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sábado, 16 de abril de 2011

China vai encerrar política de um só filho em 2015 por escassez de mão de obra

Steve Mosher 11de abril de 2011 (PRI/Notícias Pró-Família) — Há muito tempo venho pensando no que seria necessário para o Partido Comunista da China abandonar a política de um único filho, instituída em 1980 quando visitei a China pela primeira vez. Agora sei. Certamente, não foram as queixas do sofrido povo chinês acerca dessa agressão às suas famílias e filhos que mudaram a mente coletiva do Partido. O Partido nunca se esquivou de impor sua vontade no povo que ele controla. Aliás, apesar da retórica ao contrário, o Partido crê que as massas chinesas existem para servir ao Estado, não o oposto. Na China, é crime criticar as políticas do Partido, e os críticos são punidos, nunca ouvidos. O Partido não está nem um pouco preocupado com os milhões de bebês, em gestação ou não, que foram e estão sendo sacrificados como consequência dessa política. Afinal, eliminar pessoas é a essência das políticas de controle populacional. O baixinho Deng Xiaoping definiu os rumos da política em 1979 quando disse: “Use todo e qualquer meio necessário (para controlar a população da China). Apenas faça-o. Com o apoio do Partido Comunista da China, vocês nada têm a temer”. Desde então, as autoridades do Partido vêm “fazendo isso” com as mulheres chinesas, ao custo considerável de 7 a 10 milhões de abortos por ano. A liderança do Partido finalmente começou a lamentar as imensas e contínuas violações de direitos humanos que a política de um só filho acarretou? Só uma liderança militar bastante endurecida teria a coragem de mandar pelotões de aborto móvel para perseguir e capturar mulheres grávidas, prendê-las por violar a política de um só filho e então esterilizá-las e fazê-las abortar contra a vontade delas. Essa selvageria vem ocorrendo durante 30 anos. É muito improvável que o atual presidente da China Hu Jintao tivesse simplesmente despertado certa manhã sobrecarregado de culpa e dito para si mesmo: “Essa política está errada”. Não, o motivo por que a política pode ter terminado não tem nada a ver com nenhuma consideração humana, mas com frios cálculos de dólares e centavos. Entenda: como consequência da eliminação de 400 milhões de jovens produtivos da população durante as três décadas passadas, a China tem agora escassez de mão de obra. Por 20 anos, as províncias litorâneas vêm ralando, em suas populações estagnadas, em busca de jovens para ocupar as vagas de empregos nas fábricas e montadoras, que, se não fosse pelos jovens, já estariam mendigando. As vilas da China estão vazias como consequência, e são agora a moradia principalmente para crianças bem nova e números crescentes de pessoas muito idosas. A China agora atingiu o ponto crítico de Lewis, chamado pelo nome de Arthur Lewis, um economista ganhador do Prêmio Nobel que foi o primeiro a definir esse momento crítico no crescimento econômico de um país em desenvolvimento quando seu estoque de mão de obra se seca. Em minha opinião, a China já atingiu o ponto crítico de Lewis, considerando que os salários, preços e inflação estão agora se elevando na China. Outros, como Dong Tao, principal economista regional do Banco de Crédito Suíço em Hong Kong, dizem que a China o atingirá em dois ou três anos. Os líderes comunistas da China hoje percebem que criaram, por meio de sua política draconiana de um filho só, uma escassez artificial de mão de obra ao eliminar um número estimado de 400 milhões de pessoas da população. Mas eles têm um problema. Eles não podem admitir que sua política estava errada desde o princípio sem deslegitimar seu governo. Por isso, eles decidiram afastar-se da atual política devagarzinho, ao mudar para uma política nacional de dois filhos. Essa mudança não eliminará os abusos, é claro. As mulheres ainda serão presas pelo crime de ficarem grávidas, trancadas em celas até darem seu consentimento para a realização de um aborto e então submetidas a procedimentos de aborto contra a vontade delas. Mas essas agora serão mulheres que engravidarem de seu terceiro filho, não de seu segundo. O Estado, de acordo com a opinião geral, não tem a intenção de abrir mão de seu controle sobre a reprodução do povo chinês. Portanto, o Partido Comunista da China continuará a violar um dos direitos mais fundamentais do povo chinês: o direito de decidirem por si mesmos o número e espaçamento de seus filhos. Reproduzido com permissão de www.pop.org / Via: Julio Severo

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