dono.

Matvei, que só tem 10 anos de idade, conta que este foi um momento muito importante em sua vida. Ele passeava com a família por Jerusalém, tendo se deparado com o trabalho de pesquisa no meio do entulho. Logo que começou a separar a terra, encontrou um pequeno objeto de formato cônico. Feito de mármore, mede 16 milímetros de altura. Na sua base redonda de 14 milímetros, aparecem as figuras de dois animais.

O arqueólogo Hillel, diretor do Sifting Project [Projeto Peneira], conta que há anos tentam encontrar algum artefato do tempo do Primeiro Templo. “Para mim foi como se tivesse encontrado um tesouro”.

De acordo com o Dr. Gabriel Barkay, um dos responsáveis pela escavação, vários sinetes parecidos foram encontrados em Israel. Contudo, este é o primeiro descoberto em Jerusalém. Todos os sinetes datam do século 11 e 10 a.C., da época dos jebuseus e da conquista da Cidade pelo rei Davi. Nessa mesma época ocorreu a construção do Templo, sob o reinado do seu filho Salomão.

Coordenado pela Universidade Bar-Ilan e a Fundação Cidade de Davi, o Peneira deseja investigar todo o material dos mais de 400 caminhões de terra retirados do Monte do Templo e despejados em um vale, perto da Cidade Velha de Jerusalém.

Zachi Dvira, idealizador do projeto que possibilita que voluntários ajudam na escavação, explica que desde o início do projeto em 2004, mais de 170 mil pessoas já participaram. Cerca de 50% da terra retirada do local sagrado já foi analisada. Existem centenas de cacos de cerâmica do século 10 aC e uma ponta de flecha de bronze, do mesmo período.

O doutor Barkay afirma que esse “aterro” é o “maior crime arqueológico da história de Israel”. Afinal, o Monte do Templo está no centro da disputa política sobre Israel ser (ou não) a capital de um futuro Estado da Palestina.

“O Monte do Templo é o mais delicado e mais importante sítio arqueológico no país, e jamais foi escavado por causa da política. É uma incógnita; um pedaço de terra desconhecida “.

Após a reunificação de Jerusalém durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967, Israel retomou o controle de sua capital, mas por causa de um acordo, o Monte permanece sob domínio do governo jordaniano. Achados arqueológicos que comprovem que ali repousava o templo de Salomão colocariam por terra os argumentos muçulmanos de que os judeus não têm direito ao local.

Com informações Jerusalem Post e Ynet News / Gospel Prime

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Egiptólogo britânico diz saber onde está tumba de Nefertiti

O egiptólogo britânico Nicholas Reeves, que afirma que a famosa rainha Nefertiti teria sido enterrada numa câmara secreta da tumba de Tutancâmon, chegará no final deste mês ao Egito para verificar sua teoria - anunciaram nesta segunda-feira as autoridades.

Até hoje, o túmulo da rainha de beleza mítica, que exerceu um papel político e religioso importante no século XIV antes de Cristo, nunca foi encontrada.

Nefertiti foi esposa do faraó Aquenáton, famoso por ter convertido seu reino ao monoteísmo ao impor o culto exclusivo ao deus do Sol, Aton.

Para o egiptólogo britânico Nicholas Reeves, a tumba da rainha estaria num quarto secreto do túmulo de Tutancâmon, o lendário faraó enterrado no Vale dos Reis, em Luxor, no sul do Egito.

Reeves chegará a Luxor no próximo dia 28 para apresentar "as grandes linhas de sua teoria" e participar ao lado do ministro das Antiguidades, Mamdouh al-Damati, e dos "melhores egiptólogos do ministério, de uma vistoria no local, no interior da tumba (de Tutancâmon)", segundo um comunicado.

Num estudo publicado em 2015 e disponível numa página especializada, Reeves - egiptólogo da Universidade norte-americana do Arizona - afirma que as pinturas murais da câmara funerária de Tutancâmon poderiam dissimular duas portas cuja existência era desconhecida até agora.

Segundo ele, uma destas entradas levaria ao "quarto funerário intacto do proprietário original da tumba - Nefertiti". Enquanto a outra entrada levaria a "um quarto de armazenagem inexplorado" que "aparentemente dataria" da era de Tutancâmon, morto aos 19 anos em 1324 antes de Cristo após um breve reinado de nove anos.

O pesquisador garante que a morte "súbita" do rei-menino obrigou os responsáveis a reabrir a tumba da rainha, dez anos após sua morte, pois a tumba do jovem faraó ainda não havia sido cavada.

Uma coletiva de imprensa está prevista para o dia 1º de outubro no Cairo, para apresentar "os resultados preliminares" da visita e um plano de ação futuro para "verificar de maneira precisa se as salas (secretas) ainda dissimulam segredos ou não", segundo o comunicado.

Funcionários do ministério explicaram que após o primeiro estudo preliminar, uma segunda avaliação das paredes da tumba pode ser realizada com a ajuda de um aparelho específico que será importado especialmente do Japão

Com informações do Yahoo

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Acham a porta de Gate, cidade de Golias

Confirma a situação que os textos bíblicos mencionam da cidade filistea, bem como a enorme influência de Gate durante este período.


As escavações em Gate (Israel) Arqueólogos da Universidade Bar-Ilan têm descoberto a porta primeiramente à cidade dos filisteos conhecida como Gate e que, segundo relata a Biblia, era o lar de Golias e a cidade maior do planeta durante o século décimonoveno antes de Cristo.

As escavações levam-se a cabo no Parque Nacional de Tel-Zafit, a méio caminho entre Jerusalém e Ashkelon, no centro de Israel.

O autor principal do trabalho, Arem Maeir, explicou que a porta da cidade é uma das maiores que se encontraram em Israel e é uma prova que confirma a situação que os textos sagrados judeus mencionam da cidade, bem como a influência de Gate durante este período.

Além da porta monumental, encontrou-se também uma impressionante muralha, bem como diversos edifícios em suas proximidades, como um templo e uma planta de produção de ferro.

As descobertas, bem como a própria cidade, foram destruídos por Hazael rei de Síria, que a sitiou e acabou com tudo em torno do 830 a.C. Concretamente, a porta da cidade de Gate menciona-se na Biblia, na história da fugida de Davi do rei Saúl e aponta-se como lugar de procedência do gigante Golias.

