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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Campanha de ódio contra Valdemiro Santiago: “Apóstolo bom é apóstolo morto”

Comentários nas redes sociais mostram “cristãos” desejando a morte de líder religioso

Por Jarbas Aragão 


Após ser vítima de um atentado contra sua vida durante o culto de domingo pela manhã na Igreja Mundial do Poder de Deus no Brás, em São Paulo, o apóstolo Valdemiro Santiago gravou vídeos onde diz que perdoa o homem que o atacou.

A tentativa de assassinato recebeu destaque de muitos jornais e TVs. Como já é comum nos dias de hoje, o assunto também foi amplamente comentado nas redes sociais. Porém, em muitos casos, cristãos lamentaram o pastor não ter morrido.

Uma série de acusações contra ele, lembrando possíveis desvios nas contas da igreja, a pregação de teologia da prosperidade e os constantes testemunhos de pessoas curadas foram usadas para ridicularizar a situação.

A página da ATEA (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos), que continuamente ridiculariza pastores e igrejas criou uma série de memes – figuras engraçadas – sobre a situação. Em várias delas reclama do fato do pastor ter procurado um hospital para cuidar dos cortes ao invés de simplesmente orar. Isso já era esperado.

Meme na página ATEA

O que chama atenção é que algumas páginas como o “Calvinismo da Zoeira”, que é voltada para cristãos, fazer declarações do mesmo tipo. Depois de “lamentar” que Valdemiro não tenha morrido, um dos comentários feitos pelo administrador da página diz: “Apóstolo bom, é apóstolo morto”. Seria uma referência ao conhecido argumento teológico que o título de apóstolo só pode ser usado por aqueles citados no Novo Testamento.

“Apóstolo bom, é apóstolo morto”.

Além disso, os comentários das publicações de vários sites cristãos no Facebook revelam uma troca de acusações entre cristãos que não concordam com o que Valdemiro prega e por isso desejavam sua morte e pessoas que reprovaram tal atitude.

Uma internauta comentou “Pelo tanto que esse cara já roubou de seus fiéis, pelas mentiras que vem falando, embecilizando mais ainda a população humilde e usando o nome de Deus para construir seu império de luxo às custas dos pobres, seria melhor se tivesse morrido!”.



Outra disse “eu queria agradecer aqui quem tentou matar o Valdemiro Santiago”. Na grande maioria dos comentários negativos havia alguém que respondia que essa não era uma atitude cristã.

Lamentavelmente não é a primeira vez que esse tipo de situação ocorre. Campanhas de ódio na internet brasileira parecem ser algo corriqueiro. Contudo, quando envolvem pastores que viveram alguma situação polêmica – como foi o caso recente da condução coercitiva de Silas Malafaia – parecem despertar em uma percentagem dos evangélicos o mesmo tipo de pensamento. Um forte contraste com a base dos ensinamentos de Jesus: o amor ao próximo.

Fonte: Gospel Prime


O Blog: O Guarda de Israel lamenta profundamente o ocorrido com o apóstolo. lamenta e repudia ainda toda e qualquer expressão odiosa contra seja qual for o representante religioso. Pra ser um real discípulo de Jesus, temos que sermos sempre o amoroso para com os outros.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Estado Islâmico faz ameaças aos fundadores do Twitter e do Facebook

Eles reclamam do fechamento de contas e grupos administrados que promovem o terrorismo nas redes sociais


Em um novo vídeo divulgado pelo Estado Islâmico eles prometem atacar os fundadores das redes sociais Twitter e Facebook. Isso porque as empresas resolveram bloquear conteúdo terrorista nas redes sociais.

No vídeo que ameaça Jack Dorsey, do Twitter, e Mark Zuckerberg, do Facebook, o EI promete tomar dez contas para cada uma que for bloqueada por divulgar o terrorismo.

“Se vocês fecharem uma conta, nós tomaremos dez em troca e logo seus nomes serão apagados, após deletarmos seus sites, se Alá quiser”, diz trecho da ameaça.

Durante o vídeo as imagens dos dois executivos aparecem perfuradas com balas e os terroristas ainda afirmam ter o controle de mais de 10.000 contas e 150 grupos no Facebook, além de 5.000 perfis no Twitter.


Na primeira semana de fevereiro o Twitter anunciou a suspenção de 125.000 contas relacionadas ao terrorista desde meados de 2015.

A empresa já está ciente das ameaças, mas afirmou que não irá se pronunciar sobre este vídeo porque as ameaças são frequentes. “Acontece o tempo todo”, disse um porta-voz do Twitter.

Em março do ano passado a empresa de Dorsey já havia sido ameaça pelo EI. Na época os terroristas disseram que a guerra virtual se tornaria real, isso porque a empresa faz questão de fechar as contas dos terroristas no microblog.

Em janeiro deste ano diversos empresários de tecnologia se reuniram com o governo americano para discutir formas de combate ao terrorismo on-line. Entre eles estavam os executivos do Twitter, Facebook, Apple, Microsoft, além de Michael Rogers, diretor da Agência de Segurança Nacional, e James Comey, diretor do FBI.


Com informações Veja / Gospel Prime

Ganância das grandes empresas farmacêuticas está matando dezenas de milhares de pessoas no mundo inteiro: Pacientes são exageradamente medicados e muitas vezes recebem drogas lucrativas que têm poucos benefícios comprovados

Anna Hodgekiss e Ben Spencer
O ex-médico da rainha da Inglaterra pediu uma urgente investigação pública das práticas “sombrias” das empresas farmacêuticas.
 Sir Richard Thompson, ex-presidente da Sociedade Real de Médicos da Inglaterra [equivalente ao Conselho Federal de Medicina do Brasil] e médico pessoal da rainha da Inglaterra por 21 anos, alertou que muitos medicamentos são menos eficientes do que se pensa.
O médico faz parte de um grupo de seis eminentes médicos que hoje está avisando acerca da influência das empresas farmacêuticas na prescrição de drogas.
Os especialistas, liderados pelo Dr. Aseem Malhotra, cardiologista do Serviço Nacional de Saúde da Inglaterra, afirmam que um grande número de pacientes recebe drogas inúteis — e muitas vezes prejudiciais — que eles não precisam.
 
