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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Da Lixeira Gossip… só sai lixo gospel! Julio Severo denuncia novos ataques do Genizah

“Abençoado com felicidade é o homem que não segue o conselho dos ímpios, não se deixa influenciar pela conduta dos pecadores, nem se assenta na reunião dos zombadores.” (Salmo 1:1 KJA)

Julio Severo
 

Aí vem de novo Thiago Lima Barros. Anos atrás, como colunista do Genizah, ele levantou várias difamações contra mim, sem nenhuma prova. Uma das acusações de Barro dizia:
“As mesmas fontes que desmascararam a mentira sobre sua fuga da Justiça brasileira, dão conta de que o comportamento rebelde e insubmisso Severo pôde ser atestado pela membresia da Primeira Igreja Batista do Ingá, em Niterói, única igreja de que se tem notícia em que tenha congregado. Admitido pelo pastor da igreja para pregar em algumas oportunidades, Severo simplesmente criou um clima de beligerância absurdo no seio da igreja, fruto de suas pregações agressivas, que quase leva à divisão da mesma.”
Essa acusação foi feita em 2011 e até hoje Barro nunca prestou contas por sua mentira. Nunca pus os pés na Primeira Igreja Batista de Niterói. Nunca congreguei ali. Nunca preguei ali. Aliás, nunca preguei em nenhuma igreja batista ou outra de Niterói. E há líderes de Niterói, inclusive advogados, que podem facilmente testemunhar que a única versão verdadeira nessa história não é a do Barro e Mentira.
Barro também difamou meus filhos pequenos, dizendo que eles “apresentavam comportamento estranho” quando estavam matriculados em escolas de Niterói.
Meus filhos nunca frequentaram nenhuma escola de Niterói, do Rio ou do Brasil. Houve sim uma tentação para matricular, mas nunca o fiz, conforme podem comprovar advogados de Niterói que me conhecem pessoalmente e conforme está em meu artigo:
Em vez de levantar novas acusações, Barro poderia — e deveria, como obrigação cristã — ter aparecido desta vez para prestar contas e pedir perdão por suas difamações passadas, que foram devidamente respondidas nos seguintes artigos:
Mas não. Ele prefere mergulhar mais fundo na sujeira já iniciada. Ele prefere se ocupar em maquinar novos ataques, o que me faz questionar se ele anda sendo pago para me difamar e caluniar. Ele acabou de publicar no Genizah novas acusações contra mim, com base nas falas de um missionário americano chamado Bill Hamilton e aproveitando para ventilar outras inverdades.
Assim é a conduta do Genizah, que significa literalmente “lixeira.” O “gossip” que destaquei no título “Lixeira Gossip” é a palavra inglesa para “fofoca” — conduta habitual da Lixeira.

Novas acusações do homem que nunca se arrependeu

O texto acusatório de Barro acerta quando diz que eu e minha família ficamos hospedados na casa de Bill, por motivo de perseguição sobre vacinas infantis. Mas erra feio ao atribuir a Bill a fala de que a perseguição não era real, por conta de uma suposta conversa com meu ex-cunhado. Durante a hospedagem, Bill e sua esposa verificaram e confirmaram as intimações e outros documentos legais evidenciando ameaça de perda da guarda dos filhos por evitar a imposição de vacinas infantis, inclusive com declaração oficial do secretário de saúde municipal, um homossexual, dizendo que éramos uma ameaça à saúde da cidade e requerendo intervenção das autoridades.
A estupidez da acusação era óbvia: se todas as crianças da cidade estavam vacinadas, como nossos filhos não vacinados representariam tal ameaça apocalíptica para as outras crianças do município? Nossos advogados deixaram claro que só poderiam ganhar tempo para nós, mas que no final perderíamos, pois o Estado não recua quando os direitos sobre saúde e educação das famílias entram em choque com as imposições estatais na área de saúde e educação.
Antes da hospedagem, Bill e sua esposa já conheciam nossas posturas em diversos assuntos, inclusive vacinação. E tiveram também acesso aos documentos legais sobre nossa situação de perseguição. Portanto, a fala que Barro atribui a Bill não se sustenta documentalmente.
Ao lerem os artigos do meu blog, Bill e sua esposa muito elogiaram nossa coragem, dizendo que nossa postura de desafiar injustas imposições estatais era uma conduta bem alicerçada no testemunho de cristãos corajosos durante toda a história. Toda a comunicação entre o casal americano e eu foi iniciativa deles, depois de conhecerem meu blog e enviarem e-mails, com isso conquistando minha confiança e conversando pelo Messenger, com registro salvo de todas as comunicações.