Fonte: Protestante digital

sábado, 25 de julho de 2015

Após 20 anos de azar, homem devolve pedras que havia roubado de sitio arqueológico



Certo de que estava sob o efeito de uma maldição, um ladrão devolveu dois tesouros arqueológicos a um museu em Israel, com uma nota confissão dizendo que tinha sofrido 20 anos de azar. Os objetos foram roubados do sítio arqueológico da antiga cidade de Gamla, nas Colinas de Golã.

Os funcionários do Museu das Culturas Islâmicas, na cidade de Beersheba, ao sul de Israel, encontraram um saco com os dois objetos e um bilhete que dizia: “Eu as roubei em julho de 1995 e, desde então, só me trouxeram problemas. Por favor, nunca roubem antiguidades!”

As pedras foram usados ​​pelos romanos contra os judeus que estavam tentando impedir a conquista da cidade.

Fonte: O Globo / Tabloidebr

sexta-feira, 6 de março de 2015

Casa pesquisada em Nazaré pode ter sido habitada por Jesus


Algumas evidências sugerem que bizantinos e cruzados acreditavam que essa era a casa onde Jesus foi criado.

Arqueólogos de Nazaré identificaram uma construção do século I que pode ter sido habitada por Jesus Cristo, Maria e José. A casa é feita de argamassa e pedra e está apoiada em uma costa rochosa da cidade. As informações são do NBC News. 
Segundo a publicação, a construção também foi habitada por freiras da congregação Irmãs de Nazaré no século 19. Apesar disso, somente em 2006, arqueólogos liderados por Ken Dark, um professor britânico, dataram a casa aos anos apontados como vividos por Jesus. 
Se Jesus realmente viveu na casa, ninguém sabe dizer, porém Dark disse que “é possível”. “Se Cristo cresceu aqui? É impossível dizer com argumentos arqueológicos. Porém, não há nenhuma razão científica para descartarmos a possibilidade”, afirmou. 
 O instigante é que algumas evidências sugerem que bizantinos e cruzados acreditavam que essa era a casa onde Jesus foi criado, pois os pesquisadores encontraram relatos de pessoas que viveram centenas de anos depois, indicando que o local havia sido habitado por Maria e José. Além disso, foi descoberto que o Império Bizantino, que controlou a cidade até o ano 700, decorou a casa com mosaicos e ergueu uma igreja sobre a construção, para protegê-la.
Até recentemente poucos vestígios arqueológicos que datam do primeiro século eram conhecidos de Nazaré e basicamente seriam túmulos. No entanto, nos últimos anos, os arqueólogos identificaram duas casas do primeiro século na cidade.


Publicado no Terra / NC

domingo, 1 de fevereiro de 2015

“Indiana Jones judeu” diz saber onde está a Arca da Aliança

Arqueólogo afirma que existe um túnel que leva até câmara secreta





A Arca da Aliança é o artefato mais sagrado e significativo do judaísmo. De grande importância religiosa e histórica, passou a fazer parte do imaginário popular após o lançamento do filme Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida.

O especialista em TI Harry Moskoff, que também é arqueólogo e cineasta amador, recebeu o apelido de “Indiana Jones judeu”. Ele dedicou os últimos 25 anos de sua vida para descobrir a localização dessa “Arca Perdida”.

Em entrevista ao site Israel News, conta que já se reuniu com diversas autoridades rabínicas e arqueológicos de renome mundial em busca de informações. Revestida de ouro puro, a Arca foi construída por orientação de Deus e fez parte da peregrinação dos judeus no Êxodo durante 40 anos.

Era a peça mais importante no Templo de Salomão e ficava no local chamado santo dos santos. Segundo a Bíblia, representava a presença do próprio Deus. Foi vista pela última vez no ano 586 a.C., quando os babilônios conquistaram Jerusalém e destruíram o Templo. O que aconteceu com a Arca permanece um mistério até hoje.

Moskoff acredita que está muito perto de encontrar a verdadeira localização da Arca, afirmando que ela está enterrada no Monte do Templo. Sua teoria, com base em evidências históricas, arqueológicas, topográficas e bíblicas, é que quando encontrar-se a verdadeira localização do Santo dos Santos, a caixa de ouro estará em uma câmara secreta, construída diretamente abaixo, numa sala construída pelo rei Salomão. 
Segundo tradições judaicas, o rei previu a destruição do Templo e teria edificado esse local como segurança.

Harry Moskoff, o “Indiana Jones judeu”.


De modo geral, acredita-se que a mesquita chamada de “Domo da Rocha” foi construída sobre o local do Templo. Porém, eruditos judeus argumentam que Deus jamais permitiria qualquer edifício ser construído em cima do Santo dos Santos. Moskoff afirma ter estudado a fundo a estrutura do Monte Moriá, nome que os judeus dão ao local. Ele explica que vários historiadores conhecidos afirmam saber a localização exata do templo judaico, contudo “algumas coisas simplesmente não faziam sentido com a topografia original da montanha”.

Sua opção foi manter-se fiel ao relato bíblico e ao livro “À Sombra do Templo” (1982), do famoso arqueólogo israelense Meir Ben-Dov. Um dos trabalhos mais conhecidos de Ben-Dov foi a descoberta de um túnel mencionado nas escrituras judaicas que era usado pelos sacerdotes que estavam “ritualmente impuros”.

“O túnel foi construído na parte sul do Monte. Conduz a um banheiro ritual. Este lugar é descrito no Talmude. Ele (Ben-Dov) descobriu que túnel existe até hoje, da mesma maneira como foi descrito”, disse Moskoff. “Este túnel foi bloqueado há 150 anos e é claro que muitos querem que permaneça fechado. Mais de 2.000 anos depois, o túnel continua inteiro. Se passarmos por esse túnel, ele nos levará até a localização exata do Templo”, comemora.

Para Moskoff o problema é que a maioria dos arqueólogos não são religiosos e minimizam os relatos das Escrituras como fatuais. Por isso não acharam a arca até hoje. “Nenhum deles está procurando a Arca de uma perspectiva verdadeiramente judaica, tradicional e bíblica, conciliando todas as fontes”, defende Moskoff

O principal empecilho para que possa mostrar ao mundo se tua teoria está correta é o fato de as escavações sob o Monte serem proibidas. O local, que também é sagrado para os muçulmanos, é administrado pela Waqf, ligado ao governo da Jordânia.