Eles argumentam que as empresas farmacêuticas estão desenvolvendo medicamentos para dar lucro, em vez de terem probabilidade de dar benefício.
E eles acusam o Serviço Nacional de Saúde de cometer irresponsabilidade ao não enfrentar os gigantes farmacêuticos.
Sir Richard disse: “Chegou a hora de uma investigação total e pública do modo como se obtém e revela a evidência da eficácia das drogas.”
Escrevendo para o MailOnline, o Dr. Malhotra diz que conflitos comerciais de interesse estão contribuindo para uma “epidemia de médicos mal-informados e pacientes desinformados na Inglaterra e outros países.”
Além disso, ele acrescenta que o Serviço Nacional de Saúde está dando “tratamento exagerado” para seus pacientes, e afirmou que os efeitos colaterais de medicação excessiva estão levando a inúmeras mortes.
O Dr. Malhotra disse: “Não há dúvida de que uma cultura de ‘mais remédio é melhor’ está no coração do sistema de saúde, agravada por incentivos financeiros dentro do sistema para prescrever mais drogas e realizar mais procedimentos.”
Ele acusou as empresas farmacêuticas de “se aproveitarem do sistema” gastando em comercialização o dobro do que gastam em pesquisas.
O Dr. Malhotra diz que as drogas de prescrição muitas vezes fazem mais mal do que bem.
E nos EUA, estima-se que um terço de toda a atividade do sistema de saúde não traz nenhum benefício aos pacientes.
Essa estatística foi apoiada também por uma afirmação feita pela Dra. Marcia Angell, ex-editora do New England Journal of Medicine (Revista de Medicina da Nova Inglaterra).
Numa palestra dada na Universidade de Montana, em 2009, ela revelou que das 667 novas drogas aprovadas pela FDA nos EUA entre 2000 e 2007, só 11 por cento eram consideradas inovadoras ou melhorias de medicamentos existentes.
E três quartos eram essencialmente apenas cópias dos medicamentos antigos.
Considerando o fato de que a principal responsabilidade das empresas farmacêuticas é dar lucro para os acionistas — em vez de dar saúde para os pacientes —, isso está longe de causar surpresa.
Uma pessoa que tem sido franca sobre os perigos da medicação moderna é Peter Gotzsche, professor de projeto e análise de pesquisas na Universidade de Copenhague.
Ele estima que as drogas de prescrição sejam a terceira causa mais comum de morte depois de doenças do coração e câncer.
O problema com a administração de medicação excessiva é que quanto mais drogas você toma, mais probabilidade há de que você experimentará efeitos colaterais que são interpretados incorretamente por um médico ou enfermeira como sintoma de doença que precisa ser tratada com medicamentos adicionais.
Entre 2007 e 2012 a maioria das dez maiores empresas farmacêuticas pagou multas consideráveis por contravenções que incluíam comercializar drogas por usos fora do rótulo, interpretação incorreta dos resultados de pesquisa e esconder dados sobre malefícios.
Mas se tais multas funcionam como um impedimento é algo controverso quando a obtenção de lucro é o motivador principal.
Em 2012 a empresa GlaxoSmithKline recebeu uma multa de 3 bilhões de dólares — o maior acordo de fraude da história dos EUA — por comercializar ilegalmente drogas que incluíam um antidepressivo, uma droga de diabete e outra para epilepsia.
Mas no período coberto pelo acordo, essa empresa contabilizou lucros de mais de 25 bilhões pela venda dessas drogas.
As revistas médicas e os meios de comunicação podem também ser manipulados para servir não só aos meios comercializadores da indústria farmacêutica, mas também ser cúmplices em silenciar os que pedem maior transparência e análises mais independentes dos dados científicos.
Pouco mais de 10 anos atrás, John Ioannidis, professor de medicina e políticas de saúde na Universidade de Stanford, publicou um documento histórico explicando por que a maioria das pesquisas médicas que são publicadas provavelmente é falsa.
Ele chegou ao ponto de afirmar que “quanto maiores são os interesses financeiros em determinada área, menos probabilidade há de que os resultados das pesquisas serão verdadeiros.”
A ciência médica está voltando às trevas.
E a luz do sol será seu único desinfetante.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Governo quer banir a história do cristianismo do currículo escolar, denuncia professor

O governo federal voltou à carga para tentar mudar conceitos importantes da sociedade brasileira através da educação, com a criação silenciosa de uma proposta de unificação do currículo escolar no país.

De acordo com essa proposta, questões de história ligadas à origem do cristianismo ou ao surgimento da democracia ficariam de fora dos temas a serem tratados nas aulas de história ao longo dos nove anos que englobam os ensinos Fundamental e Médio.

O alerta foi feito pelo professor e historiador Marco Antônio Villa, comentarista da rádio Jovem Pan e colunista do jornal O Globo. Villa é um ferrenho opositor do governo petista e defensor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).


“O Ministério da Educação está preparando uma Revolução Cultural […] Sob o disfarce de ‘consulta pública’, pretende até junho ‘aprovar’ uma radical mudança nos currículos dos ensinos fundamental e médio — antigos primeiro e segundo graus. Nem a União Soviética teve coragem de fazer uma mudança tão drástica como a ‘Base Nacional Comum Curricular’”, introduziu Villa em seu artigo publicado recentemente.

De acordo com o professor, a proposta do MEC “é um crime de lesa-pátria”, pois baniria a origem de diversas filosofias que não se alinham à ideologia socialista/comunista abraçada pelo Partido dos Trabalhadores e pretendida por seus políticos como absoluta no Brasil.

“Vou comentar somente o currículo de História do ensino médio. Foi simplesmente suprimida a História Antiga. Seguindo a vontade dos comissários-educadores do PT, não teremos mais nenhuma aula que trata da Mesopotâmia ou do Egito. Da herança greco-latina os nossos alunos nada saberão. A filosofia grega para que serve? E a democracia ateniense? E a cultura grega? E a herança romana? E o nascimento do cristianismo? E o Império Romano? Isto só para lembrar temas que são essenciais à nossa cultura, à nossa história, à nossa tradição”, pontuou Villa.

Em sua análise da proposta, o professor concluiu que “os comissários-educadores — e sua sanha anticivilizatória — odeiam também a História Medieval”, pois omitiram os dez séculos marcados pela “expansão do cristianismo e seus reflexos na cultura ocidental, o mundo islâmico, as Cruzadas, e as transformações econômico-políticas”.

