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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

A verdadeira face do carnaval

"A origem do Carnaval vem de uma manifestação popular anterior à era Cristã, tendo se iniciado na Itália com o nome de Saturnálias - festa em homenagem a Saturno. As divindades da mitologia greco-romana BACO e MOMO dividiam as honras nos festejos, que aconteciam nos meses de novembro e dezembro. Durante as comemorações em Roma, acontecia uma aparente quebra de hierarquia da sociedade, já que escravos, filósofos e tribunos misturavam-se em praça pública. Os italianos adotaram, então, a palavra Carnevale ( um vale tudo da carne, ou festa da carne), sugerindo que se poderia fazer Carnaval - "ou o que passasse pelas suas cabeças" antes da Quaresma ( quarenta dias antes da páscoa ), numa espécie de abuso da carne. A festa chegou a Portugal nos séculos XV e XVI, recebendo o nome de Entrudo - isto é, introdução à Quaresma, através de uma brincadeira agressiva e pesada. O evento tinha uma característica essencialmente gastronômica e era marcado por um divertimento entremeado com alguma violência. Fazia-se esferas de cera bem finas com o interior cheio de água-de-cheiro e depois atirava-se nas pessoas. Os mais ousados, no entanto, começaram a injetar no interior das "laranjinhas ou limões-de-cheiro", substâncias mau cheirosas e impróprias e a festa foi perdendo sua alegria. Foi exatamente esse Entrudo violento que aportou no Brasil. Na segunda metade do século XIX, o jornal Diário da Bahia e a Igreja Católica criticavam e pediam providências às autoridades policiais contra o Entrudo. Quando se aproximava o domingo anterior à Quaresma, todo mundo "entrudava". Apareciam pelas ruas em forma de bandos os "Caretas" envoltos em cobertas, esteiras de catolé, folhas de árvores e abadás - uma espécie de camisa de manga curta bastante folgada, atingindo a curva dos joelhos, que os negros usavam. No Entrudo, molhava-se quantos andassem pelas ruas, invadia-se casas para molhar pessoas e não se importava que fosse gente doente ou idosa. Em 1853 o Entrudo passou a ser reprimido com ordens policiais. Mesmo assim, as "laranjinhas" e gamelas com água continuavam existindo. Foi exatamente neste período que o Carnaval começou a se originar de forma diferente, dividindo-se em duas classes: o Carnaval de Salão e o Carnaval de Rua. O Carnaval de Salão tinha a participação de brancos e mulatos de classe média; o Carnaval de Rua, contava com negros e mulatos pobres. Em 1860 o Teatro São João começou a realizar arrojados bailes de mascarados, na noite de sábado, iniciando as festas com músicas baseadas em trechos da ópera italiana "La Traviata". Em seguida, eram tocadas valsas, polcas e quadrilhas. O evento contava com a participação das pessoas de bom nível social, que trocavam os bailes realizados em suas casas pelo do teatro. Na época, havia o perigo do homem formado e do negociante serem vistos mascarados. Em razão disso, casas de fantasias e cabeleireiros, como os famosos "Pinelli" e "Balalaia" mantinham especialistas em disfarces. Como os bailes carnavalescos não estavam ao alcance de todos, nem de acordo com a moral de muitos, era necessário estimular a sua ida para a rua. Por isso, os sub-delegados foram autorizados a distribuir gratuitamente máscaras a quem quisesse brincar o Carnaval. Várias comissões passaram a ser nomeadas pelo chefe de polícia e a comissão central, juntamente com outras comissões paroquianas que distribuíam máscaras, facilitavam a aquisição de outros adereços, bem como a providência de banda de música. Os comerciantes logo aderiram à idéia de olho no melhor faturamento, e começaram a adotar o Carnaval em substituição ao Entrudo. Em 1870 os mascarados avulsos, estimulados pela polícia, e os bailes públicos começaram a ganhar terreno, embora o Entrudo ainda se mantivesse vivo. O ambiente para a realização do Carnaval passou a ficar melhor com o surgimento do "Bando Anunciador", que saía às ruas convidando todos para os festejos. Nos clubes e teatros, foram