Perguntado sobre por que dedicar-se tantos anos por algo que não pode provar, Moskoff explica que entende que a revelação da arca está ligada ao cenário dos últimos dias, quando o Templo será reerguido.

“Quando se fala sobre a Arca, não pode deixar de falar sobre o que está acontecendo hoje em Israel. 
Quase todos os dias, Jerusalém e o Monte do Templo estão nas manchetes. Ao descobrir a Arca ou mesmo outros artefatos relacionados ao Templo poderia iniciar uma revolução”, disse ele.

Ele produziu um documentário explicando sua teoria detalhadamente. Também criou um site para divulgar suas descobertas.

Com informações do GP

terça-feira, 20 de maio de 2014

9 das maiores descobertas arqueológicas bíblicas da história - Veja algumas fotos curiosas de ruínas, objetos arqueológicos e descobertas incríveis que comprovam muitos fatos e histórias do livro mais famoso do mundo; a bíblia.


Todos os anos muitos importantes achados arqueológicos bíblicos são encontrados, depois destes achados que vamos relatar, é muito certo de que muitos outros irão ser descobertos. que confirmará a veracidade do conteúdo bíblico.

 Alguns dos maiores achados deste post são:

-  As ruínas do palácio do rei Davi de 3.000 anos na antiga cidade khirbet queyafa

-  A primeira evidência da história de Sansão encontrada em uma pequena pedra em Israel. no pequeno cascalho está uma gravura esculpida de um homem de longos cabelos lutando com um grande animal.

-  Ruínas de Éfesos

-  Ruínas de Filipo

-  Restos mortais de gigantes datados da época de Davi

- Ruínas da antiga Babilônia

-  Arqueólogos Turcos e chineses afirmaram ter encontrado a arca de noé na Turquia; no monte Ararat. na "arca" foram encontrados materiais de madeira e pedra.
Foi encontrado um altar próximo ao local da "arca" construído depois do dilúvio.

-  Duas placas de pedra achados com o símbolo de Noé e sua família gravados.

-  Peças de troca econômica datadas do tempo de José da época do antigo do Egito.



Veja no vídeo algumas fotos curiosas de ruínas, objetos arqueológicos e descobertas incríveis que comprovam muitos fatos e histórias do livro mais famoso do mundo.




Com informações do Canal G, You Tube

sexta-feira, 16 de maio de 2014

9 dos maiores e mais importantes achados e descobertas arqueológicas bíblicas da história - Veja algumas fotos curiosas de ruínas, objetos arqueológicos e descobertas incríveis que comprovam muitos fatos e histórias do livro mais famoso do mundo; a bíblia.


Todos os anos muitos importantes achados arqueológicos bíblicos são encontrados, depois destes achados que vamos relatar, é muito certo de que muitos outros irão ser descobertos. que confirmará a veracidade do conteúdo bíblico.

 Alguns dos maiores achados deste post são:

-  As ruínas do palácio do rei Davi de 3.000 anos na antiga cidade khirbet queyafa

-  A primeira evidência da história de Sansão encontrada em uma pequena pedra em Israel. no pequeno cascalho está uma gravura esculpida de um homem de longos cabelos lutando com um grande animal.

-  Ruínas de Éfesos

-  Ruínas de Filipo

-  Restos mortais de gigantes datados da época de Davi

- Ruínas da antiga Babilônia

-  Arqueólogos Turcos e chineses afirmaram ter encontrado a arca de noé na Turquia; no monte Ararat. na "arca" foram encontrados materiais de madeira e pedra.
Foi encontrado um altar próximo ao local da "arca" construído depois do dilúvio.

-  Duas placas de pedra achados com o símbolo de Noé e sua família gravados.

-  Peças de troca econômica datadas do tempo de José da época do antigo do Egito.



Veja no vídeo algumas fotos curiosas de ruínas, objetos arqueológicos e descobertas incríveis que comprovam muitos fatos e histórias do livro mais famoso do mundo.




Com informações do Canal G, You Tube


sábado, 10 de maio de 2014

Fortaleza do Rei David foi encontrada, diz arqueólogo sobre o achado bíblico em Jerusalém

Cientista diz que grande fortaleza escavada pertenceu ao Rei Davi

Um arqueólogo israelense afirma que uma fortaleza escavada em Jerusalém foi conquistada pelo rei Davi há milhares de anos. Ele revela que a construção tem uma passagem de água como descrita no segundo livro do profeta Samuel

Rei Davi(Foto: Divulgação/Record)
Interpretação de Rei Davi em série da TV Record.

Eli Shukron, que vem cavando na área há quase vinte anos, diz que o grande sítio é onde Davi conquistou Jerusalém (ISR).

"Esta é a cidadela do Rei Davi, esta é a fortaleza de Sião, e isso é o que o Rei Davi tomou dos jebuseus", disse Shukron à Associated Press. "Podemos comparar o sítio inteiro com a Bíblia perfeitamente", completa.

Shukron citou 2 Samuel 5:6-8, que descreve a chegada do Rei Davi em Jerusalém, como um exemplo.

"Eles achavam que Davi não conseguiria entrar”, lê-se na Nova Versão Internacional. "mas, Davi conquistou a fortaleza de Sião, que veio a ser a cidade de Davi”, prossegue.

Naquele dia disse Davi: “Quem quiser vencer os jebuseus terá que utilizar a passagem de água para chegar àqueles cegos e aleijados, inimigos de Davi”.

A fortaleza que Shukron descobriu contém uma passagem de água que teria corrido para um tanque. Ele afirmou que nenhuma outra construção em Jerusalém se encaixa na "fortaleza de Sião", descrição dada na Bíblia.

Dois fragmentos de cerâmica foram encontrados na cidadela, que datam perto do reinado do Rei Davi – em torno do século 10 a.C.. Muitos mais fragmentos foram encontrados, que datam de cerca de 100 anos depois de seu reinado acabar.

No entanto, o ex-colaborador de Shukron, Ronny Reich discorda de suas conclusões.

"A conexão entre a arqueologia e a Bíblia tornou-se muito, muito problemática nos últimos anos", disse Reich à Associated Press.

Ele acredita que se a cidadela foi conquistada pelo rei Davi, mais fragmentos de cerâmica teriam sido encontrados.

