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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Mãe mata bebê sufocado em ritual de exorcísmo após força-lo a beber vinagre e azeite

Latisha Lawson, de 31 anos, vai passar mais de 45 anos na cadeia por ter morto o filho durante um ritual de exorcismo. A norte-americana forçou os dois filhos a beberem vinagre com azeite para retirar o demónio Marzon do corpo. Segundo o The Telegraph, um dos filhos e mais duas crianças, filhas de uma outra mulher que também acreditava que os filhos estavam possuídos, vomitaram de imediato a bebida. No entanto, para não deixar o segundo filho vomitar, Latisha tapou-lhe a boca, acabando por partir-lhe o pescoço. O corpo da criança foi, depois, guardado num saco de plástico, durante mais de um ano, até ser descoberto pelas autoridades. Latsha Lawson disse acreditar que o filho podia ressuscitar: “Ele (Deus) fez na Bíblia. Ele fez com Lázaro. Ele pode fazer com uma criança”, disse. Fonte: Tvnet / Gospel+ / Blog do Lucas

Gay mata família por discordar de sua orientação sexual e imprensa pró-sodomia abafa

Polícia não descarta a possibilidade de Alcinei ter premeditado os crimes 



A notícia abaixo, que foi também disponibilizada pelo UOL, encontra-se agora fora do ar.
Ao que parece o UOL foi tomado por remorso por ter saído dos padrões jornalísticos atrelados aos ativistas gays ao mostrar um assassino gay. A moda agora é mostrar gays apenas como vítimas.
Esquecem que eles matam. Esqueça que eles estupram meninos. Contudo, a mesma notícia hoje rejeitada pelo UOL encontra-se disponível em outro site e divulgada aqui. Matéria original do Giro pelo Piauí, que constava também no UOL:
Apesar de ter se apresentado horas após ter assassinado a mãe, a comerciante Maria Lita Pereira Gomes, 41, o irmão Alan Luiz Gomes da Silveira, 14, e ter tentado contra o próprio pai, o também comerciante Sidonor Pereira da Silveira, 35, o músico Alcinei Gomes da Silveira, 19, poderá não ser liberado após prestar depoimento sobre os crimes, praticado nesta terça-feira (5) à noite, na rua J, do bairro São José 2, Zona Leste de Manaus.
A informação é do delegado titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Mariolino Brito, que ouviu o depoimento de Alcinei na manhã de hoje (6). “Mesmo ele tendo se apresentado espontaneamente após os crimes, isso não impede que ele não seja liberado e também seja pedida a prisão preventiva contra ele”, salienta Brito, que considerou o caso como atípico.
Segundo o delegado, a forma como Alcinei agiu demonstra que ele apresenta traços de psicopatia. Ele também não descarta a possibilidade de Alcinei ter premeditado os crimes.
Em depoimento prestado na manhã de hoje ao titular da DEHS, o pai do acusado disse ter escapado da fúria de Alcinei, por ter se fingido de morto, após receber o primeiro golpe. Ataques  assassinatos ocorreram a partir das 18h45 de ontem, na casa da família.
O primeiro homicídio foi a do adolescente Alan Luiz, morto com três facadas no tórax e uma na cabeça. O corpo da vítima foi escondido debaixo de uma cama. Minutos depois, a comerciante Maria Lita foi morta com sete facadas nas costas, uma na nuca e outra na cabeça, dentro do banheiro da casa.

Comoção 
"Há três anos a mãe dele já sabia que ele era homossexual. "Para mim essa não é uma justificativa lógica para ele ter feito o que fez", desabafa o tio materno do acusado, Geraldo Gomes, a respeito da hipótese de que o sobrinho teria matado a mãe e o irmão, devido a não aceitação de sua orientação sexual.
Os velórios de Maria Lita e Alan Luiz foram realizados na própria residência, onde familiares, amigos e vizinhos se aglomeraram para prestar as últimas homenages às vítimas. Alguns dos vizinhos se mostraram indignados com o caso e chamaram a atenção para o fato de que a família parecia ser bastante unida.