“Parece mentira, mas, infelizmente, não é. Mas tem mais: a Revolução Industrial não é citada uma vez sequer, assim como a Revolução Francesa ou as revoluções inglesas do século XVII […] [Os petistas não] perdoaram também a História do Brasil. Os movimentos pré-independentistas — como as Conjurações Mineira e Baiana — não existiram, ao menos no novo currículo. As transformações do século XIX, a economia cafeeira, a transição para a industrialização, foram desconsideradas, assim como a relação entre as diversas constituições e o momento histórico do país”, elenca.

Doutrinação
Essa não é a primeira tentativa de doutrinação do governo petista através da educação. Em 2015, o MEC havia tentado avançar na implementação da ideologia de gênero nas escolas públicas brasileiras e criou o Comitê de Gênero, para debater métodos de abordagem do assunto.

A iniciativa era uma clara tentativa de contornar a decisão do Congresso Nacional em 2014, que recusou a ideologia de gênero como tema de ensino nas escolas. O MEC já havia ignorado essa decisão e vinha exigindo que os estados e municípios instituíssem essa matéria no currículo escolar. A pressão do governo não surtiu efeito, e a maioria do deputados estaduais e vereadores também recusaram o tema em votações nas suas respectivas esferas.

Posteriormente, o Comitê de Gênero teve suas funções modificadas, assim como o nome. O então ministro, Renato Janine Ribeiro, terminou demitido por Dilma e substituído por Aloízio Mercadante (PT), na reforma ministerial.

Fonte: Gospel +

sábado, 1 de agosto de 2015

Perseguição aos cristãos hoje é a maior da história

Aumenta índice de assassinatos, estupros e tortura, sobretudo no Oriente Médio



O alerta já foi dado antes, mas nenhuma providência em larga escala foi tomada. Como consequência, a perseguição aos cristãos está ultrapassando um recorde histórico.

Não havia estatísticas dois mil anos atrás, mas pelos números populacionais de hoje, é possível afirmar que os seguidores de Jesus nunca foram tão perseguidos. A situação é especialmente difícil no Oriente Médio, o berço das maiores religiões do mundo.

A crescente perseguição é alimentada principalmente pelo extremismo islâmico. A grande mídia muitas vezes minimiza os fatos, classificando de “limpeza étnica”, mas o fato é que a cristofobia é real.

Afinal, 80% dos atos de perseguição religiosa no mundo são contra cristãos, aponta a International Society for Human Rights, uma ONG da Alemanha. De acordo com o Center for the Study of Global Christianity, do Seminário Gordon Conwell, dos EUA, mais de 100.000 cristãos são assassinados por ano, ou seja, 11 cristãos por hora.

A escalada dos ataques contra cristãos nos últimos anos vem sendo divulgadas por todas as organizações que monitoram a perseguição religiosa. Na Inglaterra, David Alton, um renomado defensor da liberdade religiosa, divulgou números alarmantes.

“Algumas avaliações afirmam que cerca de 200 milhões de cristãos em mais de 60 países ao redor do mundo enfrentam algum grau de restrição, discriminação ou pura e simples perseguição”, disse ele ao jornal The Guardian.

Os tipos de perseguição variam, indo desde assassinato e estupro, passando por tortura e chegando até discriminação e exclusão social.

Considerando que existem cerca de 2 bilhões de cristãos no mundo, pode-se dizer que um em cada de cristãos do mundo enfrenta problemas por causa da sua fé.

A ONG Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), afirma que o principal impacto é a onda de migração de pessoas cristãs do Oriente Médio e do norte da África, que buscam liberdade e uma vida de paz na Europa.
Consequentemente, áreas enormes do mundo estão experimentando um declínio muito acentuado do número de cristãos.

De acordo com o Centro de Pesquisas Pew, os cristãos enfrentam assédio em 102 países. Cerca de 75% da população mundial estaria vivendo hoje em países com sérias restrições ao exercício da liberdade religiosa.

A Portas Abertas, missão que monitora constantemente a situação dos perseguidos, estima que 4.344 cristãos foram mortos por causa de sua fé e 1.062 igrejas foram atacadas em 2014. Em alguns países os números são difíceis de ser confirmados. Na Coreia do Norte, por exemplo, acredita-se que existem cerca de 70.000 cristãos detidos em campos de concentração.

Lee Marsden, professor de relações internacionais, da Universidade de East Anglia, especialista em religião e segurança, disse que o colapso dos regimes autoritários no Oriente Médio durante a Primavera Árabe foi um fator determinante. Como consequência, por exemplo, na Síria e no Iraque estima-se que fugiram ou foram mortos cerca de 70% dos cristãos que viviam ali.

A solução, segundo os estudiosos do assunto passa por um aumento da pressão sobre os governos, embora as Nações Unidas tenham se mostrado ineficaz na maioria dos casos. Por isso, ao invés de citar somente a questão religiosa, é bom ressaltar que se trata da violação de um direito humano básico.

Nina Shea, autora do livro do livro “Perseguidos: O Ataque Global aos Cristãos” (Mundo Cristão) faz um apelo: “Nós, cristãos, devemos orar, nos informar e agir politicamente em nome desses irmãos e irmãs que estão sendo perseguidos em tantos lugares”.

Com informações de Prophecy News / Gospel Prime

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Mulher-bomba mata cinco em igreja na Nigéria

Cinco pessoas morreram, incluindo o pastor da igreja localizada na cidade de Potiskum


No último domingo uma igreja cristã na Nigéria sofreu um ataque que deixou pelo menos cinco mortos. Ao que parece, uma mulher-bomba se explodiu durante o culto e a ação já foi atribuída ao grupo Boko Haram.

A igreja atacada foi Redeemed de Deus localizada na cidade de Potiskum, segundo um repórter da agência AP entre os mortos do atentando estão uma mulher, seus dois filhos e um pastor.

“Quatro fiéis foram mortos no local e a quinta vítima morreu logo após a chegada do hospital”, disse um policial que registrou a ocorrência.

Na semana passa os terroristas do Boko Haram mataram a tiros cerca de 200 pessoas. A nova série de ataques tem preocupado as autoridades que tentam barrar a ação dos extremistas islâmicos.