No entanto, Shukron não tem dúvida alguma.

"Eu sei de cada pequena coisa na cidade de David. Eu não vi em nenhum outro lugar uma fortificação tão grande como esta", disse ele.

A escavação de 10 milhões de dólares, conhecida como o "Cidadela da Fonte", é uma atração turística popular em Jerusalém. Mais de 500.000 visitantes visitaram a Cidade de Davi no ano passado.

Fonte: The Christian Post

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Radiação no Sudário de Turim pode ser pista para a ressurreição de Jesus

Estudo traz novas descobertas importantes sobre o Santo Sudário de Turim


O historiador e apologista evangélico Gary Habermas abriu um importante debate, em uma apresentação recente nos EUA, sobre o Santo Sudário de Turim, peça de linho que teria coberto Jesus Cristo após sua morte.

imagem de jesus
(Foto: REUTERS/Claudio Papi)
Uma foto versão negativa do Sudário de Turim, Catedral de São João Batista, em Turim, Itália, revelando um rosto comumente associado com Jesus Cristo, tirada em agosto de 1978.

Apesar de não dar plena certeza de que as marcas do rosto de um homem no Sudário são realmente de Jesus, Habermas relata que foram feitas descobertas recentes por meio de um estudo, que apontam que é possível observar dentes e a presença de radiação, que dariam pistas da ressurreição de Cristo.

No fim da década de 1980 foram efetuados testes de radiocarbono que levantavam a tese de que o Santo Sudário seria uma fasificação da Idade Média, possivelmente produzida entre os anos de 1260 e 1390. Contudo, mais tarde, teria se chegado a conclusão de que não havia tecnologia disponível naquela época para tal resultado.

Já no início de 2013, foram efetuados novos estudos na peça de linho, para enfim constatar que o Sudário poderia ser proveniente de algum lugar entre 280 A.C. e 220 D.C., em torno do que seria justamente a época em que Jesus passou pela Terra.

Habermas, que se especializa na investigação sobre a ressurreição de Jesus há mais de quarenta anos, argumentou que algumas coisas são amplamente aceitas sobre o Sudário, ou seja, que ele realmente possui uma idade secular, e que definitivamente não é uma pintura pois não há vestígios de corantes ou pigmentos e as manchas de sangue presentes no pano já foram verificadas como autênticas.

Para completar, outros pormenores preciosos firmam ainda mais a veracidade do pano, como sinais de sangue de possíveis ferimentos na cabeça, pulsos, e barba, marcas de supostas armas da época e vestígios de sujeira sobre os pés.

Habermas insistiu no fim de sua apresentação que ele não pode dar certeza se o Sudário de Turim é o manto verdadeiro do enterro de Jesus Cristo ou não, mas indica que é um artefato importante que os pesquisadores podem definitivamente se aprofundar mais.

Durante mais de dois mil anos, o Sudário esteve em diversos lugares. A peça chegou em Turim no século XIV, mas a princípio partiu de Jerusalém, ficou sob sigilo na Turquia durante mais de trezentos anos e passou pelo Mar Mediterrâneo, até atingir seu destino final, segundo o portal de notícias G1.

sábado, 28 de setembro de 2013

Arqueólogos acreditam ter encontrado as lendárias “minas do rei Salomão”

Descoberta pode oferecer comprovação histórica dos reinados de Davi e Salomão



O termo “As Minas do Rei Salomão” é um romance publicado pelo autor inglês Henry Rider Haggard, que fez sucesso no mundo todo. É a narrativa ficcional sobre uma jornada em meio as selvas do interior da África, onde um grupo de aventureiros busca uma grande riqueza escondida nas minas que pertenceriam ao rei de Israel, que fora um dos homens mais ricos do mundo em seus dias. O interesse sobre o tema chegou a ser mostrado em filmes de Hollywood.

Uma exploração real, na década de 1930, liderada pelo arqueólogo americano Nelson Glueck afirmou ter encontrado as verdadeiras “minas do Rei Salomão”, não no interior da África, mas na região onde ficava o reino bíblico de Edom.

Pesquisas realizadas ao longo do século 20 questionavam as afirmações de Glueck, especialmente após a descoberta de um grande templo egípcio no centro do vale, em 1969. Para um grupo de influentes arqueólogos, os antigos egípcios construíram as minas no século 13 a.C., em um período muito anterior ao reinado de Salomão no século 10.

As recentes escavações em minas de cobre no extremo sul de Israel podem oferecer novas evidências sobre o reinado de Salomão, que dominou a região durante 40 anos. Sabe-se que durante a chamada “Idade do Ferro”, teve início a exploração dos depósitos de cobre no Vale de Timna, que hoje fazem parte de Israel.

Existem milhares de antigas minas e dezenas de locais de fundição naquele distrito. O debate atual dos arqueólogos é sobre quem controlava essas minas, e quando isso ocorreu. As escavações recentes realizadas no Vale de Timna revelaram ao mundo artefatos do século 10 a.C, o que coincidiria com o período do rei Salomão. Contudo, especialistas acreditam que as minas eram exploradas pelos edomitas, um povo que várias vezes guerreou com Israel.

minas do rei salomao Arqueólogos acreditam ter encontrado as lendárias minas do rei Salomão
Possível local das minas do rei Salomão.

“Sem dúvida, as minas são do período do rei Salomão”, assevera o arqueólogo Erez Ben-Yosef, da Universidade de Tel Aviv. “Essas descobertas podem nos ajudar a compreender a sociedade local, pois se não fossem minas teriam passado despercebidas”.

Desde o ano passado, Ben-Yosef e sua equipe fazem escavações em uma área conhecida como “Colina dos Escravos”, um local de fundição inexplorado, que contém centenas de fornos e camadas de cobre restante da extração do metal.

Embora não existam ruínas arquitetônicas significativas no local, os arqueólogos encontraram pedaços de roupas, cordas, tecidos e objetos de cerâmica, além de restos de alimentos. Foram recolhidas 11 amostras desse material e submetidas a testes de datação de carbono na Universidade de Oxford, Inglaterra. Os resultados mostram que os itens datam da época do reinado de Salomão.

Ben-Yosef comemora, “No Vale de Timna, certamente descobrimos uma sociedade com alto grau de desenvolvimento, organização e poder”.