Julio Severo
Fonte: Giro pelo Piaui / Emunah

Abortos forçados na China

O presidente dos Direitos das Mulheres Sem Fronteiras apela para uma paragem para o financiamento de organizações internacionais que apóiam as esterilizações e abortos forçados na China. Roma (AsiaNews) - Autoridades de controle da população continuar a praticar abortos forçados e esterilizações, bem como o feticídio feminino eo infanticídio seletivo. Desta forma, cada país está envolvido nesta grande matança, descrito como um "cem vezes pior do que o massacre de Tiananmen, que ocorreu em campo aberto e acabou em um dia" por Chai Ling, um líder de Tiananmen anterior. AsiaNews reimpressões o apelo feito por Reggie Littlejohn, presidente dos Direitos das Mulheres Sem Fronteiras, uma organização que se opõe a abortos forçados e escravidão sexual na China. Você é o financiamento dos abortos forçados na China. Eu também não só a abortos eletivos. abortos forçados. Não importa se você é pró-vida ou pró-escolha sobre este assunto. Ninguém pode apoiar aborto forçado, porque não é uma escolha. O que quero dizer por "abortos forçados?" Aqui está um pequeno vídeo sobre uma jovem chinesa que foi arrastado para fora da rua, amarrado a uma mesa e forçada a abortar em sete meses. Você pode ler muitos relatos mais de abortos forçados, esterilizações forçadas e infanticídio no âmbito da política da China para crianças Um brutal aqui. De acordo com a Comissão Executiva do Congresso sobre a China relatório, divulgado em 10 de outubro de 2010, os violadores de Política da China para crianças Um continuam a ser vítimas de "esterilização forçada, o aborto forçado, detenção arbitrária e outros abusos." A política da criança também tem levado a muitas outras violações graves dos direitos humanos. Vou citar apenas três: 1. Gendercide. Devido à tradicional preferência por meninos, meninas são desproporcionalmente sujeitos ao abandono, aborto e infanticídio. 2. A escravidão sexual. Por causa da eliminação seletiva das meninas, há agora um número estimado de 37 milhões mais machos do que fêmeas que vivem na China atualmente. Este desequilíbrio entre os sexos grave é uma força poderosa por trás do tráfico de mulheres e escravidão sexual de nações vizinhas China. 3. Feminino suicídio. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a China tem a maior taxa de suicídio feminino de qualquer país do mundo. Cerca de 500 mulheres chinesas terminam suas vidas a cada dia. Poderia esta taxa de suicídio extraordinário estar relacionado ao trauma de suportar um aborto forçado, ou a esterilização forçada? Como isso afeta a nós? Estamos ajudando a financiar a infra-estrutura utilizada no planejamento familiar forçados na China. A comunidade internacional fundos do UNFPA (United Nations Planejamento Familiar "Fundo"), bem como a IPPF (International Planned Parenthood Federation) e Marie Stopes International. Estas organizações estão operacionais "provedores de aborto" na China. Em 2001, os EUA cortaram o financiamento ao UNFPA, pois uma investigação, liderada pelo então secretário de Estado Colin Powell, encontrou que o UNFPA foi cúmplice na execução coerciva de Política da China em uma criança. Em 2008, os EUA do Departamento de Estado reiterou que a determinação, e ainda assim restaurou o financiamento em 2009. UNFPA também é financiado por muitas outras nações. Além disso, a IPPF e Marie Stopes estão trabalhando lado a lado com a máquina de controle comunista população chinesa, que tem sido notório em seus excessos. O site da IPPF declara abertamente: "A China Associação de Planeamento Familiar (CFPA) desempenha um papel muito importante no planejamento familiar da China programa. Ele apóia a política de planejamento familiar presente do governo. . ".. Enquanto isso, o site de Marie Stopes International, listas como "os principais parceiros" as Comissões de Planeamento Familiar de diversas províncias na China. Na semana passada, os cidadãos dos EUA votou para cortar o financiamento do UNFPA no âmbito do programa YOUCUT novo. Devido a esta votação, o deputado Renee Ellmers irá introduzir legislação para reduzir o UNFPA, economizando US $ 400 milhões nos próximos dez anos. O projeto ainda precisa passar por comissões e ser aprovado pela Câmara para se tornar eficaz, de modo que você ainda tem tempo para manter contato com seu representante sobre isso. Um admirador da democracia americana, uma vez observou, "a América é grande, porque ela é boa, e se a América nunca deixa de ser boa, ela deixará de ser grande." Nós não podemos perder a nossa bondade, e, portanto, a nossa grandeza como nação através do financiamento abortos forçados na China. Para assinar Direitos da Mulher Sem Fronteiras petição internacional contra abortos forçados e escravidão sexual na China, clique aqui. Para assistir a um vídeo de quatro minutos, "Stop aborto forçado na China!", Clique aqui. * Littlejohn Reggie é presidente dos Direitos das Mulheres Sem Fronteiras. Como um especialista em Política da China em uma criança para os Direitos Humanos sem fronteiras e Ajuda à China, ela proferiu um discurso no Parlamento Europeu em Bruxelas e ao Parlamento Britânico, em Londres, informou a Casa Branca e testemunhou perante o Congresso. Ela tem falado na Harvard Law School, Stanford Law School, da Universidade George Washington, e da Heritage Foundation. Um graduado de Yale Law School, a Sra. Littlejohn representou refugiados chineses em seus casos de asilo político nos Estados Unidos. Tradução: Mariano Siqueira Fonte: AsiaNews / Missões Bebedouro