O presidente nigeriano, Muhammadu Buhari, se manifestou sobre esses ataques recentes dizendo que foram ações bárbaras e reforçou a necessidade da expansão de um Exército multinacional para combater os terroristas.

Mas não foram apenas igrejas que foram atacadas, cem homens e meninos que oravam em uma mesquita foram mortos a tiros na última quarta-feira.

Com informações Extra / Gospel Prime

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Carta de menina de 8 anos para Jesus leva estuprador para a cadeia

CBN
Uma anotação de uma menina endereçada a Jesus e deixada numa Bíblia numa escola de ensino fundamental acabou levando à condenação de um criminoso sexual.

O Cincinnati.com informou que a polícia da cidade de Covington, Kentucky, achou a nota de uma menina de 8 anos falando sobre como Eric Rivera, de 37 anos, havia abuso sexualmente dela desde que ela tinha 6 anos e suplicou com Jesus para fazê-lo parar.

Os detetives então a entrevistaram e quando agentes da polícia fizeram buscas na casa do suspeito, eles encontraram revistas pornográficas que ela havia descrito bem no lugar em que ela disse que estariam. Eles também encontraram mais de 180 imagens pornográficas em seu telefone.

Ele foi preso e acusado de vários delitos graves, inclusive sodomia de primeiro grau e abuso sexual de primeiro grau.
Depois de aproximadamente dois anos de processo judicial, o acusado se confessou culpado em 28 de maio e agora enfrenta até 25 anos de prisão.

A data da sentença dele está marcada para 13 de julho.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês da revista Charisma: 8-Year-Old’s Letter to Jesus Busts Child Molester


Fonte: www.juliosevero.com

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Meninas Britânicas Estupradas por Gangues Muçulmanas em "Escala Industrial"


Sete membros de uma gangue que abusa sexualmente de crianças de Oxford que foram considerados culpados em 2013 (no sentido horário a partir da 1ª foto à esquerda): Assad Hussain, Zeeshan Ahmed, Kamar Jamil, Bassam Karrar, Mohammed Karrar, Akhtar Dogar e Anjum Dogar. Eles foram sentenciados em 2013 a uma pena conjunta de 95 anos de prisão por estupro, tortura e sequestro de meninas britânicas sendo algumas de apenas 11 anos.


"Nos intervalos entre os estupros, que por vezes duravam dias, os homens de Oxford mantinham as meninas sob vigilância de modo que não pudessem escapar. Além de serem estupradas em diversos locais de Oxford, algumas delas eram levadas a outras cidades e bairros como Londres e Bournemouth com o mesmo propósito". — Oxfordshire Serious Case Review (Avaliação de Casos Graves de Oxfordshire).

"Cheguei à delegacia de polícia às 2h30, toda ensanguentada, calças ensopadas até os órgãos genitais. Eles fizeram pouco caso, me considerando safada, inconveniente". — Testemunho da vítima, Oxfordshire Serious Case Review.

"Fiz queixa de um homem que me sequestrou de um orfanato. Ele foi preso, solto e me sequestrou novamente". — Testemunho da vítima, Oxfordshire Serious Case Review.

"A polícia se recusa a fornecer os endereços para que possamos trazê-la de volta para casa". — Testemunho do pai da vítima, Oxfordshire Serious Case Review.

"Ela era menor, mas nos informaram que isso não era da conta deles". — Testemunho do pai da vítima, Oxfordshire Serious Case Review.
O relatório não incrimina nem responsabiliza ninguém. Ele culpa a falta de providências por "falta de conhecimento" e "falhas organizacionais".

As autoridades locais por toda a Grã-Bretanha gastam um "considerável esforço intelectual" para encontrar as razões para não realizar investigações públicas compulsórias na questão do abuso de crianças por receio de "repercussões negativas". — The Telegraph.

Nos termos dos novos planos, professores, assistentes sociais, polícia e autoridades eleitas serão obrigados a tomarem providências quando houver alguma suspeita de abuso de crianças, sujeitos a penas de cinco anos de prisão no caso de descumprimento da lei.

"A não tomada de providências, sistêmica, tem sido ignorada através do silêncio, o desleixo em série recompensado com promoções e delatores afastados. Por que as coisas irão mudar agora, após os acontecimentos"? — Simon Kent, comentarista britânico.

Acredita-se que cerca de 400 meninas britânicas, algumas com apenas onze anos de idade, foram sexualmente exploradas por gangues de estupradores muçulmanos em Oxfordshire nos últimos 15 anos, de acordo com um arrepiante relatório que acaba de ser divulgado. Ele acusa autoridades locais de ignorar, repetidamente, casos de estupro devido a uma "cultura de negação".

A escala dos abusos em Oxfordshire, município no sudeste da Inglaterra, espelha casos chocantes da mesma natureza de exploração sexual de meninas britânicas brancas por gangues em Bristol, Derby, Rochdale, Rotherham e Telford, implica que não se trata de um problema isolado e sim endêmico.

As 133 páginas do Serious Case Review (Avaliação de Casos Graves, SCR em inglês) foram publicadas em 3 de março, no mesmo dia em que o Primeiro Ministro Britânico David Cameron convocou a assim chamada Reunião de Cúpula sobre Abusos de Downing Street, na qual revelou uma série de medidas destinadas a julgar mais criminosos e fazer justiça.

O relatório que revela que há "fundamentação para se acreditar" que 373 meninas foram exploradas sexualmente por gangues em Oxfordshire desde 2004, tem como base o relato de seis meninas às autoridades. As meninas foram as vítimas no julgamento "Operação Bullfinch", no qual sete muçulmanos foram considerados culpados em maio de 2013 por sequestro e estupro de meninas entre os anos de 2004 e 2012.

De acordo com a SCR, entre 2005 e 2010, as seis meninas foram registradas 500 vezes como desaparecidas, sendo que na metade dessas vezes elas estavam sob os cuidados de agências oficiais de proteção a criança, mas as autoridades nunca se preocuparam em investigar.

Na Parte 2, o relatório inclui trechos do discurso de abertura da acusação no julgamento com o objetivo de "focar a mente" no sofrimento que as meninas tiveram que suportar. Os homens "obrigavam as meninas a tomarem bebidas alcoólicas, faziam com que elas ingerissem drogas como maconha, cocaína, craque e por vezes heroína. As meninas ficaram viciadas a determinadas drogas e se sentiam incapazes de viver sem elas. Isso fazia com que se tornassem ainda mais dependentes daqueles homens".