A importância da descoberta se dá por que na arqueologia existe um antigo debate se os reis Davi e Salomão de fato existiram. Até recentemente, as únicas menção a eles encontravam-se nos textos do Antigo Testamento e na tradição judaica. Ben-Yosef acredita que sua descoberta poderá provar que essas figuras bíblicas tinham controle sobre as minas do Vale de Timna, apelidadas agora de “as minas do Rei Salomão”.

A descoberta ainda precisa passar pelo longo e criterioso processo de reconhecimento arqueológico, mas deve entrar para a história quando for publicada em breve na conceituada revista científica American Schools of Oriental Research. Parece receber uma importância maior no momento em que cresce em Israel a possibilidade de se reconstruir o Templo de Salomão, pois o principal argumento dos muçulmanos que dominam o local é que não existem provas científicas provando que Salomão sequer existiu.

Com informações de Live Science / Gospel Prime

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Ruínas da “sinagoga de Jesus” intrigam arqueólogos

Local que pode ser uma das primeiras igrejas de judeus convertidos é cercada de mistérios.



Durante milênios, o nome de Maria Madalena lembra aos cristãos de uma prostituta. Porém, a Bíblia nunca disse que essa seguidora de Jesus fazia comércio sexual. Relata apenas que ela fora possuída por sete demônios e que foi a primeira pessoa a ver o Cristo ressuscitado.

Nos últimos anos, escavações arqueológicas em Magdala, cidade da qual deriva o “sobrenome” de Maria revelaram o que arqueólogos acreditam ser uma sinagoga do primeiro século, que o próprio Jesus teria visitado. Uma grande mudança para esta pequena aldeia na costa noroeste do mar da Galileia e junto ao Monte Arbel.

Judeus e cristãos se uniram na tentativa de resgatar mais a história desta que é considerada por alguns estudiosos como a “sinagoga de Jesus”, pois alguns especialistas acreditam que Cristo de fato esteve ali durante seus anos na terra. Novas polêmicas sobre o assunto foram mencionadas na edição do último domingo do jornal israelense Haaretz.

Magdala fica na antiga Galileia, distando apenas sete quilômetros da antiga Cafarnaum, uma das cidades onde Jesus se estabeleceu durante o tempo de seu ministério público, e seguramente alguma vez se encontrou ali para pregar e ensinar. Nos primeiros anos do cristianismo, a maioria dos cristãos eram judeus convertidos que continuavam frequentando as sinagogas. Segundo historiadores, essa realidade só mudou perto do ano 70, após a destruição do templo de Jerusalém. Só então houve uma separação mais clara, pois os cristãos passaram a ter seus próprios lugares de reunião e de culto.

A cidade de Magdala tem algumas característica únicas, sendo um dos mais bem conservados sítios arqueológicos de Israel. No ano 67, a cidade foi sitiada pelos romanos comandados pelo general Tito, que a tomou após uma batalha sangrenta e três anos mais tarde invadiu Jerusalém, numa batalha que ocasionou a destruição do Templo de Salomão.

As escavações na região de Magdala são lideradas pela arqueóloga judia Dina Avshalom-Gorni e a arqueóloga muçulmana Arfan Najar, ambas da Autoridade de Antiguidades de Israel, além, de Marcela Zapata, da Universidade Anáhuac do Sul, da Cidade do México

Desde 2004 a instituição católica os Legionários de Cristo vem construindo nas proximidades o “Centro Magdala”, que funcionará como igreja, hotel para os peregrinos e um museu com ênfase nas mulheres da Bíblia. O padre Juan Solana, diretor do centro, explica que isso se justifica pois Maria Madalena é a mulher mais mencionada no Novo Testamento depois de Maria, mãe de Jesus.

Maria, a seguidora de Jesus, pode ter sido uma moradora influente na cidade, explica a estudiosa Mary R. Thompson. As novas escavações que revelaram as ruinas desse local de culto poderão confirmar isso. Trata-se da mais antiga sinagoga da Galileia, uma dos poucas do país datadas do primeiro século da era cristã.

As ruinas do local mostram que era um pequeno salão, de 11 x 11 metros, que devia reunir cerca de 100 pessoas. Nele foram encontradas vários painéis e inclusive uma rara moeda datada do ano 29 d.C. Sem dúvida, seu maior achado foi uma pequena mesa de pedra, com quatro pés e uma série de relevos, incluindo um menorá [candelabro de sete hastes]. Trata-se do primeiro registro de um menorá encontrado fora de Jerusalém.

De acordo com Najar, a mesa de pedra tem furos na parte superior que serviam de apoio para uma estrutura de madeira, onde os rolos da Torá eram colocados para leitura. Isso pode ensinar muito como a Torá era lido nas sinagogas antigas.
As estruturas das paredes, com as seis colunas que sustentavam o teto, estavam cobertos com afrescos pintados em sete cores diferentes. A escavação revelou que a sinagoga foi renovado entre os anos 40 e 50, e abandonada antes de 68 d.C., época da Grande Revolta dos judeus contra os romanos. Um dos aspectos mais curiosos é que os restos da estrutura foram encontrados a cerca 50 centímetros abaixo do solo, e nenhuma outra cidade aparentemente foi sido construída sobre a antiga vila de pescadores durante os últimos dois milênios.


Segundo a arqueóloga Dina Gorni, “o achado foi uma espécie de milagre… estávamos apenas escavando aqui como medida de precaução antes que se iniciasse um projeto de construção [do centro Magdala]. Acreditamos que era um local especial… Esta comunidade queria fazer um local religioso diferente. Eles fizeram muitos investimentos para as decorações, e um altar com uma pedra especial”. Por isso, a mesa que ficaria no centro do altar da sinagoga passou a ser chamada de “pedra de Magdala”.

Embora as escrituras não relatem que Jesus tenha ido até Magdala, o padre Solana diz que a descoberta pode sugerir isso. “Do ponto de vista judaico, a posição é clara. Trata-se de uma sinagoga do século primeiro, lindamente decorada, com peças de arte e um altar como nunca foi encontrado em qualquer outra sinagoga da época. Do ponto de vista cristão, não podemos duvidar de que Jesus esteve ali por algum tempo. As primeiras comunidades cristãs se reuniam nas sinagogas. Eles eram judeus observantes”, defende.