PL 122/06 será reformulado

BRASIL (*) - Nesta terça-feira (31), os senadores Marta Suplicy (PT-SP), Marcelo Crivella (PRB-RJ) e Demóstenes Torres (DEM-GO) reuniram-se com outros senadores e com representantes de entidades evangélicas e de defesa de homossexuais e decidiram reformular amplamente o PL 122/06. Crivella informou que os senadores vão continuar debatendo o assunto com a sociedade, parlamentares e religiosos. O senador Magno Malta (PR-ES) sugeriu também que o Senado promova audiências públicas para analisar o tema. Apresentado na Câmara dos Deputados pela então deputada federal Iara Bernardi (PT) em 7 de agosto de 2001, e inicialmente chamado "projeto anti-homofobia" (PL 5.003/01), o texto inicial foi aprovado naquela Casa mais de cinco anos depois, em 23 de novembro de 2006. Recebido pelo Senado no início de dezembro de 2006 e numerado como PLC 122/06, o projeto já tramitou, desde então, pelas Comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), de Assuntos Sociais (CAS) e de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), sendo arquivado ao final da última legislatura. Poucos dias depois de assumir seu mandato de senadora, em fevereiro deste ano, Marta Suplicy (PT-SP) requereu o desarquivamento da proposta (leia os pontos polêmicos do projeto aqui). Tramitando atualmente na CDH com Marta Suplicy como relatora, o PLC 122/06 foi alvo de forte pressão popular. De um lado, os representantes de entidades de defesa dos direitos de homossexuais exigiam sua aprovação. Do outro, a bancada religiosa temia a pena de três anos de detenção para quem "praticar, induzir ou incitar a discriminação ou o preconceito", uma vez que não raro a homossexualidade é condenada pelas igrejas. Com adesivos na boca, representantes de evangélicos e católicos foram à CDH se manifestar contra o projeto, conhecido nas igrejas como "projeto de lei da mordaça". Marta Suplicy ainda tentou emendar o texto para deixar claro que a pena não se aplica à "manifestação pacífica de pensamento decorrente de atos de fé, fundada na liberdade de consciência e de crença". A relatora também afirma, na justificação de seu substitutivo, que muitas religiões e igrejas "consideram a prática homossexual uma conduta a ser evitada" e têm o direito de verem respeitadas suas manifestações pacíficas de pensamento decorrentes da fé ou de crença. Marta aceitou incluir no projeto a ressalva de que essas manifestações não se enquadram como preconceito ou discriminação de orientação sexual. Entretanto, senadores como Marcelo Crivella (PRB-RJ) e Magno Malta (PR-ES) não consideraram a medida suficiente para acabar com o que consideram uma inconstitucionalidade, pois, em sua opinião, a proposta, ainda assim, atenta contra a liberdade de expressão religiosa. O projeto O PLC 122/2006, da forma como está redigido hoje, amplia a abrangência da Lei 7.716/89. Conhecida como "lei do racismo", essa norma de 1989 definiu os crimes resultantes "de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional". O PLC 122/06 tem por objetivo acrescentar nesse texto outras motivações de discriminação: gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero. O PLC 122/06 também altera o Código Penal (Decreto-Lei 2848/40) para incluir novos agravantes ao crime de injúria. Hoje, o crime é agravado caso a ofensa contenha elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou à condição de pessoa idosa ou com deficiência. O projeto relatado por Marta visa acrescentar nesse rol "gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero". Além disso, o "projeto anti-homofobia" pretende também alterar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), acrescentando um parágrafo ao artigo 5º da norma, que estabeleceu que "a todo trabalho de igual valor corresponderá salário igual, sem distinção de sexo". A alteração prevista no PLC objetiva proibir a adoção de práticas discriminatórias e limitativas no acesso e manutenção do emprego por motivos de "sexo, orientação sexual e identidade de gênero, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar ou idade". Na justificação do projeto original, Iara Bernardi argumentou que sua proposta levava em conta a diversidade da população brasileira para assegurar a dignidade e a cidadania de setores discriminados. Para ela, a aprovação do projeto significaria "o fim da discriminação de pessoas que pagam impostos como todos nós", garantindo a essas pessoas que não serão molestadas em seus direitos de cidadania. O PLC 122/06 prevê punições para empregadores que dispensem empregados motivados pelo preconceito ou discriminação contra os grupos enumerados; estabelecimentos comerciais que impeçam o acesso ou a permanência dessas pessoas; empresas que criem empecilhos para recrutamento e promoção de empregados; e instituições de ensino que impeçam a matrícula de pessoas em virtude de discriminação. A proposta também tipifica como crime "sobretaxar, recusar, preterir ou impedir a locação, compra, aquisição, arrendamento ou empréstimo de bens móveis ou imóveis". Assim como "impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público" e "proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, se permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs". * Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo. Fonte: Agência Senado / Missões Portas Abertas