O relato continua:

"vira e mexe os homens também faziam uso de extrema violência física e sexual contra as meninas ameaçando-as, caso tentassem fugir, com sérios danos contra elas e/ou suas famílias.

"os réus levavam as meninas para outros lugares, normalmente hotéis, pensões ou moradias vazias para que outros homens fizessem sexo com elas, em muitos casos em grupos, por dinheiro pago a eles, não às meninas.

"A maioria dos homens envolvidos no abuso sexual das jovens meninas, o faziam durante muitos anos. Qualquer um deles era muito mais velho do que qualquer uma das meninas, com uma idade para saberem exatamente o que estavam fazendo, o mal que estavam causando às meninas, o fato delas estarem sofrendo e que a atividade que exerciam era ilegal e muitas vezes depravada. Em suma, a conduta deles era intencional e persistente. Muitos dos atos sexuais cometidos contra as meninas eram muito graves quanto à depravação. As meninas eram obrigadas a ingerir tal quantidade de drogas que mal sabiam o que estava acontecendo. A bem da verdade elas disseram que era a única maneira de lidar com o que estava acontecendo.

"O abuso sexual variava de estupro vaginal, anal e oral e também envolvia o uso de diversos objetos como facas, cutelos, bastões de basebol e brinquedos eróticos. O abuso sexual também era, em muitos casos, acompanhado de condutas humilhantes e degradantes como mordidas, arranhões, bem como urinar em cima delas, asfixiá-las e amarrá-las. Elas também apanhavam e eram queimadas. Esse tipo de comportamento sexual era, não raramente, cometido por grupos de homens e por vezes duravam dias a fio.

"Os locais para onde as meninas eram levadas eram normalmente casas particulares e pensões em Oxford. Algumas das casas particulares pareciam estar vazias, usadas somente para fins de abuso. Os homens que vinham para pagar para o sexo com as meninas não eram sempre de Oxford, muitos vinham de longe como Bradford, Leeds, Londres e Slough. Ao que tudo indica, eles vinham exclusivamente para abusar de meninas jovens, com hora marcada através dos homens que as mantinham em cativeiro em Oxford.

"Nos intervalos entre os estupros, que por vezes duravam dias, os homens de Oxford mantinham as meninas sob vigilância de modo que não pudessem escapar. Além de serem estupradas em diversos locais de Oxford, algumas delas eram levadas a outras cidades e bairros como Londres e Bournemouth com o mesmo propósito".

A Parte 3 do SCR mostra como as autoridades locais poderiam ter acabado com o abuso já em 2005, mas não o fizeram porque se recusaram a levar a sério as queixas das meninas. O relatório dispõe de dezenas de comentários das meninas feitos durante as entrevistas, como por exemplo:

"cheguei à delegacia de polícia às 2h30, toda ensanguentada, calças ensopadas até os órgãos genitais. Eles fizeram pouco caso, me considerando safada, inconveniente".

"Por que alguém de 13 anos iria inventar uma história dessas"?
"O assistente social só queria ouvir o que o "assistente social" queria ouvir, de modo que não havia necessidade de se fazer coisa alguma....".

"A polícia nunca me perguntou porque, apenas me levaram para casa".

"Eu achei que se eu contasse aos policiais o que realmente estava acontecendo eles não acreditariam em mim e eles não os prenderiam e então... eles não fizeram nada e isso me fez pensar que nada podia ser feito".

"Fiz queixa de um homem que me sequestrou de um orfanato. Ele foi preso, solto e me sequestrou novamente".

"Tanto o conselho de Oxford quanto outro conselho discutiram a meu respeito para que eu evitasse tomar providências. Não foi culpa minha eu ter sido estuprada".

"A assistência social lavou as mãos, a opção é sua, foi o que disseram".

"Uma WPC (policial feminina) me encontrou bêbada com homens. Eu disse que eu estava bem e ela foi embora me deixando ali com eles. Naquela noite eu fui estuprada".

A SCR também mostra que os pais estavam exasperados pela falta de interesse mostrado pela polícia e assistentes sociais, que não raramente culpavam as meninas pela situação em que elas se encontravam. Alguns comentários dos pais:

"a polícia não irá atrás de ninguém a não ser que haja uma razão muito forte para tanto"

"Ninguém pensou em nós, como seria se fosse com a filha deles"

"A polícia se recusa em fornecer os endereços para que possamos trazê-la de volta para casa".

"Ela era menor, mas nos informaram que isso não era da conta deles".

"Eu tentei falar com a assistência social sobre as provas, mas eles não estavam interessados. Era óbvio que se tratava de alguma coisa relacionada com sexo".

"Anos importantes da vida dela foram roubados, ela deveria estar em algum clube para jovens, andando de skate ou em uma festa de formatura, tudo isso lhe foi roubado por causa deles: dos criminosos e da polícia/assistentes sociais por não fazerem nada quando ficaram cientes do que estava acontecendo".

"Tudo está na minha cabeça o tempo todo, o que aconteceu com meu "bebê" e o que eu fiz porque eu não estava entendendo o que estava acontecendo comigo. Eles sabiam o que estava acontecendo com ela e não me disseram".

"Por que eles deixaram tudo isso continuar acontecendo durante a longa investigação"?

"Ninguém conversou conosco sobre como lidar com os responsáveis".

"Os policiais disseram que ela não parecia estar correndo perigo, eles disseram que ela estava feliz por estar lá e se recusaram a dizer onde ela se encontrava".

"Passar a mão na cabeça dela e levá-la ao MacDonald's foi a solução encontrada pelo assistente social".

"Um supervisor disse (antes de se entender que se tratava de exploração) ela é malandra, e gosta de ser assim".

"(Após um roubo ter sido investigado onde uma menina estava com homens mais velhos) o que interessava para a polícia era o roubo e não uma menina de 13 anos com homens mais velhos".

"Em reuniões entre várias agências não havia registros/minutas e nunca havia pautas".

"O orfanato não me informou quando ela desapareceu".

"Eu fiquei desesperada por nunca conseguir obter uma resposta adequada que estava diante de nós que não nos culpasse ou envergonhasse".