Confirmação divina

A inciativa de hospedagem e abrigo também partiu deles, o que também está registrado. E entendemos que eles estavam buscando cumprir o que está na Palavra de Deus:
“Não vos esqueçais de praticar a hospitalidade; pois agindo assim, mesmo sem perceber, alguns acolheram anjos.” (Hebreus 12:2 KJA)
Houve também uma confirmação divina: a esposa de Bill, acompanhando nosso caso por chat de Messenger, disse que se era realmente a vontade de Deus que aceitássemos o refúgio deles, Ele supriria tudo. Humanamente, era impossível, pois pelo menos para mim o dinheiro para custear nossa viagem para o Rio era muito. Mas logo em seguida, um desconhecido jovem presbiteriano de outra cidade de Minas me escreveu perguntando qual era a minha conta de banco. Depois de lhe dar, ele pediu para eu conferir. E havia ali uma quantia que para um empresário como Danilo Fernandes não era muito, mas para mim era enorme! Sob direção do Espírito Santo, o irmão querido, que era um simples funcionário dos Correios, havia guardado alguns de seus salários para um propósito que Deus tinha. E depois Deus lhe disse: “Dê para o Julio Severo.” Deus falou com o irmão presbiteriano, que escolheu ouvir e atender.
Deus assim confirmou as palavras da esposa de Bill. Havia fé na ajuda do jovem presbiteriano, e havia fé também no missionário e sua esposa. Mas a fé do casal americano não durou muito.
Eu realmente não compreendo os motivos alegados pelo missionário para voltar atrás em sua decisão voluntária de abrigo.

Quem são os mentirosos?

É difícil também entender a razão real de ele comentar sobre uso de mentira para escapar de uma perseguição. Houve tal conversa, mas não como decisão. Houve apenas uma conversa amistosa com quem pensávamos eram amigos e podiam se solidarizar com um casal cristão com uma filha de 3 anos e um bebê de apenas 1 mês. E era um casal em desespero.
Conversamos também sobre como Corrie Ten Boom e outros cristãos, na época da 2ª Guerra Mundial, forjavam situações a fim de abrigarem e protegerem judeus perseguidos. Esse comentário, porém, foi exclusivamente na base da conversa privativa entre irmãos, nunca de decisão tomada.
Mesmo assim, a entrevista aparenta uma preocupação mórbida com a defesa da verdade contra a mentira. A pergunta que fica é: se o missionário americano estava realmente preocupado com a verdade, por que ele procurou Thiago Lima Barros, que já mentiu antes e não se arrependeu? Por que ele procurou o Genizah, cujo dono José Danilo Silvestre Fernandes Filho, se disfarça, em seu blog laranja Observador Cristão, de “pastor reformado conservador,” sendo que tanto o Genizah quanto seu dono são esquerdistas? Ou será que foi Barro que procurou o missionário desejando me prejudicar pelos artigos que escrevo?
O nome de José Danilo Silvestre Fernandes Filho aparece em registros judiciais, por falta de ética. No meu caso, os problemas que tive foram por sustentar minhas convicções éticas na Bíblia. Eu e minha esposa, não o Estado, temos a prerrogativa dada por Deus de decidir questões de saúde e educação de nossos filhos. E defenderemos essa prerrogativa dada por Deus contra qualquer ameaça, inclusive estatal. Qualquer tentativa de entregar essa prerrogativa ao Estado representa rendição ao esquerdismo — uma ideologia adotada pelo Genizah, que mente descaradamente sobre seus apegos ideológicos.
Para quem não ama e não vive na mentira, o esquerdismo do Genizah é patente.
O político considerado ideal por Danilo Fernandes é um pastor que, entre outras criaturas esquerdistas, se alinha com Desmond Tutu, arcebispo anglicano que recentemente desafiou a Deus, dizendo que não vai querer entrar no céu até Deus renunciar às suas condenações ao homossexualismo na Bíblia.
Mas dentro do próprio Genizah há vozes que confessam o óbvio. Um dos colunistas do Genizah é o Rev. Marcelo Lemos, um pastor calvinista que recentemente confessou sobre o Genizah: “É um blog que faz apologia contra o neopentecostalismo, mas que tem feito muita defesa do esquerdismo.”
Mesmo assim, Barro insiste em seu texto acusatório de que nem ele nem o Genizah são esquerdistas. É a palavra deles contra as ações e artigos deles. É a mentira em conflito com a verdade.
Por que então um missionário americano que supostamente ama a verdade forneceria uma entrevista a um colunista e um tabloide que gostam de mentir?