Existem vários aspectos distintivos dessa sinagoga: ficava fora do centro, reunia poucas pessoas em comparação com as outras casas de culto da cidade, a riqueza da decoração e a presença de um menorá que só era usado na capital. Tudo isso corrobora com a ideia de que a sinagoga pertenceria a uma pequena “seita do exterior”, que daria grande importância à vida espiritual comunitária. Seria eles membros da primeira sinagoga de judeus convertidos ao cristianismo? “É provável que as pessoas que usaram esta sinagoga foram testemunhas da multiplicação dos pães e outros milagres descritos nos quatro Evangelhos”, esclarece o vídeo promocional em MagdalaCenter.com.

O antigo historiador Josefo referia-se a Magdala como a cidade de Tarichae, que em grego significa, em tradução livre, “o lugar de salgar peixe”. Um nome apropriado, considerando uma das descobertas interessantes em Magdala. Trata-se de um complexo único, com quatro pequenas piscinas. Mais do que uma aldeia de pescadores, a cidade pode ter sido a primeira de Israel a desenvolver a piscicultura, onde os peixes criados nas piscinas eram salgados e preparados para serem vendidos nas aldeias vizinhas.

Essa descoberta arqueológica é de grande interesse para o mundo judeu, como comprovam as duas visitas de Shuka Dorfmann, diretor da Autoridade de Antiguidades de Israel, que descreveu a descoberta como extraordinária, única, e que deverá ser estudada em toda sua profundidade.

Com informações Haaretz e The World / GP

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Descoberta arqueológica gera controvérsia na cidade onde Jesus nasceu

Cisjordânia é uma zona disputada por judeus e palestinos.


O guia turístico Binyamin Tropper comemorou por achar que era o primeiro a descobrir uma enorme coluna enterrada nos limites da cidade de Belém, onde nasceu Cristo. Porém, ficou surpreso ao saber que as autoridades judaicas tinham conhecimento de sua existência há décadas, mas a mantinha em segredo.

Acreditando na importância deste pilar, ele procurou a Autoridade de Antiguidades de Israel, que respondeu: “Muito bem, mas não vamos mais falar disso.” Tropper desobedeceu o pedido de permanecer em silêncio sobre esta descoberta, pois ele acredita que uma escavação na área é mais importante que os conflitos políticos na área.

No entanto, Tropper preferiu não revelar a localização exata da coluna para evitar assim atrair ladrões de antiguidades. De modo especial por que estaria na propriedade de um agricultor palestino. A coluna (ou pilar) possui cerca de 2800 anos, está enterrada a dois metros de profundidade e pesa aproximadamente cinco toneladas. Tropper disse que durante os últimos 30 anos, Israel tem discutido sobre o tamanho e a importância do reinado do rei Davi e de seu filho Salomão. Isso confronta o que a Bíblia diz sobre eles. O projeto desta coluna revelada por Tropper tem uma arquitetura típica da época do Primeiro Templo e fornece evidências inequívocas do reino de Davi e Salomão na região da Judeia.

A dificuldade de exploração é porque Belém fica na Cisjordânia, terra disputada por judeus e palestinos. Embora seja um local sagrado para cristãos. A coluna está perto de uma aldeia árabe e esse seria o principal motivo que o governo israelense pode ter fugido da divulgação, pois uma escavação geraria um grande problema político. Mesmo assim, Tropper foi à imprensa hebraica, e o assunto ganhou atenção nas últimas semanas.

No início deste mês, vários arqueólogos israelenses foram inspecionar o local. Entre eles estava Yosef Garfinkel, professor de arqueologia da Universidade Hebraica.

“Não há dúvida que se trata de uma construção monumental da época do Primeiro Templo, disse Garfinkel. Curiosamente, não há registros históricos sobre um prédio desse tipo naquela época.

Garfinkel explica que há um túnel que lembra um projeto similar do período do Primeiro Templo: o chamado Poço de Siloé, em Jerusalém. Segundo a Bíblia, pode se tratar de uma obra do rei Ezequias, que canalizaria a água para a cidade durante o cerco assírio no século 8 a. C, registrado no livro bíblico de 1 Reis.

A existência de um grande túnel de água no novo local sugere a presença próxima de uma grande fazenda ou palácio, disse Garfinkel.
Enquanto o movimento sionista luta para provar a profundidade de raízes judaicas naquela região, os palestinos continuam tentando negar a existência de qualquer história judaica antiga na chamada Cisjordânia.

A Autoridade de Antiguidades de Israel admitiu que existem sérios problemas políticos que impedem uma escavação. “Este é realmente um achado importante, as informações preliminares ligam ao tempo dos reis de Judá. Ao mesmo tempo, deve ser lembrado que a região é alvo de conflitos. Autoridade de Antiguidades, junto com todas as outras autoridades competentes, tem lidado com isso há algum tempo, numa tentativa de fazer a escavação completa do sitio arqueológico em segurança”, disse o comunicado oficial. Com informações Protestante Digital e Time of Israel.

o guarda de israel, com informações do GP

domingo, 14 de abril de 2013

Descoberta arqueológica em Israel intriga pesquisadores

Ruínas encontradas no fundo do Mar da Galileia chamam atenção de especialistas




Uma gigantesca estrutura de pedra foi descoberta sob as águas do Mar da Galileia, em Israel. Os arqueólogos estão intrigados quanto à sua finalidade e há quanto tempo terá sido construída.

A misteriosa estrutura tem forma de cone, é feita de pedras de basalto, e pesa cerca de 60.000 toneladas. Ou seja, mais pesada que a maioria dos navios de guerra modernos.

“A inspeção por mergulho revelou que a estrutura é feita de pedras de basalto de até 1 metro de comprimento, sem um aparente padrão de construção”, escrevem os pesquisadores no seu artigo. “As pedras são inteiriças, sem sinais de corte ou de cinzelamento. Da mesma forma, não encontramos qualquer sinal de arranjo ou paredes que delimitem essa estrutura”, escreveram eles em um artigo na última edição da revista International Journal of Nautical Archaeology.

Os primeiros estudos mostram que foi construído em terra, só depois coberta pelo Mar da Galileia com a subida do nível da água. “A forma e composição da estrutura submersa não se assemelha a qualquer recurso natural. Concluímos, portanto, que é feita pelo homem”, dizem os pesquisadores.