E ainda assim o relatório não incrimina nem responsabiliza ninguém. Ele culpa a falta de providências por "falta de conhecimento" e "falhas organizacionais". O relatório conclui:

"o Serious Case Review (SCR) não tem provas de negligência profissional deliberada ou má conduta por parte das agências, mas havia, de tempos em tempos, uma preocupante falta de curiosidade e acompanhamento, além disso, muitas coisas deveriam ser trabalhadas de maneira bem diferente e melhor. Há poucos indícios que o entendimento local sobre a exploração sexual de crianças (CSE em inglês) ou como tratar desse problema uma vez identificado, tenha sido consideravelmente diferente de outras regiões do país.

"Superficialmente muitas das ilustrações descritas no relatório podem ser vistas como falta de aptidão profissional, falta de interesse ou inércia. Elas se tornam mais compreensíveis quando colocadas no contexto do conhecimento e dos processos naquele momento e lugar, dificuldades práticas em torno das evidências e, uma mentalidade profissional que não conseguia captar que a capacidade da vítima de dizer "não" estava totalmente corroída.

"O problema como um todo foi não perceber a natureza do abuso, o aliciamento, o rapto de casa, a falta de consentimento, a incapacidade de fugir e o pavoroso horror pelo qual as meninas estavam passando, mas de ver tudo isso como algo que estava sendo feito voluntariamente. Alguma coisa que as meninas fizeram ao invés de alguma coisa feita a elas".

De acordo com o Telegraph as autoridades locais por toda a Grã-Bretanha gastam um "considerável esforço intelectual" para encontrar as razões para não realizar investigações públicas compulsórias na questão do abuso de crianças por receio de "repercussões negativas".

Uma investigação citada pelo jornal constatou mais de 30 ocorrências em que as autoridades locais se recusaram a conduzir uma Serious Case Review, obrigatória por lei sempre que uma criança é gravemente ferida após um abuso. Quando as investigações já eram conduzidas, em muitos casos os relatórios falharam ao não examinar como o "medo, abuso, timidez, cegueira deliberada e otimismo exagerado" levaram os assistentes sociais a tomarem decisões erradas.

Discursando em uma reunião de cúpula sobre exploração infantil em 3 de março o Primeiro Ministro Cameron afirmou que os assistentes sociais britânicos necessitam de uma "dose gigantesca de bom senso". Ao ler um trecho do relatório ele declarou:
"não é necessário nenhum treinamento em exploração sexual infantil para saber que tem alguma coisa errada quando uma criança de 12 anos vai para a cama com um homem de 25 ou que volta para casa bêbada, machucada, meio despida e ensanguentada por ter se encontrado com "amigos".

Cameron acrescenta:

"acredito ser muito importante darmos um passo para trás e reconhecermos a natureza horrorosa do que está acontecendo em nosso país. Meninas jovens, e elas são jovens, sendo abusadas mais e mais vezes, em escala industrial, estupradas, passando de um bando de criminosos para outro bando de criminosos. E durante todo o tempo em que isso estava acontecendo, tantas organizações e tantas pessoas vendo tudo. Isso sem falar que nós realmente temos que nos comprometer que isso acabe já, que nunca mais aconteça e que nós reconheçamos que abuso é o que realmente é".

Segundo os novos planos anunciados na reunião de cúpula, o governo procurará estender o crime de "negligência deliberada", recentemente instituída, para proteger idosos em casas de repouso para também proteger crianças de predadores sexuais. Serão necessários professores, assistentes sociais, polícia e autoridades eleitas para tomarem providências quando houver alguma suspeita de abuso de crianças, sujeitos a penas de cinco anos de prisão no caso de descumprimento da lei. A nova lei será aplicada em todos os níveis burocráticos, do mais baixo ao médio até o nível mais alto de gerentes seniores e diretores.

Alguns observadores duvidam da eficácia do plano de Cameron. Em um entrevista concedida à Sky News, o Ministro do Parlamento do Partido Conservador Tim Loughton, ex-parlamentar Sub-secretário de Estado para Crianças e Famílias, declarou o seguinte sobre o relatório de Oxfordshire:

"uma preocupante falta de curiosidade é uma forma demais benevolente de dizer clara incompetência e negligência que passou por várias agências no departamento de serviços às crianças, nas assistentes sociais e na polícia de Oxfordshire".

Loughton acrescentou que na nova lei, "negligência deliberada" será extremamente difícil de provar. Promotores públicos terão que mostrar que as autoridades estavam "proativamente impedindo que as pessoas apresentassem alegações" e que havia "uma conspiração de acobertamento ou silêncio".

O comentarista britânico Simon Kent também está pessimista. Ele escreve:

"é fato que professores, conselheiros, polícia, equipes e assistentes sociais do Serviço Nacional de Saúde (NHS em inglês) na Inglaterra e País de Gales fracassaram categoricamente em proteger crianças pequenas de predadores sexuais durante toda uma geração.

"A não tomada de providências, sistêmica, tem sido ignorada através do silêncio, o desleixo em série recompensado com promoções e delatores afastados. Por que as coisas irão mudar agora, após os acontecimentos?

"Anos irão passar até que as intenções de David Cameron sejam totalmente implementadas. Até lá o abuso irá continuar, para a eterna vergonha daqueles que têm o poder, mas não o vigor ou a coragem ideológica para acabar com isso".

Kent conclui: "ineficaz e tardio. Isso não é o bastante".

Soeren Kern é colaborador sênior do Gatestone Institute sediado em Nova Iorque. Ele também é colaborador sênior do European Politics do Grupo de Estudios Estratégicos / Strategic Studies Group sediado em Madri. Siga-o no Facebook e no Twitter.

Traduzido por Joseph Skilnik do artigo do Instituto Gatestone: Original em inglês: British Girls Raped by Muslim Gangs on "Industrial Scale"

Fonte: Instituto Gatestone

Divulgação: www.juliosevero.com

segunda-feira, 2 de março de 2015

A maior máquina assassina da história da humanidade

Comentário de Julio Severo: Este artigo extremamente instrutivo me foi recomendado e enviado por Joan Swirsky, uma judia americana pró-família. Vale a pena ler e divulgar.