surgindo competições entre os grupos e famílias que ostentavam roupas e jóias para mostrar quais associações e entidades eram mais elegantes e grã-finas. O pioneiro Teatro São João passou a organizar seus bailes com um ano de antecedência. Em 1878, o grupo de Carnaval de rua, "Os Cavaleiros da Noite", aparecia pela primeira vez num salão em grande forma, no Teatro São João, causando um verdadeiro "ti, ti, ti". Dois anos depois - com um número maior de bailes por toda a cidade -, Salvador contava com 120 mil habitantes, que concentravam recursos financeiros e grande poder político. Havia, portanto, dinheiro, poder e fartura, e todo esse esplendor passou, então, a ser retratado nos salões e bailes de Carnaval. Só para se ter uma idéia, as roupas, adereços, enfeites, chapéus, bebidas, jóias, sapatos e meias usadas nas festas eram importadas das melhores casas de Paris e Londres. Ao mesmo tempo, palanques e bandas de música proliferavam na cidade. Surgiam também vários clubes uniformizados, como "Zé Pereira", "Os Comilões" e "Os Engenheiros", fantasiados com "Cabeçorras" e outras máscaras. Como as comemorações cresciam, convencionou-se que o Campo Grande seria o lugar para os mascarados se reunirem nos dias de Carnaval e, de lá, saírem em bandos. Em 1882, o comércio iniciou o costume de fechar as portas na terça-feira de Carnaval, a partir das 13 horas. O Carnaval de máscaras e o desfile dos clubes, ficavam então, mais animados depois das 14 horas. Cinco anos antes da Proclamação da República, a cidade, habitada por cerca de 170 mil pessoas, organizou o seu primeiro grande Carnaval de rua. Era uma festa com grande influência européia, como quase tudo o que existia no Brasil naquela época, com luxo, requinte e comentários elogiosos. Fortemente influenciado pelo requintado Carnaval de Veneza, na Itália, e mesclando a presença de tipos do popular Carnaval de Nice, na França, o Carnaval de Salvador deu o primeiro passo rumo à popularização com a participação de muita gente nas ruas." RESUMO DA MATÉRIA 1. O carnaval iniciou-se com o conceito de adoração a deuses estranhos, uma afronta ao Deus único e Todo Poderoso ( GN 20 : 3, GN 32: 7 – 10, Lucas 4: 8 ); 2. Ainda hoje, o falso deus momo - consequentemente um demônio - é reverenciado em todos os carnavais, através da entrega da chave da cidade a uma pessoa que o representa. Mesmo sem saber, este indivíduo se coloca na condição de rei do pecado da glutonaria. Está a cidade entregue ao espírito rebelde; 3. A comemoração foi movida pela vontade mundana de desobedecer completamente as regras da Palavra de Deus, da sociedade e da família, movendo-se algumas pessoas como “verdadeiros remanescentes de Sodoma e Gomorra”; 4. Vemos na seqüência do movimento, a invasão desrespeitosa da vida de outras pessoas, mesmo que não envolvidas com o processo de bagunça e confusão; 5. Posteriormente, notamos um processo inovador nas bases do entrudo. Vemos a tentativa de moralização do carnaval, transformando-o em uma festa social de fantasias e muito luxo; 6. Sabemos que enquanto muitos procuram no carnaval uma visão de festa bonita, alegre e comum, na verdade a mesma apresenta a continuidade de suas origens, onde o mal , através do culto pagão, foi convidado a entrar no ambiente e os espíritos imundos tomam ocasião, devido a bagunça sexual e desordem moral; 7. Este é o período de maior proliferação de doenças sexualmente transmissíveis em nossa sociedade, além de violência e morte causada por confusão e embriaguez. “Sede sóbrios, vigiai. O vosso adversário, o diabo, anda em derredor, rugindo como leão, buscando a quem possa tragar. “ 1 PE 5:8 Autor: Pr. Carlos Edson A. Carvalho Fonte: www.oevangelho.jex.com.br/

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3) E por isso todos estão indo para a morte eterna (o Inferno) (Rom 6:23)

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1) ... se arrepender e confessar que é pecador, (2 Cor 7:10 / 1 Jo 1:9)

2) ... crer que Jesus é o Filho de Deus (Rom 10:9)

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