Escavações arqueológicas subaquáticas ainda são necessárias para que os cientistas consigam encontrar artefatos associados e determinar a possível data da estrutura e o seu propósito. Yitzhak Paz, da Autoridade de Antiguidades de Israel e da Universidade Ben-Gurion, acredita que pode ter mais de 4.000 anos. Ela pode ser comparada a vários exemplos de estruturas similares encontradas perto do Mar da Galileia, que seriam da mesma data. Uma das mais famosas é a Khirbet Beteiha, que fica a 30 quilômetros da estrutura de pedra submersa.
Pode, inclusive, ser parte das ruínas de uma cidade conhecida como “Bet Yerah” ou “Khirbet Kerak” que era a mais poderosa e fortificada na região durante o terceiro milênio antes de Cristo.

A estrutura foi detectada pela primeira vez no verão de 2003, durante uma pesquisa com um sonar na região sudoeste do lago. Com dez metros de altura e 70 de diâmetro, o “esforço investido para um empreendimento desse porte é indicativo de uma complexa e bem organizada sociedade, com habilidades de planejamento e considerável capacidade econômica”, conclui o artigo da revista.


Com informações Daily Mail e Fox News / Gospel prime

terça-feira, 9 de abril de 2013

“Entrada do Inferno” descoberta na vizinhança do Anticristo

Exclusivo: Joel Richardson argumenta que Gogue e Magogue vêm da Turquia moderna


Uma importante descoberta arqueológica na região oeste da Turquia pode conter uma pista profética sobre a nação da qual o Anticristo algum dia surgirá no cenário mundial.
De acordo com uma recente reportagem da Fox News, arqueólogos descobriram a antiga “entrada do inferno.” Não literalmente, é claro, mas em vez disso descobriram um antigo templo pagão conhecido como “Portal de Plutão,” a caverna que se cria ser o portal do Hades, na mitologia greco-romana.
De acordo com o geógrafo grego Strabo, a caverna emitia um vapor denso que mataria qualquer pessoa que tivesse contato com ele. Conforme Francesco D’Andria, o arqueólogo que descobriu a entrada: “Podíamos ver as propriedades letais da caverna durante a escavação. Vários passarinhos morreram ao tentarem chegar perto da abertura quente, mortos instantaneamente pelos vapores de dióxido de carbono.”
Alguns estudantes de profecia notaram a semelhança da entrada do inferno ao “Abismo” conforme está descrito no livro do Apocalipse:

“Assim que ela abriu o poço do Abismo, subiu dele fumaça como a de uma colossal fornalha. O sol e o céu escureceram com a fuligem que saía do Abismo. Desta fuligem saíram gafanhotos que vieram sobre a terra e lhes foi concedido poder como o dos escorpiões da terra.” (Apocalipse 9:2-3 KJA)

O que é mais interessante sobre esse achado e sua relação com a profecia da Bíblia é o fato de que a entrada foi descoberta em Pamukkale, na Turquia, conhecida nos tempos antigos como Hierápolis. De acordo com o historiador do primeiro século conhecido como Plínio, o Velho, Hierápois era também conhecida como “Magogue.”
Aliás, era especificamente essa antiga conexão turco-magogue que fazia parte da compreensão de um grande número de teólogos judeus e cristãos com relação à região da qual os exércitos de Gogue e Magogue viriam para a terra de Israel.
Gogue e Magogue, de acordo com o profeta bíblico Ezequiel, são exércitos dos inimigos finais do povo judeu, os quais invadiriam a terra de Israel logo antes da volta de Jesus.
 Embora os mestres de profecia hoje se apeguem à ideia de que a Batalha de Gogue e Magogue é uma batalha preliminar e distinta da Batalha do Armagedom, essa convicção é de fato uma opinião relativamente nova e minoritária dentro da história da igreja. Considere a seguinte pesquisa parcial sobre as opiniões de teólogos, tanto cristãos quanto judeus, que há muito esperavam que os exércitos anticristãos de Gogue e Magogue viriam da terra da Turquia:
Hipólito de Roma (170–235), um teólogo cristão primitivo, em suas crônicas, conectou Magogue com os gálatas na Ásia Menor, ou Turquia moderna.

Moisés Ben Maimonides (também conhecido como Rambam) (1135–1204), o reverenciado mito judeu, em Hichot Terumot, identificava Magogue como estando na fronteira da Síria e moderna Turquia.

Nicolau de Lira (1270–1349), um estudioso hebreu e renomado exegeta bíblico, cria que Gogue era outro título do Anticristo. Lira também afirmou que a religião dos “turcos,” um termo usado para se referir aos muçulmanos em geral, era a religião do Anticristo.

Martinho Lutero (1483–1546) compreendia que Gogue era uma referência aos turcos, os quais Deus havia enviado como flagelo para castigar os cristãos.

Sir Walter Raleigh (1554–1618), em sua História do Mundo, também colocava Magogue na Ásia Menor, ou Turquia moderna:

“Contudo, não dá para se negar que os citas dos tempos antigos que vieram do nordeste devastaram a melhor parte da Ásia Menor, e se apossaram da Cele-Síria, onde construíram Citópolis e Hierápolis, que os sírios chamam de Magogue. E a referência de Ezequiel a essa Magogue é muito clara, pois a cidade de Hierápolis, ou Magogue, fica exatamente ao norte da Judeia, de acordo com as palavras de Ezequiel, que das regiões do Norte essas nações deveriam vir.”

John Wesley (1703–1755), em suas Notas Explicativas sobre Ezequiel 38 e 39, identificava as hordas de Gogue e Magogue com “as forças do Anticristo” que viriam da região da moderna Turquia.

Jonathan Edwards (1703–1758), um dos mais renomados teólogos da história americana, também via a Turquia moderna como a nação que traria a invasão de Gogue e Magogue.

John Nelson Darby (1800–1882), evangelista britânico-irlandês e pai do moderno dispensacionalismo e futurismo, em sua Sinopse dos Livros da Bíblia, vê Gogue como as forças finais do Anticristo que Deus trará contra Israel:

“Gogue é o fim de todas as interações de Deus com respeito a Israel, e que Deus levanta essa potência arrogante a fim de manifestar na terra, mediante um juízo final, Seus tratamentos com Israel e com os gentios, e para plantar Sua bênção, Seu santuário e Sua glória no meio de Israel.”