Quando pensamos em assassinato em massa, o que nos vem à mente é Hitler. Se não é Hitler, então é Tojo, Stálin, ou Mao. Dá-se o crédito aos tiranos do século XX como os piores da espécie da tirania a terem já surgido na humanidade. Contudo, a verdade alarmante é que o islamismo já matou mais do que esses tiranos, e pode ultrapassar todos eles juntos em números e crueldade.
A enormidade dessas matanças da “religião da paz” está tão longe da compreensão que até os historiadores honestos ignoram a dimensão. Quando olhamos além do foco míope, o islamismo é a maior máquina assassina da história da humanidade, sem exceção.
A conquista islâmica da Índia foi provavelmente o caso mais sangrento da história. — Will Durant, citado no site de Daniel Pipes.
Avaliações moderadas colocam o número em 80 milhões de indianos mortos.
De acordo com alguns cálculos, a população indiana diminuiu entre o ano 1000 (ano da conquista do Afeganistão) e 1525 (ano do fim do Sultanato de Delhi). — Koenrad Elst, citado no site de Daniel Pipes.
Oitenta milhões?! Diante desse número, os crimes dos conquistadores espanhóis no continente americano ficam insignificantes. Não é de surpreender que Hitler admirava o islamismo como uma religião de guerra. Ele tinha muita reverência pelo islamismo, cuja carnificina nem ele conseguiu ultrapassar.
Mais de 110 milhões de negros foram mortos pelo islamismo
…um mínimo de 28 milhões de africanos foram escravizados no Oriente Médio islâmico. Desde então, calcula-se que 80 por cento dos negros capturados pelos comerciantes muçulmanos de escravos morreram antes de alcançar o mercado escravo. Acredita-se que o número total de mortos com os 1400 anos de invasões árabes e muçulmanas na África para capturar escravos tenha alcançado 112 milhões de negros. Quando se acrescenta a esse número os que foram vendidos nos mercados negros, o número total de vítimas africanas do comércio escravo no Leste da África e na África transaariana pode ser significativamente mais elevado do que 140 milhões de negros. — John Allembillah Azumah, autor do livro “The Legacy of Arab-Islam in Africa: A Quest for Inter-religious Dialogue” (O Legado do Islamismo Árabe na África: Uma Busca por um Diálogo Inter-religioso)
Some apenas esses dois números juntos, e o islamismo ultrapassou as vítimas do totalitarismo do século XX. No entanto, não termina aí. Acrescente os milhões que morreram nas mãos dos muçulmanos no Sudão em nossa época.
Boa parte da escravidão islâmica era de natureza sexual, com preferência pelas mulheres. Os homens que eram capturados eram castrados. Os filhos mulatos das mulheres eram muitas vezes mortos, o que explica o motivo por que o islamismo não pendeu demograficamente para a raça negra, diferente das escravas no Ocidente, as quais tinham filhos e criaram uma raça mestiça. Acrescente os filhos mortos e chegamos a mais de 200 milhões.
Recorde que no sétimo século, o Norte da África era quase totalmente cristão. O que aconteceu com eles?
No ano 750, cem anos depois da conquista de Jerusalém, pelo menos 50 por cento dos cristãos do mundo inteiro estavam sob a hegemonia muçulmana… Hoje não existe nenhum Cristianismo natural nessa região [do noroeste da África], não existe nenhuma comunidade cristã cuja história dá para identificar o rastro desde da antiguidade. — “Christianity Face to Face with Islam” (Cristianismo Face a Face com o Islamismo), CERC
O que aconteceu com esses milhões de cristãos? Alguns se converteram. O resto? Perdidos na história humana.
Sabemos que mais de 1 milhão de europeus foram escravizados por piratas muçulmanos. Quantos morreram? Ninguém sabe.
…durante 250 anos entre 1530 e 1780, os números podem ter facilmente chegado a 1.250.000. — BBC
Na Idade Média…
…muitos escravos eram levados à Armênia e ali castrados para preencher a demanda muçulmana de eunucos. — “Slavery in Early Medieval Europe” (Escravidão no Início da Europa Medieval)
A mesma prática ocorria em toda a Espanha islâmica. Europeus do Norte da Europa eram capturados quando muçulmanos atacavam a Islândia, ou comprados, ou sacrificados nos locais de castração na Ibéria. Muitos morriam por causa das operações que ocorreram durante séculos.
Não se sabe o número de mortos quando os muçulmanos conquistaram os Bálcãs e sul da Itália, mas de novo os números somam certamente milhões durante os séculos. Não esqueça os 1,5 milhão de cristãos armênios mortos pelos turcos durante a 1ª Guerra Mundial. Sabemos que por mais de cinco séculos, vastos números de meninos cristãos foram raptados para se tornarem mercenários janízaros islâmicos para os turcos. Faça a soma disso também.
Os muçulmanos apreciavam mulheres loiras para seus haréns. Então mulheres eslavas escravizadas eram compradas nas feiras do Califado da Crimeia. Na Espanha muçulmana, um tributo anual de 100 mulheres visigodas [loiras germânicas] era exigido da costa da Cantábria da Espanha.
Durante décadas, os governantes muçulmanos da Espanha exigiam 100 virgens por ano da população conquistada. O tributo só teve uma parada quando os espanhóis étnicos começaram a fazer resistência. — “Jihad: Islam’s 1,300 Year War Against Western Civilisation” (Guerra Santa Islâmica: a Guerra de 1.300 anos do Islamismo contra a Civilização Ocidental)
Acrescente o total de mortos da Reconquista (movimento na Espanha e Portugal para reconquistar seus países dos muçulmanos) e os números sobem muito mais alto.
As pesquisas mostram que a Baixa Idade Média (ou Idade das Trevas) não foi causada pelo povo germânico godo, que acabou assimilando e se tornando cristão:
…o real destruidor da civilização clássica foram os muçulmanos. Foram as invasões árabes… que destruíram a unidade do mundo mediterrâneo e transformaram o Oriente Médio — outrora uma das principais rotas mercantis do mundo — num campo de batalha. Foi depois do surgimento do islamismo… que as cidades do Ocidente, que dependiam do comércio mediterrâneo para sua sobrevivência, começaram a morrer. — “Islam Caused the Dark Ages” (O Islamismo Causou a Idade das Trevas)
Acrescente na computação os milhões desconhecidos que morreram como consequência.
