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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Esperança para não se tirar a vida

O suicídio de Robin Williams recorda a vulnerabilidade à que se encontram expostas as pessoas com tendências depressivas. Mas esse é um problema de que se pode sair.


O suicídio é uma das 20 causas mais importantes de morte no mundo para qualquer faixa de idade, com um milhão de mortes a cada ano. Casos como o do famoso ator Robin Williams dá mostra de que é um problema que vai para além do status econômico ou social de qualquer pessoa.

Os profissionais da saúde mental estão de acordo em que as doenças mentais, principalmente a depressão e os transtornos por consumo de álcool, o abuso de substâncias, a violência, as sensações de perda e diversos meios culturais e sociais constituem importantes fatores de risco de suicídio.

Os resultados mostram também que ao redor de 60% das pessoas que lutam contra pensamentos ou condutas suicidas não recebem nenhum tipo de ajuda.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as estratégias mais eficazes para prevenir o suicídio são a restrição do acesso aos meios de suicídio, como substâncias tóxicas e armas de fogo; a identificação e tratamento das pessoas que sofrem transtornos mentais e consumo de substâncias; a melhora do acesso aos serviços de saúde e a assistência social; e a cobertura responsável das notícias sobre suicídios nos meios.

COBERTURA MEDIÁTICA “A MEIAS”

Apesar de que há tantos casos, o suicídio é um tema tabu que os meios silenciam pelo chamado “efeito imitação”. Os familiares e pessoas que rodeiam a este problema não falam disso, mas muitos profissionais estão a trabalhar para que isto mude e poder dar a volta às estatísticas.

*Carmen *Tejedor, *psiquiatra, leva mais de 30 anos pesquisando o suicídio. Em 2006 implantou um programa que reduziu em 23% o tento novamente de suicídio em seus pacientes. *Tejedor definia ao suicida como aquele que “quer pôr fim a uma situação que considera intolerável. Seu sofrimento pode estar causado por vários motivos: sentir-se maltratado pela sociedade, antecipar desgraças, ou o grupo mais numeroso, o que quer pôr fim a seu sofrimento”.

AS CAUSAS

O psicólogo *Esteban *Figueirido explica que o 90% dos casos têm sua causa em alguma doença mental. O 10% que não está vinculado com elas “chama a atenção, ainda que a realidade é que a pessoa, no momento em que se suicida costuma encontrar num estancamento ou deterioração psicológica importante”.

“Pela causa que seja, o afetado se encontra em desequilíbrio e a profundidade é a *desesperanza e o desespero, entendendo que se tirar a vida, para ele ou para ela, é o único caminho que pode aliviar sua dor ou resolver a situação na que se encontra. De modo que essa decisão não é por falha mental, nem por um mero impulso, senão por ser a conclusão ‘racional’ à que chega a pessoa”, explica *Figueirido, presidente do Grupo de Psicólogos Evangélicos em Espanha.

A doutora *Tejedor afirmava também que há diferenças evidentes entre homens e mulheres: “As mulheres tentam suicidar-se três vezes mais que os homens, no entanto os homens são os que finalmente consomem o suicídio mais que as mulheres”, segue explicando a doutora.

SE PODE PREVENIR

A boa notícia é que se este problema se reconhece como tal e deixa de se silenciar, pode se detectar e trabalhar com isso de forma mais efetiva, provocando de modo que o número de pessoas que decidem se tirar a vida diminua consideravelmente.

O suicídio pode-se prevenir. Não existe um plano global de prevenção de suicídio e cada hospital desenvolve seu plano de atuação.

Pese a que alguns familiares afetados por este problema acham que as ajudas são insuficientes ou errôneas, profissionais do setor afirmam que “o 70% dos *reintentos de suicídio constituem a todos aqueles que não temos conseguido vincular a estes serviços de ajuda, por tanto temos um programa bastante eficaz”.

OS MAIS AFETADOS

Os adolescentes e os maiores de 65 anos apresentam a maior taxa de suicídio consumado. No caso dos maiores de 65 anos, costuma ver-se ligado com a solidão ou doença.

“Quando uma pessoa maior diz ‘eu já tenho feito o que tinha que fazer na vida, sou um ônus, por isso me vou suicidar’, esta lucidez está tão *desprovista de vida que é realmente muito pouco livre”, diz *Tejedor.

No caso dos adolescentes isto sucede porque costumam ter mais dificuldades na tomada de decisões. “Se dotamos-lhes para aprender a dar múltiplas soluções possíveis a um problema, seguramente não se proponham o suicídio como uma opção”, explicava Joaquim *Puntí, psicólogo *clínico juvenil.

O ter umas expectativas altas sobre algo concreto pode lhes gerar um mal-estar emocional. Se a isto acrescentamos que o adolescente é alguém de caráter *impulsivo e lhe somamos uma baixa tolerância à *frustração, começará a realizar condutas negativas. No entanto, se a esta pessoa se ensina que tem mais alternativas e opções se pode reduzir o risco de suicídio. “A ideia é que os adolescentes se sintam mais competentes na hora de tomar decisões.”

MANTER A ESPERANÇA

*Esteban *Figueirido, psicólogo, afirmava a respeito do suicídio para Protestante Digital: “A muita gente lhe passa pela cabeça, outros têm tentativas e alguns o conseguem. Ainda que não é uma problemática nova, é verdadeiro que a situação econômica que vivemos com todas suas consequências, faz que se veja o suicídio como uma maneira de sair de uma situação *insustentável”.

No entanto, o suicídio não só acontece por uma situação de crise econômica, senão que se vincula mais a uma problemática mais profunda. “Não acho que seja a solução de raiz, dizer que se restauramos nossa situação econômica faremos desaparecer ou diminuir essa problemática. O problema émais profundo. Principalmente o que as pessoas precisam para não desejar e menos executar um suicídio, é ter esperança”.

Fontes: Protestante Digital

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