C.I. Scofield (1843–1921), autor da Bíblia de Referência Scofield, via o oráculo de Gogue de Magogue em Ezequiel 38 e 39 como falando da Batalha do Armagedom. Scofield falou do oráculo de Ezequiel do seguinte modo:
“A destruição deveria sobrevir no auge da última tentativa louca de exterminar o remanescente de Israel em Jerusalém. A profecia inteira pertence ainda ao futuro ‘dia de Jeová’; Isaías 2:10-22; Apocalipse 19:11-21 e à Batalha do Armagedom (Apocalipse 16:14).”

Charles Lee Feinberg (1909–1995), um proeminente comentarista judeu messiânico em seu comentário sobre Ezequiel, declara: “Os exércitos do capítulo 38-39 parecem estar incluídos nas confederações universais vistas em Zacarias 12 e 14.”

Charles Ryrie, em sua Bíblia de Estudo Ryrie, vê Gogue e suas hordas como o Anticristo e seus exércitos.

Dave Hunt, apologeta, escritor e comentarista de programa de rádio, identifica a Batalha de Gogue e Magogue com outras profecias do Anticristo e a vê como uma referência à batalha final do Armagedom.

Dava para citar muitos outros teólogos cristãos proeminentes. Se todos esses teólogos estão corretos, e o Anticristo/Gogue realmente virá da moderna nação da Turquia, então certamente pareceria conveniente que a Turquia fosse a sede da localização mitológica da antiga entrada do inferno.

Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: ‘Gate to hell’ discovered in Antichrist’s neighborhood

Fonte: www.juliosevero.com / O guarda de Israel

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Esqueleto de Leicester pertence ao rei Ricardo III


O esqueleto que os arqueólogos encontraram debaixo do solo de um parque de estacionamento de Leicester, cidade localizada no centro de Inglaterra, pertence mesmo ao rei Ricardo III. A descoberta surge após estudos de ADN realizados pela Universidade de Leicester.

Segundo revela o arqueólogo Richard Buckley, investigador da Universidade de Leicester, os testes de ADN realizados ao esqueleto retiram todas as dúvidas: o corpo exumado em setembro passado é "pertence ao rei Ricardo III, o último monarca britânico da casa de Plantagenet".

Depois desta declaração feita numa conferência de imprensa, a plateia reagiu com um aplauso, como regozijo pela importante descoberta, que se iniciou em 2012, aquando da exumação do corpo, a partir do parque de estacionamento.

Trata-se do fim de um mistério que durou mais de cinco séculos, desde a morte de Ricardo III, em 1485, em Inglaterra. O paradeiro do corpo deste monarca era desconhecido e, finalmente, termina a busca que apaixonou os arqueólogos ingleses, sobretudo, mas também de todo o mundo.

O monarca morreu durante um combate, na batalha de Bosworth Field, precisamente perto da cidade de Leicester. E foi a morte do rei que determinou o fim da 'Guerra das Duas Rosas', disputa dinástica pelo trono britânico.

Os pormenores históricos desta batalha eram conhecidos, mas não se sabia onde estava o corpo deste monarca. Algumas teorias 'colocavam-no' numa capela franciscana, entretanto destruída em meados do século XVI. Outras teorias sustentavam que o corpo de Ricardo III tinha sido depositado num rio.


Com informações do: P. Pravda

domingo, 20 de janeiro de 2013

Cientista procura barriga de aluguel para clonar homem de Neanderthal


Um cientista está procurando uma "mulher aventureira" que ofereça a barriga de aluguel para a geração de um clone do homem de Neanderthal, ancestral do homem (representado ao lado) extinto há mais de 33 mil anos.

George Church, professor de genética da Harvard Medical School (EUA), disse acreditar que possa trazer de volta o ser extinto, com ajuda da medicina moderna.

"Eu já conseguiu captar suficiente DNA de ossos fossilizados para reconstruir o DNA de espécies humanas há muito extintas. Agora preciso de uma mulher aventureira", disse o geneticista á revista alemã "Der Spiegel".

"Acho que pode ser possível. Uma série de tecnologias está se desenvolvendo mais rapidamente. Em particular, a leitura e a transcrição de DNA estão agora um milhão de vezes mais rápidas que oito anos atrás. Podemos clonar todos os tipos de mamíferos. Então é bem provável que possamos clonar um homem. Por que não conseguiríamos?", acrescentou.

Segundo Church, ao contrário do que se imagina, o homem de Neanderthal era muito inteligente.

E aí... alguma candidata? Pode imaginar as implicações disso? E se ela se apegar ao baby neanderthal? Será que em breve teremos um homem das cavernas perambulando em nossas ruas?


Fonte: Jornal O Globo / Hermes Fernandes

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Pegue uma Bíblia e descubra Como ir para o Céu

O plano de Deus para a sua salvação

Primeiro você precisa saber:

1) Boas obras não salvam (Efésios 2:8,9 / João 14:6 / Tito 3:4-7)

2) Todos pecaram inclusive você (Rom 3:23)

3) E por isso todos estão indo para a morte eterna (o Inferno) (Rom 6:23)

4) Mas Deus nos amou tanto que enviou Jesus Cristo para nos salvar (João 3:16 / João 14:6 / Romanos 5:8 / Lucas 5:32)

E assim se você...

1) ... se arrepender e confessar que é pecador, (2 Cor 7:10 / 1 Jo 1:9)

2) ... crer que Jesus é o Filho de Deus (Rom 10:9)

3) ... e pedir a Ele: “Jesus me perdoa, me salva!” (Rom 10:13 / Lucas 23:33-43)

Então você será salvo!

1) Todos os seus pecados serão perdoados e lavados pelo sangue de Jesus (I João 1:7 / Marcos 1:40-42)

2) Você terá vida eterna no céu com Deus (João 3:16 / João 14:2-6)

3) A salvação não se perde jamais (João 10:27-30)

“Eis aqui agora o dia da salvação” (2 Cor 6:2)

Ninguém sabe quanto tempo vai viver, não adie a maior decisão que você tem a tomar na vida. Converse com Deus em uma oração simples, se arrependa, confesse, creia e clame “Jesus me perdoa, me salva, me lava, me transforma!” E assim você poderá ter absoluta certeza da salvação.

Fonte: Editora Elim – www.editoraelim.com.br – (21) 2415-7923

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