Quantos conhecem os horrores da conquista da Malásia? Os budistas da Tailândia e Malásia foram massacrados em massa.
Quando atacados e massacrados pelos muçulmanos, os budistas inicialmente não fizeram nenhuma tentativa de escapar de seus assassinos. Eles aceitaram a morte com uma atitude de fatalismo e destino. E daí eles não existem mais hoje para contar sua história. — História da Jihad.org
Possivelmente, nunca saberemos o número de mortos.
Depois que os muçulmanos começaram a governar no século XV, povos animistas acabaram desaparecendo por terem sido escravizados e “incorporados” na população muçulmana da Malásia, Sumatra, Bornéu e Java por meio de invasões, tributação e aquisição, principalmente de crianças. Java era o maior exportador de escravos no ano de 1500. — Islam Monitor (Monitor do Islamismo)
Do mesmo modo, o islamismo chegou às Filipinas. Somente o aparecimento dos espanhóis deteve um colapso total, e confinou o islamismo às ilhas do Sul.
A vinda dos espanhóis salvou as Filipinas do islamismo, exceto a ponta do Sul em que a população havia se convertido ao islamismo. — História da Jihad.org
De novo, não se sabe o número de mortos, mas acrescento-os ao total.
Os filipinos animistas estavam com muita vontade de se aliar aos espanhóis contra o islamismo. Aliás, boa parte do sudeste asiático deu boas-vindas aos espanhóis e portugueses como preferíveis ao islamismo.
…desde o século XVII sucessivos reis tailandeses se aliaram às potências marítimas ocidentais — os portugueses e os holandeses — e tiveram sucesso em expulsar a ameaça do islamismo dos malásios muçulmanos e seus senhores árabes. — História da Jihad.org
Alguns galeões e mosquetes não foram suficientes para conquistar a Ásia. O islamismo fez os europeus inicialmente parecerem como libertadores; e até certo ponto eles eram. Quem eram os reais imperialistas?
Até mesmo hoje…
…Jihadistas malásios estão conspirando para transformar a Malásia multiétnica num Califado Islâmico, e estão fomentando confusões no Sul da Tailândia. — Histórida da Jihad.org
Acrescente tudo isso. As vítimas africanas. As vítimas indianas. As vítimas europeias. Acrescente o genocídio armênio. Então acrescente o fato conhecido, mas sem dúvida com um número consideravelmente grande, de vítimas do Leste da Ásia. Acrescente a guerra santa islâmica cometida por muçulmanos contra a China, que foi invadida em 651 d.C. Acrescente a atividade predatória dos canatos da Crimeia contra os eslavos, principalmente suas mulheres.
Embora os números não sejam claros, o que é óbvio é que o islamismo é a maior máquina assassina da história, sem exceção, possivelmente ultrapassando 250 milhões de mortos. Possivelmente um terço ou metade ou mais de todos os mortos por guerras ou escravidão na história podem ser atribuídos ao islamismo. E esse é apenas um exame superficial.
Agora considere os mais de 125 milhões de mulheres hoje que sofrem mutilação genital por amor à honra islâmica. Apesar do que os defensores dizem, essa prática é quase totalmente confinada às áreas islâmicas.
Recentes informações do Curdistão iraquiano levantam a possibilidade de que o problema é mais comum no Oriente Médio do que se cria anteriormente e que a mutilação genital feminina (MGF) está mais ligada à religião do que muitos acadêmicos e ativistas ocidentais admitem. — “A Mutilação Genital Feminina é um Problema Islâmico?” ME Quarterly
Outrora considerada como concentrada na África, descobriu-se agora que a MGF é comum onde quer que haja o islamismo.
Há indicações de que a MGF pode ser um fenômeno de proporções epidêmicas no Oriente Médio árabe. Hosken, por exemplo, nota que tradicionalmente todas as mulheres da região do Golfo Pérsico foram mutiladas. Os governos árabes se recusam a lidar com esse problema. — “A Mutilação Genital Feminina é um Problema Islâmico?” ME Quarterly
Recorde que isso está acontecendo há 1400 anos. E foi imposto numa população que no passado era cristã ou pagã.
A MGF é praticada em grande escala na Indonésia islâmica, e está aumentando.
…longe de diminuir, o problema da MGF na Indonésia está crescendo acentuadamente. As cerimônias em massa em Bandung estão ficando maiores e mais populares a cada ano. — Guardian
O escritor britânico horrorizado desse artigo do Guardian ainda está iludido que o islamismo não apoia a MGF, quando na verdade é agora fato que a MGF é uma prática islâmica importante. As mulheres islâmicas sofrem lavagem cerebral para apoiar seu próprio abuso.
Além disso, Abu Sahlieh citou Maomé, que disse: “A circuncisão é sunna (tradição) para os homens e makruma (ação honrosa) para as mulheres.” — “A Mutilação Genital Feminina é um Problema Islâmico?” ME Quarterly
Qual outra tirania faz isso? Nem mesmo os nazistas mutilavam suas próprias mulheres!
Diferente dos ditadores do século XX cuja fúria assassina os consumiu, reduzindo sua longevidade, o islamismo continua avançando. No fim, embora de modo mais lento, o islamismo tem matado e torturado muito mais do que qualquer outro credo, religioso ou secular. Diferente da tirania secular, o islamismo, devido à sua poligamia e predações sexuais, se reproduz e aumenta.
Outras tiranias são infecções furiosas, que ardem como fogo, mas logo se extinguem. Mas o islamismo é um câncer terminal, que se espalha e domina tudo. Nunca bate em retirada. Seus métodos são traiçoeiros, muitas vezes imperceptíveis no início, impulsionados pelo crescimento populacional. Como um câncer, a extirpação pode ser a única cura.
Portanto, toda vez que você ler sobre um “excesso” israelense [contra os muçulmanos] — e pode haver verdade na queixa —, coloque a notícia em contexto. Olhe contra quem os israelenses estão lutando. O islamismo é totalmente diferente de todas as outras ditaduras da história humana.
Mike Konrad é o pseudônimo de um americano que não é judeu, hispânico ou árabe. Ele dirige o site Arábia Latina (http://latinarabia.com), onde ele discute a subcultura dos árabes na América Latina. Ele queria que seu espanhol fosse melhor.
Traduzido por Julio Severo do artigo do American Thinker (Pensador Americano): The Greatest Murder Machine in History

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