Irmão traindo irmão

É um comportamento realmente estranho, se tivermos de acreditar no entrevistador. A entrevista também destaca que Bill, agindo pelas costas, denunciou a mim e à minha família ao Consulado dos EUA, orientando-os a não nos dar visto. Como disse o Rev. Alberto Thieme, “É inacreditável uma atitude como esta praticada por um missionário. Imagine se alguém ameaçar fazer o mesmo com ele no Brasil?”
Da iniciativa de dar abrigo, ele passou para o comportamento sombrio da traição — tudo porque, de acordo com a entrevista no Genizah, ele disse que descobriu “depois” que a perseguição judicial que estávamos sofrendo por vacinas não era verdadeira. Se nossa palavra como família cristã não era suficiente, bastava uma conversa sincera e os documentos comprovariam de novo os fatos. Os documentos foram também vistos por um dos maiores advogados evangélicos do Rio, que confirmou nossa situação difícil. Mas em vez disso, o missionário americano preferiu agir às escondidas. Eu não tinha a mínima ideia de que ele havia nos denunciado ao Consulado dos EUA, mas sabia que o pai dele, conforme ele havia dito confidencialmente para nós, trabalhava para a CIA, a temida agência americana de espionagem. Essa era uma informação preocupante, em vista da mudança drástica de atitude de nossos anfitriões.
E mais preocupante ainda hoje, pois há a denúncia, veiculada pelo WND nos EUA, de que meu blog está sob monitoração do governo dos EUA. O próprio WND se comunicou com o Ministério de Segurança Nacional dos EUA pedindo explicações sobre tal monitoração contra mim, e hoje está abundantemente comprovado que estamos sob uma monitoração em massa do governo dos EUA.
No meu caso, nesta altura surge a pergunta: o missionário americano (que suspostamente não gosta de mentiras, mas gosta de traições e de falar com colunista e um blog amantes da mentira) fez outras denúncias?
Só porque ele é presbiteriano americano, não podemos cair na tentação de achar que presbiterianos gostam desse tipo de conduta. O jovem que foi usado para pagar as despesas da minha viagem ao Rio é presbiteriano até hoje, e cheio da presença de Deus.
Meses depois que sai do Brasil, um grupo de igrejas presbiterianas dos EUA me convidou para ser palestrante numa importante conferência de pastores no Texas em 2009. Havia todos os documentos oficiais para essa viagem e palestra. Mas a Embaixada dos EUA recusou meu visto, sem explicação. Os organizadores ficaram de boca aberta, sem entender. Só hoje dá para compreender, depois de saber que um “irmão” presbiteriano americano deu sua “bela” contribuição — uma facada nas costas. Não posso deixar de lembrar o que diz bem acertadamente a Palavra de Deus:“Nessa época, muitos ficarão escandalizados, trairão uns aos outros e se odiarão mutuamente.” (Mateus 24:10 KJA) E Mateus 10:21 diz que “Um irmão entregará… seu irmão.”