Abri um novo marcador para fotos referente à missões. É grátis!.. peguem à vontade.

Lista das 10 postagens mais populares desde à criação do Blog

Pegue uma Bíblia e descubra Como ir para o Céu

O plano de Deus para a sua salvação

Primeiro você precisa saber:

1) Boas obras não salvam (Efésios 2:8,9 / João 14:6 / Tito 3:4-7)

2) Todos pecaram inclusive você (Rom 3:23)

3) E por isso todos estão indo para a morte eterna (o Inferno) (Rom 6:23)

4) Mas Deus nos amou tanto que enviou Jesus Cristo para nos salvar (João 3:16 / João 14:6 / Romanos 5:8 / Lucas 5:32)

E assim se você...

1) ... se arrepender e confessar que é pecador, (2 Cor 7:10 / 1 Jo 1:9)

2) ... crer que Jesus é o Filho de Deus (Rom 10:9)

3) ... e pedir a Ele: “Jesus me perdoa, me salva! (Rom 10:13 / Lucas 23:33-43)

Então você será salvo!

1) Todos os seus pecados serão perdoados e lavados pelo sangue de Jesus (I João 1:7 / Marcos 1:40-42)

2) Você terá vida eterna no céu com Deus (João 3:16 / João 14:2-6)

3) A salvação não se perde jamais (João 10:27-30)

“Eis aqui agora o dia da salvação” (2 Cor 6:2)

Ninguém sabe quanto tempo vai viver, não adie a maior decisão que você tem a tomar na vida. Converse com Deus em uma oração simples, se arrependa, confesse, creia e clame “Jesus me perdoa, me salva, me lava, me transforma!” E assim você poderá ter absoluta certeza da salvação.

Fonte: Editora Elim – www.editoraelim.com.br – (21) 2415-7923

FOLHETO: ESTA FOI A SUA VIDA!

VOCÊ TEM UM TEMPINHO PARA VER?

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