Julio Severo saindo do Brasil

O que precipitou nossa saída do Brasil foi que um amigo nosso, que é um destacado líder evangélico nacional, recebeu duas intimações do Ministério Público Federal sobre “homofobia,” exclusivamente por sua ajuda ao meu blog. O objetivo dos promotores era apenas um: eles queriam saber onde estava Julio Severo. Meu amigo, que teve de comparecer a duas audiências, nos avisou da situação, e tivemos de correr. Para apressar mais ainda nossa situação, agentes de saúde começaram a fazer visitas de casa em casa e acabaram vindo ao nosso esconderijo, que era a Comunidade S8, onde também funcionava uma escola.
A Dra. Elen Fontes, diretora da Comunidade S8, explicou que qualquer interferência do Estado em nossa situação implicaria em prejuízo para sua escola, que vivia de subsídios do governo. Não podíamos, pois, colocar em risco nossa situação e os queridos irmãos que nos abrigaram carinhosamente.
Nossa estadia na Comunidade S8 foi um dos melhores momentos de nossa vida, e nossa despedida do Pr. Geremias Fontes e família foi emotiva. O Pr. Geremias nos deixou uma generosa oferta para nossa partida do Brasil. E estou esperando o momento certo do Espírito para escrever uma breve biografia desse homem que muito me impactou.
Saímos do Brasil com o MPF na cola de nosso amigo que estava sob intimações por nossa causa. No final, ele pôde dizer à última audiência que eu havia saído do Brasil, e tudo parece ter se acalmado.
Mas o texto de Barro no Genizah, contrariando todas as evidências que existem, busca torcer a tudo e a todos, sem nenhuma prova. Tudo na base do diz-que-diz, inclusive com a alegação “Estaria agora Severo, de fato, fora do país, depois de anos mentindo sobre a sua falsa fuga?”
O texto dele também diz: “Recebemos a informação de que um pastor ligado ao movimento apostólico travou contato com Julio Severo durante um evento, novamente na cidade de Niterói, no ano de 2010. Ou seja, um ano depois de sua pretensa ‘fuga do Brasil.’”
Meu último mês no Brasil foi março de 2009. Olavo de Carvalho pagou a passagem, e isso está registrado. Olavo pode ter muitos defeitos, entre os quais falar palavrão e ter opiniões sobre homossexualismo das quais discordo fortemente. Mas ele não vira as costas para quem precisa de ajuda. Ele nunca daria uma facada nas costas de quem está em desespero genuíno. Ele nunca fez isso comigo.
Depois, quando nosso visto expirou em outro país, outro pastor presbiteriano nos socorreu, comprando-nos mais passagens, com nossos nomes e números de passaportes.
Fico impressionado, neste ponto, que o Genizah, que adora zombar do movimento apostólico, se regozije maliciosamente de usar uma suposta fonte apostólica para dizer que em 2010 eu e minha família ainda permanecíamos no Brasil. Só há três possibilidades: 1. O suposto pastor teve uma “visão,” onde ele confundiu um anjo com “Julio Severo.” 2. Ele mentiu. 3. Barro mentiu ao alegar tal fonte.
Para quem mente, procurar o Genizah é como chupar sorvete em dia de sol quente.
Há muitas outras mentiras no texto de Barro, exatamente como havia muitas mentiras nos outros textos dele de anos atrás. O que devo fazer então?
O peso de provar o que Barro alega não está sobre quem é vítima de acusação, mas sobre quem faz a acusação. Como cristão (ou apenas como homem decente), caberia a Barro dar satisfação de todas as acusações passadas que ele já vez sem provas e de todas as atuais acusações que ele faz sem provas. Em todo caso, respondi somente a algumas das questões, para que se entenda que estamos lidando com indivíduos que não gostam da verdade.
Não darei, conforme Barro e Genizah exigem, dados pessoais, principalmente minha localização, pois não é só a esquerda evangélica que está atrás de mim. Em 2010, conforme informação interceptada pelo Rev. Alberto Thieme, a ABGLT, a maior entidade homossexualista do Brasil, orientou todos os grupos gays brasileiros a descobrirem minha localização.
Se o Genizah e seus colunistas conseguirem fazer essa descoberta, estarão fazendo um imenso favor à militância homossexual e à esquerda secular.
Sobre a curiosidade mórbida do Genizah e ativistas gays de saberem detalhadamente quem sou, o importante é saber a motivação dessa curiosidade. Genizah é conhecido por xingar a mim e outros, como prova o seguinte texto neste link:
No entanto, nunca devolvo palavrão por palavrão, pois sou cristão. E se eu fosse, como alega a entrevista com o missionário americano Bill Hamilton, um cristão amante da mentira, eu seria aliado, não opositor, de Thiago Lima Barros, Genizah e outros.
Mesmo que todas as atuais acusações de Barro fossem verdadeiras, isso não o isentaria de prestar contas sobre as acusações passadas que ele fez, de forma caluniosa. Compete-lhe fazer sobre as atuais acusações o que ele nunca fez com relação às difamações passadas: prestar contas e pedir perdão.
Lugar de mentira é no lixo. É inútil, pois, esperar que da Lixeira saia honestidade e verdade. Na internet, fala-se o que se quer do jeito que se quer contra quem quiser — uma liberdade que a Lixeira usa e abusa abundantemente.
Enquanto matilhas gays e a esquerda gospel buscam furiosamente meus dados, opto pela prudência do profeta Elias. Pouco se sabe da vida pessoal dele, a não ser que ele passou uma parte de sua vida em grandes dificuldades e hospedado com uma viúva pobre, que o sustentava. Mas o que se sabe com certeza é que ele foi um dos maiores profetas de Israel.
Posso não ser um profeta de Israel, mas sou atacado por gente da mesma laia que não pouparia Elias e seu chamado profético dos mesmos ataques e difamações.

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Fonte: Editora Elim – www.editoraelim.com.br – (21) 2415-7923

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